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Recentemente, um artigo da Agência Fapespdivulgou os resultados de um estudo que mostra que ter sido infectado pelo vírus zika aumenta o risco de a pessoa ter dengue grave, caso contraia o vírus.

Como as duas viroses transmitidas pelo Aedes aegypti são muito comuns em nossas vidas —em 2023, inclusive, houve um aumento de 15% nos casos de dengue no Brasil— acredito ser muito importante entender a relação entre as doenças.

Já era sabido que subsequentes infecções por diferentes sorotipos de dengue tendem a aumentar o risco da doença. Quando nos infectamos com o sorotipo do dengue 1, por exemplo, nos tornamos imunes a uma possível nova virose provocada por esse tipo de vírus. Porém, se nos infectarmos com o sorotipo 2 do vírus da dengue, a doença tende a ser mais grave.

Lembrando que conhecemos quatro sorotipos do vírus da dengue, dessa forma, infecções múltiplas com diferentes sorotipos do vírus podem acontecer e ser extremamente perigosas, como é o caso da dengue hemorrágica.

Infelizmente, a pesquisa publicada na revista científica “Plos Neglected Tropical Diseases” mostra que ter zika também aumenta o perigo ao contrair dengue futuramente.

O estudo científico investigou amostras de mais de mil pacientes com dengue que já tinham sido infectados anteriormente pelo zika. E foi visto que a infecção prévia foi um agravante para o desfecho do caso de dengue.

O que explica esse maior risco?

Os dois vírus fazem parte do gênero Flavivirus –num linguajar supersimples, podemos dizer que são primos parecidos. Com essa correlação “familiar”, eles têm uma relação genética que pode favorecer ao acometimento da doença grave.

Isso porque a infecção prévia pelo zika gera anticorpos capazes de reconhecer os sorotipos do vírus da dengue, mas esses anticorpos não têm potencial de neutralizar o vírus da dengue.

Ao ser infectado pela dengue após ter já tido zika, o organismo reconhece o vírus da dengue e começa a produzir os mesmos anticorpos para zika. Mas, como os anticorpos não neutralizam o vírus da dengue, ele segue se replicando, enquanto o organismo segue fabricando os anticorpos não neutralizantes.

No artigo da Fapesp é sugerido que o aumento da gravidade da dengue se dá justamente por ativação de células T (cuja função, uma delas, é auxiliar a produção de anticorpos). Esse é o chamado “pecado antigênico original”, ou seja, quando células T produzidas durante uma infecção anterior estimulam a produção de mais linfócitos no momento em que uma nova infecção acontece.

Como não são específicos para destruir o vírus da dengue, eles acabam induzindo uma produção descontrolada de citocinas inflamatórias, que atacam as proteínas do corpo e provocam danos aos tecidos do organismo e até hemorragias.

Simplificando, a resposta imunológica que foi ativada pela infecção prévia com o vírus zika será superativada com uma infecção posterior com o vírus da dengue. Porém, ao invés da resposta acontecer de forma específica, com a ativação dos componentes imunológicos que vão combater a dengue, na verdade ele vai atacar de forma intensa células do organismo, causando dano no corpo.

O que fazer então? No caso das viroses, prevenção é sempre o melhor caminho. 

Volto a dizer que estamos falando de vírus com circulação preocupante em ambientes urbanos, que precisam ser combatidos com estratégias integradas para controle dos vírus da zika, dengue e chikungunya.

Conforme um trabalho que publicamosrecentemente na revista científica “Frontiers in Immunology”, isso deve ser feito com uma abordagem abrangente, que integre a investigação antiviral, a vacinação e o controle dos vetores (mosquistos que transmitem os vírus).

Precisamos usar todas as estratégias possíveis para lutarmos contra essas e outras viroses que acometem a sociedade e causam um dano enorme à saúde pública.

Informações UOL


Mais de 30 por cento dos homens brasileiros sofrem algum tipo de disfunção erétil. E o que o Janeiro Branco tem a ver com isso? O mês de janeiro é uma ótima oportunidade para se refletir acerca de questões relacionadas a doenças mentais e emocionais. A campanha Janeiro Branco tem como objetivo alertar para os cuidados com a saúde mental da população a partir da prevenção das doenças decorrentes do estresse, incluindo os transtornos mentais mais comuns, como a depressão e a ansiedade. A disfunção erétil, por exemplo, é um problema que pode afetar a saúde mental do homem, principalmente “numa sociedade que cobra o tempo inteiro que o homem sempre seja 100 por cento em todos os aspectos de sua vida, seja na cama, seja na vida profissional ou familiar”, ressaltou o cirurgião urologista Dr. Eduardo Cerqueira.

O especialista salienta que até mesmo a insatisfação com o próprio corpo ou doenças como obesidade, pressão alta, diabetes, problemas urinárias e a própria idade mais avançada podem fazer o indivíduo “falhar na hora H” e esse é um problema que afeta a mais de 30 por cento dos homens no Brasil, conforme números dos Institutos Nacionais da Saúde (as mulheres são 43%). A disfunção erétil, infelizmente, é um assunto evitado nas rodas de conversas dos amigos mas que, nos consultórios, é uma queixa não muito rara, conforme Dr. Eduardo Cerqueira. Muitos são os homens, segundo o urologista, que insistem em associar libido à virilidade, transformando o tema em um tabu e, consequentemente, adiando o tratamento de questões relacionadas à falta do desejo sexual ou mesmo da própria ausência da ereção.

“A disfunção erétil pode sim ser originada da falta de desejo sexual ou da redução da libido, como também pode ser chamada. Isto pode ocorrer em determinadas situações, como o próprio estresse do dia a dia, o cansaço, episódios de ansiedade, ou alguma situação em especial. É preciso investigar, uma vez que, apesar de poder melhorar espontaneamente, muitos casos caminham para uma depressão ou quadros de ansiedade, e nesses casos é preciso um trabalho conjunto com outros profissionais. Quando a questão é fisiológica, entramos com outros tratamentos”, alertou o médico. Dr. Eduardo Cerqueira frisa que a saúde mental está diretamente ligada à saúde sexual, seja masculina ou feminina. Por isso, é impossível dissociar o estresse, a ansiedade e a depressão, bem como a própria produção de hormônios como a testosterona e outros ligados ao prazer, por isso a necessidade da investigação.

Para o especialista, qualquer que seja a causa da disfunção sexual, seja fisiológica ou psicológica, são evidentes os benefícios relacionados à atividade sexual quando ocorre a prática regular da atividade física. “Não dá para receitar somente remédios. Os ganhos são diretos quando o paciente passa a fazer exercícios, principalmente no sentido cardiocirculatório, afinal, a atividade sexual também é uma atividade física, então, se você tem uma resistência física maior, um vigor físico maior, você vai conseguir ter um desempenho sexual também melhor”, explicou o especialista, acrescentando que, para aqueles que sofrem com o problema da disfunção erétil, o exercício físico vem como um grande aliado. O especialista ainda salienta que, com a atividade física, o corpo proporciona a necessária modulação hormonal, por meio da qual o organismo consegue dar uma melhor resposta, ou seja, há uma maior sensibilidade dos tecidos aos hormônios o que faz com haja o chamado desejo ou impulso sexual de forma que propicie a pessoa a estar propensa a realizar a atividade sexual.

A atividade física, conforme o urologista, vem como uma aliada modulando hormônios, liberando principalmente endorfinas, serotonina e dopamina, trazendo bem estar para esse indivíduo, não somente físico, mas emocional e mental. “Sem falar na sua autoestima que melhora e, consequentemente, sua performance também responde da mesma forma”, frisou o especialista

*Ascom


Nesta quarta-feira (10), os coordenadores do Hospital Inácia Pinto dos Santos, conhecido como Hospital da Mulher, participaram de um treinamento prático sobre a elaboração do Termo de Referência (TR). O objetivo principal do treinamento capacitar os participantes sobre a nova lei de licitação, a partir de uma visão geral dos conceitos e exigências legais relacionados aos Termos de Referência, promovendo uma compreensão aprofundada sobre como realizar pedidos de forma mais detalhada.

O palestrante Leandro Cerqueira, que atua no setor administrativo e de fiscalização de contratos na Fundação Hospitalar, destacou a importância do treinamento para aprimorar a solicitação de pedidos. Ele salientou que o treinamento busca evitar possíveis erros e retrabalhos, garantindo que os coordenadores possam descrever suas necessidades de maneira mais detalhada. A padronização foi ressaltada como um elemento importante para otimizar os processos e reduzir a possibilidade de retrabalho.

“É essencial ter uma estrutura básica no Termo de Referência, incluindo objeto, justificativa, modelo de gestão e modelo de execução da entrega. Dessa forma, estaremos sendo mais assertivos e reduzindo a possibilidade de retrabalho, com o retorno do TR para ter que complementar. O ideal é que o TR saia completo desde o início para que o processo licitatório ocorra o mais rápido possível”, explicou Leandro Cerqueira.

Robson Amorim, que trabalha no setor de planejamento e projetos, enfatizou a importância do treinamento para toda a administração pública, proporcionando uma compreensão direcionada às coordenações envolvidas diretamente nos pedidos de compras de materiais de consumo e permanente. Ele destacou a necessidade de definir critérios e diretrizes em conformidade com as legislações vigentes, padronizando os processos para garantir o sucesso nas compras.

“O treinamento é importante para todas as coordenações entenderem como é o processo para fazer esse documento de forma descritiva, para que tudo dê certo na compra”, concluiu Robson Amorim.

A diretora-presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, destacou a relevância desses treinamentos para a capacitação na nova lei de licitação. “Esses treinamentos serão realizados para capacitação na nova lei de licitação, proporcionando uma adaptação eficiente e alinhada às mudanças legislativas”, afirmou Gilberte Lucas.

*Secom/PMFS


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Como toda mãe coruja, a fluminense Jéssica Mattar, 32, e a paulistana Carla Libralino Bonfim, 35, compartilham nas suas redes a rotina diária com as crianças e também com os seus companheiros. Mas com um diferencial: elas têm HIV e falam abertamente como ficaram seus relacionamentos após o diagnóstico.

Cerca de um milhão de pessoas vivem com HIV no Brasil. Desse total, 650 mil são do sexo masculino e 350 mil do sexo feminino, segundo dados recentes divulgados pelo Ministério da Saúde.

“Marido transmitiu de propósito”

Natural da Cidade Tiradentes, na capital paulista, a locutora Carla Libralino diz que uma das coisas que mais a abalou após o diagnóstico foi não ter amamentando a terceira filha, de 10 anos.

Ela descreve ter sido isolada na maternidade para tomar remédio para secar o leite, e sentiu-se vulnerável ao ver a menina com fome sem nada poder fazer. Mas entende que aquilo foi necessário:

Hoje ela é uma menina super saudável e estou ensinando para ela sobre o vírus que a mamãe tem para conscientizá-la e a outras pessoas também.”

Carla contraiu o HIV aos 22 anos, do ex-marido e pai de seus dois primeiros filhos, de 19 e 17. Mas só descobriu quando estava em outro relacionamento, faltando 15 dias para se casar.

De cara, achou que o então noivo havia lhe transmitido, já que o exame dele também deu positivo, e terminou o compromisso. Ao procurar o ex para desabafar, o choque: ele contou ter passado o vírus propositalmente. “Disse que passou porque quis e ainda me mostrou seu exame.”

Carla entrou em depressão, teve síndrome do pânico e demorou a começar o tratamento. Preferia se entregar, diz, e o HIV evoluiu para a Aids. Mas conheceu seu segundo marido um ano depois. Afirma ter contado sua condição no terceiro encontro, casou-se, deu início ao tratamento e teve a menina.

Só que esse relacionamento, Carla aponta, foi marcado por muita violência psicológica e traições, e ela só conseguiu sair dele 12 anos depois. “Por ele ter me aceitado com o vírus, achava que era amor.”

Ela ainda conheceu uma outra pessoa, com HIV, e acreditou que o novo relacionamento seria envolto de mais compreensão, mas a violência se repetiu. Ali entendeu que não precisava se submeter a abusos por conta do seu diagnóstico.

Mas ela não desistiu e está casada há três anos. Ela também está indetectável e, junto ao marido, conta a rotina do casal e dá conselhos amorosos nas redes sociais.

“Antes de dar um beijo nele, contei tudo. Ele faz uso da PrEP (Profilaxia Pré-Exposição), e todo dia fala que sou uma mulher admirável.”

Tratamento acaba com o risco de transmissão

No período de 2000 até junho de 2023 foram contabilizadas no país 158.429 gestantes/parturientes/puérperas infectadas pelo HIV, das quais 7.943 no ano de 2022, com uma taxa de detecção de 3,1 gestantes para mil nascidos vivos. Os dados são do Ministério da Saúde.

Ainda segundo a pasta, o percentual de realização de pré-natal é elevado entre as gestantes/parturientes/puérperas com HIV e tem se mantido em torno de 90%.

No entanto, em 2022, o uso de TARV (terapia antirretroviral) durante o pré-natal foi relatado em apenas 66,8% dos casos.

O acesso hoje ao tratamento de pessoas que vivem com HIV pelo SUS é elogiado por infectologistas como o colunista de VivaBemRico Vasconcelos. Ele lista que a facilidade vai da gratuidade ao número de comprimidos e de efeitos colaterais, “super bem tolerados”.

E ensina que seguindo todos os protocolos, o paciente consegue não só manter o HIV controlado, sem progredir, como cessar o risco de transmissão via sexual.

Para grávidas e lactantes, a mesma coisa: com a terapia antirretroviral, ela é capaz não só de proteger sua saúde, mas garantir a prevenção da transmissão do HIV aos recém-nascidos.

Apesar disso, lamenta ainda haver discriminação e julgamentos, a chamada sorofobia, levando consequentemente as pessoas a esconder que têm HIV, embora elas não sejam mesmo obrigadas a contar.

“O parceiro que não vive com HIV também conta tudo da vida dele?”, questiona ele ao falar sobre o direito ao sigilo das pessoas que vivem com o vírus.

“Você acha que vai morrer”

Natural de Teresópolis, região serrana do Rio, a produtora de conteúdo digital Jéssica Mattar descobriu o vírus em 2021 por acaso.

No início daquele ano, ela teve um forte sangramento e ficou um mês internada no hospital. Estava com as plaquetas baixas e anemia, mas os médicos não conseguiam descobrir do que se tratava. Até transfusão de sangue precisou fazer. Foi então que teve a iniciativa de pedir o teste HIV.

Tinha medo de fazer porque você acha que vai morrer, e ainda perdi uma pessoa querida para a Aids. Mas faço o tratamento e levo uma vida normal.”

Após o choque e acolhimento da família, Jéssica escolheu transmitir mensagens positivas nas redes sociais. Mãe solo de duas meninas de 14 e 11 anos, também decidiu não esconder o diagnóstico de quem se relacionava, até conhecer o atual marido:

“Sempre falava, durante o flerte, que vivia com HIV, e nunca sofri rejeição por isso. Avisava que tinha camisinha e estava tudo certo. Tanto que meu marido aceitou e gostou de eu ter falado abertamente.”

Com o tratamento, Jéssica hoje alcançou a carga viral indetectável, quando o vírus está intransmissível. Desse relacionamento atual, teve a Maria, de 11 meses, e agora está grávida de um menino, programado para abril.

As crianças não têm o vírus, e Jéssica explica sua condição diariamente na internet. Mesmo assim diz receber mensagens preconceituosas, entre elas a de que romantiza a condição, e afirma não conseguir parcerias com algumas empresas: elas não querem atrelar a marca ao seu nome, explica. Mais um motivo, aponta, para expor sua vida.

“Decidi expor na internet porque é um tabu muito grande, e quero ajudar as pessoas. Tem gente que quer acabar com a própria vida porque acha que é uma sentença de morte, mas enquanto existe vida, vale a pena lutar por ela.”

“Não é um um vírus que destrói relacionamentos”

Nascida e criada em Goiânia, a massoterapeuta Ana Paula* é uma mulher trans de 22 anos, e descobriu o HIV há 6 meses, após aparecerem feridas pelo seu corpo. Ela acredita ter contraído durante os abusos que sofreu na adolescência. O pai também tem o vírus.

O primeiro a saber do diagnóstico foi o ex-marido, com quem viveu por um ano e separou-se recentemente. Ana Paula afirma que ele não tem o vírus, e foi bem acolhida no início. Era ele, por exemplo, quem ficava de olho no horário dos medicamentos de que precisava tomar.

Não é um um vírus que destrói relacionamentos.”

Mas veio o término, e o homem então se revelou. “Ele jogou na minha cara que o traí, e por isso peguei HIV.”

Atualmente, Ana Paula está conhecendo uma pessoa pela internet, e que vive com o vírus há 10 anos.

“Acho melhor me relacionar com alguém que tenha o vírus, porque além de saber mais sobre o tema, o risco de preconceito e discriminação é menor.”

“Abrir espaços de diálogo pode ser um caminho à prevenção”

Ana Bittencourt, psicóloga e voluntária na ONG Amigos da Vida, que atua em defesa das pessoas que vivem com HIV/AIDS em Brasília, ensina que todo paciente tem o direito ao sigilo, embora seja saudável, em qualquer circunstância, que as pessoas conversem sobre as suas fragilidades. “Mas sabendo dos estigmas e preconceitos, esse caminho se torna ainda mais difícil.”

Exatamente por isso, ela complementa, parte desse público vive à margem da sociedade e desamparada afetivamente, em especial as mulheres, dado ao machismo e as práticas patriarcais de silenciamento enraizadas na sociedade.

E finaliza atentando para a necessidade de reconstruir o olhar sobre a pessoa que vive com HIV. “Abrir espaços de diálogo é um caminho à prevenção e também de escuta, como forma de contribuir para a qualidade de vida do indivíduo.”

Informações UOL


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De acordo com estudo inovador apresentado na Reunião Anual da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes (EASD) em Hamburgo, na Alemanha, tomar aspirina diariamente pode ajudar a diminuir as chances de desenvolver diabetes.

Segundo revelou o estudo, pessoas com mais de 65 anos que tomavam uma dose baixa de 100 mg do remédio por dia, tinham 15% menos probabilidade de terem diabetes tipo 2.

Os especialistas acreditam que isso ocorre porque o medicamento reduz a inflamação, um dos principais impulsionadores da doença.

No entanto, os pesquisadores alertaram que o medicamento só deve ser tomado diariamente se o médico assim orientar, já que há risco aumentado de sangramento em idosos.

Remédio reduz o risco de diabetes?

Para entender os efeitos da aspirina no diabetes e os níveis de açúcar no sangue após um período sem comer – entre adultos mais velhos, os especialistas analisaram mais de 16 mil pessoas que eram saudáveis ​​no início do período do estudo, sendo que metade recebeu 100 mg de aspirina por dia e as outras receberam placebo.

Cerca de cinco anos mais tarde, 995 pessoas receberam o diagnóstico de diabetes, sendo 459 entre as que tomaram aspirina, em comparação com 536 no grupo do placebo – uma redução de 15%. Além disso, descobriu-se também que elas apresentavam uma taxa de aumento mais lenta nos níveis de glicose plasmática em jejum.

Os resultados mostraram ainda que os agentes anti-inflamatórios, como a aspirina, justificam estudos mais aprofundados na prevenção da diabetes.

Contraindicações

Apesar dos aparentes benefícios, a pesquisa descobriu que a aspirina diária aumentava o risco de sangramentos internos em 38%, sem reduzir o risco de ataques cardíacos e derrames.

Após essa descoberta, as principais diretrizes de prescrição passaram a recomendar que os idosos tomem aspirina diariamente apenas quando houver uma razão médica para isso, como após um ataque cardíaco.

Fonte: Catraca Livre.


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“Você lava os seus cabelos todos os dias? Mas isso não faz mal?”. Se você é adepto da lavagem diária, certamente já ouviu essa pergunta. Para quem não abre mão de usar shampoo e condicionador sete vezes por semana, uma boa notícia: não, não faz mal.

📢 Antes de continuar, precisamos explicar que couro cabeludo e fios de cabelo são duas coisas diferentes. Quando falamos em “lavar os cabelos todos os dias”, estamos falando da lavagem do couro cabeludo, não só de jogar água na cabeça.

Voltando à pergunta do título desta reportagem: não existe certo ou errado ou uma regra sobre a lavagem do cabelo. A periodicidade depende de vários fatores, como o tipo de cabelo, hábitos e estilo de vida da pessoa. Por exemplo: se você faz exercício físico todos os dias e acaba suando muito, é natural que lave os cabelos todos os dias.

“A lavagem do couro cabeludo é necessária de acordo com a oleosidade que você tem nele. É muito importante que você adapte o número de lavagens ao tipo. Se ele é mais oleoso, ela deve ser mais frequente. Se ele é seco, pode ser mais espaçado“, explica a dermatologista Fabiane Brenner, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Luciana Passoni, dermatologista especialista em cabelos e em transplante capilar, lembra que não lavar o couro cabeludo pode favorecer o aumento de doenças, como caspa, lesão por fungo, foliculite, alergias e dermatites.

“Pense no nosso rosto. Se a gente não lava, cria sebo e oleosidade. A mesma coisa ocorre com o couro. Se não lavar, obstrui a saída do fio de cabelo e isso pode acarretar problemas, como alopecia, queda de cabelo”, diz a dermatologista.

🚿🚿🚿 Mas alguém deveria evitar a lavagem diária? Sim. Segundo as médicas, pessoas com cabelos muito ressecados não precisam lavar o cabelo todos os dias, porque a ação pode até danificar os fios.

Shampoo + condicionador

O shampoo nada mais é do que um “detergente” para o nosso couro cabeludo e vai retirar impurezas. Não é necessário passar no comprimento dos fios. O foco deve ser o couro. Conforme a água vai descendo pelos fios, o shampoo também faz a limpeza.

“Durante a lavagem, a pessoa pode aproveitar para fazer uma terapia capilar. Com as pontas dos dedos (nada de unhas!), o indivíduo massageia o couro cabeludo e pode ‘soltar’ um pouco ele do crânio. Dessa forma, você está ativando a circulação. Quanto maior o aporte de circulação do sangue, mais aporte para o folículo”, orienta a dermatologista Luciana Passoni.

Já o condicionador tem como função principal balancear o pH e deixar os fios mais emolientes. Não é preciso passar no couro cabelo.

📌 E o shampoo a seco? Ele promove um efeito Cinderela — diminui a oleosidade, mas não limpa o couro cabeludo.

Os hábitos que podem danificar os cabelos

Algumas práticas podem parecer inofensivas, mas podem causar danos significativos aos cabelos. As dermatologistas ouvidas pelo g1 fizeram uma lista do que devemos tentar evitar:

  • Uso excessivo de fontes de calor, como secadores, chapinhas, modeladores de cachos. Se for secar o cabelo, o uso de protetor térmico é obrigatório.
  • Escovar o cabelo enquanto ele está excessivamente molhado. “Saiu do banho, seque um pouco com a toalha, espere cinco minutos e comece a desembaraçar com cuidado“, alerta Luciana.
  • Lavar o cabelo esfregando o shampoo em todo o comprimento. Ele é como se fosse um detergente e deve ser usado para limpar o couro cabeludo.
  • Ignorar o condicionador. Assim como o shampoo, ele tem a sua função, que é fazer o balanço de pH e devolver o brilho ao cabelo. Mas não esqueça: o condicionador não deve ser usado no couro cabeludo!
  • Prender o cabelo com muita força (em rabo de cavalo, coque). “Isso danifica muito o fio, eles vão ficando mais fracos e pode aumentar a queda de cabelo”, diz Luciana.
  • Secar o cabelo esfregando-o com uma toalha. O ideal é ir amassando o cabelo para secar.
  • Lavar os cabelos com água muito quente. A água quente retira os óleos naturais do cabelo e pode deixá-lo seco e sem vida.
  • Dormir com o cabelo molhado.
  • Uso excessivo de tratamentos químicos. Colorações, alisamentos e permanentes, por exemplo, podem causar danos significativos aos cabelos.
  • Esquecer de hidratar os cabelos. A hidratação traz brilho e elasticidade.

E como estamos no verão, valem algumas dicas bônus:

  • Mar ou piscina, não importa: depois de dar um mergulho, vale dar aquela corrida até a ducha para tirar o sal ou cloro do cabelo.
  • Vai se expor ao sol? Use protetor solar para os fios (atenção: ele é diferente do protetor térmico).
  • Atenção ao couro cabeludo: transpiramos ainda mais no verão e podemos ter mais acúmulo de oleosidade.
  • É careca, calvo ou tem cabelo fino? Capriche no protetor solar no couro cabeludo – pode ser o de rosto ou um bem fluido à base de água ou uso o boné.

G1


foto: Divulgação 

Pessoas com diabetes tipo I necessitam tomar insulina diariamente. Novo composto pode melhorar qualidade de vida delas

No trabalho, o grupo descreve como eles criaram sua insulina, como ela funciona e como ela agiu quando administrada a ratos diabéticos e miniporcos. 

O diabetes tipo I é uma condição crônica em que o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. O tratamento para pessoas com a doença inclui dieta modificada e injeções regulares de insulina. Muitos diabéticos têm que injetar a insulina em si mesmos mais de uma vez por dia, o que é desconfortável e até doloroso. Com o passar do tempo, a pele nos locais de injeção tende a endurecer, dificultando a inserção da agulha. 

Neste novo esforço, os cientistas criaram uma nova espécie de insulina que reage com determinados agentes do organismo, permitindo o controle automático dos níveis de glicose no sangue durante um longo período de tempo. 

A nova insulina inteligente é uma forma modificada da insulina já em uso — os pesquisadores adicionaram ácido glucônico, que quando injetado no corpo se transforma em um complexo ao se ligar a substâncias químicas no sangue. Tais complexos fazem com que a insulina fique presa dentro de um polímero natural, o que resulta em alterações na sinalização. Diferentes quantidades de insulina são liberadas dependendo dos níveis de glicose no sangue. Isto, descobriram os cientistas, permitiu que mais insulina fosse automaticamente libertada no sangue quando era necessário (como após uma refeição) e menos quando não era. 

Os pesquisadores testaram a insulina modificada em três miniporcos e cinco camundongos — todos projetados para terem diabetes. Dois dos miniporcos receberam uma dose elevada, enquanto o terceiro recebeu uma dose baixa. 

Ao monitorar os animais de teste nas semanas seguintes, a equipe de pesquisa descobriu que o miniporco que recebeu a dose baixa apresentou a regulação mais estável da glicose em comparação com os outros miniporcos que receberam uma dose alta e também em comparação com os miniporcos de controle que receberam injeções diárias de insulina padrão. 

Os investigadores sugerem que as suas descobertas são promissoras para um novo tipo de tratamento para pacientes com diabetes tipo I. Os cientistas continuarão testando a insulina inteligente em animais e, se tudo continuar a correr bem, passarão para testes em humanos.

Informações TBN


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O governo do Reino Unido lançou um novo pacote para tentar conter o aumento de bebidas alcoólicas “batizadas”, incluindo kits de teste e formação para pessoas que trabalham em bares.

Como parte da iniciativa, divulgou alguns sinais de alerta que podem significar que alguém colocou alguma droga na sua bebida ou de algum amigo — ou até injetou algo em alguém com uma agulha.

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De acordo com o NHS, o sistema de saúde britânico, existem muitas variáveis sobre como os sintomas podem surgir em seu corpo após consumir uma bebida “batizada”. Por exemplo, pode depender da quantidade, do tipo de álcool que está consumindo ou das drogas utilizadas pelo agressor. Até mesmo o quanto você bebeu, ou outros medicamentos que pode estar tomando. Tamanho corporal e idade também influenciam.

Mas fique atento com:

  • Confusão, alucinações e comportamento paranóico repentino: Lynn Thomas, diretora médico da St John Ambulance, explica que você pode notar alguém ficando confuso, sem saber onde está ou se sentindo desorientado. As pessoas também podem começar a ter alucinações, ver e ouvir coisas que não existem, bem como agir de repente de forma paranóica. “Esta experiência pode ser realmente assustadora para alguém que foi drogado, por isso é muito importante procurar ajuda médica e ficar com ele”, alertou a médica ao jornal Daily Mail. Tente tranquilizar a pessoa, use palavras simples e diga onde está e quem você é, caso de repente não o reconheça.
  • Perder o equilíbrio e má coordenação: Os sintomas podem desenvolver-se muito rapidamente, entre 5 a 20 minuto, e durar até 12 horas. Se a pessoa for drogada, pode perder o equilíbrio ou ter má coordenação. Pode parecer que está, reclamar de tonturas e, ao caminhar, pode repentinamente sentir ou parecer que vai cair. Se você notar esses sintomas em seus amigos, é importante tentar fazer com que eles se sentem em algum lugar para mantê-los seguros — enquanto você procura ajuda médica.
  • Perder a capacidade de se comunicar e problemas de visão: A pessoa pode perder a capacidade de comunicação ou ter problemas de visão (tanto para conseguir focar, quanto vista turva). São sensações assustadoras. Por isso, é importante ficar com a pessoa, avisar a alguém do estabelecimento e a polícia.
  • Ter dificuldade para respirar ou não responder: Além de outros sintomas como dor abdominal e sensação de enjoo, a droga pode fazer com que alguém pare de responder e afete sua respiração, por isso é muito importante procurar ajuda médica se você não se sentir bem ou estiver preocupado com um amigo. Se a pessoa não responder ou ficar inconsciente, chame uma ambulância.

A médica também compartilhou conselhos sobre como manter você e seus amigos seguros em uma saída à noite e o que fazer se você acreditar que alguém foi drogado.

Em primeiro lugar, fiquem juntos. “Isso proporcionará alguma responsabilidade e incentivará o controle do ritmo ao beber. É importante ficar de olho em quanto você e seus amigos estão bebendo”, disse.

“Muitos bares e casas noturnas oferecem tampas de garrafa como uma rolha, que podem evitar que as bebidas sejam contaminadas: peça uma. E nunca aceite bebidas de estranhos, especialmente depois de você mesmo ter tomado algumas doses.”

Mas se você acha que você ou um amigo foi drogado, o mais aconselhado é alertar a equipe do bar ou evento e a polícia, inclusive relatando qualquer comportamento suspeito. Procure ajuda médica, especialmente se houver perda de consciência, dificuldades respiratórias ou visão anormal ou prejudicada.

“Se você usou drogas recreativas ou bebeu muito álcool, é importante contar aos seus amigos o que você tom

Fonte: O Globo.


A substância tem causado ‘overdose’ em crianças, nos EUA

perigo melatonina
Para estimar a prevalência do uso de melatonina entre os mais jovens, os cientistas entrevistaram quase mil pais norte-americanos no 1º semestre | Foto: Reprodução/Freepik

Um estudo feito por médicos da cidade de Boston, nos Estados Unidos, identificou que, entre os anos de 2012 e 2021, os casos de overdose de melatonina cresceram 530% no país. 

A descoberta foi reforçada por outro estudo, realizado em junho, que identificou que o número de crianças levadas ao pronto-socorro por causa da substância cresceu 420% em uma década. 

“O aumento provavelmente deriva do crescente uso de melatonina”, afirmou o médico Michael Toce, pediatra do pronto-socorro do Hospital Infantil de Boston. “As vendas do suplemento cresceram nos últimos anos, assim como o uso pediátrico.”

Para estimar a prevalência do uso de melatonina entre os mais jovens, os cientistas entrevistaram quase mil pais norte-americanos no primeiro semestre. De acordo com o estudo, 18,5% das crianças entre 5 e 9 anos receberam melatonina em um intervalo de 30 dias. 

Para as idades de 10 a 13 anos, o número subiu para 19,4%. Por fim, cerca de 6% das crianças com idade entre 1 e 4 anos tomaram suplementos de melatonina nos últimos meses. 

Cientistas ainda não definiram os riscos da melatonina no corpo

Melatonina cerebro
Estudos feitos em ratos e camundongos indicaram que a melatonina tem um efeito tóxico em doses extremamente altas (mais de 400 mg por kg) | Foto: Reprodução/Freepik

A melatonina, no entanto, não passou por testes clínicos rigorosos. Por este motivo, não há uma compreensão exata do impacto do suplemento nos corpos.

Também houve problemas para definir as dosagens. De acordo com os médicos, as doses que as embalagens informam não estão corretas. 

“Foram feitos estudos que mediam a dosagem de melatonina”, afirmou David Ray, professor de endocrinologia e codiretor de sono e neurociência na Universidade de Oxford. “Em nenhum dos casos a dosagem real equivalia ao que era dito na embalagem.” 

Estudos feitos em ratos e camundongos revelaram que a melatonina tem um efeito tóxico em doses extremamente altas (mais de 400 mg por quilo). Mesmo assim, os médicos ainda desconhecem os efeitos da substância fora do cérebro, mesmo sabendo que há outros receptores da melatonina pelo corpo, como no sistema reprodutivo, cardiovascular e imunológico. 

“Todas as medicações têm efeitos colateriais”, afirma Sanford Auerbach, professor e diretor do Centro de Distúrbios do Sono do Centro Médico de Boston. “No entanto, acho que o que mais preocupa é o desconhecido. Se você dá a melatonina a uma criança em desenvolvimento, qual impacto isso vai ter daqui a dez anos? Não sabemos.” 

Informações Revista Oeste


Pesquisa de Harvard feita com ratos analisou ondas cerebrais para entender como o cérebro funciona quando está em momentos de relaxamento

Imagem colorida de mulher olhando para o horizonte - Metrópoles

O estado de divagação que costumamos chamar de “sonhar acordado” pode ser importante para fixar memórias e melhorar o aprendizado, segundo pesquisa realizada por cientistas da Universidade Harvard.

De acordo com o estudo, publicado na Nature na última quarta-feira (13/12), momentos de relaxamento após a exposição a conteúdos novos pode estabelecer conexões cerebrais capazes de reter informações. Para chegar à conclusão, os cientistas realizaram um experimento com ratos.

Conforme descrito pela equipe, “sonhar acordado” corresponde ao momento em que o cérebro visualiza algo que não está mais diante dos olhos. “Queríamos saber se esse processo de devaneio ocorria em um nível neurobiológico e se momentos de reflexão silenciosa poderiam ser importantes para o aprendizado e a memória”, explica o neurobiólogo Nghia Nguyen, participante do estudo, da Universidade de Harvard.

Tente ler um livro ou assistir a um filme e depois contar para alguém. Isso vai estimular a concentração e a memória

Manter o cérebro ativo com atividades estimulantes é uma das principais estratégias que colaboram com a memória. Veja dicas do que fazer! 

É importante que o cuidado com a memória seja diário. Por isso, antes de dormir, tente recordar das atividades que fez ao longo do dia.

Pratique exercícios específicos para a memória, como jogos com palavras, sudoku, 7 erros, caça-palavras, dominó, palavras cruzadas ou montar um quebra-cabeças.

Consuma alimentos ricos em ômega 3, como sardinha, atum, salmão, chia, linhaça, castanhas, nozes e azeite de oliva. Eles contêm nutrientes que facilitam a memorização e evitam o esquecimento.

Utilizar a mão não dominante para realizar atividades como escrever, escovar os dentes, folhear um livro ou abrir uma porta, por exemplo, também pode ajudar na memória.

Mude a rota: vá ao trabalho por caminhos diferentes dos habituais, pois quebrar a rotina estimula o cérebro a pensar.

Consuma bebidas com cafeína – com parcimônia, claro -, como chá verde ou café, para manter o cérebro em alerta, facilitando a captação de informações e a memorização.

Mude a localização de alguns objetos que usa muito no dia a dia, como a lixeira e as chaves de casa.

Faça uma lista de compras sempre que for ao supermercado, mas procure não usá-la, tentando lembrar o que escreveu.

Tome banho de olhos fechados e tente lembrar o local em que ficam os itens do ambiente.

Tente ler um livro ou assistir a um filme e depois contar para alguém. Isso vai estimular a concentração e a memória.

A pesquisa expôs 13 ratos a dois tipos de imagens com padrões preto e branco, em um ambiente não estimulante. Ao monitorar a atividade elétrica dos neurônios dos ratos, os cientistas identificaram os padrões induzidos pelas imagens no córtex visual e no hipocampo, área associada à consolidação de memórias.

Sonhar acordado é também aprender

Cada tipo de imagem provocou um padrão específico de atividade neural. Após as imagens terem sido retiradas, e passado algum tempo em que os animais estavam sem estímulos, a mesma área do cérebro reproduzia um dos padrões neurais anteriormente vistos, indicando que o cérebro dos roedores estava codificando informações visuais mesmo sem a presença das imagens.

De acordo com os pesquisadores, é provável que o cérebro use esse momento de relaxamento pós-atividade para fixar informações. “Estamos bastante confiantes de que, se você nunca se dedicar a nenhum período de inatividade, não terá esses eventos de devaneio, que podem ser importantes para a plasticidade cerebral”, afirmou o cientista Mark Andermann, que orientou o estudo.

Informações Metrópoles