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Faltando pouco mais de dez dias para as eleições, o candidato a deputado federal pelo União Brasil, Zé Chico, aumentou ainda mais o seu ritmo de compromissos diários.

Nesta terça-feira (20), por exemplo, o candidato cumpriu várias agendas. Durante a manhã, Zé Chico participou da inauguração do comitê de campanha de ACM Neto – seu colega de partido que disputa o Governo da Bahia – em Feira de Santana.

O comitê fica localizado na avenida Getúlio Vargas, número 1295. Na inauguração do comitê, Zé Chico destacou que Neto é o melhor quadro para administrar o estado pelos próximos quatro anos.

“Precisamos que todos tenham a consciência que, para Feira e pra Bahia, será o melhor. Temos que fortalecer ACM Neto. Agora é a hora”, ressaltou o candidato a deputado federal.

REUNIÃO NO JARDIM CRUZEIRO

No início da noite, Zé Chico esteve em uma grande reunião de demonstração de apoio à sua candidatura no bairro Jardim Cruzeiro, que contou com a participação do ex-prefeito de Feira, José Ronaldo de Carvalho. E de outras autoridades como a secretária Cíntia Machado e a diretora-presidente Gilberte Lucas.

CARREATA NO 35°BI

Zé Chico, ao lado de José Ronaldo e Fernando de Fabinho, com a presença de seus apoiadores, ainda fecharam a noite com uma carreata no bairro 35°BI.

Por onde eles passaram, os moradores da localidade demonstravam apoio na busca de Zé Chico representar Feira de Santana e região na Câmara dos Deputados.


De tanto ouvir falar (bem) do Piseiro do CG, José Ronaldo ficou curioso e quis conhecer. Aproveitou uma folguinha na agenda de coordenador geral da campanha de ACM Neto, nesta terça (20), para prestigiar uma grande reunião no Jardim Cruzeiro, seguida de uma caminhada avassaladora pelas ruas do bairro.

“Muita gente me falando desse tal de Piseiro e resolvi vir conhecer. Aproveitando, também, para matar a saudade de vocês, amigos e amigas do bairro Jardim Cruzeiro”, disse Ronaldo para uma multidão, mobilizada por Dalva Roberta e Demilson Brito, lideranças locais, além de Cezinha.

José Ronaldo, ao falar para a multidão, destacou a necessidade de Feira de Santana ter dois deputados aliados e alinhados com o grupo político. “Feira precisa de Geilson na Assembleia Legislativa e de Zé Chico na Câmara dos Deputados. Sei que, juntos, farão um grande trabalho”, destacou o ex-prefeito.

A presença de José Ronaldo na reunião e em parte da caminhada programadas pelas lideranças locais e a equipe de Carlos Geilson, comprova que o ex-prefeito está empenhado na eleição dos deputados feirenses, principalmente Geilson e Zé Chico, candidatos que têm o DNA mais forte do grupo ronaldista nas eleições 2022.

Ao encerrar seu pronunciamento, Ronaldo deu um exemplo da importância de Feira de Santana ter deputados feirenses comprometidos com o município. “Tem cidade dez vezes menor que Feira que através de um único deputado federal consegue receber mais de 15 milhões em emendas por ano. Ou seja, 60 milhões em quatro anos. Feira precisa de muito mais e terá com Geilson e Zé Chico”, concluiu.

Nesta quarta-feira (21), o Piseiro do CG estará na Agrovila, às 18h, e nas Baraúnas, a partrir das 19h30min.

(Assessoria de Carlos Geilson)


S de Depois de quase um ano de negociações, a diretoria do Bahia convocou, nesta terça-feira (20), os conselheiros para apresentar a proposta de formalização e venda da possível Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do clube ao fundo árabe City Football Group.  A cerimônia acontecerá sexta-feira (23), às 19h, no Museu do Bahia, na Fonte Nova. 

Representantes do Grupo City chegaram a Salvador desde segunda-feira para discutir os detalhes da proposta. Eles estiveram no CT Evaristo de Macedo e se reuniram com dirigentes do Bahia. Hoje a comitiva esteve novamente ao lado da diretoria tricolor no centro de treinamento,  onde juntos acompanharam a partida do time sub-17 contra o Fluminense.

Após a apresentação da oferta aos conselheiros, o documento vai ser analisado pelo Conselho Deliberativo e pelo Conselho Fiscal, que emitirão um parecer sobre a proposta. A decisão final de venda ou não da SAF do Bahia para o Grupo City será decidida pelos sócios em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) que ainda será convocada. 

As negociações entre Bahia e Grupo City tiveram início em setembro do ano passado. Em dezembro, as partes assinaram um primeiro contrato. As conversas, no entanto, só foram reveladas em fevereiro deste ano. 

Desde então, Bahia e Grupo City intensificaram as negociações e chegaram a um acordo. O último empecilho para o anúncio era a dívida que o Esquadrão tinha com o Banco Opportunity, que acionista do clube entre 1998 e 2006. O imbróglio foi resolvido em julho. 

Em maio, representantes do City também estiveram na capital baiana para avaliar o negócio. Eles conheceram a Fonte Nova e patrimônios do Bahia, como o Fazendão e o CT Evaristo de Macedo.

Investimento
Com a possível chegada do Grupo City, o Bahia espera dar um salto no patamar financeiro e esportivo. Os valores da oferta ainda não foram divulgados, mas em abril o CORREIO apurou que o acordo prevê aporte de R$ 650 milhões por 90% da SAF do Bahia. O tricolor alega que a discussão principal foi baseada no projeto esportivo. 

“Desde o ano passado, promulgada a lei, fomos buscar a concepção do que seria o melhor projeto para o Bahia. Avançamos muito e estamos muito próximos da construção desse projeto. Porque o Bahia não está no mercado atrás de um cheque. Estamos atrás de um projeto. As discussões da SAF no futebol brasileiro estão: “Tal grupo vai investir R$ 700 milhões, R$ 800 milhões, R$ 1 bi”. Isso não está no centro da nossa pauta. O centro da nossa pauta é: Qual é o projeto que nós queremos colocar para o sócio e sócia, para o conselheiro e conselheira analisarem. Dentro desse projeto está o dinheiro, é óbvio. Não se constrói um projeto vencedor, que mude o Bahia de patamar sem injeção de recursos. Mas o recurso não pode ser a única decisão”, explicou o presidente tricolor em entrevista concedida em março.

Informações Correio


Crime foi cometido na cidade de Banzaê, onde político exerce função. No entanto, ele se apresentou com advogado em delegacia de Ribeira do Pombal.

Vereador é preso por estupro de vulnerável, na Bahia; vítima é adolescente de 13 anos — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Vereador é preso por estupro de vulnerável, na Bahia; vítima é adolescente de 13 anos — Foto: Reprodução/Redes Sociais 

O vereador Roger Bruno Freitas de Santana, mais conhecido como “Roger Enfermeiro”, foi preso por estupro de vulnerável na cidade de Ribeira do Pombal, a 290 quilômetros de Salvador. O crime foi cometido na cidade de Banzaê, onde o político exerce função, contra uma adolescente de 13 anos. 

Roger Enfermeiro é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Ele procurou a delegacia de Ribeira do Pombal na companhia de um advogado. Na unidade, foi cumprido o mandado de prisão contra ele. O vereador segue detido e está à disposição da Justiça. 

As circunstâncias do estupro não foram divulgadas, porque a vítima é menor de idade. A Prefeitura de Banzaê ainda não se pronunciou sobre o caso. 

Roger é segundo secretário da Câmara de Vereadores de Banzaê. O g1 entrou em contato com a unidade, para saber se ele será afastado ou cassado, bem como com o PT, para obter informações sobre uma possível expulsão do partido, mas ainda não obteve respostas. 

Informações G1


O ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, é o coordenador geral de campanha do candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (UB). Em vídeo publicado em suas redes sociais, ele reforça apoio a Neto e Cacá Leão, candidato a senador.

“Meus amigos de Feira de Santana e de toda a Bahia, peço o seu voto. Vamos juntos colocar a Bahia nos trilhos outra vez. Para governador vote em ACM Neto 44 e para senador vote em Cacá Leão 111. Vamos juntos botar a Bahia nos trilhos outra vez! ”, disse Ronaldo


Candidato a governador tem o projeto G-100, que propõe ações para desenvolver saúde, educação e renda nos municípios com menor IDH do estado

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) já percorreu 59 dos 100 municípios mais pobres do estado desde que iniciou o movimento Pela Bahia na sua pré-campanha, no ano passado. Em seu plano de governo, Neto traz o projeto batizado de G-100, que propõe um olhar especial direcionado aos 100 municípios que apresentam menor desempenho no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no território baiano.

A ideia é realizar uma série de ações intensivas e de impacto imediato nestas cidades, que apresentam padrão de vida abaixo do recomendado pelas Nações Unidas. As atividades, inicialmente, concentram-se nas áreas de educação, saneamento básico, saúde pública e no fortalecimento econômico. O objetivo do projeto G-100 é promover um salto qualitativo nas condições de vida daquelas populações, projetando inclusive um salto do IDH nos levantamentos futuros.

“A grande maioria desses municípios não tem fonte de renda. A maior parte do dinheiro que circula nestas cidades é oriundo dos salários pagos pela prefeitura, do Bolsa Família ou Auxílio Brasil, como quiser chamar, e das aposentadorias. Tem lugar que a gente tem visitado nestas andanças pela Bahia que não tem nem comércio. Então, nós teremos uma lista de iniciativas do governo estadual que necessariamente estarão presentes nestes 100 municípios mais pobres com o objetivo de que essas localidades possam avançar no ponto de vista social”, disse ACM Neto sobre o G-100.

Itapicuru, no Nordeste baiano, é o município de menor IDH no estado. Neto esteve lá em 6 de maio deste ano, ao lado do candidato a senador Cacá Leão (PP), e discursou sobre o combate à pobreza: “Sabemos dos desafios desta região, principalmente o de superar a pobreza. Ainda existe muita desigualdade, e a gente só vai vencê-la com um governo que tenha olhar atento, compromisso com a região, que possa mobilizar os investimentos em infraestrutura e o apoio ao produtor rural familiar”, disse à época.

O índice, que varia de 0 a 1, é de 0,486 em Itapicuru, sendo o único município baiano abaixo da linha considerada pelas Nações Unidas como IDH muito baixo – aqueles com valores menores que 0,5. O levantamento é feito em todo o mundo pela ONU, através do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), e leva em consideração aspectos como expectativa de vida ao nascer, qualidade da educação, poder de compra e saneamento básico. É considerada a principal referência sobre o padrão de vida no planeta.

Em seus discursos, Neto tem destacado que a sua gestão em Salvador investiu quase 80% dos recursos nos bairros mais pobres da cidade. Portanto, pretende fazer o mesmo à frente da Bahia. “Quando eu tive que decidir por onde nós iríamos começar a mudar a realidade da saúde pública, da educação e da infraestrutura da capital, eu não tive dúvida: comecei pelo subúrbio. Da mesma forma farei como governador. Sem dúvida, vou investir nas áreas mais carentes do nosso estado”, diz.

Nas suas viagens, além de Itapicuru, ACM Neto também passou por Monte Santo, Ibiquera, Ribeira do Amparo, Umburanas, Macajuba e Nova Itarana, outros seis municípios que aparecem entre os 10 menores IDHs da Bahia. Na agenda desta semana, o candidato do União Brasil ainda visitará Pilão Arcado, segundo menor IDH da Bahia, e Pedro Alexandre, 6º menor IDH do estado.


A Bahia registrou o maior número de famílias contempladas pelo Auxílio Brasil em setembro, que neste mês alcançou o recorde de brasileiros atendidos pelo programa. Entre agosto e setembro, o estado teve um acréscimo de 49.449 famílias no programa. Com isso, o número de atendidos passou de 2,4 milhões de beneficiários no mês passado para 2,5 milhões neste mês.

No Brasil, o total de beneficiários saltou de 20,2 milhões famílias no mês passado para mais de 20,6 milhões neste mês, com os recursos transferidos tendo passado de R$ 12,1 bilhões no mês para R$ 12,4 bilhões em setembro, um novo recorde do Auxílio Brasil para um único mês.

Os recursos transferidos pelo Auxílio Brasil também foram incrementados e saltaram de R$ 1,4 bilhão em agosto para R$ 1,5 bilhão em setembro. O benefício médio a ser pago na Bahia é de R$ 606,64.

Sobre a região Nordeste, teve o maior número de beneficiários. 157.560 famílias ingressaram no Auxílio Brasil desde o mês passado. Ao todo, o número de atendidos subiu de 9,4 milhões para 9,5 milhões de famílias nos nove estados nordestinos.

*Bahia.ba


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José Carlos Teixeira*

“O silêncio vale ouro

quando não se consegue 

achar uma boa resposta.”

(Muhammad Ali)

Foi como um boxeador encostado nas cordas, que mesmo golpeado insistentemente pelo adversário, seguia se defendendo e aguardando a hora certa para revidar, alvejando o oponente com uma combinação de socos capaz de virar a luta. Só que esse momento mágico chegou com o sinal trocado, na forma de um potente golpe que lhe acertou o queixo e fez com que o chão lhe faltasse.

Desde que foi jogado no meio do ringue da disputa pelo governo da Bahia, por obra e graça do governador Rui Costa e da ala esquerdista do PT (que havia negado apoio ao arranjo pelo qual o candidato seria Otto Alencar, do PSD), o agrônomo Jerônimo Rodrigues foi encostado às cordas por persistentes ataques dos adversários.

O motivo: as péssimas colocações da Bahia no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (o Ideb, que mede a qualidade do ensino no Brasil) referentes ao ensino médio, que é de responsabilidade do Governo do Estado, conforme dispositivo constitucional. Jerônimo, como se sabe, foi secretário da Educação do Estado de 1º de fevereiro de 2019 até 31 de março deste ano, quando deixou o cargo, desincompatibilizando-se para poder disputar a eleição.

É bem verdade que não se pode atribuir tão somente a ele a responsabilidade por um problema que vem se arrastando há vários anos (em 2017 e 2019 a rede estadual de ensino médio da Bahia ficou em último lugar no ranking). Mas não há como desvencilhá-lo do governo que ele representa, como candidato, e que vinha tentando inutilmente defender, quando questionado em entrevistas, sabatinas e debates com outros candidatos.

Sempre buscando culpados ali e acolá para a situação vexatória, Jerônimo primeiro atribuiu a baixa qualidade do ensino público estadual à má gestão de governos anteriores – aparentemente esquecido que seu partido, o PT, está a menos de quatro meses para completar 16 anos no poder. Depois alegou que são problemas estruturais que exigem de 25 a 30 anos para serem superados. Finalmente atribuiu a culpa aos prefeitos, com o falso argumento de que o ensino na fase inicial do fundamental, a cargo das prefeituras, é ruim e os alunos chegam ao ensino médio despreparados e não conseguem avançar.

Defendendo-se, explicava que havia melhoras, sim, senhor, e que isso ficaria evidente quando novos dados do Ideb fossem divulgados. Ou seja, preso nas cordas, atacado incessantemente pela oposição, aguardava o momento de reagir, de mostrar que seu trabalho à frente da Secretaria da Educação rendera bons frutos, de modo a virar o jogo a seu favor.

Na última sexta-feira, o Ideb divulgou o relatório referente a 2021. Não deu para Jerônimo reagir e virar o jogo. Pelo contrário, recebeu um golpe mais forte. Os dados mostram que a Bahia continua nos últimos lugares entre as 27 unidades da federação. Recebeu a nota 3,5 e ficou na quarta pior posição, à frente apenas de Amapá (3,1), Pará (3,0) e Rio Grande do Norte (2,8).

Mas quando se avalia a proficiência em matemática e português, ou seja, o grau de aprendizagem dessas duas disciplinas pelos alunos, a Bahia, que tinha nota 4,1 e ocupava a 22ª posição em 2019, caiu para a 26ª posição no ano passado, com a nota 3,96, à frente apenas do Maranhão.

O curioso é que apesar da queda no nível de aprendizagem dessas duas importantes disciplinas em 2021, o índice de aprovação nas escolas da rede estadual do ensino média saltou de 77,5% para 87,4% no ano passado. Ou seja, os alunos aprenderam menos, mas, mesmo assim, maior número deles foi aprovado.

Não dá para entender. A não ser que tenha havido orientação para vitaminar a aprovação, de modo a aumentar, artificialmente, a nota do Ideb, que é calculada a partir de dois componentes: a taxa de rendimento escolar (aprovação) e as médias de desempenho nos exames padronizados aplicados pelo Inep. Vá-se lá saber.

*José Carlos Teixeira é jornalista, graduado em comunicação social pela Universidade Federal da Bahia e pós-graduado em marketing político, mídia, comportamento eleitoral e opinião pública pela Universidade Católica do Salvador.

Informações Olá Bahia


Nem a chuva e o frio foram capazes de diminuir a energia de uma multidão de apoiadores que esteve no bairro Tomba nesta segunda-feira (19), para uma grande carreata em apoio ao candidato a deputado federal pelo União Brasil, Zé Chico.

E desta vez, uma presença ilustre abrilhantou o evento: o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, que em diversas oportunidades defendeu o nome de Zé Chico para representar a Princesa do Sertão na Câmara dos Deputados.”Um homem de bem, digno, honrado e decente. Será, sem dúvida nenhuma, um grande deputado federal”, avaliou o ex-prefeito.

Além de Zé Ronaldo, dezenas de lideranças acompanham a carreata que passou por várias ruas do Tomba, um dos bairros mais importantes e povoados de Feira. Entre elas, o vice-prefeito Fernando de Fabinho e as secretárias Gerusa Sampaio e Cíntia Machado.

Por onde passou, Zé Chico destacou a importância de Feira de Santana ter representação no Congresso Nacional, para que a cidade consiga receber novos investimentos e grandes obras. “Feira de Santana merece ter um representante na Câmara dos Deputados. De Brasília, vamos trabalhar, buscar mais investimentos e obras. Quero fazer ainda mais pela minha cidade”, disse Zé Chico.


Pelo menos quatro deputados de PT e PCdoB alteraram sua autodeclaração racial ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as eleições deste ano em relação ao pleito de 2018. As mudanças chamam a atenção no momento em que integrantes da base petistas questionam a declaração racial de adversários, mas evitam falar sobre nomes do grupo governista. 

A mudança que mais se destaca é a do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do governador Rui Costa (PT) na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). O petista se autodeclarou branco nas eleições de 2018, mas agora mudou para preto. 

Líder de Rui Costa na Alba, Rosemberg Pinto mudou declaração de branco para preto (Foto: Reprodução)

Já a deputada federal Alice Portugal (PCdoB) se declarou branca à Justiça Eleitoral em 2018, mas no pleito deste ano mudou para parda. Os deputados federais petistas Afonso Florence e Jorge Solla fizeram o caminho inverso: se diziam pardos em 2018, mas em 2022 se declararam brancos. 

A deputada Alice Portugal, que se diz branca em 2018, mudou declaração para parda (Foto: Reprodução)

No grupo político da oposição no estado, parlamentares dizem estranhar, nos bastidores, que os mesmos questionamentos em relação à declaração racial não sejam feitos a políticos da base petista. 

Citam, por exemplo, os candidatos a vice-governador Geraldo Júnior (MDB) e Ronaldo Mansur (PSOL), que se autodeclararam pardos, além do governador Rui Costa, que também se declarou pardo na eleição de 2018.

Em 2018, quando foi reeleito, o governador Rui Costa também se declarou pardo (Foto: Divulgação)

Informações Correio

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