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Por José Carlos Teixeira

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A história é por demais conhecida. Mas não custa relembrá-la. Foi em 1958, durante a Copa do Mundo. Horas antes do jogo contra a União Soviética, o técnico da Seleção Brasileira, Vicente Feola, reuniu a equipe para as últimas instruções e orientou o que considerava uma jogada matadora: enquanto Zito e Didi trocavam passes no meio do campo, Vavá partiria em disparada para o lado esquerdo, atraindo a defesa russa; só que o lançamento seria feito para direita, em direção a Garrincha, que driblaria o zagueiro e entregaria a bola redondinha para Pelé fazer o gol.

– Tudo bem? Todos entenderam? – perguntou Feola.

– Entendi, seu Feola. Mas o senhor já combinou tudo isso com os russos? – indagou Garrincha, em sua santa ingenuidade.

A lição ficou. Hoje é senso comum que é preciso sempre combinar previamente com os russos – os quais, evidentemente, nem sempre concordam com a combinação proposta.

Senão, vejamos. O governador Rui Costa não quer ficar sem mandato – e sem foro privilegiado, of course – após entregar o cargo, em janeiro próximo, e comunicou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seu desejo de ser o candidato a senador na chapa governista que disputará as eleições de outubro.

Lula gostou da ideia. Convicto de que será o próximo presidente da República, ele vem defendendo que o PT dê prioridade à formação de uma base parlamentar forte. Mesmo que isso signifique abrir mão de candidaturas a governador em favor de partidos aliados. Teme ficar refém do próximo Congresso, como ocorre hoje com o presidente Jair Bolsonaro em relação ao Centrão.

Mas faltava combinar o jogo com os russos. Foi o que se tentou na quarta-feira passada, em São Paulo, durante um encontro que reuniu Lula, Rui, os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar, o vice-governador João Leão e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann.

A combinação seria a seguinte: o senador Jaques Wagner, virtual candidato à sucessão de Rui, retiraria sua candidatura, abrindo espaço para o também senador Otto Alencar, do PSD, ser o candidato a governador do grupo.

Rui renunciaria ao cargo em abril, desincompatibilizando-se para ser o candidato a senador, no lugar de Otto. Com isso, o vice-governador João Leão, do PP, ganharia nove meses de mandato como titular, realizando seu sonho de encerrar a carreira política como chefe do Executivo baiano, e ainda indicaria o candidato a vice na chapa.

Tudo bonitinho e com um benéfico efeito colateral: o fato de o PT baiano abrir mão da indicação do candidato a governador em favor de Otto adoçaria a boca de Gilberto Kassab, o presidente nacional do PSD, partido cujo apoio Lula deseja e vem tentando obter, como reforço fundamental em busca de uma vitória logo no primeiro turno.

Não deu certo. Os russos não aceitaram a combinação.

Wagner saiu da reunião dizendo que continua candidato a governador – e recebeu o apoio, em declarações à imprensa, de petistas de diversos calibres do campo mais à esquerda do partido, que não admitem outra conformação para a chapa que não seja com alguém do PT na cabeça.

Otto, por sua vez, vendo a resistência de Wagner, disse que não queria ser candidato a governador. Reafirmou o desejo de renovar seu mandato no Senado e ratificou seu apoio à candidatura do amigo petista.

Já Leão, esse até que aceita a retirada do nome de Wagner, mas desde que o candidato ao governo seja ele. Também aceita a candidatura de Otto a governador, mas desde que ele seja o candidato a senador, sua segunda opção. Enfim, é Leão sendo Leão.

Em um último esforço para convencer Otto a aceitar ser o candidato a governador, Rui propôs colocá-lo já à frente do governo e na condição de candidato à reeleição. Para tanto, porém, seria preciso fazer a bola circular pelos pés de um maior número de jogadores antes do tiro a gol.

Seria assim: Rui e Leão, seu sucessor imediato, renunciariam no mesmo dia, em abril. Com isso, assumiria o governo o presidente da Assembleia, deputado Adolfo Menezes, do PSD, que também renunciaria. O próximo na linha de sucessão seria o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Nilson Soares Castelo Branco, que assumiria interinamente até a eleição de um novo governador pela Assembleia.

O candidato governista – sim, porque a oposição também poderia apresentar o seu – nesta eleição indireta seria Otto. Eleito, seria candidato à reeleição, sem precisar deixar o cargo de governador.

Tal combinação, evidentemente, não foi adiante. Com tantos russos para combinar, qualquer falha poderia ser fatal. Além disso, trazia em seu bojo uma certa astúcia: reeleito em outubro, Otto não mais poderia ser candidato em 2026, deixando o caminho livre para Rui, quem sabe, tentar retornar ao Palácio de Ondina.

O governador Rui Costa anunciou, nesta quinta-feira, um novo prazo para anunciar a chapa governista: 13 de março. Até lá, aceitam-se sugestões de novas combinações. Vale tudo, exceto aquilo que a lei proíbe.

*José Carlos Teixeira é jornalista, graduado em comunicação social pela Universidade Federal da Bahia e pós-graduado em marketing político pela Universidade Católica do Salvador.

Informações Olá Bahia


Por Joilton Freitas

Foto: Reprodução

O mundo está cheio de pessoas que usam a truculência e a mentira como arma para intimidar os adversários, desafetos e quem ousar atravessar seu caminho. Trata-se de uma questão patológica. O problema mental vem quase sempre da baixa autoestima, fruto de um trauma muito forte na infância ou adolescência que não foi superado.

O indivíduo portador desse transtorno, que não foi tratado por um bom profissional, quando adulto, será uma pessoa intragável. Viverá a vida dentro do seu inferno mental e espiritual. A necessidade incontrolável de ser amado, de afirmação e de aparecer, fará dele um perigo para ele e para todos.

O vereador Fernando Torres se encaixa perfeitamente na descrição acima – lembrando que sou jornalista e não psicólogo. Meu texto é por conta da percepção das pessoas, leitura de mundo e muita literatura.

Torres tem uma necessidade de ter pessoas perto que digam e afirme a sua existência. Dentro da sua mente perturbada, ele precisa disso como um viciado precisa da droga. Ele mantém a soldo pessoas para ficar por perto. Não tem amigos. Ele sabe muito bem disso. Mas mesmo as pessoas que estão a orbitá-lo, sempre são humilhadas devido a dor mental que acomete o vereador.

Mas o inferno mental é muito mais profundo para gente como ele. A sua necessidade de aparecer e ser amado, ele busca incansavelmente espaço para que possa aplacar a sua dor. É aí que começa o problema maior. Qualquer pessoa que tenha uma mente equilibrada, sabe que o mundo não gira em torno de si. Mas esse não é o caso de Fernando Torres.

Como já disse no início. Ele não tem inteligência emocional. Não cabe dentro da sua cabeça, a essa altura de idade, que o trauma já deve ter se tornado uma doença mental. Que ninguém pode ser amado por todo mundo. Que todos nós temos concorrentes e adversários, porque é assim que a roda gira e o mundo caminha.

E quando Torres começa a lidar com o que tem na cabeça de qualquer pessoa normal, seria bem mais tranquilo, mas os demônios lhe tomam a mente. A truculência, a infâmia e mentira são sacadas como arma. E ele fará de tudo que tiver ao seu alcance para atingir o seu desafeto.

Fernando usa a presidência da Câmara Municipal de Feira de Santana, como se fosse o dono da Casa da Cidadania para dar vasão ao seu lado bestial. É de lá que tem saído os seus ataques a vários membros da sociedade, começando pelo prefeito, passando por jornalistas, colegas vereadores, pessoas comuns.


Quando sobe na tribuna da Casa, começa a gritar, e gaguejando, lança todo o tipo de acusação e mentira contra pessoas de bem da cidade. O pobre diabo não tem limites. A dor mental lhe faz uma cobrança muito alta. Por ser um caso patológico avançado, é preciso de internamento e, talvez, fazer uma lobotomia. Eu tenho sido um dos seus alvos. Acredito que consigo liberar um dos seus piores demônios. Mas o meu tratamento para ele é: oração, artigos, comentários na rádio e a justiça. Espero assim, exorcizar o Belzebu que toma posse da sua alma. Misericórdia.

Artigo: A força que vem do interior
1 de Fevereiro de 2022

Por Joilton Freitas

Estamos na reta final para os partidos apresentarem os seus candidatos que vão disputar às eleições de 2022. Essas eleições serão as mais disputadas dos últimos tempos.

A disputa para presidente deve ser polarizada entre Lula e Bolsonaro, a chamada terceira via, até momento não apareceu, e pelo andar da carruagem não vai surgir.

Na Bahia, a situação é igual. ACM Neto e Wagner serão os candidatos do DEM/União Brasil e PT respectivamente. Até o momento, João Roma que é o nome do presidente Bolsonaro para a disputa, patina nas pesquisas.

Os cabeças de chapa das duas maiores força políticas do estado, já estão definidos. Mas a composição da majoritária ainda não. Apesar de que às pesquisas, o contexto e às circunstâncias apontem que a definição tanto na chapa do PT e do DEM/União Brasil seja de fácil solução.

A última pesquisa do Instituto Séculus em parceria com o site Bahia Notícias deixou bem claro que a disputa para o senado será entre o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM/União Brasil) e o atual senador, Otto Alencar.

Mas Ronaldo e Otto, além de serem os líderes isolados nas pesquisas, têm mais uma coisa em comum: são do interior. Ronaldo até mais do que Otto.

José Ronaldo tem demonstrado um vigor de liderança incontestável. Sob sua liderança seu grupo comanda Feira de Santana, o segundo maior colégio eleitoral da Bahia, há mais de 20 anos. Ronaldo foi deputado estadual e federal, ficando sempre entre os mais votados. Às candidaturas ao senado e a governador deram-lhe visibilidade estadual, sendo hoje um dos políticos de melhor recall do estado.

Mas José Ronaldo tem uma vantagem que outros políticos não tem. Ele é incansável na arte de fazer política. Ronaldo dorme tarde e acorda cedo. Como se diz no interior: bate boca de calça o tempo todo. Ronaldo vai até em aniversário de boneca. O homem faz política 24 horas por dia. É por isso se tornou a força política que é hoje.

Mas uma grande liderança política não se constrói apenas indo dormir tarde e acordando cedo. É preciso ter habilidade. Saber construir alianças e pontes políticas é fundamental nessa área. E Ronaldo sabe fazer isso como ninguém.

Ronaldo aprendeu desde cedo que a política é a arte de aglutinar. Sempre evitou agredir moralmente os adversários. Sabe que o adversário de hoje pode vir a ser o aliado de amanhã. Veja o caso do atual prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho (MDB).

Em uma campanha para governo do estado é preciso aliar forças para vencer. ACM Neto sabe da importância do interior para a sua campanha. Interior que sempre garantiu a vitória do seu avô. Pelo que se tem visto na sua pré-campanha, a figura da maior liderança política que já teve na Bahia será reativada no eleitorado. E com José Ronaldo, que conhece e sabe fazer a política nessa parte do estado, a chapa majoritária já está formada. Neto sabe que a força para a sua eleição vem também do interior.


Por Joilton Freitas

Na última sexta-feira, a cidade assistiu mais uma barbaridade cometida pelo atual presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Fernando Torres. A invasão ao estúdio da Sociedade News FM, no Programa das Duas, comando por Paulo José, fez surgir narrativas e covardia.

As narrativas vieram da parte do próprio Paulo José, que acha que não teve violência, não teve invasão, apesar de assumir que Fernando adentrou o estúdio de maneira “intempestiva e sem ser convidado”. Depois dois blogueiros sem nenhuma expressão na imprensa; Carlos Lima e Osvaldo Cruz, deram segmento.

Lima e Osvaldo, são pessoas rancorosas: o primeiro foi chutando da rádio Povo, por não conseguir manter o mínimo de audiência. Sempre foi considerado um profissional incompetente. Osvaldo, é um guarda municipal que pensa e brinca de ser jornalista. Além da incompetência, os dois têm mais uma característica em comum: a inveja. Tanto um como outro, se colocaram a serviço do seu senhor, Fernando Torres. A missão: atacar o malvadão, Joilton Freitas.

Mas a decepção partiu do meu colega Paulo José. Ele não conseguiu responder a duas perguntas: Fernando Torres invadiu, sem violência, o estúdio? Ou ele passou por cima da ordem da superintendência da emissora, de não fazer entrevista ao vivo colocando todos em risco?

PJ emitiu um nota ontem, demonstrando toda a sua omissão. Tenta fazer omelete sem quebrar ovos. Quando diz que procurou Fernando para dizer “que ele não falou em invasão” já demonstra o medo que sente de Fernandinho, o Truculento.

Volto a dizer: tudo que disse, no meu site, continuou afirmando. E tudo que eu disse me foi dito por PJ e por quem mais estava no estúdio.

Quero agora narrar mais uma informação que foi me passada no mesmo momento pelos mesmos. Fernandinho estava bastante gripado: “tossia e corizava, e tinha a voz anasalada”. Isso pode ser averiguado no áudio. Portanto, mais um motivo para não estar no estúdio. Será que ele fez exame de Covid-19?

Eu sinto muito por toda essa situação, mas não foi causada por mim. Apenas na condição de jornalista fiz o meu papel. Depois que PJ se omitiu, corri para me apossar do áudio do triste dia. Nele, se ouve e sente, sem narrativas e covardia, o que realmente aconteceu no estúdio. Eu aconselho a todos de boa fé ouvir.

Pronto, acabei de dar mais um motivo para Osvaldo e Lima servirem ao seu dono e senhor, e a PJ, se quiser e achar necessário, ligar para Fernandinho e dizer que nada tem com isso. Fiquem a vontade.

Os narradores de Fernandinho dizem que cabe “até um processo” isso é mais uma maneira de intimidar. Ameaças só assutam covardes, que tenham certeza, não é o meu caso. Já falei várias fez: eu não tenho medo de gente da qualidade de Fernandinho. Ah, aguardo ansioso pelos processos. E para finalizar: Deus odeia covarde.

Artigo: O triunfo da burrice
30 de Janeiro de 2022

Por J.R. Guzzo

Ministros Barroso e Lewandowski viraram árbitros definitivos do que é ou não é ciência

Num mundo e numa época cheios de dúvidas, uma coisa se pode dizer com certeza: os ministros Barroso e Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, que tomam essas estupendas decisões que vêm tomando sobre as obrigações do cidadão brasileiro diante da covid, sabem sobre medicina menos que um plantonista de pronto-socorro em começo de carreira. Também não sabem nada de biologia, nem de infecções do organismo humano, nem de qualquer disciplina da ciência que possa ser útil no trato dessa ou de qualquer outra doença. Não sabem nada, em suma – por que raios, então, estão dizendo o que as pessoas têm de fazer em questões absolutamente essenciais para as suas vidas?

O primeiro deles baixou um decreto sem precedentes na história da Justiça brasileira, talvez mundial: proibiu os cidadãos brasileiros de entrarem no seu próprio país se não mostrassem para o guarda um “passaporte vacinal” atestando que tomaram duas ou mais doses de vacina contra a covid. Não aconteceu nada de realmente grave, como em geral é o caso com as decisões absurdas – mas o extraordinário é que ele tenha pensado que podia fazer, e feito, uma coisa dessas. O segundo decidiu que o “Ministério Público” está autorizado a retirar da guarda dos pais as crianças que não forem vacinadas – sabe-se lá quantos milhões, num país que não consegue cuidar com um mínimo de decência sequer dos menores abandonados que já estão aí na rua, amontoados uns em cima dos outros.

Barroso, em matéria de ciência médica, tem em sua biografia a devoção pelo curandeiro João de Deus, condenado por estupro e charlatanismo em Goiás. Lewandowski não vale muito mais que isso. Mas, do jeito que ficou o Brasil, os dois, junto com uma multidão de semianalfabetos que têm cargos como governador, prefeito ou fiscal de covid, viraram árbitros definitivos do que é ou não é ciência neste país. Fazem pose de quem sabe o que está falando; o mundo oficial, a mídia e a elite fingem acreditar que eles sabem mesmo. O resultado é que acabam se metendo a tirar dos pais a guarda dos seus filhos – e todo mundo acha que isso é a coisa mais normal do mundo.

O que Lewandowski, seus colegas do STF e quem fica balançando a cabeça diante desses acessos de demência pensam da vida? Querem entregar as crianças aos resorts infantis de luxo que o MP mantém em Trancoso? Não é apenas hipócrita; é estúpido. Estamos assim: um ministro-cientista ou uma “autoridade local” ficam agitados porque o coletivo que contabiliza os mortos da covid veio com algum número horrível? A única coisa em que pensam é: reprimir. É o triunfo da burrice.

Artigo: Qual é a verdade, homem?
30 de Janeiro de 2022

Por Joilton Freitas

Na última sexta-feira, cheguei a rádio Sociedade News FM, por volta das 14h30, como faço de costume. Segui direto para a redação, para junto com a produção dar o retoque final do programa Rotativo News, como acontece há quase 16 anos.

Foi nesse momento, que me disseram que o vereador Fernando Torres estava na emissora e no estúdio concedendo entrevista no Programa das Duas, ancorado pelo colega Paulo José. O fato me causou estranheza. A superintendência proibiu terminantemente, devido ao agravamento da pandemia, entrevistas nos estúdios da Fundação Santo Antônio.

Na sequência, antes de ir para o ar com mais uma edição do Rotativo News, que como todos sabem, acontece às 15h, foi que fiquei sabendo através de relato dos colegas: Paulo José, Lucas Ribeiro e Danillo Freitas, como se deu a famigerada entrevista.

O primeiro a relatar foi Lucas Ribeiro, ainda transtornado pelo acontecimento. O relato se deu na redação, de que Fernando Torres, empurrando a porta, adentrou o estúdio pegando todos de surpresa. Exigindo fazer o contraponto na entrevista concedida pelo secretário de Saúde do Município, Marcelo Brito. Lembrando que essa entrevista era por telefone como determina o protocolo da emissora.

O colega Paulo José foi categórico em afirmar que o vereador “entrou de maneira intempestiva” no estúdio e que “ele não foi convidado” pelo mesmo para estar presente no estúdio naquele momento. A revolta de PJ era nítida, o que pode ser constatado no áudio no encerramento do seu programa.

A ação de Fernando Torres não foi nenhuma novidade para mim. E acredito que para qualquer pessoa de boa fé dessa cidade, principalmente no meio da imprensa.

Fernando Torres é um indivíduo que não conhece limite, ética, respeito, civilidade, boa educação. Ele tem na sua cabeça atormentada que pode fazer o que quiser nessa cidade. Inclusive invadir de maneira “intempestiva” como disse PJ, o estúdio de uma emissora da respeitabilidade da Sociedade News FM.

É também do conhecimento de todos a minha posição em referência às atitudes de Fernando Torres. Sou intransigente com as ações desse senhor. Tenho um verdadeiro asco quanto a ele. Mas, para quem me conhece, sabe que jamais inventaria uma mentira para prejudicar quem quer que seja, mesmo um ser abjeto como ele.

Mas fui surpreendido por uma matéria veiculada no blog Rota da Informação. A matéria diz que o colega PJ me desmente. Que nada daquilo aconteceu. Que inclusive “ele foi convidado várias vezes”. Hoje, pela manhã, por volta, das 11h, liguei para Paulo José, ele estava mais transtornado ainda. Perguntei como ele estava. Me disse que Fernando “terminou de me ligar. Me xingou e me disse vários desaforos”. Eu não sei se o que contém na matéria do referido blog, foi dito por PJ. Parece que sim. Pois, o colega não veio a público desmentir e nem me ligou para isso.

É preciso que esse episódio fique bem claro: foi Fernando Torres que de maneira “intempestiva” invadiu o estúdio exigindo a entrevista? Ou foi o colega Paulo José que passou por cima do protocolo e da determinação da superintendência e colocou Fernando Torres dentro do estúdio, arriscando a vida dele e dos colegas?

Maneira intempestiva, é para mim, um eufemismo para quem quer encontrar uma palavra que substitua, de maneira conveniente, a palavra truculência. Portanto, é preciso que esse episódio fique bem esclarecido. E aqui vai um pedido para o meu colega Paulo José: Qual é a verdade, homem?


Por Ricardo Kertzman

O meliante de São Bernardo passou a vida obcecado por si mesmo, por dinheiro e pelo poder

Lula
Lula sempre fez mal ao Brasil. Ao que tudo indica, seu saco de maldades está cheio (foto: AFP / Carlos Reyes)

Lula costuma dizer que é um retirante miserável, que passou fome e privações de toda sorte durante a infância no Nordeste, que é filho de mãe que ‘nasceu analfabeta’ (como se alguém nascesse diferente), etc. 

Como não há prova em contrário – e diante do flagelo que acomete, sei lá, 80% a 90% dos nordestinos, infelizmente, a história contada pelo petista, como forma de vitimismo eleitoreiro – é justo que acreditemos nele. O que Lula não conta é que, muito jovem ainda, escolheu: não estudar; não trabalhar; se tornar agitador social; viver da política; perseguir poder e riqueza a qualquer custo; se transformar em um populista manipulador. O pai do Ronaldinho dos Negócios – e a história me socorre irrefutavelmente -, jamais se preocupou com o País e o povo. Ao contrário. Pautou sua vida política pela destruição dos adversários, oposição irresponsável e cisão social. 

Ao longo de décadas se aproximou e se associou ao que há de pior no mundo (terroristas e ditadores sanguinários), recebendo dinheiro e financiando horrores inimagináveis a quem, como nós, bem ou mal, vivemos em uma democracia. 

Fez oposição sistemática e boicotou o Plano Real; as políticas assistencialistas e a lei de responsabilidade fiscal, de FHC; e reformas na educação, trabalho e saúde promovidas por todos os governos não petistas. 

Uma vez no poder, cuspiu na cara de aliados históricos e correu para o colo do centrão, e de banqueiros oportunistas e empreiteiros corruptos, e liderou o maior esquema de corrupção que se tem notícia no ocidente democrático. 

Graças à políticas desastradas e à cleptocracia sem freios, sobretudo após a hecatombe Dilma Rousseff, a sociedade cansou e decidiu mudar o rumo. Infelizmente, a alternativa ao lulopetismo se mostrou um desastre ainda maior. Sim. Jair Bolsonaro, o verdugo do Planalto, sempre foi isso: o anti-PT. Ou seja, essa desgraça em forma de gente só é o presidente da República por causa de Lula da Silva. Foi eleito pelo ódio coletivo, jamais por seus méritos. 

Agora, após o salvo-conduto concedido vergonhosamente pelos compadres do STF, o líder do mensalão e petrolão encontra-se próximo a assumir novamente o País, leia-se, causar ainda mais mal do que já causou. 

Sua eleição representará a vitória definitiva da impunidade e do tal ‘sistema’, onde bandidos da pior espécie ocupam os espaços do Poder e atuam em causa própria e de seus, contando com a ignorância política do eleitorado. 

Lula sempre fez mal ao Brasil. Ao que tudo indica, seu saco de maldades está cheio. Hoje, é o favorito para nos castigar mais um pouco. Só eu e vocês, leitores amigos, através do voto, podemos mudar a direção dessa tragédia que se avizinha. 

E não! Bolsonaro, definitivamente, não é, nunca foi e jamais será a solução. Muito pelo contrário. 

Informações O Estado de Minas


Por Caio Coppolla

Somos o país em que causídicos milionários e bem relacionados têm licença tácita para frequentar as altas Cortes vestindo traje-informal-completo, da bermuda ao sapatênis — privilégio, por exemplo, de Antônio Carlos de Almeida Castro, o dr. Kakay.

É por estas bandas que um político (ex) corrupto condenado em várias instâncias se vê homenageado por aplicadores do direito como “o símbolo mais elevado da Justiça” — palavras do dr. Alberto Toron.

No Supremo, um terrorista assassino teve sua inocência sustentada na tribuna por um advogado que, apesar (ou em razão) dessa mentira, se credenciou para ocupar uma cadeira no próprio STF. Assim ascendeu ao cargo o ministro progressista Luís Roberto Barroso.

Em declarações, discursos e delírios dos criminalistas, há tantas pérolas da bandidolatria que seria possível fazer um colar

Todavia — com a necessária ressalva de que tudo é possível no “faroeste à brasileira”, essa terra sem lei onde o bandido é amigo do xerife e quer prender o mocinho —, a facção dos advogados pela impunidade atingiu um recorde insuperável na fala recente do dr. Antônio Claudio Mariz:

“Se o crime já aconteceu, de que adianta punir?
Que se puna, mas que não se ache que a punição irá combater a corrupção”.

É de imaginar a falta de educação que impera no lar da família Mariz, onde aparentemente a advertência, a repreensão e a punição em geral são vistas como mecanismos inúteis para desestimular, dissuadir e — por que não — combater o mau comportamento. Pelo bem das novas gerações, torcemos para que a casa do ferreiro tenha espetos de pau e que essa leniência com a corrupção adulta não se estenda à malcriação infantil.

A preocupação com a criação dos pequeninos é legítima — em declarações, discursos e delírios anteriores do criminalista, há tantas outras pérolas da bandidolatria que seria possível fazer um colar:

Não se combatem corrupção e crimes com cadeia”;
“O que evita o crime são medidas que deveriam ser adotadas antes. Deveríamos ter cuidado com as crianças carentes. Temos de atacar as raízes do crime”.

Imagina o tipo de carência e privação que levou jovens pobres e inocentes, como José Dirceu, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral, para a marginalidade! A propósito, será que os clientes presidenciáveis do dr. Antônio Claudio Mariz — a saber, Aécio Neves e Michel Temer — tiveram uma infância muito sofrida, sem o amparo das suas famílias? Coitados.

Deboche à parte, a falácia do bandido como vítima da sociedade não emplaca mais, muito menos nos crimes do colarinho-branco, e especialmente quando a elite do governo é pega desviando verba pública. Fora a desonestidade intelectual de ignorar o caráter dissuasório e preventivo da pena: em muitos casos, a mera expectativa e o receio da punição já são suficientes para fazer o indivíduo desistir da conduta socialmente indesejável. Aliás, isso não vale apenas para os clientes corruptos do dr. Mariz, vale também para as crianças malcriadas da sua família.

Informações Revista Oeste


Quem diz que a Justiça é lenta não conhece o juiz Nunisvaldo dos Santos
CURTA AS CURTAS - Juiz "Fórmula 1", tiro surdo e os pitbulls banguelos

– O prefeito Colbert se comporta como “tiro surdo”, termo do jargão policial, diz um blog.

– Se não há respeito pelo homem, deve-se ter, ao menos, ao cargo.

– Quem acha a Justiça lenta não conhece o juiz Nunisvaldo dos Santos.

– Em 24h impôs duas derrotas à Câmara, na quebra de braço com o governo municipal.

– O secretário Marcelo Britto foi ao frio para cuidar de problemas respiratórios da esposa. É o mesmo que cuidar de queimaduras no deserto do Saara.

– Um ex-prefeito da região anda na maior pindaíba. Chifrado e liso.

– No dia anterior à visita de Rui Costa a Santa Bárbara, teve que dormir de favor, em Feira de Santana, cheio de manguaça – e outras coisas mais.

– Pablo, Geilson, Tom e Ângelo Almeida. Feira pode recuperar a representatividade na Assembleia Legislativa.

– Antes que questionem, tem José de Arimatéia também. Mas esse é um mandato perna de cobra.

– Entre a quinta e a sexta o Protagonista foi o site/blog mais acessado de Feira.

– Todos têm direito ao contraditório. Acusado de bater na mulher, o superintendente da SOMA também tem.

– A expectativa, agora, é pela postura do prefeito Colbert Filho sobre o assunto.

– O vereador Paulão correu para cochichar com Rui Costa. O pidão quer estrada asfaltada e UPA em Jaguara. Quem não deve gostar é Zé Neto.

– Alguns nomeados da Prefeitura usam a rede social para justificar o salário. Aparentemente sem ter o que fazer no governo, utilizam o tempo ocioso para “morder”.

–  Acham que grupo de WhatsApp é o cajado da verdade e da justiça. Pitbulls banguelos. 

– A Secretaria da Mulher, em Feira de Santana, só existe no dia 30 de cada mês.

– A relação entre as agência publicitárias e a Prefeitura é tratada como tabu.

Por hoje é só. Vou ali, fazer um tratamento respiratório no Alasca.

Publicação simultânea entre o Rotativo News é O Protagonista


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Por José Carlos Teixeira

Ensinou-me, a respeitada e querida professora Elza Santos Silva, nas aulas sobre as figuras de linguagem, quando eu alisava os bancos do Colégio Estadual de Feira de Santana, que a antonomásia é uma variedade de metonímia.

Ocorre quando substituímos o nome de uma pessoa, de um objeto, de um lugar e até mesmo de uma instituição, por outra denominação com uma conotação sugestiva, explicativa, laudatória, irônica e até mesmo pejorativa.

Por exemplo, quando usamos “Princesa do Sertão” em lugar de Feira de Santana; “Rei do Futebol”, em vez de Pelé; “O Mais Querido” em substituição a Flamengo.

Os políticos adoram as antonomásias – exceto, é claro, quando elas têm como objetivo prejudicá-los, por obra e graça de adversários.

Getúlio Vargas gostava de ser chamado “Pai dos Pobres”; ACM quando foi prefeito de Salvador tornou-se o “Pelé Branco das Construções”, depois virou o “Cabeça Branca”; Fernando Collor, até ser cassado, era o “Caçador de Marajás”; Ulysses Guimarães, o “Senhor Diretas”; Fernando Henrique era o “Príncipe da Sociologia”; Lula, o “Sapo Barbudo”, uma criação de Brizola, aliás; e Waldir Pires, o “Moleza”.

No campo da política, antigamente, as antonomásias na maioria das vezes eram criadas por áulicos de gabinete, assessores puxa-sacos ou algum jornalista bajulador. Mais recentemente, passou à esfera dos marqueteiros, como recurso para valorizar um aspecto positivo da personalidade do político por ele atendido – ou um aspecto negativo, quando o interesse é desqualificar um antagonista.

Foi por meio do marketing que o governador Rui Costa ganhou uma antonomásia. Ele tornou-se o “Correria”.

A assessoria do governador diz que a expressão surgiu em decorrência do ritmo acelerado que Rui teria imprimido ao governo no primeiro ano do mandato. Impressionados, dirigentes de órgãos públicos, inicialmente, e populares, na sequência, passaram a chamar o governador de “Correria”.

Não é verdade. A expressão já estava no jingle da campanha eleitoral de Rui em 2014. Em determinado trecho, a letra diz: “Esse cara é humildade, é diferente / é coragem, é correria, segue em frente”.

Dou como certo que a palavra correria entrou na letra do jingle como resultado de indicativos apontados em grupos de pesquisa qualitativa, como uma característica positiva a ser incorporada ao candidato – uma forma de contrapor-se sutilmente ao governador da época, Jaques Wagner, tido como lento.

Durante os últimos sete anos, o marketing do governo trabalhou a imagem de Rui incorporando esse conceito, reforçando a antonomásia. Basta olhar: na propaganda do governo, sobretudo nas redes sociais, é correria pra cá, correria pra lá, correria pra tudo e todo canto.

A tarefa difícil agora, para os sábios marqueteiros governistas, é convencer o eleitor que se acostumou à correria, por força da propaganda massiva, a apoiar uma volta a um passado de lentidão.

Como sabemos, Jaques Wagner, antecessor e agora virtual candidato a sucessor de Rui, deixou o governo em 2014 carregando uma antonomásia negativa que lhe foi pespegada pela oposição: ele era o “Wagareza”.

Ou seja, o que foi bom para Rui nas eleições de 2014 e 2018, pode se tornar um problemão para Wagner em 2022.

Como se vê, também na política, o que dá para rir dá para chorar. É “questão só de peso e medida, problema de hora e lugar”, como nos alerta o compositor Billy Blanco na letra de “Canto Chorado” – samba defendido por Jair Rodrigues na 1ª Bienal do Samba, realizada pela TV Record em 1968, e sucesso nacional na gravação do grupo Os Originais do Samba.

*José Carlos Teixeira é jornalista, graduado em comunicação social pela Universidade Federal da Bahia e pós-graduado em marketing político pela Universidade Católica do Salvador.

Informações Olá Bahia

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