Um adolescente morreu nesta sexta-feira (14), no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, após ser baleado em uma troca de tiros com policiais da da 66ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), no bairro SIM, em Feira de Santana.
Conforme publicou o Acorda Cidade, a companhia afirmou que foi acionada e uma guarnição foi deslocada para o local em busca do suspeito. No local, os policiais viram um homem armado. Foi dada a voz de prisão, mas segundo a polícia, o adolescente resistiu a ordem e atirou. Durante a troca de tiros, ele foi baleado e socorrido para o HGCA, onde morreu.
O levantamento cadavérico foi realizado no HGCA pelo delegado André Luís Ribeiro. Com ele foi encontrado um revólver Smith & Wesson calibre 32, numeração não identificada, com quatro munições, sendo duas intactas e duas deflagradas.
O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu habeas corpus determinando que Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), fique em prisão domiciliar.
Um dos argumentos centrais do magistrado é que os fatos narrados para determinar a detenção, de 2018 e 2019, não têm atualidade e por isso não justificariam a permanência do PM aposentado no cárcere.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou nesta sexta-feira (14) uma operação contra suspeitos de aplicar golpes com falsos títulos de clubes de viagens. Intitulada de Logro Fácil, a ação tenta cumprir 11 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão. Até 9h, cinco pessoas foram presas.
Segundo a polícia, os golpistas obtinham o cadastro de clubes de viagens — a maioria já fechada — e entravam em contato com as vítimas, quase sempre idosos. A partir disso, os suspeitos alegavam que a pessoa teria direito a um reembolso por cada ano não usado do clube. Para receber, porém, os criminosos alegavam que era necessário gerar um título, de cerca de R$ 8 mil.
A mãe de Eliza Samudio, Sônia Silva Moraes, revelou como contou ao neto, Bruninho Samudio, sobre a morte da mãe dele. Ela também falou sobre a forma como o menino de 10 anos soube do envolvimento do próprio pai, o goleiro Bruno Fernandes, no crime.
– Sempre falei pra ele que na hora que ele quisesse saber a verdade, eu contaria. Ele ficou assustado, porque eu contei que o pai dele matou uma pessoa e havia tentando contra a vida de uma outra, mas que essa outra pessoa estava viva e bem. Mas quando ele me fez a pergunta: ‘quem era a outra pessoa’, eu respondi: ‘era você’. Ele ficou se perguntando o por quê, e eu disse que ainda não sabia – disse ela ao jornal EXTRA.
Sônia, que tem a guarda do neto, disse ainda como o garoto se sente em relação a Bruno.
– Ele só não tem conhecimento da forma como a mãe foi assassinada. Sempre quando passa algum noticiário sobre o pai dele, eu pego e desligo a TV. Fico vigiando, mas uma hora ele vai entrar na internet e descobrir muitas coisas. Ele sabe que a mãe dele foi morta, que os assassinos sumiram com o corpo e que o pai foi condenado. As pessoas acham que ele é uma criança que odeia o pai, e não é. Outro dia mesmo ele falou para uma amiga minha que perguntou se ele tinha raiva, mágoa ou ódio do pai, e ele respondeu: ‘Não posso ter raiva nem amor daquilo que eu não conheço’ – falou.
Ela garante que Bruninho por enquanto não quer contato com o pai.
– Até hoje ele não manifestou a vontade de conhecer o pai, mas se ele quiser, eu vou respeitar. Não posso fazer uma escolha por ele. Vou apoiá-lo. Mas hoje o meu neto não quer ter contato com o pai. Afinal de contas, tiraram o bem maior dele, a mãe – afirmou.
A família vive em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O sustento é garantido pela renda do marido de Sônia, que trabalha com tapeçaria.
Em sua própria defesa, Sônia garante que nunca incentivou sentimento de ódio no neto.
– Diferentemente de alguns comentários que eu vejo, eu não promovo o ódio do Bruninho contra o pai dele. Não faço alienação parental contra o pai. Eu, pessoalmente, deveria querer que o Bruno sumisse da face da Terra, mas não é isso. Quero que ele viva, que Deus abençoe a vida dele, porque o que ele fez com a minha filha, ele vai pagar aqui – declarou.
Já sobre a contratação de Bruno para um time do Acre, a mãe de Eliza disse estar indignada.
– Ele tirou a vida da minha filha e o direito do meu neto de ter a mãe por perto. No entanto, ele mesmo sendo um assassino, não teve os direitos tirados pela Justiça. O Bruno anda livremente para tudo quanto é canto, não tem uma vigilância. Não é justo – desabafou ela ao jornal carioca.
O Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc) cancelou a paralisação de 24h que faria nesta quarta-feira, 12, após o Tribunal da Justiça da Bahia (TJ-BA) declarar que o ato seria ilegal. Caso a paralisação acontecesse, a multa diária seria de R$30 mil.
O presidente do Sindpoc, Eustácio Lopes, afirmou que a greve aconteceria porque o órgão não está cumprindo os protocolos de biossegurança para prevenção da Covid-19. Ainda conforme Lopes, até agua está faltando nas delegacias do estado.
Outra acusação do sindicato é que os testes para detectar a Covid-19 foram proibidos de serem realizados. A Polícia Civil foi questionada sobre as acusações do sindicato, porém, até o momento, não retornou o contato.
Apesar da suspensão, o Sindpoc protocolou na manhã desta terça-feira, no prédio Governadoria no Centro Administrativo da Bahia (CAB), um ofício pedindo que o governador determine a implementação das medidas de segurança
Em toda Bahia, seis policiais civis já morreram de coronavírus e 493 foram infectados, conforme dados do Sindpoc. Atualmente, dos 5.436 funcionários da Polícia Civil, cerca de 4,7 mil estão trabalhando na instituição.
O presidiário José Adenildo Ferreira da Silva, 33 anos, morreu por volta das 15h10 de domingo (9) no Hospital Geral Clériston Andrade. Segundo a polícia, ele foi levado à unidade de saúde por policiais penais após ter sido agredido fisicamente. Ele apresentava hematomas extensos e pequenas escoriações pelo tórax.
Ainda segundo a polícia, o detento morreu ao chegar ao hospital. José Adenilto é o segundo preso do Conjunto Penal de Feira de Santana que morreu neste ano. O primeiro foi Naelson de Jesus Ribeiro, o Dingo, morto no dia 20 de março. Ele foi encontrado enforcado no interior da cela 6 no Pavilhão 6. O mesmo foi preso em setembro de 2016 por estupro.
Um idoso de 65 anos morreu na noite de sábado (8), em Feira de Santana, depois que um portão caiu em cima dele. O acidente aconteceu com Antonio da Silva Melo, na Avenida Rio de Janeiro, bairro Pedra do Descanso.
Antonio Melo era morador do bairro Tomba e a informação é de que o portão de um galpão saiu do trilho e o idoso não conseguiu escapar.
Informações Acorda Cidade Foto: Ed Santos/ reprodução
Os policiais civis da Bahia devem realizar uma paralisação de 24 horas na próxima terça-feira, 11, segundo informou o sindicato da categoria (Sindpoc) em comunicado divulgado nas redes sociais.
De acordo com a entidade, o acordo foi decidido na última quarta-feira, 5, durante assembleia geral realizada em uma plataforma virtual. Ainda segundo o sindicato, mais de 250 servidores, entre delegados, investigadores, escrivães e peritos participaram da reunião remotamente. Entre as pautas aprovadas, está a paralisação, com carreata saindo do prédio da Polícia Civil, na Piedade, até o prédio da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.
Conforme o último boletim publicado pelo Sindpoc, mais de 450 policiais já foram infectados pelo coronavírus, e seis morreram em decorrência da doença.
Diante do quadro, os servidores aprovaram também a expedição de ofícios que serão entregues na Governadoria e na Secretaria de Relações Institucionais, solicitando a implantação do protocolo de biossegurança para prevenção da Covid-19, liberação dos testes nas unidades policiais e pagamento do adicional de insalubridade. Além disso, será feita uma denúncia junto ao Ministério Público do Trabalho referente à determinação do delegado geral, Bernardino Brito, em proibir a testagem rápida nas delegacias territoriais e sede do DPT
Nesta quinta-feira (6) o secretário de comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, foi vítima de um assalto quando saia da casa dos seus pais. Segundo a coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, ele reagiu ao assalto e correu atrás do suposto bandido.
Ainda de acordo com a coluna, o secretário que estava com seus pais no momento da ação, sacou uma arma, com isso o suposto criminoso tentou fugir, mas Wajngarten o perseguiu até conseguir alcança-lo e imobiliza-lo até a Polícia chegar.
Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) emitiu parecer favorável ao pedido feito pela defesa de Iuri Sheik para que o diretor da Cadeia Pública de Salvador entregue a ele o prontuário médico referente a exames realizados na instituição.
A briga judicial pelo relatório do médico acontece desde abril deste ano, quando os advogados de Iuri Sheik entraram com um mandado de segurança junto ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), alegando que o Centro Médico da Cadeia Pública de Salvador, onde o empresário está detido, se negou a fornecer o documento.
Inicialmente, o pedido já havia sido deferido por juiz de primeira grau, no processo em que a defesa do empresário pede a revogação da prisão preventiva, ficando a direção da Cadeia Pública inerte e, consequentemente, motivando a impetração do mandado de segurança.
Ao se manifestar, o MP-BA emitiu parecer favorável, defendendo que, “de fato, o Prontuário Médico não pode ser negado ao custodiado e ao seu defensor regularmente constituído” (…) sendo este “direito do paciente, tendo o interessado a faculdade de conhecer seu estado clínico e procedimento médico adotado”.
“Assim, evidenciada a presença do direito líquido e certo do Impetrante, analisado por todos os ângulos, razão pela qual opina o Ministério Público pela concessão da segurança, confirmando os efeitos da tutela antecipada”, escreveu a promotora Lívia de Carvalho da Silveira Matos em parecer emitido nesta quinta-feira (6).
Revogação da prisão Em 6 de julho deste ano, o advogado de Iuri Sheik, Victor Valente, entrou mais uma vez com um pedido de revogação da prisão preventiva do empresário, acusado de assassinar William de Oliveira, em 26 de junho de 2019.
No pedido de liberdade, a defesa reitera ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) a condição de risco do detento em decorrência da pandemia da Covid-19, uma vez que, segundo documentação anexada ao processo, ele é portador de asma agudizada.
No entanto, ainda não houve manifestação da Cadeia Pública quanto à condição de saúde do detento, motivo pelo qual foi impetrado o mandado de segurança.