
O salão de eventos da Fundação Santo Antônio reuniu colaboradores, parceiros e amigos na noite desta terça-feira (18) para o evento de despedida do superintendente Frei Jorge Rocha, que encerrou o ciclo à frente da instituição após uma trajetória marcada por liderança, profissionalismo e forte atuação no rádio.
Frei Jorge destacou que todo o trabalho realizado só foi possível graças à união da equipe.
“Ninguém faz nada sozinho. Um superintendente não existe sozinho. Ele existe por causa dos grandes profissionais, dos colaboradores. Tive a sorte de ter os melhores profissionais do rádio na nossa rede de comunicação”, afirmou.
Ele ressaltou ainda que a credibilidade construída pelas rádios vinculadas à Fundação Santo Antônio é fruto da competência dos profissionais.
“Nós não somos partidários, não temos bandeiras. Temos isenção porque temos profissionais competentes. Esse é um legado que levo comigo: a convivência e o aprendizado recíproco.”
Ao relembrar a atuação no cargo, Frei Jorge citou a pandemia como o momento mais desafiador da gestão.
“Ficamos todos perdidos, mas quando fizemos a convocação da jornada ‘A Sociedade Contra o Coronavírus’, cada profissional abraçou o projeto como próprio. A informação salvou vidas. O rádio foi companhia, afeto, carinho. O rádio ajudou muitas famílias.”
Embora deixe a Fundação Santo Antônio, Frei Jorge garantiu que não se afastará do rádio.
“Do rádio eu não vou me afastar de jeito nenhum. Vou participar de blocos, de emissoras, e continuar contribuindo. Se eu sair do rádio, eu morro”, brincou.
Agora, ele assume uma nova missão no Convento da Piedade, em Salvador, à frente do Centro Cultural dos Capuchinhos.
“A província me confiou a reconstrução desse centro cultural, que trabalha com restauro, museologia, capacitação e espiritualidade franciscana. Vou coordenar esse trabalho e seguir produzindo conteúdo científico e radiofônico.”
Frei Jorge deixou um recado especial aos funcionários da Fundação e das rádios Sociedade News, Princesa FM, Caraíbas e parceiras.
“A amizade é uma seiva para a produção, para a saúde empresarial. Sejam amigos uns dos outros. A amizade nos tira do adoecimento e devolve a saúde pessoal e profissional.”
Ele reforçou que não se trata de um rompimento definitivo.
“Não é um adeus, é um até breve. Esta é a terceira vez que passo pelo rádio aqui. Quem sabe, de repente, a gente está por aqui novamente.”
*Com informações do repórter Rafael Marques
