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As cirurgias realizadas no Hospital Geral Clériston Andrade, conforme a vereadora e ex-servidora da unidade, Neinha (DEM), atendem a necessidades de pacientes de outros municípios, enquanto os de Feira de Santana são esquecidos.

“Quem em Feira não sabe que não se tem acesso (às cirurgias) porque o PT fechou as portas? As que aconteceram lá dentro foram de outras cidades para beneficiar seus prefeitos”, afirmou ela nesta terça-feira, 24, na Câmara, em discurso em que atacou o Partido dos Trabalhadores.

“Falo por conhecimento. Passei pelo Clériston, aprendi e deixei meu legado. Foi a minha escola. O que o povo teve de bom desde o dia que o PT assumiu o Clériston até hoje?”, questionou.

Ao comparar com as últimas gestões na Prefeitura, com José Ronaldo e Colbert Filho, ela disse que o Município possui hoje 8 policlínicas e 3 UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). Enquanto isso, a única policlínica do Estado, no HGCA, “era para atender o povo, mas não absorve paciente”.

Neinha também responsabiliza o Estado pela falta de cirurgias de varizes – tema que a motivou a fazer um relatório enquanto esteve presidente da Comissão de Saúde da Câmara – e de ortopedia, “que ocorreram em Feira de Santana há um tempo”.

REGULAÇÃO NÃO FUNCIONA
A vereadora criticou o sistema de regulação (transferência de pacientes graves para hospitais de alta complexidade) de responsabilidade do Estado. “Quantas pessoas em Feira chegam na porta do Clériston e dizem que são regulados?”.

Recordou ainda do dia que esteve no HGCA representando a Comissão de Saúde do Legislativo e o governador “não deixou o diretor do hospital falar, pois o povo que assume cargo do PT não tem voz ativa”. Atualmente, segundo a vereadora, está “uma loucura” no HGCA para pagar maqueiro, faxineiro etc, antes do dia 29 (data da eleição em segundo turno), “porque querem correr atrás e dizer que o 13 faz”.

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