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A morte de Bryan Bastos Barreto, de apenas 1 ano e 3 meses de vida, põe em xeque todo o sistema de triagem do Hospital Estadual da Criança, além de expor a incompetência de profissionais de saúde da unidade.
Em um relato emocionado, a mãe de Bryan conta toda a via crucis dela e do filho entre a UPA do Clériston Andrade e o Hospital Estadual da Criança, onde praticamente todos os funcionários são indicados pelo deputado federal Zé Neto.
A jovem, que vamos preservar o nome, conta em detalhes os momentos de terror que passou com o filho. Em um áudio que viralizou nas redes sociais, ele relata o drama e o desespero para tentar salvar a vida do filho.
“Chegamos lá no Hospital Estadual da Criança e eles não atenderam porque disseram que meu filho estava com 38.4 de febre e eles só atendem a partir de 39 graus de febre. A enfermeira lá da triagem me encaminhou pra UPA do Clériston, porque lá tinha pediatra e eu não precisaria me preocupar que o quadro dele era estável. Chegando na UPA, a médica me atendeu e passou medicação (inaudível) e soro. A partir do momento que trocou o soro, ele deu um grito e começou a agoniar. Eu peguei no colo e ele começou a desfalecer. Ele tava com a boca roxa e não tava respirando direito. Botei ele na maca e tentei a ressuscitação. Eu gritei a enfermeira e a médica e ninguém chegou. Aí um enfermeiro chegou e disse pra eu ficar calma, que Bryan tava com batimento, mas eu vi que ele não reagia, estava frio e o olho não abria. Levaram ele para a sala vermelha e não me deixaram ver ele (choro). Depois eu fui para o Hospital da Criança, transferiram ele para lá, mas disseram que ele já estava morto quando chegou. Eu preciso denunciar isso (choro). Eu preciso de justiça. É meu filho. Meu filho foi vítima, (inaudível) a médica demorou, eles demoraram. O Hospital da Criança me negou a entrada. Eu fui vítima, meu filhinho pagou o preço. Eu perdi minha vida, me ajudem, por favor”.
Esta foi a transcrição do relato da mãe de Bryan, publicado em várias redes sociais, deede a semana passada, quando ocorreu a morte do menino. Um sentimento de indignação tomou conta das redes sociais, com uma enxurrada de críticas ao Hospital Estadual da Criança e os profissionais envolvidos no caso.
“Muito triste. Uma família chora pelo seu filho, por conta de uma unidade pública hospitalar. Até quando? Por mais humanidade”, protestou a internauta Tamiles Gothardo.
“O Hospital da Criança sempre fez isso. Só atende com 39 de febre. Se não tiver não atende da portaria. Levou a vida do meu sobrinho, tão jovem e bem cuidado”, disse, indignada, Amanda.
“Quando uma mãe perde um filho, todas também perdem. Meus serntimentos”, diz Gal.
“Isso precisa ser exposto em todos os jornais possíveis”, afirma Louis.
“Mataram meu bebê, meu sobrinho. Não dera assistência quando ele começou a pasar mal. Têm que pagar pelo que fizeram com meu bebê”, diz Raquel Bastos, tia de Bryan.

Ainda não há posicionamento por parte do Hospital.

Fonte: O Protagonista Fsa

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  1. As salas de triagem e observação são espaços previlegiado de diagnóstico, crianças ou adultos podem morrer porém esse primeiro momento do socorro precisa ser diferente