
Foi lançada na tarde desta segunda-feira (15), pelo Sistema CNA/Senar e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), a pedra fundamental da construção do Centro de Excelência em Zootecnia no Parque de Exposições João Martins da Silva Ferreira, em Feira de Santana.
O centro pretende promover o desenvolvimento econômico e social da região, com geração de emprego e renda, a partir da formação de novos profissionais com ênfase na produção de equinos.

Em entrevista ao Acorda Cidade, o diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara, explicou o motivo de Feira de Santana ser escolhida como um polo.
“É um centro de excelência, e que tem a função de capacitar pessoas jovens, com mais idade para trabalhar no futuro agropecuário nacional. Eles são vocacionados por cadeia produtiva. Então, fruta em Juazeiro, pecuária de corte em Campo Grande, cana vai ser em São Paulo e Feira de Santana é um hub de Zootecnia, em que aqui se encontra não só a excelência em agropecuária, mas também suíno, também agropecuária. Tem uma localização privilegiada para daqui irradiar, seja da forma profissional, seja o desenvolvimento de materiais que vai servir para o país como um todo. É um mercado muito forte em termos de comercialização, empresários de excelência, uma concentração de pessoas grande, quase um milhão de pessoas aqui na região. Então, por todo o diagnóstico, nós escolhemos Feira de Santana porque é um lugar de excelência para um centro de excelência”, declarou.
Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, durante discurso, também explicou o que motivou escolher o Parque de Exposições.

“Por que eu queria que fosse aqui nesse parque? Porque eu me chamo João Martins. Eu tenho aqui, eu mais meus irmãos, 700 mil metros quadrados nessa avenida que é a mais bonita de Feira Santana, a Noide Cerqueira. Se eu fosse outro, eu iria fazer isso que eu vou fazer aqui, lá no meu terreno. Eu iria doar esse terreno. Já pensou a valorização que eu iria ter, jogar um negócio desse, dessa magnitude, dentro do meu terreno? Mas eu tenho herança de família. Acima de tudo, herança de entender que, primeiro, a coletividade, e, lá depois, a individualidade”, afirmou.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade
