Os descartes e acondicionamento do lixo domiciliar em tempo de pandemia devem receber atenção redobrada. Especialmente se algum dos moradores da casa estiver contaminado pela Covid-19 e se recuperando da doença. Os infectados passam a gerar lixo com potencial de transmissão da doença, visto que o vírus, a depender de qual a superfície, pode passar até nove dias ativo sobre ela.

Uma das orientações é como deve ser o descarte de máscaras de pessoas não infectadas no lixo comum – o correto é coloca-la dentro de um saquinho plástico, que aumenta a segurança de quem vai recolhê-la. Já as sacolas onde são colocados resíduos produzidos por infectados devem ser identificadas com a sua origem.

Assim, os garis tomarão maiores cuidados quando do seu recolhimento. A pessoa que está isolada deve recolher o lixo e colocar fora do quarto, para que seja recolhido e colocado em um saco maior. É uma medida preventiva. Assim, evita-se o contato direto com o primeiro recipiente.

Os resíduos produzidos em casa representam risco em toda a sua cadeia. Desde o seu manejo dentro das residências até quem os coletam. Na pandemia, devido ao isolamento, há um aumento do seu volume e na sua composição.


As restrições impostas mundialmente devido à pandemia do novo coronavírus alteraram não apenas a economia global, mas também o problema do tráfico e consumo de drogas. Felizmente, a diminuição de voos, menos pessoas em circulação e restrição de eventos auxiliam autoridades na apreensão de entorpecentes e criminosos.

As restrições aos deslocamentos e reuniões podem ter levado a uma queda momentânea no consumo, especialmente daquelas drogas que aparecem frequentemente em festivais de música ou casas noturnas.

Este é um dos aspectos principais do Relatório Mundial sobre Drogas, divulgado nesta quinta-feira (25), em Viena, na Áustria, pela Organização das Nações Unidas. Ele leva em consideração que há uma redução momentânea, mas alerta sobre o aumento gradual do consumo de drogas desde 2018.

– Há mais pessoas usando drogas, mais substâncias e mais tipos de narcóticos do que nunca – resumiu a diretora executiva do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, Ghada Waly.

O uso de medicamentos farmacêuticos, em alguns casos falsificados, para fins recreativos ou sem supervisão médica também está aumentando, algo que tem causado dezenas de milhares de mortes nos Estados Unidos nos últimos anos.

Pleno News*

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