O presidente do PSDB estadual e deputado Federal Thiago Correia se demonstrou muito esperançoso com a eleição de Zé Ronaldo (União Brasil) em Feira de Santana. De acordo com Correia, o partido decidiu apoiar a candidatura de Zé devido a força que ele tem no município.
“Ele foi o deputado mais votado na cidade com quase 43 mil votos mostrando a força que ele tem no município. Entendendo e fazendo a leitura do que as pesquisas mostravam e, considerando a polarização muito forte entre Zé Ronaldo e Zé Neto, nós resolvemos fazer essa aliança com Zé Ronaldo. E acreditamos que essa aliança vai consagrar a eleição do Zé Ronaldo ainda no primeiro turno”, apontou.
De acordo com o deputado, a escolha de Pablo Roberto como vice da chapa é “um passo atrás para depois dar dois na frente” para Pablo. Todavia, é o momento para ele se fortalecer com esta aliança.
“Pablo Roberto tem um futuro político brilhante. Tenho certeza que será prefeito de Feira de Santana, basta esperar o momento certo. Então eu acho que foi uma das alianças que vai produzir um resultado muito positivo”,finalizou Correia.
O bispo Augusto Sá Barreto, líder da Igreja Aliança, onde congrega o cantor gospel Sandro Nazireu, candidato a vice-prefeito na chapa de Zé Neto (PT), declarou apoio a José Ronaldo (União Brasil) a prefeito de Feira de Santana. A decisão foi anunciada durante reunião com diversos pastores de Feira de Santana, na noite desta segunda-feira (06).
Durante o encontro, no qual José Ronaldo também esteve presente, o bispo Augusto Sá Barreto afirmou que ele e sua igreja não concordam e nunca apoiaram a ideia de Sandro Nazireu de se aliar a Zé Neto.
O bispo considera que as pautas defendidas pelo grupo de Zé Neto são incompatíveis com os ensinamentos bíblicos, seguidos rigorosamente pelos fiéis das igrejas evangélicas.
A reunião contou com a presença de dezenas de pastores de Feira de Santana, que por decisão unânime anunciaram apoio a José Ronaldo para prefeito da cidade. Fonte: Site Sem Censura
O texto prevê também a destinação de recursos para a reforma da Vila Olímpica no Rio de Janeiro
Rebeca Andrade comemora com a bandeira do Brasil, depois de ganhar medalha de ouro na final do Solo Feminino de Ginástica Artística – 5/8/2024 | Mike Blake/Reuters
O deputado Fernando Máximo (União-RO) propôs um projeto de lei que tem o objetivo de privatizar a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e usar os recursos da venda da empresa na formação de atletas olímpicos e paralímpicos. O texto, apresentado na semana passada, autorizaria — entre outras melhorias — a destinação de recursos para a reforma da Vila Olímpica no Rio de Janeiro.
Os recursos previstos no Orçamento da União para a manutenção e a operação da EBC, cerca de R$ 600 milhões, seriam direcionados ao Programa de Formação de Jovens Atletas Paralímpicos.
Deputado argumenta pela privatização da EBC
No projeto, o deputado argumenta que a EBC enfrenta “desafios significativos relacionados à sustentabilidade financeira e à eficiência operacional”.
O deputado Fernando Máximo (União-RO) protocolou a proposta na semana passada | Foto: Divulgação/Câmera dos Deputados
“A privatização da EBC e a destinação dos recursos obtidos para essas finalidades não apenas modernizam a administração pública, mas também fortalecem o esporte no país”, diz o deputado. “A ideia é criar uma base sólida para o futuro das competições olímpicas e paralímpicas brasileiras e promover a inclusão social e a excelência esportiva.”
O investimento na formação de atletas olímpicos
O apoio na formação dos atletas é diversificado e envolve recursos financeiros, capacitação técnica e programas de desenvolvimento de talento. Aqui estão os principais componentes desse investimento:
Lei Agnelo/Piva
A Lei Agnelo/Piva destina 2% da arrecadação bruta das loterias federais para o esporte olímpico e paralímpico brasileiro. Em 2023, esses recursos representaram aproximadamente R$ 300 milhões, sendo distribuídos da seguinte forma:
Comitê Olímpico do Brasil (COB): R$ 200 milhões.
Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB): R$ 100 milhões.
Bolsa Atleta
O programa Bolsa Atleta tem orçamento anual que gira em torno de R$ 80 milhões a R$ 90 milhões. As bolsas são distribuídas em várias categorias, com valores que variam conforme o nível do atleta:
Atleta de base: R$ 370 por mês.
Atleta estudantil: R$ 370 por mês.
Atleta nacional: R$ 925 por mês.
Atleta internacional: R$ 1.850 por mês.
Atleta olímpico e paralímpico: R$ 3,1 mil por mês.
Atleta pódio: Entre R$ 5 mil e R$ 15 mil por mês, dependendo da colocação no rankingmundial.
A contribuição da iniciativa privada e das estatais
Empresas como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Petrobras, entre outras, também investem valores significativos em patrocínios. Esse montante varia, mas algumas estimativas são:
Banco do Brasil (patrocínio ao vôlei): R$ 40 milhões anuais.
Petrobras (patrocínios diversos, incluindo esportes aquáticos): R$ 30 milhões anuais.
Programas estaduais e municipais variam em valor, mas alguns Estados, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, possuem orçamentos anuais entre R$ 5 milhões e R$ 20 milhões para apoio ao esporte de alto rendimento.
Atendendo a convite da classe empresarial de Feira de Santana, o candidato a prefeito José Ronaldo (União Brasil) compareceu a esse encontro, no final da manhã desta segunda-feira (05), quando discutiu várias ideias da classe empresarial, das entidades representativas e respondeu a todas as perguntas que a ele foram dirigidas, O evento foi realizado no auditório do edifício empresarial Multiplace, na manhã desta segunda-feira (05).
Experiente administrador público, José Ronaldo, que esteve presente ao encontro acompanhado do candidato a vice-prefeito Pablo Roberto (PSDB), encerrou o ciclo de debates dos candidatos com a classe empresarial. Antes dele também passaram pela roda de conversa outros dois candidatos que concorrem à Prefeitura de Feira de Santana.
José Ronaldo ressaltou que o diálogo com os mais diversos segmentos organizados da sociedade feirense é o melhor caminho para o desenvolvimento da cidade. Uma receita, aliás, que pontuou outras oportunidades em que o candidato já esteve como gestor do Governo Municipal.
Estiveram presentes representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), do Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Feira de Santana, da Associação Comercial e Empresarial e do Centro das Indústrias.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viveu momentos de tensão durante uma visita oficial ao Chile nesta segunda-feira (5). Durante uma cerimônia em que depositava uma oferenda floral no monumento em homenagem ao general Bernardo O’Higgins, em Santiago, ele foi vaiado por manifestantes presentes no local.
O episódio de vaia ocorreu justamente no instante em que Lula foi anunciado pelo mestre de cerimônias, no momento em que se dirigia ao monumento. A comitiva do presidente brasileiro incluía ministros como Mauro Vieira (Relações Exteriores), Nísia Trindade (Saúde), Carlos Fávaro (Agricultura) e Celso Amorim, assessor especial para assuntos internacionais.
As imagens transmitidas pelo canal do governo no Youtube mostram que os ministros procuraram identificar os manifestantes, enquanto Lula permaneceu impassível diante do protesto. Lula está no Chile para uma visita oficial de dois dias, nesta segunda (5) e terça-feira (6), focando em assuntos de interesse mútuo entre Brasil e Chile, como comércio e questões políticas do continente.
A viagem inclui discussões sobre a crise na Venezuela, um tema que tem gerado divergências entre Lula e o presidente chileno Gabriel Boric. Apesar de não estar oficialmente na agenda, a expectativa é de que ambos abordem a questão durante as conversas.
Lula e Boric: divergências sobre a Venezuela e a Ucrânia
Gabriel Boric, presidente do Chile, tem se posicionado fortemente contra a reeleição de Nicolás Maduro na Venezuela. Em contraste, Lula tem adotado um tom mais diplomático, exigindo a divulgação pública e detalhada das atas de votação. Os dois líderes planejam uma reunião privada na manhã desta terça-feira (6) para discutir esse e outros temas pertinentes.
Vale lembrar que esta reunião entre Lula e Boric ocorre um ano após uma pequena rusga entre os dois presidentes em relação à guerra na Ucrânia. Lula havia, na época, relativizado a responsabilidade da Rússia, o que gerou críticas de Boric durante a cúpula entre a União Europeia e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
Boric insistiu que a declaração final da cúpula deveria adotar uma postura mais crítica à Rússia, enquanto Lula argumentou que aquele não era o ambiente apropriado para tal postura. “Eu não tenho por que concordar com o Boric, é uma visão dele. Eu acho que a reunião foi extraordinária. Possivelmente, a falta de costume de participar dessas reuniões faz com que um jovem seja mais sequioso, mais apressado, mas as coisas acontecem assim”, disse Lula na época.
O contexto político atual
Gabriel Boric respondeu às críticas de Lula afirmando que “não me sinto ofendido com a declaração, me sinto tranquilo. Hoje podemos ter nuances a respeito disso, mas a posição do Chile é de princípios e nisso acho que temos que ser categóricos, não podemos deixar margem para dúvidas”.
Essa nova visita de Lula ao Chile promete ser decisiva para alinhavar posições entre os dois países. Fica evidente que, além das relações comerciais e políticas, ambos os presidentes precisam encontrar um terreno comum para lidar com as crises que assolam a América Latina, como a situação na Venezuela e as repercussões do conflito na Ucrânia.
O presidente estadual do Partido Republicanos (PR), deputado federal Márcio Marinho, anunciou, neste fim de semana, que seu partido vai se manter firme na coligação com o candidato a prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho (União Brasil). A validação do apoio a José Ronaldo visando as eleições do próximo dia 6 de outubro foi definida pelo Partido Republicanos após reunião do diretório estadual. E, com isso, o partido põe fim às especulações de que estaria deixando a coligação para lançar candidato próprio ou mesmo migrar para a base de apoio ao candidato da oposição. A decisão anunciada pelo presidente do PR divulgada no site BNews (www.bnews.com.br), edição deste domingo (04), um dia após o governador Jerônimo Rodrigues (PT) comemorar, enquanto participava de convenção de seu partido em Feira de Santana, que estava “namorando” uma parceria com o Republicanos visando as eleições municipais.
Pesquisa encomendada à empresa Economic Pesquisa, Consultoria Empresarial pela Consulte Consultoria/site Bahia na Política mostra o cenário eleitoral em Feira de Santana, com uma disputa que deve ser decidida em um único turno, tendo em vista que os números indicam que a polarização se dá entre dois nomes (José Ronaldo e Zé Neto), mesmo tendo três na disputa, sendo o terceiro nome, Carlos Medeiros, do partido Novo. Estando a 65 dias das eleições, já que a pesquisa foi feita entre os dias 29,30,31 de julho e 1º de agosto de 2024, e as eleições ocorrem em 6 de outubro de 2024, estamos trabalhando com esse cenário, de turno único, entendendo que matematicamente é possível.
Veja os números:
Estimulada:
José Ronaldo: 44,90%
Zé Neto: 25,70%
Carlos Medeiros: 2,80
Branco/Nulo: 13,80
Não sabe/Não opinou: 12,80%
Espontânea:
José Ronaldo: 38,70%
Zé Neto: 23,30%
Carlos Medeiros: 1,30%
Pablo Roberto: 0,50%
Colbert Martins: 0,50%
Branco/Nulo: 14,00
Não sabe/Não opinou: 21,70%
A pesquisa foi realizada em 18 áreas de abrangência, em conformidade com o ELO – Cadastro de Eleitores do Município, fornecido pelos cartórios das Zonas Eleitorais 154ª, 155ª, 156ª e 157ª, contemplando o centro e 35 bairros da sede, com aplicação de 860 questionários. Já na zona rural foram quatro distritos, com aplicação de 140 questionários, totalizando 1.000 entrevistados. A margem de erro é de 3,09%, para mais ou para menos, e o grau de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o nº BA-04005/2024.
O líder esquerdista do Brasil oferece apoio político crucial ao ditador da Venezuela e está do lado errado da história, afirma Mary Anastasia O’Grady
Maduro e Lula durante visita do ditador ao Brasil em maio de 2023 | Foto: Ricardo Stuckert/PR
Artigo assinado pela jornalista Mary Anastasia O’Grady publicado neste domingo, 4, pelo The Wall Street Journal (WSJ) afirma que o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, ajuda Maduro na fraude das eleições da Venezuela, realizadas em 28 de julho, está do lado errado da história. Ela também chama Lula de comunista, questiona as urnas eletrônicas brasileiras, o apoio do PT a Maduro e abstenção do Brasil na OEA.
A jornalista do WSJ, especializada na cobertura de temas políticos da América Latina, começa o artigo lembrando que “oesquerdista de 78 anos passou sua vida adulta apoiando Fidel Castro enquanto afirmava se importar profundamente com direitos humanos e democracia”, em referência ao ditador comunista cubano morto em 2016.
“Lula praticamente se safou. Mas agora ele está até o pescoço na defesa da ditadura militar de Nicolás Maduro enquanto o venezuelano tenta roubar uma eleição.”
O’Grady diz que Lula segue sendo comunista, “tão vermelho quanto um bife cru”. “Não há nada remotamente civilizado em colocar o objetivo da dominação ideológica acima das vidas de milhões de civis venezuelanos inocentes, como ele está fazendo.”
O Foro de São Paulo
A colunista lembra que Lula, ao lado de Fidel, é um dos fundadores do Foro de São Paulo, grupo que reúne latino-americanos comprometidos com o comunismo. “É um equivalente moderno da Internacional Comunista, também conhecida como Komintern, organizada em 1919 para fazer a revolução mundial”, descreve.
Ela acrescenta que os membros do foro “se opõem ao Estado de Direito e acreditam na coordenação da tomada do poder por todos os meios necessários”. E é exatamente dessa forma que Lula está agindo agora — mesmo se autoproclamando como um mediador do conflito, ele “está colocando seu polegar na balança para o regime” de Maduro.
As fraudes na Venezuela e o endosso do PT
No artigo, a jornalista lembra que as fraudes foram sistematizadas pela oposição e há centenas de registros das atas. Organizações internacionais e países democráticos já reconheceram a fraude.
“Maduro concordou com a eleição no ano passado porque pensou que poderia roubá-la, já que o regime roubou muitas eleições no passado”, afirma a jornalista. “A oposição o enganou. Um exército de testemunhas contou os votos junto com testemunhas do partido socialista no poder. A oposição carregou imagens dessas folhas de contagem na web para todo o mundo ver.”
O’Grady lembra que o PT, partido do presidente brasileiro, validou a “vitória” de Maduro e cita as declarações de Lula — de que não houve nada de anormal nas eleições da Venezuela.
“O Partido dos Trabalhadores de Lula endossou a reivindicação de vitória do Sr. Maduro. Eles perderam os últimos 25 anos da política venezuelana, nos quais o regime destruiu toda a independência institucional?”, questiona a jornalista.
As urnas eletrônicas brasileiras
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Em seguida, ela critica o sistema eleitoral brasileiro, feito integralmente pela urna eletrônica e sem comprovante impresso.
“É possível que Lula não queira se opor a uma eleição sem verificação na qual um tribunal politizado tem a palavra final porque é assim que as coisas funcionam no Brasil. Seu sistema de votação eletrônica não fornece um recibo de papel, e não há como auditar uma eleição”, afirma Mary O’Grady.
O relatório da OEA e abstenção do Brasil
O’Grady também lembra que um relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA) demonstra, com clareza, a total falta de transparência na Venezuela. “A evidência mostra um esforço do regime para ignorar a vontade da maioria expressa nas pesquisas por milhões de homens e mulheres venezuelanos”, disse a OEA em um relatório.
Mas na última quarta-feira, 31, uma resolução da OEA exigindo que a Venezuela publicasse os resultados da votação para provar que não houve fraude falhou por um voto. “O Brasil se absteve”, lembra a jornalista.
Lula está do lado errado da história ao apoiar Maduro, diz colunista do WSJ
Maduro foi recebido no Brasil, por Lula, com honras de chefe de Estado – 29.05.2023 | Foto: Ricardo Stuckert/PR
A colunista do WSJ também cobra do governo de Joe Biden pressão sobre Maduro e seus aliados, especialmente na forma de sanções individuais. “Os figurões do regime odeiam particularmente sanções individuais direcionadas, que os impedem de viajar para os playgrounds do mundo e aproveitar seus ganhos ilícitos. Os EUA também podem restaurar políticas que restrinjam o acesso do regime aos mercados internacionais de petróleo”, sugere.
Por fim, Mary O’Grady afirma que o Brasil, assim como as ditaduras do Oriente que já validaram a “reeleição” de Maduro, está do lado errado da história. “Cuba, Rússia, China e Irã estão todos do lado do Sr. Maduro e do lado errado da história. Lula também”, finaliza.
Por decisão unânime, dirigentes dos diretórios municipal, estadual e nacional e também de todos os candidatos a vereador pela sigla em Feira de Santana, o PDT reafirma apoio à candidatura de José Ronaldo (União Brasil) a prefeito de Feira de Santana. A decisão foi anunciada na manhã deste domingo (04), durante coletiva à imprensa no auditório do Hotel Ibis. O candidato a prefeito José Ronaldo recebeu com satisfação a confirmação da parceria para o PDT marchar junto com sua coligação rumo as eleições deste ano visando a vitória já no primeiro turno, no dia 6 de outubro. Ele lembrou que o seu partido e o PDT historicamente estão unidos desde a sua primeira eleição para prefeito de Feira de Feira de Santana. A oficialização do apoio do PDT a José Ronaldo põe fim às especulações de rompimento de uma parceria de sucesso de mais de 20 anos nesta cidade. “Gostaria de agradecer a todos os líderes do partido, o presidente municipal do PDT, Silvano Alves; o presidente estadual, deputado federal Félix Mendonça; o membro do partido na cidade Zé Chico e a todos os candidatos a vereador, que estão aqui apoiando esta união, assim como também está presente o presidente municipal do PMN, Carlos Almeida”, destacou.
Foto: Divulgação
O presidente do diretório municipal do PDT, Silvano Alves, reafirmou a importância desta aliança do seu partido. E revelou que a decisão de bater o martelo confirmando a união partidária foi tomada após ouvir os presidentes estadual e nacional, o diretório municipal, todos os candidatos e filiados ao partido. “Reafirmamos o compromisso da aliança confiantes de sairmos vitoriosos no dia 6 de outubro”, concluiu.
O deputado federal Capitão Alden (PL) reiterou o seu apoio à presidência de João Roma no PL Bahia. Em entrevista à emissora de rádio na cidade de Irecê, ele desmentiu veementemente os boatos de que estaria participando de articulações em Brasília pela mudança do comando estadual do partido.
“Tanto eu quanto Roma somos militares e sabemos da importância do respeito à hierarquia e a lealdade. Temos cada um o nosso espaço dentro do partido e não há conflitos por espaços”, afirmou o parlamentar.
Para Alden, as divergências quando ocorrem são discutidas internamente com conversa e diálogo. “Os boatos buscam desestabilizar a nossa relação que tem se pautado no respeito e comprometimento com fortalecimento do partido. Temos um objetivo comum: derrotar a esquerda na Bahia”.
O deputado federal Capitão Alden assinalou ainda que certos veículos de comunicação não têm se pautado pelo bom jornalismo ao dar voz a fake news baseadas em meras especulações, sem qualquer respaldo. “Não será servindo a nossos adversários que conseguirão abalar a unidade do PL Bahia”.