O jogador de vôlei Maurício Souza apenas defendeu os valores de sua fé cristã. Não ofendeu ninguém, não fez ataques a nenhuma pessoa. Apenas expressou sua opinião. usou o seu direito de liberdade de expressão e comentou contra a promoção do novo Super-man bissexual em uma foto em que o herói aparece beijando outro homem.
Maurício está sendo criminalizado, perdeu seu emprego e seu lugar na seleção de vôlei. Tudo isso para satisfazer uma militância barulhenta. Quem não perceber que estamos vivendo, literalmente uma ditadura da minoria, bancada por intelectuais orgânicos dentro de departamentos de marketings das empresas, redações de jornais e editoriais de redes sociais, está fora da realidade. Estamos assistindo uma perseguição brutal no melhor estilo da hipocrisia característica do movimento revolucionário, poderíamos dar voz a isto com uma frase como:
“Vou tirar seu sustento, acabar com seu nome, destruir sua reputação, tudo isso em nome do amor e da compaixão.”
Precisamos trabalhar uma nova geração com os valores basilares cristãos que foram sequestrados pelo movimento revolucionário, onde a perseguição, a humilhação e a destruição publica é utilizada como arma de defesa dos “oprimidos”. Precisamos de novos padres, professores, diretores de marketing, CEO’s, pais, mães, professores, filhos etc.
Precisamos despertar e começarmos a trabalhar arduamente para retomarmos as raízes de nossa cultura e nosso povo, caso contrário começaremos a ser presos por ser conservadores, por desejar conservar as tradições de nossa herança cristã, boçalmente desvirtuada e utilizada contra nós como se perseguisse minorias, logo o cristianismo, onde seus adeptos congregam os maiores grupos de caridade e missões assistenciais no planeta. Mais uma lição precisa ser tirada desta história: Não se negocia com quem quer seu sangue.
Após vir a público e pedir desculpas, Maurício Souza foi pisoteado, demitido, criminalizado e hostilizado. Seu pedido de desculpas era o que faltava para sacramentar o ato e torna-lo um exemplo. Todos os atletas agora pensarão dez vezes antes de se posicionarem… mas calma, só se a opinião for contrária a minoria barulhenta e respaldada pelo discurso identitário-revolucionário. Este é o novo normal, a nova realidade do mundo atual:
Pense “socialmente” ou cale-se. Noticie o que “verdade” ou lhe criminalizamos. Siga a cartilha da revolução ou passe fome. Estamos em um campo de concentração a céu aberto, ou iniciamos o trabalho para nos livrar rapidamente ou seremos eliminados, isso mesmo: E-L-I-M-I-N-A-D-O-S.
Termino este breve artigo com um pensamento quase centenário do revolucionário e líder da Revolução Bolchevique Leon Trotsky em 1930, onde o ideal marxista-trotskysta é levado à cabo nos dias de hoje:
“Em um país socialista, oposição significa morte por lenta inanição. O velho princípio ‘Quem não trabalha não come’ foi substituído por outro: ‘Quem não obedece não come’.”
Acredite, este pensamento foi levado à frente literalmente, o povo da ucrânia pode contar esta história.
Já maduro, e para o conceito legal, vivendo tempos da terceira idade, estou interessado em iniciar um Curso na University Of Cambridge – Judge Business School exatamente com esse nome: DISRUPÇÃO DIGITAL.
Etimologicamente essa expressão DISRUPÇÃO DIGITAL que passa a estar na moda, em bom português, quer dizer: “corte, fraturamento, quebra, quebradura, rompimento, ruptura, descontinuação, divisão, rompedura, rompimento, suspensão”.
É exatamente o que estamos assistindo.
Um movimento sociológico intenso, amplo e contínuo que é uma revolução nos costumes, valores e comportamentos.
Uma ruptura com a descontinuação de hábitos que tínhamos até uma década atrás, para novas atitudes e condutas que passaram a ser adotados numa imensa velocidade.
É o que um amigo chamou de “despertar de uma nova renascença!”.
E essa DESRUPTURA já está pegando e vai seguir atingindo a todos.
A Pandemia do COVID-19 veio para acelerar o processo.
Um dos setores que mais está sendo afetado é a velha mídia, cheia de ranços e de sabichões, que na verdade estão nus com as mãos nos bolsos, diante dessa nova realidade.
Vivem os últimos suspiros de uma era que se iniciou com Johann Guttenberg no século XV e que atualmente está na UTI com poucos sinais de melhora.
Tudo em decorrência do advento deste fenômeno chamado internet e dos seus tentáculos que são as mídias sociais, onde a informação pode ser gerada, transmitida e recebida por qualquer um, na velocidade do pensamento.
Daí que jornais, revistas impressas e TVs perderam relevância.
Imagens e vídeos são produzidos aos borbotões e compartilhados na mesma proporção e viralizam em segundos pelo mundo todo.
E o reflexo disso é que somente um público mais velho, exatamente da minha geração, é que está condicionado, aculturado e acometido da dependência do pensamento alheio dos “comentaristas” da “old school”.
São pessoas que não perceberam e/ou não conseguem se adaptar às mudanças da DESRUPTURA DIGITAL, pois terceirizaram o seu próprio pensamento, comprando, por assim dizer, a opinião da grande mídia, como que a seguir um mantra e ao mesmo tempo um dogma:
– Se a grande mídia falou, é!
Mas escorregam exatamente no fato de que atualmente, o que acontece é exatamente o contrário:
– Se a grande mídia falou, não é!
E isso embaralha a vida dessas gerações que se deparam com uma fratura exposta (DESRUPTURA) no seu modo de viver, de aceitar e de ver o mundo.
Já na classe dos “comentaristas” o furo é maior, pois quase ninguém mais os ouve. E quem ainda o faz, começa a ver e perceber a inutilidade desses papagaios querendo emprenhar as pessoas pelos ouvidos.
Já escrevi aqui sobre isso. Mas o assunto merece ser aprofundado. E não é um tema filosófico. É a pura realidade.
Vamos a um exemplo ao alcance de qualquer brasileiro com 20 anos ou mais.
No processo de impedimento da ex-presidente Dilma, se a imprensa não tivesse fomentado ativa, ininterrupta, diuturna e amplamente a participação popular, a massa não teria ido para a rua. E sem massa na rua, nada de impeachment.
Verdade ou fantasia minha?
Pode ter certeza de que é verdade!
Essa mesma mídia tinha contribuído solenemente para eleger aquela que é a maior vergonha política da nossa história, em razão do seu notório despreparo.
Penso, sinceramente, que ela sequer conseguiria passar num exame psicotécnico para obtenção de carteira de motorista. Mas esse é outro assunto.
Somente para mantermos uma linha de raciocínio lógico, a grande mídia (Globo, Folha, Estado de São Paulo, Band, Veja, Isto É, RBS) sempre teve nos governos pós Estado Novo, uma fonte inesgotável de receita.
Entretanto, a gangue do PT quebrou os acordos de partilha e mandou os cumplices para o inverno.
Quiseram ficar com o baleiro só para sí. A teta minguou.
Revoltados, esses grandes veículos de imprensa abriram um berreiro, contagiaram o povo, que foi para a rua berrar também.
A Dilma caiu!
A imprensa teve um papel fundamental no episódio. Como já tinha sido com o Collor e muitas décadas atrás, com Getúlio Vargas.
Em 2018 começamos a perceber o fenômeno da DESRUPTURA na vida política do Brasil.
Como?
A mídia queria, porque queria eleger o PSDB. No meio do caminho viram que o Alckmin não dava pé.
Tentaram o Ciro pesadão, com os bolsos carregados de incoerências, que nunca decola. Não foi, como nunca vai.
Rearranjaram as coisas e refizeram um novo pacto tentando a todo custo o Haddad pois sabiam que com o Bolsonaro não teria “negócio”.
O coro comeu…
Pesquisa fajuta para cá, notícias maquiadas para lá. Diretora do IBOPE (aquela mulher me lembrava a Madame Mim) e do Datafolha (aquele homem me lembrava o Mandrake) todo dia nos noticiosos.
Pau no Bolsonaro dia e noite!
“- Bolsonaro perde a eleição no 2º turno para todos os candidato!”
Muita gente acreditava.
Mas a imensa maioria começou a perceber pelo ativismo digital, que alguma coisa estava errada.
O veículos diziam uma coisa que não era percebida nas ruas, praças e avenidas.
Surpresa!
Deu ruim. O capitão levou.
E a DISRUPÇÃO se consolidou, pois com credibilidade não se brinca!
Desde então, há exatos 33 meses Bolsonaro vive sob o mais violento ataque que um líder já recebeu no mundo. Tá com o lombo que é só lanho!
Mas não perde apoio popular!
E aí vem a consolidação de um fato.
Com Collor e com Dilma não seria possível sequer cogitar o povo na rua e nem mesmo o impeachment sem a participação da “grande mídia”.
Agora, deu-se o fenômeno oposto.
Milhões foram para as ruas apoiar o Presidente apesar da contundente campanha desta grande mídia, tentando desesperadamente que os atos não acontecessem.
Tentaram colar no movimento do dia 7 uma espécie de insurreição anti democrática.
Também não colou!
Onde já se viu?
Milhões de famílias inteiras, pacifica e democraticamente nas ruas, praças e avenidas serem tratadas pela Globo e seus cumplices como se fossem escória?
Todo mundo percebeu o ódio dessas emissoras.
E mais uma vez, a credibilidade dessa gente esfarelou.
Ou seja, a grande mídia não pauta mais ninguém!
Publicam conteúdo ruim. Mentem. Distorcem. Inventam.
E, conteúdo ruim não gera relevância. Sem relevância derrete a autoridade.
Sem autoridade, não vai demorar para os anunciantes também sumirem em massa, junto com a audiência que despenca.
Sem autoridade se vai a confiança, a segurança e a credibilidade.
Então, onde a grande mídia estiver, o público-alvo não estará!
E a DESRUPTURA DIGITAL faz-se presente e está consolidada.
Os eventos do dia 07 de setembro no Brasil, decretaram a morte anunciada da grande mídia, na proporção em que ela não mais induz comportamentos e não tem mais credibilidade junto à população.
São as mídias digitais, ainda com muitos problemas, é verdade, a nova fonte de informação da população.
E nesse ambiente que é possível abrir uma janela para o mundo, deixando entrar ou sair, de forma seletiva, o que se quer ver ou mostrar.
E, no momento, a população não quer ver nem a Globo, nem a Folha, Estadão, Band, Veja e muitas outras.
A não ser um bom joguinho, pois ninguém é de ferro. Mas em breve, até isso vai mudar…
Aguardem…
De outro lado, milhões do povo expressaram ordeira e democraticamente seu apoio ao Bolsonaro e ao seu governo, dando aquilo que Leonel Brizola falou certa vez:
– “Um rotundo não à Rede Globo!”.
Os velho caudilho deve estar sapateando debochadamente sob as costas do Roberto Marinho. Ambos devem estar às turras lá no purgatório.
Vai demorar um pouco. Mas essa gente vai perceber que essa quebra do antigo monopólio da informação para um novo comportamento, vai fazer muitas vítimas.
A imprensa é uma delas.
A próxima vítima vai ser a classe política e os integrantes de uma estrutura de poder que está incrustrada no Estado brasileiro e que ainda não assuntou o tamanho, a amplitude e frequência da onda.
É só uma questão de tempo para DISRUPÇÃO DIGITAL pegar em todos.
Quebraram as nossas pernas!
O Jornal da Cidade Online está sofrendo ataques escancarados.
“Velhas raposas” da política, através da malfadada CPI, comandada por figuras nefastas como Aziz, Renan e Randolfe quebraram nosso sigilo bancário. Nada irão encontrar.
O TSE, por sua vez, determinou a desmonetização do JCO. Uma decisão sem fundamento, sem qualquer intimação e sem o devido processo legal. Quebraram nossas pernas!
Quando saiu o resultado da eleição de 2020 que mostrou a nova composição da Câmara Municipal de Vereadores de Feira de Santana, achei que a reformulação trouxe novos ares e uma oposição, leia-se partidos que não fizeram parte da campanha para a reeleição de Colbert Martins.
É bem verdade que isso aconteceu em parte. A eleição de quatro vereadores de partidos considerados de esquerda, PT, PSOL e PSB, é uma prova disso. Até dentro do grupo ronaldista teve uma reformulação considerável, novas caras surgiram no Plenário do Legislativo Feirense.
Mas o destino gosta de pregar peças. Junto com essa reformulação mandou de volta um entulho do passado. Fernando Torres! Ele já tinha sido vereador. Foi eleito deputado estadual e Federal. Em todas essas Casas teve uma atuação mediocre. No ostracismo, ele vislumbra voltar a ser vereador e pavimentar a sua volta ao cenário político estadual. Nas urnas quase que sofre a sua pior humilhação, teve uma votação pífia para o volume de dinheiro gasto. Só é vereador porque aconteceu uma mudança em referência ao coeficiente.
Mas Fernandinho tinha outro plano. Ser vereador apenas não lhe traria holofotes. Como tem uma intectualidade limitada e problemas de concatenar as ideias, alguém lhe soprou no ouvido: você precisa ser o presidente da Câmara. Pronto! Fernandinho se lançou em mais um projeto: ser o presidente do Legislativo. Como ele conseguiu convencer seus pares dessa loucura só Deus, ele e quem votou nele é que sabem.
Mas faltou alguém dizer a Fernandinho, que ele não tem preparo mental, intelectual, moral e etico para ocupar esse cargo. Seus ataques ao prefeito, colegas e jornalistas tem demonstrado claramente isso. A coisa chegou a tal ponto que o Sindicato dos Jornalistas da Bahia emitiu uma nota de repúdio. Além de processos na justiça.
O pior de tudo é quando ocupa a tribuna da Câmara. É nesse momento que ele expõe a Casa e os colegas. Fala errado, gagueja, xinga as pessoas e faz ameaças e acusações sem prova. Mas o problema de Fernandinho não é só o que ele diz, mas como diz. O homem é um estúpido!
Uma loucura o que está ocorrendo em Salvador, velha capital do Brasil e da Bahia, com a explosão da violência entre gangues. Coisa que só se tinha ciência na Nova Iorque do século 19 e dos subúrbios mexicanos neste século atual. A cidade vivendo nos últimos dias cenários de batalha campal entre as gangues de traficantes que está deixando a população de vários bairros vulnerável por demais. Quem mora nas regiões afetadas jamais vai se acostumar, como os moradores das comunidades do Rio de Janeiro jamais se acostumarão. É uma juventude que está cada vez perdida.
Estive na Chapada Diamantina, recentemente, e ouvi queixas dos moradores do distrito de Cascavel, num recôndito de Ibicoara, que estão assustados com a ação das gangues. A droga chegou também para valer lá e em outros cantos da Chapada Diamantina. Já Salvador está loteada por grupos conhecidos. O Bonde do Maluco está presente em Brotas, Campinas de Brotas, Federação, Engenho Velho da Federação, Garcia, Suburbana e Cajazeiras. Valéria vive a guerra entre a Katiara e o Bonde do Maluco.
O Comando da Paz que se juntou ao Comando Vermelho domina o Nordeste de Amaralina, Santa Cruz, Vale das Pedrinhas e Chapada do Rio Vermelho e tenta invadir áreas do PCC e Katiara na Federação e Ondina. O subúrbio foi fatiado entre as facções e em Plataforma e Coutos a luta por território ocorre toda semana.
Interessante é que a participação de grupos diversos no sistema de tráfico em Salvador ganhou força a partir do final dos anos 1990. Até este período o tráfico de drogas em Salvador tinha um endereço certo. Quem organizava e controlava era Raimundo de Souza, conhecido como Ravengar. O centro de comercialização era o Morro do Águia, na Fazenda Grande do Retiro e de lá Ravengar administrava 15 pontos na capital.
Sua prisão deu fim ao monopólio e abriu espaço para o surgimento de diversos grupos, que hoje se matam continuamente, isso sem falar dos grupos que têm menos força como o do Perna e o Atitude ou Mercado do Povo que pouco se ouve falar.Claro que drogas sempre existiram. Mas até o final dos anos 1960 a senhora e o senhor só veriam drogados amiúde se fosse nos bregas, no Porto da Barra ou lá em Arembepe na aldeia hippie. Tudo escondido da polícia e o pai não podia sequer desconfiar. Menino que fumasse cigarrolevava tapa na boca. Se fosse o do Satanás o vizinho dedurava.
Mas o Brasil está sitiado. Perdemos playboy. São muitas as facções na briga para atender à demanda de viciados que também é cada vez mais crescente. O PCC (Primeiro Comando da Capital) atua em 23 estados. O CV (Comando Vermelho) está forte em 7 estados. A Família Monstro em 2. A Okaida também em 2. A FDN (Família do Norte) em 1. Isso sem falar nos novatos e nas gangues que atuam de forma autônoma nos 5.568 municípios brasileiros. Está difícil sobreviver ao caos.
Quem pensava que o presidente Jair Bolsonaro estivesse morto e desidratado eleitoralmente, que seria capaz de ficar fora até do segundo turno em 2022, teve de enfiar a viola no saco.
O Capitão voltou, e voltou para valer. Conseguiu que o emblemático 7 de setembro, o 199º aniversário da Proclamação da Independência, fosse um reencontro nacional com as suas bases e com as ruas. Um fenômeno similar às massas que corriam para os aeroportos na sua fase pré-campanha presidencial.
Os massacres midiático e jurídico estavam fazendo a sua militância recolher as bandeiras e ficar acuada. O efeito das grandes manifestações deste 7 de setembro foi reacender o seu eleitorado e novamente reposicioná-lo como candidato do antissistema. É David novamente lutando contra Golias.
Em sua sapiência política, Bolsonaro materializou os inimigos. Personalizou em dois ministros da corte os seus ataques. Separou a instituição STF da atitude pessoal de dois dos seus membros, especialmente o que foi escolhido por seu antecessor Michel Temer e que insiste em ser a santíssima trindade do judiciário: vítima, o investigador e o juiz no caso da fakenews.
A diferença é que o Ministro Alexandre de Moraes não fica na retórica. Ele assina a ordem de prisão e manda prender. Enquanto isso, coleciona custodiados que são considerados os mártires do bolsonarismo.
A adesão popular de hoje corrói qualquer lógica ou cartilha política. A massa antipetista está se juntando a uma onda de órfãos do lavajatismo, fruto da impunidade de Lula. Foi o sistema da judicialização da política que libertou o ex-presidente.
O ativíssimos da cobertura política também merece registro. Houve a fusão cromática do vermelho da GloboNews com as bandeiras da esquerda. O canal de jornalismo da Globo parecia emissora cubana tentando considerar democráticas as faixas em defesa da ditadura do proletariado. Definitivamente, a emissora rompeu os laços do bom jornalismo que eram cultuados pelo Doutor Roberto Marinho.
Este 7 de setembro foi apenas o primeiro ato da rivalidade entre os Capuleto e os Montecchio. Na prática, Bolsonaro apresentou a sua arma principal, o visível apoio popular. Ganhou musculatura para os próximos rounds.
Cláudio Magnavita é diretor de redação do Correio da Manhã
A forte e devastadora imagem mostra os caixões dos soldados americanos mortos nos ataques ao aeroporto de Cabul. A saída precipitada, impensada e caótica do exército americano pela administração de Joe Biden não trouxe apenas caos ao país, mas instabilidade e insegurança no tabuleiro geopolítico e no cotidiano de milhões de pessoas pelo mundo.
Os números de uma suposta aprovação de Joe Biden derretem e hoje estão em quase 40%. O atual presidente já amarga a maior queda de apoio em tão pouco tempo na história dos EUA. Covid, economia ruim, crise migratória sem precedentes na fronteira sul, o desastre histórico que está sendo o Afeganistão. Mas de quem é a culpa?
Joe Biden? Sim. A culpa, no entanto, também está numa imprensa vendida, desonesta e intelectualmente incapaz de fazer o seu antigo papel de questionar, alertar, alimentar o debate honesto, cobrar, vigiar. Durante 4 anos vimos a demonização todos os dias do ex-presidente Donald Trump que, com seus defeitos e algumas críticas, fez um bom trabalho de políticas domésticas e internacionais como poucos presidentes na história dos EUA. O antigo poder da mídia aceitou a posição de apenas militância, e como uma torcida organizada ignorou todos os fatos – fatos – que mostravam que Joe Biden seria incapaz de conduzir a maior potência do mundo. Nunca houve perguntas incômodas, nunca houve desconforto ou sequer o menor questionamento sobre comícios vazios ou detalhes de suas políticas para aquele que, em apenas 7 meses, já se tornou um dos piores presidentes de toda a história americana.
A culpa dessa terrível imagem, 13 corpos em caixões envoltos com a bandeira americana, naquele que marcou 2º pior dia em 20 anos na missão no Afeganistão, é, sem dúvida, do inepto Biden. Mas também de jornalistas que abandonaram a verdade e a honestidade intelectual por um punhado de moedas e um lugar ao sol no conforto do politicamente correto, da militância e da hipocrisia. Essa imagem também é de vocês.
RIP fallen HEROES. Thank you for your service and ultimate sacrifice. 😢❤️🇺🇸
Certamente dentro dela encontraremos os motivos pelos quais o Ministro Barroso e outros magistrados do STF (que elegem o presidente e vice do Tribunal Superior Eleitoral) estão se matando para brecar o voto impresso auditável.
É DINHEIRO, MUITO DINHEIRO!
Os “contratos de exercitação das urnas eletrônicas”, assim como a compra de novas para reposição, material de uso, pessoal técnico e de apoio, deslocamentos, etc, custa cerca de DOIS A TRÊS BILHÕES DE REAIS todos os anos.
As licitações são vencidas “desde que o mundo é mundo” por um mesmo “consórcio de empresas”.
A empresa Positivo Tecnologia, velha conhecida, foi, por exemplo, quem venceu a licitação para compra de “novas urnas eletrônicas” para 2022, no valor de R$ 799 milhões, fora os “aditivos”.
Isso mesmo! Só para a compra de “novas urnas”, equipamentos obsoletos, verdadeiras sucatas eletrônicas, serão gastos quase 1 BILHÃO de reais.
O TSE pretende comprar cerca de 180 mil urnas para substituir as máquinas fabricadas em 2006 e 2008, cuja vida útil está esgotada.
Cada urna custará de R$ 4,4 mil a R$ 8 mil com os penduricalhos aditados.
Pasmem amigos, aquela “caixinha de sapatos”, com tecnologia totalmente ultrapassada, custa mais que um IPHONE X.
Atualmente, a Justiça Eleitoral tem 470 mil urnas para servir os 5.568 mil municípios brasileiros e suas zonas eleitorais.
A tecnologia empregada nas urnas atuais é a mesma de quase 30 anos atrás e seu sistema de segurança parou no tempo, dando margem para fraudes e manipulação de resultados.
Com o “voto impresso” todos os contratos para compra das “sucatas” atuais teriam que ser cancelados e uma nova licitação ser feita, desta feita para aquisição de urnas mais MODERNAS, BARATAS, SEGURAS E AUDITÁVEIS – ao custo de menos de R$ 1 mil cada.
O “prejuízo” da turminha da “pontinha” seria grande!
Entenderam porque não querem o voto impresso auditável ou precisa desenhar?
Uma vez perguntaram a Nelson Rodrigues: qual o conselho que você daria para os jovens? Envelheçam! Respondeu o polêmico jornalista, escritor e dramaturgo. Nelson morreu com 68 anos em 1980, deixando um legado de várias obras, mas que hoje, devido ao politicamente correto, anda meio esquecido. Nelson não gostava de mimimi. Era um homem de seu tempo.
José Ronaldo de Carvalho chega hoje aos 70 anos. O menino nascido na pequena cidade de Paripiranga, seguiu a risca o que disse Nelson: envelheceu!
Mas o que queria dizer o aclamado intectual com “envelheçam”? Era chegar a uma idade mais avançada e ser uma pessoa melhor, com saúde física e mental e ser uma referência no que se propôs a fazer durante a estada nessa terra de meu Deus.
Ronaldo conseguiu tudo isso. É um homem que tem boa saúde física e mental, se tornou uma das maiores lideranças do Nordeste e a maior de Feira de Santana de todos os tempos. Mas o septuagenário não pensa em parar por aí. Sabe que ainda tem muito chão para andar. E andar é com Ronaldo. Ele é na sua essência um animal político. Pensa nisso o tempo todo. Se dedica de corpo e alma no que se propõe a fazer na vida. Em entrevista ao O Protagonista, a professora Ivanette Carvalho, sua esposa há 48 anos, disse que ele, por conta da política, não teve tanto tempo para se dedicar a ela e aos filhos, mas que é “um avô babão”.
Há três anos, depois de uma entrevista em sua residência, eu fiz essa colocação: você acha que foi um pai presente? Ele olhou para mim com os olhos cheios de lágrimas e respondeu: Não, eu não pude ser. O envelheçam de Nelson Rodrigues, é também o preço a pagar durante esse trajeto. Ronaldo pagou!
É com essa experiência e com o capital político que tem, que ele plateia estar na chapa majoritária do DEM, nas eleições de 2022. Sabe que tem vários concorrentes na briga pelo mesmo espaço. O tempo lhe deu também sapiência e paciência, atributos que está inserido o no que disse Nelson: Envelheçam!
Cerca de um ano atrás, em uma postagem sobre presidenciáveis, descrevi Eduardo Leite como a grande aposta do PSDB e mostrei os seus laços internos com o partido. Nele mencionei o fato de Eduardo ser “casado” à época com Carlos Jereissati Jr., sobrinho de Tasso Jereissati, o mais importante cacique da sigla e maior doador da sua campanha ao governo do Rio Grande do Sul.
Carlos Jereissati Jr. ajuda o pai, Carlos, a tocar os negócios da família, que incluem os shoppings Iguatemi. Seu pai foi o testa de ferro do irmão, Tasso, em uma curiosa e incomum negociação política. Para explicar terei que voltar alguns bons anos.
Durante o escândalo do mensalão, em 2005, o impeachment de Lula era dado como certo. Foi quando o seu ministro da justiça à época, o falecido Márcio Thomas Bastos, entrou em contato com “o bruxo” Fernando Henrique Cardoso e começaram a costurar uma saída.
O esquema petista de compra de votos (e consciências) no Senado contava, obviamente, com a participação de vários cúmplices. O PT, que já roubava constantemente bilhões das mais de 100 prefeituras que controlava, assim que chegou à presidência multiplicou esse roubo por mil. Henrique Meirelles, que tinha sido presidente mundial do Banco de Boston e agora comandava o BC de Lula, era o responsável pela retirada deste dinheiro roubado do Brasil (motivo pelo qual quase foi preso, mas escapou por receber ‘foro privilegiado’ das mãos de Lula que o nomeou ministro), enquanto Daniel Dantas, dono do Banco Opportunity, era encarregado do seu retorno, via bancos pequenos como o Rural, no qual parlamentares, sem caráter, sem honra e sem alma, sacavam na boca do caixa as “30 moedas de ouro” pelas quais aprovavam as leis que possibilitariam a implantação do projeto comunista do PT no Brasil.
Certa vez, em uma reunião do Foro de São Paulo, que Lula presidiu por 15 anos antes de se tornar presidente e passar o cargo a Hugo Chávez, o ladrão de 9 dedos falou que o PT não poderia tomar o poder no Brasil como os comunistas fizeram na Rússia em 1917. Que teriam que usar a corrupção e a total desmoralização do parlamento. Lula disse: “teremos que fazer com que a população tenha tanto nojo do Congresso que chegue a pedir para que a gente feche, e quando a gente fechar até agradeça”.
Voltando ao assunto, além do Opportunity, Daniel Dantas também era dono da Brasil Telecom e desejava muito se tornar um dos “grandes falsos capitalistas” do PT, como Eike Batista, por exemplo. Este projeto dos tais “campeões nacionais” foi desenvolvido pelos comunistas após a 2a guerra mundial, depois da constatação do fracasso absoluto de se produzir qualquer riqueza em um regime comunista, para enganar e dominar o Ocidente, exatamente como vem fazendo a execrável e impostora ditadura sanguinária da China.
Nestas grandes empresas forjadas pelos comunistas, mesmo que possuam ações na bolsa de valores, se você examinar seu capital verá que os seus verdadeiros “donos” são sindicatos, fundos de pensão, etc. Neste capitalismo de fachada dos comunistas, “donos” como Daniel Dantas ou Eike Batista não passam de meros testas de ferro dos bandidos socialistas, trouxas e filhotes do falso liberalismo que impera no Brasil patrimonialista de décadas e motivo pelo qual nosso país jamais experimentou qualquer coisa próxima de um verdadeiro capitalismo. Por isso uso a expressão “falso capitalismo” para descrever a farsa que temos vivido e o motivo pelo qual continuamos miseráveis.
Receoso da palavra de Lula (com toda razão), e acompanhando a “jogada” que envolvia o filho de Lula, usado pelo pai para lavar a propina que recebeu da Telecom Itália para modificar a lei de monopólio das telecomunicações, Daniel Dantas contratou a empresa de segurança e espionagem israelense Crow (a mesma que fazia a segurança das torres do World Trade Center, em Nova Iorque, quando “caíram”) que investigou e achou várias contas da máfia petista fora do Brasil, inclusive uma de Lula , a maior delas, com 2,6 bilhões de dólares nas ilhas Cayman. Dantas, então, passou os dados para um jornalista da revista Veja, que imediatamente os publicou em 2005 (ainda tenho esta revista).
Na reportagem, com exceção dos números das contas, todos os outros dados estavam completamente expostos. É uma lástima que o nosso Judiciário seja quase todo covarde e comprado, pois dados jamais faltaram que permitiriam acabar com as máfias imundas e criminosas que escravizam o Brasil há tantas décadas. Esses procuradores de merda só fingem se incomodar com questiúnculas, como saber por que a seleção não usa o número 24. São uns grandiosíssimos filhos da put4.
Retomando. Para quem conhece a truculência mafiosa de Lula, após a publicação de suas contas bilionárias na Veja, dinheiro roubado de todos nós, brasileiros, Daniel Dantas foi rifado. A sua pressão fez o efeito contrário e, acuado pela possibilidade de um impeachment, Lula entregou a ‘Brasil Telecom’ de Dantas para o PSDB. Mesmo recebendo do BNDES 1,4 bi pela empresa, para quem sonhava ser o rei das telecomunicações em todo o hemisfério sul do planeta (sim, a ambição petista era imensa), foi um tremendo golpe.
A Brasil Telecom foi passada para Tasso Jereissati, que mudou seu nome para Oi e a deixou provisoriamente em nome do seu irmão Carlos, pois Tasso na época era presidente do PSDB e a legislação partidária não permitia este tipo de posse.
Fernando Henrique, então, abençoou o psicopata mafioso de 9 dedos extinguindo qualquer possibilidade de impeachment e o aconselhou a sair às ruas e dividir o Brasil entre “nós” e “eles”, em comícios inflamados, para passar a impressão às massas ignorantes de que a “elite” não tinha nada de concreto contra ele e poder assim garantir sua reeleição.
Já que estou falando tanto, e se me permitem falar mais um pouco, alguns coronéis do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI), serviço de inteligência anterior à Abin, resolveram pesquisar o assassinato do prefeito petista Celso Daniel, organizador da campanha de Lula à presidência. Em um documento de 253 páginas, relataram o plano todo. Até quanto o PT pagou para cada guarda das torres de vigilância da prisão de onde tiraram de helicóptero o assassino que mais tarde torturaria e daria fim à vida de Celso Daniel. Pois este relatório descreve a reunião que decidiu sua morte e quem estava presente. Este relatório foi entregue a um conhecidíssimo político, talvez ele não se importasse se eu dissesse seu nome, que colocou Lula na parede e o proibiu de disputar um 3° mandato. Vocês lembram que várias estatais, como Caixa Econômica e Banco do Brasil, começaram a vincular propagandas subliminares com o número 3? Toda a ralé criminosa esquerdista começou a pressionar por um terceiro mandato até que o próprio Lula exigiu que parassem, caso contrário abandonaria o partido. Sem entender muito o porquê, a militância silenciou. Acho que não preciso descrever aqui o óbvio do porquê um psicopata criminoso com ambições de poder sem limites como Lula desistiu “tão facilmente” de disputar um 3° mandato, não é?
Para finalizar, e retomando o assunto principal, Eduardo Leite é uma farsa. É apenas mais um fantoche das piores forças psdbistas. Amante de lockdowns e da proibição de compra de vários produtos em supermercados, sonha em contribuir com a criminosa Agenda 2030 e seu projeto de adestramento da população. A sua recente saída do armário não passa de um truque oportunista e desesperado de marketing do PSDB para ainda tentar construir uma ‘terceira via’. Uma 3a via mais “doce” e “sensível” do que a do ogro Bolsonaro, que a partir de agora será retratado pela mídia prostituta como ainda mais homofóbico, grosseiro e genocida. Leite será cada vez mais retratado como uma pessoa em profundo acordo com a frouxidão politicamente correta, um homem que “respeita a ciência”, que “quer vacinas”, que é a favor da “inclusão”, do “amor universal” e do “beijo na boca”. Um candidato que poderá seduzir parte da esquerda que também odeia a corrupção de Lula e que acharia maravilhoso e encantador ter um presidente gay no poder.
Demorei um pouco ao nascer, mas tenho certeza que foi porque não consegui achar meus óculos naquele redemoinho placentário, e tive que esperar ser levado pela correnteza. Então, se tive vida antes dos óculos apaguei da memória, talvez, por não ter visto o que aconteceu. Especialistas apontam que metade da população usará óculos por volta de 2050. Ficaremos a uma armação de sermos maioria na sociedade e iremos tão longe quanto a vista alcançar.
Acho que usar óculos causa grande impacto na formação intelectual e sexual. No meu caso, ele inibiu duas vocações. A primeira, de jogador de futebol, pois a bola foi ficando indistinguível. Comecei como centroavante e fui recuando até goleiro, mas um frango histórico foi a humilhação terminal. Jogando na linha vivia o drama de tirar os óculos para cabecear e errar o alvo, ou manter os óculos, quebrar de novo a armação e ultrapassar a marca de três surras dadas por minha mãe. A outra, foi de cirurgião. Além de míope sou alérgico, o que gera uma coceira incontrolável da máscara e embaçamento dos óculos. Teria de contratar uma auxiliar só para fazer trocas durante a cirurgia evitando algum frango com o bisturi nas coronárias do paciente. Então, tive que me dedicar aos livros e acabei sendo o que sou, por vias tortas.
Nós somos os últimos a arranjar uma namorada. Eu mesmo só cheguei lá depois que noivei com três bananeiras do meu quintal. Mas, como as mulheres bem sabem, nós somos mais esforçados em cuidar delas.
No mundo atual, em que não basta manter os olhos abertos, mas enxergar as coisas às claras, perder os óculos vira um drama, afinal, precisamos dos óculos para acharmos os óculos. Me impressiona que já estejam fazendo vôo de drone em Marte e ainda não tenham inventado um sinalizador que guie um ao encontro do outro- mesmo que esteja dentro da geladeira- sem atropelar tudo no caminho.
Meus filhos nasceram com problemas na visão. O filho levou de boa; a filha demorou de aceitar. Pegava nos óculos mil vezes por dia, o que o deixava impregnado de digitais. Toda vez que chegava em casa dizia imediatamente:
– Lava meus óculos, pai
– Pronto filha, passei sabão porque estava muito sujo e gorduroso e enxuguei.
– Ô pai, é tão bom quando você limpa. Cê nem imagina, parece que vejo outro mundo.
Crescemos assim, eu tentando fazê-la ver o mundo como era, até que passou no Vestibular de Medicina, em Campinas, e eu disse que ia morar lá sozinha para estudar. Ela só perguntou:
– Mas pai, quem vai lavar meus óculos?
O que precisava ser feito tinha de ser feito, mas já fazem muitos anos, filha. É hora de voltar. Eles devem estar muito sujos. ( César Oliveira)