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Ex-presidente deixou a UTI e apresentou melhora no tratamento; ele está internado desde a última sexta-feira, 13

O ex-presidente Jair Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução/YouTube/Canal Jair Bolsonao

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira, 17, apresentou um novo pedido de concessão de prisão domiciliar. A nova solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) quatro dias depois de Bolsonaro ser internado no hospital DF Star, em Brasília. 

Os advogados pedem a revisão da decisão anterior de Moraes, que havia negado o benefício ao ex-presidente. A defesa menciona um relatório médico atualizado, elaborado pela equipe responsável pelo acompanhamento de Bolsonaro, que indicaria a possibilidade de recorrência de quadros semelhantes ao que motivou a última internação.

Na última sexta-feira, 13, Bolsonaro foi encaminhado ao hospital para tratar uma pneumonia bacteriana, consequência de um episódio de broncoaspiração. Ele está preso na Papudinha, condenado por uma suposta tentativa de golpe de Estado.

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Entrada o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, popularmente conhecido como Papudinha | Foto: Cássio Nascimento/Google Maps

De acordo com boletim médico divulgado nesta segunda-feira, 16, o ex-presidente apresenta evolução clínica positiva, com boa resposta ao uso de antibióticos e recuperação das funções renais. A equipe médica retirou Bolsonaro da Unidade de Terapia Intensiva diante da melhora.

Defesa ressalta fragilidade clínica de Bolsonaro

Moraes negou pedidos anteriores de concessão de prisão domiciliar sob o argumento de que a Papudinha tem estrutura adequada para o tratamento de Bolsonaro. Na petição desta terça-feira, a defesa ressalta que a adequação da estrutura disponível na prisão para atendimento médico não elimina a condição de fragilidade clínica do ex-presidente.

“A partir desse dado objetivo, conclui-se que a permanência do peticionário [Bolsonaro] no atual ambiente de custódia expõe seu quadro clínico a um risco crescente, uma vez que a ausência de monitoramento contínuo e de intervenção imediata pode favorecer a repetição de eventos semelhantes, potencialmente mais graves, sobretudo diante de comorbidades múltiplas já documentadas”, escreveram os advogados.

Informações Revista Oeste

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