
Por Joilton Freitas
Metafisicamente, o inferno pode ser uma abstração da mente de Dante Alighiri, ‘A Divina Comédia’, ou uma falsa crença criada por uma religião. Mas no mundo real, no mundo dos vivos e que todos podem ver e sentir, ele é muito verdadeiro.
Portanto, o inferno aqui na terra é construído por pessoas, e não por um ser com chifres, pé de bode e que cheira a enxofre. Normalmente os diabos que habitam esse planeta, podem ter boa aparência e até usar perfume importado, no que facilita o convencimento dos incautos.
Mas como no inferno de Dante, esse planeta tem vários infernos, mais precisamente, países. O mundo é dividido por continentes, que formam fronteiras, países e culturas. Isso facilita a ação de seres tenebrosos e uma forma de estabelecer regras, as regras macabras
Se o inferno e o diabo são construções de mentes e crenças, para os que têm o dom da fé, e isso é um dom, a força de um ser criador, de bondade, de amor, de compreensão e que nos concedeu: inteligência e livre árbitro. A existência de Deus é uma certeza.
Dentro dessas concessões feitas pelo criador, a liberdade é para mim uma das mais importantes concedida por ele. Deus sabia que teria que dar liberdade para a sua criatura, sem o espírito da liberdade não seria seu filho, mas apenas uma marionete.
Mas se Deus nos deu tudo isso, por que a maior parte do planeta é um inferno? Porque existem mentes doentes. Pessoas que durante a gestação, infância e adolescência passam por traumas, e na vida adulta se entregam ao lado tenebroso de sua existência humana.
Durante esse período de criação da mente doente, esse ser aprende a manipular, mentir, se corromper, corromper, violência e principalmente suprimir a liberdade e opinião. Liberdade e opinião, para esse tipo de gente, é como hóstia e água benta para o diabo. Eles odeiam quem pensa diferente e quem tem a mania de expor sua opinião.
O Brasil é um dos muitos países onde o reino do inferno teve vários períodos, mas de curta duração. Normalmente em boa parte do tempo isso aqui é um purgatório. Até que o STF achou que era hora de mudar.
A Suprema Corte, como na fábula do burro, resolveu soltar um ser que sempre viveu nas trevas: Lula! Mas tirá-lo só da cadeia não seria o suficiente. Ele precisava ficar livre para fazer o que mais aprendeu: enganar incautos e avarentos. Portanto, tudo seria providenciado.
Foi aí que às forças do mau formaram uma coalizão: STF, TSE, a velha mídia, banqueiros, narcotraficantes e partidos de esquerda, para fazer dele mais uma vez presidente. E conseguiram!
Das forças de coalizão, o STF, sob o comando de Alexandre de Moraes, foi, é, e continuará sendo a mais atuante. A Corte não só deixou Lula em condições de ser candidato. Ela atuou diretamente na sua eleição. A perseguição ao seu principal adversário nunca foi vista na história da nação. Os conservadores que ousaram emitir opinião, foram presos, processados e calados. Se a situação já é de uma ditadura, antes do filho das trevas assumir, imagine a partir do dia primeiro!
É preciso que às pessoas que acreditam em Deus, honestas e de espírito livre, não desistam. Porque sabem que é na dor que o espírito cresce e se fortalece. Que é na tempestade que se conhece o cipreste. Mas, você pode me perguntar: e no futuro, o que vai acontecer com os que seguiram o caminho das trevas? Aí, só Deus e o diabo é quem sabem. Quando morrerem pagarão pelo mau que fizeram a essa nação.
Quem sabe talvez o inferno realmente exista. Serão recebidos pelo capeta que dirá: bem vindos ao inferno!

Vamos ter esperança na evolução da nossa espécie pela passagem desta experiência