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Em 24 horas, o Brasil registrou 749 mortes e 27.235 novos casos de covid-19. Os dados estão na atualização diária divulgada pelo Ministério da Saúde no início da noite desta quarta-feira (14), a partir de dados das secretarias estaduais de saúde.

Com os acréscimos, o país chegou a 151.747 óbitos em razão da pandemia do novo coronavírus. Ontem, o número de mortes estava em 150.998. Ainda há 2.388 óbitos em análise por equipes de saúde para averiguar se o diagnóstico é de covid-19.

O número de casos confirmados acumulados chegou a 5.140.863. Até ontem, o número de casos era de 5.113.628.

Ainda há 420.303 pacientes em acompanhamento. De acordo com o Ministério da Saúde, outras 4.568.813 pessoas já se recuperaram da doença.

Boletim epidemiológico covid-19

Dimitri Houtteman/Unsplash

A OMS (Organização Mundial de Saúde) alertou nesta 4ª feira (14.out.2020) a possibilidade de grande parte da população só ser vacinada contra a Covid-19 em 2022. Para a entidade, não há como todos os habitantes do planeta serem imunizados em 1 único ano.

Na visão da OMS, também não há capacidade de produzir doses suficientes para abastecer o mundo todo em 2021. Para a entidade, os grupos prioritários para receber a vacina no próximo ano serão os profissionais de saúde, idosos e pessoas com vulnerabilidades. Juntos, esses grupos representam menos de 20% da população total do planeta.

A cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, disse que o mundo deve ter uma vacina em 2021.No entanto, ela afirma que o acesso será limitado e que uma “pessoa comum, jovem, talvez vai precisar esperar até 2022”.

Swaminathan ponderou que a esperança será de que, ao vacinar uma parcela da população, a taxa de mortalidade caia. Segundo ela, a vacina só vai gerar imunidade de rebanho, após 70% da população ser imunizada, o que equivale a 5 bilhões de pessoas.

A meta da OMS até o final do próximo ano, é vacinar 2 bilhões de pessoas, o que será a maior campanha de vacinação da história.

A diretora técnica da OMS, Maria van Kerkhove, insiste que não é necessário esperar uma vacina para controlar o vírus. Segundo ela, temos “instrumentos para impedir a transmissão”, citando países que conseguiram manter baixas as taxas de contaminação, mesmo sem a vacina.

Mesmo com o grande salto de novos casos nos últimos dias, a esperança da entidade é que agora as taxas de mortalidade sejam menores, porque médicos estão mais preparados e existem alguns tratamentos para pacientes mais graves. Além disso, nesse momento, são os jovens os mais atingidos pela doença e os diagnósticos têm sido dados cada vez mais cedo.

A OMS afirmou também que “nunca recomendou” 1 lockdown completo nos países e que sempre insistiu em 1 pacote de medidas para o enfrentamento da pandemia. A diretora técnica declarou que muitos países precisaram tomar a atitude de 1 fechamento completo para aliviar os sistemas de saúde sobrecarregados. “Alguns países não tiveram opção”, pontuou.

Kerkhove disse esperar que os governos, diante da segunda onda da doença, optem por medidas localizadas, em regiões mais afetadas.


[Hospital de Campanha Arena Fonte Nova será desativado até a próxima semana]

O secretário estadual de Saúde Fábio Vilas-Boas disse nesta quarta-feira (14) que o Hospital de Campanha da Arena Fonte Nova será desativado até a próxima semana. A informação foi confirmada em entrevista a José Eduardo, na Rádio Metrópole. “Estamos em fase de desmobilização e os últimos pacientes estão perto de receber alta. A partir daí, vamos devolver o equipamento para as partidas de futebol. Já desativamos o Riverside há um mês”, ressaltou.

Vilas-Boas alertou que o estado vive uma segunda onda em número de casos de contaminação pelo coronavírus. “No entanto, como temos uma desaceleração em número de pessoas internadas acaba abafando essa nova onda. Independente disso, os cuidados precisam ser redobrados”.

Em relação às eleições, a Sesab enviou nova nota técnica à Justiça Eleitoral recomendando que sejam adotadas medidas para impedir a realização de atos políticos que gerem aglomerações no interior do estado. Vilas-Boas classificou como “inadiável” a suspensão de comícios e carreatas. “Estamos muito preocupados. Secretários municipais pedem socorro em função das aglomerações no interior por causa da eleição. Na prática, as recomendações não têm sido seguidas e é difícil fiscalizar. É inadiável a suspensão e a proibição dos comícios e das caminhadas. Deixar a cargo do juiz ser acionado por pessoas da sociedade a gente vai ver leite derramado”, reforçou.

O secretário disse, ainda, que a taxa de ocupação de leitos pediátricos tem crescido na Bahia. “Estamos investigando se a ocupação de leitos pediátricos tem relação com a covid-19. Hoje a maior incidência é de pessoas jovens que vão a praia, paredões etc. As crianças começaram a apresentar doença grave que pode afetar vários órgãos. Quem está levando isso para elas são os irmãos, pais, tios, por meio de contatos em aglomerações. O povo baiano foi muito eficiente em combater o coronavírus, mas estamos em momento que precisamos de novo esforço”, ressaltou.


A Fundação Hospitalar de Feira de Santana divulgou os nomes de 203 mulheres que passaram à etapa de triagem do Programa de Tratamento Cirúrgico de Gigantomastia, caracterizado pelo tamanho exagerado dos seios, realizado pelo Hospital da Mulher.

A FHFS manterá contato com estas mulheres pelo telefone indicado por elas nos cadastros. A documentação exigida foi enviada pela internet, conforme protocolo publicado no dia 23 de setembro. Elas ainda passarão por consulta com o cirurgião plástico, condição sócio-econômica e dos exames médicos.

A quantidade de mulheres que enviaram a documentação foi de aproximadamente 350. No entanto, parte não apresentou a documentação correta ou faltou informação necessária para preenchimento do cadastro. Totalmente custeada pela Prefeitura de Feira de Santana, o programa é destinado exclusivamente às residentes do município e não é considerado estético, mas de saúde pública.

Como condicionantes à participação, as mamas das candidatas deverão pesar mais de 4 quilos, ter filho, carência econômica – que será confirmada por visita do serviço social, morar em Feira de Santana – será confirmado na visita e ter mais de 18 anos.

Desde 2013, quando foi criado, a cirurgia reparadora já beneficiou cerca de 300 mulheres. Os nomes podem ser lidos na edição do dia 10, do Diário Oficial do Município: www.feiradesantana.ba.gov.br.

Confira a relação: 

http://www.feiradesantana.ba.gov.br/arquivos/Relacao.pdf


Nas últimas 24h, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19 e manteve a marca de 9.882 curados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 92% dos casos confirmados. Enquanto isso, 67 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 45 novos casos de Coronavírus foram positivos hoje.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 27 pacientes internados no município e 698 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde neste domingo (11).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana:

NÚMEROS DESTE DOMINGO – 11 de outubro de 2020

Casos confirmados no dia: 45
Pacientes recuperados no dia: 0
Resultados negativos no dia: 67
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 698
Total de casos confirmados no município: 10.806 (Período de 06 de março a 11 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 671
Total de pacientes hospitalizados no município: 27
Total de recuperados no município: 9.882
Total de exames negativos: 12.228 (Período de 06 de março a 11 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 392
Total de óbitos: 226


Medidas sanitárias mais restritivas em relação ao período eleitoral foram recomendadas pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde da Bahia (Coes) recomendou, neste sábado (10).

Na sexta-feira (9) o governador Rui Costa reclamou de “micaretas” vistas em campanhas eleitorais e pediu colaboração de candidatos.

A recomendação do Coes inclui proibição de comícios, passeatas e caminhadas, bem como o acompanhamento de pessoas a pé durante as carreatas.

De acordo com o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, as recomendações foram enviadas à Justiça Eleitoral, a quem compete normatizar a questão. “O objetivo é evitar o crescimento acelerado de casos e redobrar atenção em diversas localidades, a exemplo das regiões Sudoeste, Sul, Norte e Nordeste que tem permanecido com um platô elevado de infectados e taxas de ocupação de leitos em percentuais de atenção”, explica o secretário.

O titular da pasta estadual da Saúde reitera ainda que medida semelhante foi adotada em outros estados, a exemplo da Paraíba.

A Nota Técnica 81 está disponível no site da Secretaria da Saúde (Sesab) e detalha as recomendações, sempre ratificando o uso de máscara, higienização frequente das mãos e manutenção do distanciamento social.


(Reuters) – O governo federal estima que terá 140 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 disponíveis para aplicar na população no primeiro semestre do ano que vem, somando o contrato com a farmacêutica britânica AstraZeneca e a participação do país no programa global Covax Facility, informou o Ministério da Saúde nesta quinta-feira.

De acordo com o secretário-executivo da pasta, Élcio Franco, o Brasil optou por adquirir doses para vacinar 20,2 milhões de pessoas por meio do mecanismo Covax, da Organização Mundial da Saúde (OMS), além de já ter acertado a aquisição de 100 milhões de doses da vacina em desenvolvimento pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

No total, serão 40,4 milhões de doses obtidas através do Covax, uma vez que serão duas doses por paciente, explicou.

O governo federal editou uma medida provisória destinando 1,9 bilhão de reais para a vacina de Oxford/AstraZeneca, que terá produção nacional no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e posteriormente outra MP destinando crédito de 2,5 bilhões para adesão ao Covax.

Segundo o governo, a primeira parcela da adesão ao Covax foi paga nesta quinta-feira, no valor de 830,9 milhões de reais. A iniciativa acompanha o desenvolvimento de várias possíveis vacinas contra a Covid-19, com o intuito de garantir uma ampla distribuição do imunizante globalmente quando disponível.

Além das vacinas negociadas pelo Ministério da Saúde, o Instituto Butantan, do governo de São Paulo, está produzindo uma outra vacina em parceira com a empresa chinesa Sinovac Biotech.

O secretário reiterou que a expectativa do governo é iniciar a vacinação da população no primeiro trimestre do ano que vem, mas reconheceu que pode haver atrasos no cronograma uma vez que nenhuma vacina foi aprovada até o momento e todas as candidatas ainda estão sendo testadas.


Em movimentos delicados, as mães massageiam os pés dos bebês, promovendo o relaxamento, a melhora do sono e o seu desenvolvimento. E mais: a aromoterapia, além de estimular o toque, incentiva as mães a criar laços afetivos com o bebê. O método é aplicado pelo Hospital da Mulher, em prematuros que participam do programa Mãe Canguru.

No último dia 30, a equipe de fisioterapia da unidade hospitalar promoveu uma oficina de massagem com orientações para as mães como utilizar óleos essenciais e aromáticos. De acordo com a fisioterapeuta, Lilia Oliveira, a aromoterapia é um benefício para as mães e os bebês, que nasceram antes do período previsto e, portanto, precisam ganhar o peso adequado.

“A massagem nos pés dos bebês aumenta o vínculo mãe – filho, promove relaxamento, a melhora do sono, além de transmitir amor e carinho. Também vai ajudá-lo a acelerar o seu processo de desenvolvimento e a aumentar o bem-estar. E para as mamães, algumas delas ficam ansiosas e preocupadas, a aromoterapia vai ajudá-las nesse momento de tanta ansiedade”, afirma a fisioterapeuta.

Após a oficina, a equipe de fisioterapia ouviu as mamães contarem suas experiências e desafios na maternidade. Foram entregues enxovais e brindes para mães carentes.

Secom


Aproximadamente uma em cada dez pessoas pode ter sido infectada com o novo coronavírus, deixando a grande maioria da população mundial vulnerável à covid-19, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta segunda-feira (5).

Mike Ryan, o principal especialista em emergências da OMS, disse ao Conselho Executivo da agência que os surtos da infecção estão aumentando em partes do Sudeste da Ásia, além de os casos e as mortes estarem subindo em áreas da Europa e na Região Leste do Mediterrâneo.

“Nossas melhores estimativas atuais nos dizem que cerca de 10% da população global podem ter sido infectadas por esse vírus. Varia dependendo do país, varia de urbano a rural, varia dependendo de grupos. Mas o que isso significa é que a vasta maioria do mundo continua em risco”, disse Ryan. “Estamos entrando em um período difícil. A doença continua a se espalhar.”

A OMS apresentou às autoridades chinesas, para consideração, uma lista de especialistas para fazer parte de uma missão internacional à China a fim de investigar a origem do novo coronavírus, afirmou o especialista.


O recadastramento do Sistema Único de Saúde (SUS) para moradores de Feira de Santana pode ser feito até o dia 31 outubro e é obrigatório até para quem tem plano de saúde.

Assim como na capital baiana, a atualização cadastral pode ser feita de forma presencial nas unidades de saúde de Feira, através de agente comunitário de saúde ou por meio do formulário digital, disponível na internet. Os documentos necessários para a atualização incluem o RG ou certidão de nascimento, CPF ou cartão SUS, e um comprovante de residência em nome do usuário ou de algum familiar.

Segundo a Prefeitura de Feira de Santana, o recadastramento já alcançou 70% da população, cerca de 100 mil pessoas. O objetivo é alcançar todos os moradores. As pessoas que atualizaram o cadastro no início deste ano não precisam fazer isso novamente.

A medida segue determinação do Governo Federal, que instituiu um novo modelo de financiamento para a Atenção Primária, sendo o cadastramento a principal estratégia de transferência de recursos da União para as prefeituras.

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