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Os primeiros países a celebrar o Ano Novo ficam na região do Pacífico e da Oceania.

Réveillon 2024: Veja imagens da chegada do ano novo pelo mundo

Réveillon 2024: Veja imagens da chegada do ano novo pelo mundo 

As comemorações do Ano Novo 2024 já começaram pelo mundo. Os primeiros países a celebrar o Ano Novo ficam na região do Pacífico e da Oceania. Depois, comemoram o réveillon os países da Ásia, da África e da Europa. 

Fogos de artifício na Sky Tower em Auckland, Nova Zelândia, para celebrar o Ano Novo na segunda-feira, 1º de janeiro de 2024 — Foto: Hayden Woodward/New Zealand Herald via AP

Fogos de artifício na Sky Tower em Auckland, Nova Zelândia, para celebrar o Ano Novo na segunda-feira, 1º de janeiro de 2024 — Foto: Hayden Woodward/New Zealand Herald via AP 

A Nova Zelândia foi um dos primeiros países a celebrar a entrada de 2024, com uma queima de fogos de artifício em Auckland. 

O show de fogos de artifício aconteceu na Sky Tower de Auckland, que tem 328 metros de altura. Os fogos iluminaram o céu noturno nublado e foi acompanhado por um show de luz laser e animação. 

Celebração do Ano Novo na Nova Zelândia — Foto: Reuters

Celebração do Ano Novo na Nova Zelândia — Foto: Reuters 

Sidney, na Austrália, recebeu 2024 com uma longa queima de fogos diante da Sidney Opera House e da Harbour Bridge. 

Chegada de 2024 na Austrália — Foto: DAVID GRAY / AFP

Chegada de 2024 na Austrália — Foto: DAVID GRAY / AFP 

Chegada de 2024 em Sidney, na Austrália — Foto: Mark Baker/AP

Chegada de 2024 em Sidney, na Austrália — Foto: Mark Baker/AP 

Fogos na festa de Ano Novo em Sidney, Austrália — Foto: Izhar KHAN / AFP

Fogos na festa de Ano Novo em Sidney, Austrália — Foto: Izhar KHAN / AFP 

Fogos na Ponte Harbour, em Sidney, na virada para o ano de 2024 — Foto: Mark Baker/AP

Fogos na Ponte Harbour, em Sidney, na virada para o ano de 2024 — Foto: Mark Baker/AP 

Fogos de artifício explodem no porto de Sydney durante as celebrações da véspera de Ano Novo em Sydney, domingo, 31 de dezembro de 2023. — Foto: Dan Himbrechts/AAP Image via AP

Fogos de artifício explodem no porto de Sydney durante as celebrações da véspera de Ano Novo em Sydney, domingo, 31 de dezembro de 2023. — Foto: Dan Himbrechts/AAP Image via AP 

Fogos de artifício em Sidney, na preparação para a virada do ano, neste domingo (31) — Foto: AP

Fogos de artifício em Sidney, na preparação para a virada do ano, neste domingo (31) — Foto: AP 

No templo budista Zojoji, japoneses tocaram um sino para celebrar a entrada de 2024, minutos depois da meia-noite, em Tóquio. 

Japoneses tocam um sino gigante para celebrar a entrada de 2024, no templo budista Zojoji, minutos depois da meia-noite de segunda-feira, 1º de janeiro de 2024, em Tóquio — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko

Japoneses tocam um sino gigante para celebrar a entrada de 2024, no templo budista Zojoji, minutos depois da meia-noite de segunda-feira, 1º de janeiro de 2024, em Tóquio — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko 

Na Indonésia, pessoas se reuniram para observar uma fonte de água no principal distrito comercial de Jacarta, antes da virada. 

Na Indonésia, pessoas se reúnem para observar uma fonte de água no principal distrito comercial de Jacarta, antes da virada. — Foto: AP Photo/Achmad Ibrahim

Na Indonésia, pessoas se reúnem para observar uma fonte de água no principal distrito comercial de Jacarta, antes da virada. — Foto: AP Photo/Achmad Ibrahim 

Sul coreanos se preparam para a chegada do Ano Novo. 

Casal tira foto diante de painel luminoso em festa em Seul, na Coreia do Sul, neste domingo (31) — Foto: Kim Hong-Ji/Reuters

Casal tira foto diante de painel luminoso em festa em Seul, na Coreia do Sul, neste domingo (31) — Foto: Kim Hong-Ji/Reuters 

As horas que antecedem o Ano Novo no Nepal. 

Homens vestidos como animais dançam em  desfile para marcar o início do novo ano, conhecido como "Tamu Loshar" em Katmandu, Nepal, neste domingo (31) — Foto: Niranjan Shrestha/AP

Homens vestidos como animais dançam em desfile para marcar o início do novo ano, conhecido como “Tamu Loshar” em Katmandu, Nepal, neste domingo (31) — Foto: Niranjan Shrestha/AP

Informações G1


REUTERS/ Gonzalo Fuentes

Dono do X (ex-Twitter), CEO da Tesla e fundador da SpaceX, Elon Musk termina o ano de 2023 como a pessoa mais rica do mundo, segundo o ranking da Bloomberg. A fortuna do bilionário –que havia caído US$ 138 bilhões em 2022, ano da compra do Twitter– agora é avaliada em US$ 232 bilhões (R$ 1 trilhão).

Esse total é US$ 53 bilhões maior que as fortunas do 2º e 3º colocados do ranking. Bernard Arnault, dono do grupo LVMH (Louis Vuitton, Dior) e Jeff Bezos, fundador da Amazon, estão empatados com US$ 179 bilhões. Musk voltou à liderança em junho deste ano, quando ultrapassou Bezos.

Dentre os 15 mais ricos da lista, há apenas uma mulher: Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal e a 1ª mulher a alcançar a fortuna de US$ 100 bilhões. Dos 15 melhor colocados, 8 são empresários do setor de tecnologia.

A lista completa dos bilionários, com 500 nomes têm outros 32 que atuam nesse setor. Segundo a Bloomberg, a fortuna desse grupo aumentou 48% (US$ 658 bilhões) em 2023, um ano marcado pelas demissões em massa nas big techs e pelo avanço da inteligência artificial.

Bill Gates, que já foi o mais rico do mundo e tem se dedicado a ações de caridade nos últimos anos, é o 4º da lista. Outro nome ligado à Microsoft, Steve Ballmer, que presidiu a empresa e hoje é dono do Los Angeles Clippers, está em 5º no ranking, com US$ 131 bilhões.

Leia a lista dos 15 primeiros:

  1. Elon Musk, CEO da Tesla e dono do X (antigo Twitter) – US$ 232 bilhões;
  2. Bernard Arnault, dono do grupo LVMH – US$ 179 bilhões;
  3. Jeff Bezos, fundador da Amazon – US$ 179 bilhões;
  4. Bill Gates, fundador da Microsoft – US$ 141 bilhões;
  5. Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft e proprietário do Los Angeles Clippers – US$ 131 bilhões;
  6. Mark Zuckerberg, fundador da Meta – US$ 130 bilhões;
  7. Larry Page, cofundador do Google – US$ 127 bilhões;
  8. Larry Ellison, cofundador da Oracle – US$ 124 bilhões;
  9. Sergey Brin, cofundador do Google – US$ 120 bilhões;
  10. Warren Buffet, investidor e acionista majoritário da Berkshire Hathaway – US$ 120 bilhões;
  11. Carlos Slim, controlador da América Móvil – US$ 104 bilhões;
  12. Francoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal – US$ 100 bilhões;
  13. Mukesh Ambani, presidente e acionista majoritário da Reliance Industries Limited – US$ 97 bilhões;
  14. Amancio Ortega, fundador da Inditex – US$ 88 bilhões;
  15. Gautam Adani, fundador do Adani Group – US$ 83 bilhões.

Poder 360


Shutterstock/Montagem Giovanna Figueredo

O Jornal Hoje bateu um recorde negativo no último sábado (23/12). O programa noticioso da Globo teve o pior desemprenho de 2023 e, segundo dados do Kantar Ibope, ficou atrás da categoria chamada “conteúdo sem referência” (streamings e YouTube).

Segundo dados revelados pelo site Notícias da TV, o Jornal Hoje marcou somente 9,3 pontos na grande São Paulo – a marca é a pior registrada em 2023.

Em comparação, o “conteúdo sem referência” marcou 10,7 pontos.

Informações TBN


Desconhecido até recentemente no Ocidente, hoje quase todo mundo já ouviu falar de kimchi, já experimentou ou até o consome regularmente.

Após séculos de existência, kimchi está finalmente triunfando fora da Coreia — Foto: Getty Images via BBC

Após séculos de existência, kimchi está finalmente triunfando fora da Coreia — Foto: Getty Images via BBC 

Você já experimentou kimchi? 

Se tivéssemos feito estas perguntas há dez anos, é possível que muitos respondessem com um sonoro “não”. 

Mas, na última década, e especialmente desde a pandemia, a especialidade coreana ganhou destaque em supermercados, restaurantes e lares em todo o mundo. 

Contamos o que está por trás da popularidade deste prato tradicional e como ele se tornou um negócio global multimilionário. 

Tigelas de kimchi nunca faltam nas mesas coreanas — Foto: Getty Images via BBC

Tigelas de kimchi nunca faltam nas mesas coreanas — Foto: Getty Images via BBC 

O povo coreano, hoje dividido entre o norte comunista e o sul capitalista, compartilha uma antiga tradição gastronômica em que vegetais, juntamente com o arroz, o peixe e a carne, são ingredientes básicos. 

O inverno rigoroso da Península Coreana, com temperaturas inferiores a -20 °C em algumas regiões, favoreceu a prática da fermentação para preservar o teor nutricional dos vegetais nos meses mais frios do ano. 

Especialmente no outono, as mulheres coreanas costumam fermentar espinafre, rabanete, folhas de gergelim ou pepino em casa. 

Mas há um vegetal que ocupa um lugar especial entre os demais: a acelga, ou couve chinesa, principal ingrediente do kimchi. 

Durante séculos, este produto fermentado foi onipresente nos lares coreanos, que quase sempre o conservam em uma geladeira exclusiva para ele e o servem em quase todas as refeições do dia, seja como acompanhamento ou cozido em sopas, ensopados e salteados. 

Para preparar o kimchi, a acelga é cortada, salgada e misturada com uma pasta de alho, gengibre, cebolinha, pasta de peixe (jeotgal) e pimenta em pó (gochugaru). 

Depois de adicionar rabanetes e outros vegetais opcionais, a mistura é deixada para fermentar em temperatura ambiente e depois na geladeira. 

As folhas da acelga são marinadas com o restante dos ingredientes e depois fermentadas. — Foto: Getty Images via BBC 

Tanto a escolha dos ingredientes como o tempo de fermentação — que pode variar de alguns dias a vários meses — contribuem com diferentes nuances para o sabor ácido e picante característico do kimchi. 

“O sabor muda ao longo da fermentação e tem um gosto diferente dependendo de quem o prepara. Dizem que existem tantos sabores de kimchi quanto mães”, diz Cherin Park, pesquisadora-chefe do World Kimchi Institute, na Coreia do Sul, em entrevista ao podcast BBC Business Daily. 

Como se internacionalizou

O seu aspecto cru, o sabor picante intenso e a sensação de ardor que produz na língua fazem com que o kimchi, inicialmente, não seja a iguaria mais atrativa para os ocidentais que o experimentam pela primeira vez. 

Desde o século 17, milhões de coreanos se estabeleceram em comunidades no exterior, desde a Rússia e a China até os Estados Unidos e a Argentina. 

Embora quase todas essas famílias tenham preservado a tradição de fazer kimchi e consumi-lo diariamente, nos países de acolhimento esse produto fermentado era praticamente desconhecido fora dos círculos coreanos. E no restante do mundo nem existia. 

Mas a situação mudou. 

O mercado global de kimchi foi avaliado em US$ 3,49 bilhões (R$ 17 bi) em 2022 e deverá crescer nos anos seguintes a uma taxa média de 5,2%, ultrapassando US$ 5 bilhões de dólares (R$ 24,5 bi) em 2029. 

Mais e mais pessoas fora da Coreia apreciam o kimchi. — Foto: Getty Images via BBC 

Há cerca de uma década, o kimchi deixou de ser um alimento conhecido e consumido apenas pelos coreanos para se tornar um produto moderno, disponível em supermercados de todo o mundo e promovido por chefs, celebridades e especialistas em alimentação. 

Dois fatores tiveram influência crucial na rápida globalização do kimchi: a ascensão da Coreia do Sul como referência econômica e cultural no mundo, e a tendência crescente dos consumidores em dar prioridade à alimentação saudável, especialmente desde a pandemia de covid. 

Consolidada como potência mundial nos setores eletrônico e automotivo, a quarta maior economia da Ásia virou também referência cultural pela música, com grupos como o BTS, cinema, como o aclamado Parasita, ou séries, como Round 6, entre muitos outros exemplos. 

“A popularidade do kimchi está inevitavelmente ligada à popularidade da Coreia do Sul”, diz o jornalista de origem coreana da BBC David Cann. 

Assim, o consumidor de conteúdo coreano se interessa pela dieta de seus ídolos do K-Pop, pelas receitas mostradas nas novas séries de moda ou pelos pratos que o protagonista de seu filme favorito degusta. 

E, entre os ingredientes que aparecem na tela, raramente falta kimchi. 

Kimchi é conhecido por suas propriedades probióticas. — Foto: Getty Images via BBC 

Há outra coisa que este prato proporciona em abundância graças ao seu processo de fermentação: lactobacilos. 

Estes “são um dos maiores argumentos de venda do kimchi no mercado mundial como alimento probiótico com bactérias benéficas para a saúde intestinal”, afirma Park. 

“Hoje em dia, a comida não é consumida apenas pelo seu sabor, mas pelos seus benefícios para a saúde e, pessoalmente, vejo o salto na popularidade do kimchi nos últimos anos”, acrescenta a pesquisadora. 

É consenso entre os especialistas que o maior impulso veio depois da pandemia de covid-19, que multiplicou o interesse das pessoas por alimentos que ajudam a proteger e melhorar o sistema imunológico. 

Desde 2020, as exportações sul-coreanas de Kimchi cresceram a uma taxa anual superior a 10%, muito mais do que nos anos anteriores, segundo dados do Serviço Aduaneiro de Seul. 

O número crescente de empresários que fazem negócios com kimchi também reflete o boom incomum dos últimos três anos. 

“Durante a pandemia, as pessoas não podiam sair para comer. Muitos em casa começaram a se interessar pela comida coreana, buscando informações online e assistindo vídeos no YouTube. E, claro, não se pode falar de comida coreana sem nos referirmos ao kimchi”, afirma Dan Zhu, diretor-geral da Korea Food, o maior importador de comida coreana na Europa. 

Zhu afirma ter notado um forte impulso nas suas vendas e uma diversificação dos seus clientes no Reino Unido: “anteriormente 90% ou 95% dos consumidores eram coreanos, mas agora entre 50% e 60% são britânicos ou de outras nacionalidades”. 

Minha experiência com o kimchi

Jornalista da BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC

Descobri o kimchi em março de 2009, quando me mudei para Seul, onde trabalhei como locutor e correspondente pelos 7 anos e meio seguintes. 

Chamou-me a atenção que os restaurantes coreanos sempre tinham, junto com o prato principal, uma variedade de acompanhamentos ou banchan, entre os quais quase nunca faltava kimchi, servido frio em uma tigela pequena. 

Nas primeiras vezes que experimentei não gostei: o seu sabor acre e picante não combinava com o meu paladar espanhol. 

Nos anos seguintes, com suor e lágrimas, minha tolerância ao picante aumentou e comecei a apreciar este produto fermentado, não só como acompanhamento, mas também cozido em kimchi jiggae, o guisado coreano mais popular, ou kimchi bokkeumbab, mexido com arroz e ovo frito. 

Kimchi jjigae, que incorpora carne de porco, é um dos pratos mais consumidos diariamente pelos coreanos, tanto em casa como em restaurantes — Foto: Getty Images via BBC 

Percebi que os coreanos estavam certos quando disseram que o kimchi vicia. 

Quase sem perceber, passei de saborear em restaurantes, na casa de outras pessoas e a comprar no supermercado. 

E, como não sabia preparar receitas coreanas, inventei uma nova especialidade com toque mediterrâneo: o macarrão kimchi. 

Durante muito tempo, o fusilli com molho de alho, cebola, kimchi, bacon, mussarela derretida e folhas de gergelim ou kennip foi a estrela das reuniões sociais no meu apartamento em Seul. 

Após deixar a Coreia do Sul em 2016, não me afastei completamente do kimchi, mas demos um tempo. 

Durante anos, só o consumi ocasionalmente em restaurantes coreanos de um país ou de outro. 

Agora que moro em Miami, tive uma recaída total à substância fermentada, talvez pela tendência à alimentação saudável imposta pelos cânones daquela que se diz ser uma das cidades mais superficiais e exigentes dos Estados Unidos. Ou talvez por nostalgia. Ou uma mistura dos dois. 

Embora não existam tantas variedades como na Coreia, o kimchi é fácil de encontrar nos supermercados daqui e nunca falta no meu carrinho de compras. 

Claro que, em linha com os meus hábitos mais saudáveis, troquei a massa de kimchi pela salada de kimchi, e grande parte das saladas que preparo e devoro diariamente incorporam a sua generosa porção de lactobacilos coreanos vermelhos e picantes.

Informações G1/BBC

Choquei suspende publicações
24 de Dezembro de 2023

Instagram/Choquei / Pipoca Moderna

Alvo de revolta nas redes sociais desde sexta-feira, a página de fofocas Choquei, administrada pelo influenciador Raphael Sousa, deixou de atualizar seu conteúdo depois da polêmica envolvendo a morte de Jéssica Vitória Canedo. A jovem de 22 anos cometeu suicídio dias após uma publicação que a apontava falsamente como caso do humorista Whindersson Nunes.

Até o início da noite deste domingo, 24, a única postagem da Choquei foi uma “Nota de Esclarecimento”.

Na nota, o perfil negou “qualquer irregularidade na divulgação das informações” e afirmou que “não há responsabilidade a ser imputada pelos atos praticados”.

“Queremos ressaltar que todas as publicações foram feitas com base em dados disponíveis no momento e em estrito cumprimento das atividades habituais decorrentes do exercício do direito à informação”, acrescentou.

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Após a repercussão da informação falsa, reproduzida também por outros perfis de fofoca, Jéssica publicou uma mensagem em sua conta no Instagram, revelando que estava sofrendo ataques de ódio. A jovem e a mãe pediram explicitamente a exclusão dos posts contendo os prints falsos.

Raphael Sousa, responsável pelo perfil, chegou a fazer uma piada sobre redação do Enem, em resposta à publicação de Jéssica, e depois apagou.

Aliados de Lula, como mostramos, usaram o caso para defender a regulação das plataformas digitais.

Reportagem da revista piauí publicada em novembro de 2022 mostra que a página de fofoca foi incorporada à milícia digital petista. A revista menciona uma série de dados para destacar a relevância do perfil na eleição do ano passado.

O partido de Lula defende que o projeto de lei das Fake News seja uma das prioridades do Legislativo para o ano de 2024. A votação da proposta foi adiada diversas vezes neste ano.

Relatado pelo deputado Orlando Silva (PCdoB), o projeto estabelece que as big techs sejam responsabilizadas civilmente por publicações indevidas de seus usuários. O texto também diz que quando houver patrocínio de desinformação, ou seja, quando um usuário paga a plataforma para que o conteúdo seja entregue a mais pessoas, a empresa será corresponsável pela publicação.

Fonte: O Antagonista.


Carros elétricos têm mais problemas que outros veículos, diz pesquisa; entenda o motivo

Foto: Divulgação/Renault.

Veículos elétricos têm 79% mais problemas que outros carros, conforme a última pesquisa anual de confiabilidade automotiva da Consumer Report. Mas a questão não é realmente por serem elétricos, disse Jake Fisher, diretor do centro de testes automotivos do grupo. 

Os problemas surgem porque os carros elétricos são, na sua maioria, modelos novos, e os automóveis recentemente introduzidos tendem a ter mais problemas, independentemente do que os impulsiona. 

As montadoras não tiveram anos para resolver todos os problemas, como acontece com os modelos que vêm sendo produzindo há mais tempo. 

Além disso, os veículos elétricos tendem a ser modelos de preço mais alto, com recursos tecnológicos mais sofisticados, desde sensores de segurança adicionais até mais dispositivos e acessórios. Todos esses recursos sofisticados apresentam mais oportunidades para que algo dê errado. 

“Se você observar os veículos elétricos, eles tendem a ser muito carregados com novas tecnologias, todos os aparelhos e telas mais recentes”, disse Fisher. 

Os proprietários também relatam problemas com baterias e carregamento, mas isso é, em grande parte, resultado da novidade desses veículos, disse Fisher. Não é que a tecnologia seja inerentemente problemática. 

“Se todos os fabricantes estivessem construindo carros elétricos por 100 anos e, de repente, um deles decidisse construir um motor de combustão interna com uma transmissão, haveria muitos problemas”, afirma o especialista. 

A Consumer Reports pesquisa anualmente com seus assinantes sobre suas experiências com 330 mil veículos individuais. Os resultados são calculados com base nos dados combinados dos três anos mais recentes. 

Para modelos muito novos, os dados de confiabilidade anteriores do fabricante, em geral, podem ser usados para complementar as informações.

As picapes elétricas, em particular, tendem a se sair pior na pesquisa de confiabilidade. Isso se deve ao fato de elas estarem no grupo de dois tipos de veículos particularmente não confiáveis, os elétricos e as picapes. 

No entanto, nem todos os veículos elétricos são tão pouco confiáveis, segundo os dados da pesquisa. 

O Tesla Model 3 e o Model Y, bem como o Ford Mustang Mach-E, por exemplo, têm confiabilidade média esperada. O Nissan Ariya e o Hyundai Ioniq 6 têm confiabilidade esperada melhor do que a mediana. 

Os modelos menos confiáveis, em média, foram os híbridos plug-in. O motivo disso é que, com motores a gasolina, motores elétricos e sistemas de carregamento, eles são vulneráveis a todas as coisas que podem dar errado em um veículo a gasolina ou elétrico. 

Os híbridos que não são conectados à tomada, por outro lado, foram os veículos mais confiáveis de todos. Isso se deve, na maioria, às empresas que os fabricam, como Toyota, Honda, Hyundai e Kia, pontua o especialista. 

Créditos: CNN. 


Amigo secreto online: veja 6 sites para fazer o sorteio em 2023

É possível fazer sorteio de amigo secreto online com o auxílio de diversas plataformas. A brincadeira de troca de presentes entre amigos e familiares é uma diversão para muitos no final de ano, mas a divisão dos nomes pode ser um empecilho para quem não mora perto ou tem a rotina corrida. Por isso, utilizar sites de amigo secreto online pode facilitar a dinâmica. Ferramentas como Sorteio Amigo Secreto e Secret Santa Organizer permitem fazer o sorteio de maneira prática a partir do nome e e-mail do organizador e participantes. Outras opções ainda possibilitam criar uma lista de desejos e enviar mensagens anônimas para a pessoa sorteada. A seguir, confira seis sites para fazer sorteio de amigo secreto online e escolha a sua preferida para 2023. 

1. Amigo secreto
Site Amigo Secreto permite definir o valor dos presentes, escolher o horário do sorteio e dar dicas do que gostaria de receber — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Site Amigo Secreto permite definir o valor dos presentes, escolher o horário do sorteio e dar dicas do que gostaria de receber — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

O site Amigo Secreto (amigosecreto.com.br) é uma plataforma completa, que funciona como um gerenciamento geral da brincadeira. Dessa forma, o site realiza não somente o sorteio, como também oferece diversos recursos que facilitam a organização da brincadeira. Para utilizá-lo, é preciso criar uma conta e, depois, criar um grupo e convidar pessoas ou entrar como convidado em um grupo já existente. 

Entre os pontos positivos do site, estão recursos como definição dos valores dos presentes, escolha da data e horário do sorteio, possibilidade de montar uma lista de presentes que deseja receber e de trocar mensagens com os participantes da brincadeira. Por outro lado, a plataforma não oferece um recurso mais simples, para quem deseja somente fazer um sorteio. 

2. SorteioGo
Site SorteioGo tem função simples e permite fazer a divisão de presentes sem necessidade de cadastro — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Site SorteioGo tem função simples e permite fazer a divisão de presentes sem necessidade de cadastro — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Outra opção é o site SorteioGo (sorteiogo.com/pt/sorteio/amigo-secreto), que permite fazer o sorteio do amigo secreto sem realizar um cadastro na plataforma. Basta acessar o site e informar o nome e o e-mail de cada participante da brincadeira. Em seguida, é necessário clicar na opção “sortear amigo secreto”. Então, o site irá fazer um sorteio aleatório, gerar o resultado e enviar o amigo sorteado para cada e-mail cadastrado. Por outro lado, a plataforma não oferece nenhum recurso complementar como dicas de presentes e horário da brincadeira. 

3. Sorteio Amigo Secreto
Conheça o site Sorteio Amigo Secreto e organize a brincadeira de final de ano — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Conheça o site Sorteio Amigo Secreto e organize a brincadeira de final de ano — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

O site Sorteio Amigo Secreto (sorteioamigosecreto.com) também é uma alternativa para fazer o amigo oculto online. É necessário criar uma conta para utilizar a plataforma, que oferece recursos simples e fáceis de usar. Após fazer login, o usuário pode dar um nome para o seu sorteio. Em seguida, deve adicionar o nome e o e-mail de cada um dos participantes. Caso o organizador tenha uma planilha do Microsoft Excel com todos os nomes e e-mails dos participantes, é possível importá-la para a plataforma, facilitando o processo. Depois, basta fazer o sorteio e o site vai informar o resultado nos e-mails que foram cadastrados. 

Antes de fazer a divisão, é possível realizar um teste, pois, após sortear os nomes, não é mais permitido adicionar ou retirar participantes. Outro recurso do site é que, caso o usuário não queira que determinadas pessoas troquem presentes entre si, é possível criar um grupo e adicionar essas pessoas. Assim, os participantes deste grupo não poderão se presentear. 

4. Gifwe
Site Gifwe é mais uma alternativa para fazer sorteio de amigo secreto — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

No site Gifwe (gifwe.com/), os usuários podem fazer sorteios automáticos ou manuais, mas, para isso, é preciso criar uma conta na plataforma. No sorteio manual, é necessário criar um nome para o sorteio, além de informar o endereço da confraternização, data, horário, valor mínimo e valor máximo dos presentes. Então, basta convidar os participantes e, depois, fazer a divisão, que é semelhante ao sorteio tradicional feito com papéis. 

Assim que o administrador do grupo libera o sorteio do amigo secreto, os amigos são notificados para ir até o site, escolher o “papelzinho” e saber o resultado. Já no sorteio automático, o usuário consegue fazer o sorteio primeiro e somente depois preencher as informações sobre a brincadeira, como data, horário, valores e endereço, caso queira. 

5. Secret Santa Organizer
Secret Santa Organizer: site permite fazer sorteio para amigo secreto de Natal — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Secret Santa Organizer: site permite fazer sorteio para amigo secreto de Natal — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Outra opção para fazer o amigo oculto online é o site Secret Santa Organizer (secretsantaorganizer.com/pt). A plataforma tem layout simples com inspiração natalina e a usabilidade é simples, já que não é preciso fazer cadastro para utilizar o site. Entretanto, o Secret Santa Organizer oferece poucos recursos em comparação com outros sites da lista. Para fazer o sorteio, o usuário deve criar um evento informando a data e o local da confraternização e valor máximo para os presentes. 

Em seguida, é preciso incluir o nome e o e-mail do organizador da lista. Depois, basta indicar nome e e-mail dos demais participantes, adicionar uma mensagem, se quiser, e criar o evento. Após o organizador validar o evento, o sorteio será realizado e todos os participantes receberão a mensagem escrita e o nome do amigo secreto. 

6. Draw Names
É possível fazer o sorteio do amigo secreto online por meio do site Draw Names — Foto: Reprodução/Draw Names

É possível fazer o sorteio do amigo secreto online por meio do site Draw Names — Foto: Reprodução/Draw Names

Por fim, o site Draw Names (drawnames.com.br) é uma opção bem completa para sorteio de amigo secreto online. Para fazer a divisão, basta entrar no site e inserir o nome do organizador para criar um grupo e cadastrar os participantes. É possível definir quem não pode tirar quem, o tipo de celebração, a data, o orçamento dos presentes e uma mensagem para o grupo. Depois, basta informar seu e-mail e confirmar a criação do evento na caixa de entrada. Então, o organizador poderá enviar os convites para os participantes entrarem no grupo por meio do WhatsApp, link de convite ou e-mail. Com todos os convites enviados, basta realizar o sorteio. 

Como diferenciais, a ferramenta ainda oferece a possibilidade de definir uma lista de desejos para cada participante e reúne, em uma página chamada “Localizador de Presentes” (drawnames.com.br/localizador-presentes), várias sugestões de produtos para comprar para o amigo oculto. É possível buscar por categoria, preço, idade e gênero e ser direcionado diretamente para o link de compra do produto na Amazon. Na página do grupo, ainda é possível enviar uma mensagem anônima para o amigo sorteado. 

TechTudo


O Ministério da Saúde recomendou que pessoas mais vulneráveis tomem uma dose de reforço da vacina para se proteger contra a subvariante JN.1

Imagem colorida de vírus em tons vermelhos entre células sanguíneas - Metrópoles

O aumento de casos de uma nova subvariante do coronavírus no Brasil fez com que o Ministério da Saúde recomendasse, nessa quarta-feira (6/12), que as pessoas com mais de 60 anos e as imunossuprimidas tomem uma nova dose de reforço da vacina bivalente para aumentar a imunidade contra a Covid-19.

A subvariante JN.1 foi identificada pela primeira vez no país em novembro deste ano, junto com o aumento de casos de Covid-19 no Ceará, com maior predominância na capital Fortaleza. Exames de sequenciamento genômico mostram que 80% das amostras do vírus coletadas em testes no estado são da cepa.

O vírus já foi encontrado em vários países, incluindo Estados Unidos, Islândia, Portugal, Espanha e Holanda. A subvariante corresponde a 3,2% dos registros em todo o mundo, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) monitora o seu crescimento. Ela é classificada como “sob investigação” deste setembro.

O que é a subvariante JN.1

A JN.1 é descendente da variante Pirola (BA.2.86). A nova cepa tem uma mutação adicional na proteína spike, usada pelo vírus para se ligar às células humanas.

Alguns dados sugerem que a Pirola pode ser mais transmissível do que as variantes anteriores. O aumento de casos em outros países é um indicativo de que o mesmo possa ocorrer com a JN.1, mas esta característica ainda não está comprovada.

“Observamos uma dispersão ampla em outros locais, o que pode apontar nesse sentido”, afirma o virologista Fernando Spilki, da Universidade Feevale e coordenador da Rede Corona-Ômica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

vírus
A JN.1 tem uma mutação adicional na proteína spike, usada pelo vírus para se ligar nas células humanas

Sintomas

Por enquanto, os dados disponíveis não sugerem que a JN.1 cause sintomas diferentes dos provocados pelas variantes anteriores ou seja responsável por quadros graves. Um relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA aponta que os sintomas podem incluir:

Como se proteger?

Assim como foi recomendado durante toda a pandemia da Covid-19, os casos graves da doença podem ser evitados com a vacinação em dia e medidas não-farmacológicas, como o uso de máscaras em locais fechados e higienização correta das mãos.

As máscaras são especialmente recomendadas para pessoas com sintomas gripais. O isolamento domiciliar por sete dias é indicado para os indivíduos com teste positivo para a Covid-19, podendo ser reduzido para cinco dias caso o paciente esteja sem febre nas últimas 24 horas.

Informações Metrópoles


Líder do PL diz que faltam nove votos para barrar indicação de Dino ao STF

Foto: REUTERS/Adriano Machado.

A oposição no Senado tenta barrar a indicação do ministro da Justiça, Flávio Dino, para o Supremo Tribunal Federal. 

Flávio Dino cancelou uma agenda como ministro da Justiça, com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso e foi pedir votos no Senado, na tentativa de se tornar um dos ministros da corte. 

Dino não quer perder tempo, já que a oposição articula para conseguir fazer frente à maioria governista. Nas contas do líder do PL, os opositores precisam conquistar mais nove votos para barrar a indicação do presidente Lula. 

Flávio Dino já protagonizou vários embates com opositores, em audiências no congresso. Agora em busca de votos, ele diz que vai conversar com os senadores, independentemente da corrente ideológica. 

Lula decidiu esperar a definição no Senado para indicar o novo titular da Justiça. Mesmo se aprovado pelos senadores, Dino só deve deixar o ministério em janeiro, já que a posse só vai acontecer a partir de fevereiro, depois das férias da Justiça. 

Fonte: Band.


Até novembro, 173 deputados federais realizaram 271 viagens internacionais marcadas como missões oficiais pela Câmara dos Deputados

Avião pousa do aeroporto internacional jk em brasília - Metrópoles

De janeiro a novembro deste ano, 173 deputados federais gastaram R$ 4,7 milhões em viagens internacionais. Levantamento feito pelo Metrópoles mostra que, até o momento, foram 270 deslocamentos para fora do país marcados pela Câmara dos Deputados como missões oficiais.

Os gastos incluem passagens em classe econômica ou executiva e as diárias a que os parlamentares viajantes têm direito quando vão a trabalho. De acordo com a Câmara, cada parlamentar tem direito à diária de US$ 391 (cerca de R$ 2 mil) para viagens em países da América do Sul e de US$ 428 (cerca de R$ 2,2 mil) para outros países.

Os dez parlamentares que mais viajaram, com quatro viagens cada, são: Augusto Coutinho (Republicanos-PE), Carol Dartora (PT-PR), Iza Arruda (MDB-PE), Laura Carneiro (PSD-RJ), Luis Tibé (Avante-MG), Luizianne Lins (PT-CE), Pedro Campos (PSB-PE), Orlando Silva (PCdoB-SP) e João Carlos Bacelar (PL-BA) e Zeca Dirceu (PT-PR).

Observando o valor total gasto, o que mais utilizou recursos da Câmara para viagens oficiais foi Eros Biondini (PL-GO), que viajou duas vezes, para Roma e Xangai, e gastou R$ 113,4 mil. Na Itália, ele participou de uma reunião na embaixada do Brasil, no Ministério das Relações Exteriores, na Câmara dos Deputados e no Senado da República Italiana.

Já na China, o parlamentar do PL participou da missão internacional organizada pela Federação das Industrias do Estado de Minas Gerais-(FIEMG), com o governo de MG. Depois de Eros, a que mais gastou foi Laura Carneiro, do PSD, com R$ 105,5 mil.

Os destinos mais visitados pelos parlamentares brasileiros, por sua vez, coincidem com viagens oficiais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao longo do ano. São eles: Nova York (EUA), onde fica a sede da Organização das Nações Unidas (ONU), e a capital portuguesa Lisboa, para onde o presidente viajou em abril.

Veja a relação completa das viagens internacionais feitas por deputados até o momento:

Veja os deslocamentos feitos pelos deputados que mais fizeram viagens internacionais neste ano:

Pedro Campos

Em primeiro mandato, o deputado federal Pedro Campos (PSB-PE) foi duas vezes a Nova York, uma a Genebra e outra à China. O parlamentar é filho de Eduardo Campos, ex-candidato à Presidência da República que morreu em um acidente aéreo em 2014, e irmão de João Campos, prefeito de Recife (PE).

A primeira viagem foi no dia 21 de março, para participar do Dia Mundial da Síndrome de Down na sede da ONU em Genebra. Pedro discursou no evento, onde falou sobre a experiência de viver com um irmão que tem a síndrome, Miguel. Ele participou do encontro a convite da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD).

Já em junho, Pedro também participou de evento das Nações Unidas sobre pessoas com deficiência, desta vez em Nova York. O deputado fez parte da comitiva brasileira que participou da Conferência das Partes da Pessoas com Deficiência (COSP16).

Em abril, o parlamentar integrou a comitiva do presidente Lula que visitou Xangai e Pequim. No relatório apresentado à Câmara, ele relatou ter visitado o Banco dos BRICS para a posse da nova presidente da instituição, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), além de visitar o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Huawei e participar das cerimônias de recepção da comitiva.

Por fim, Pedro também acompanhou a comitiva presidencial em setembro na Assembleia Geral da ONU em Nova York. O relatório desta viagem ainda não foi apresentado.

Orlando Silva

O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) foi a Buenos Aires, Lisboa, Zurique e Luanda. Em junho e setembro, o parlamentar participou de eventos em Portugal e na Suíça onde falou da responsabilização de plataformas digitais, como relator do projeto de lei (PL) das Fake News. Dentre outros pontos, a matéria traz diretrizes para as redes sociais e busca um maior controle em relação à divulgação de conteúdo falso.

Em março, participou na Argentina do III Fórum Mundial de Direitos Humanos. Por fim, em agosto, compôs a comitiva presidencial que visitou Angola.

Durante esta viagem, visitou a sede do partido Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e se encontrou com parlamentares angolanos, além de visitar também o Museu da Escravatura e participar da Cerimônia de inauguração da Galeria Ovídio de Melo no Instituto Guimarães Rosa.

João Carlos Bacelar

As viagens do deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) envolveram visitas a Manama (capital do Bahrein), Viena e duas a Nova York.

Na primeira, em fevereiro, visitou a sede da ONU em Nova York para o evento Água para as pessoas e para o planeta: pare com o desperdício, mude o jogo, invista no futuro. O relatório da viagem não foi apresentado.

Em março, o parlamentar participou da comitiva do Congresso Nacional na 146ª Assembleia da União Interparlamentar (UIP), que ocorreu em Manama. O grupo era chefiado pelo deputado Átila Lins (PP-AM) e composto também pelos senadores Irajá (PSD-TO) e Nelsinho Trad (PSD-MS) e pelos deputados Claudio Cajado (PP-BA), Celso Sabino (União-PA) e Hugo Motta (Republicanos-PB).

Em junho, Bacelar passou uma semana na capital austríaca Viena em visitas técnicas organizadas pela Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel), onde visitou espaços como o parlamento do país, a agência de energia e um laboratório hidráulico.

A última viagem registrada foi em julho, quando fez parte do Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (HLPF).

Augusto Coutinho

Augusto Coutinho, do Republicanos de Pernambuco, também faz parte da UIP assim como Bacelar. Dessa forma, foi a Nova York em fevereiro, durante a 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas, onde participou da Audiência Parlamentar Anual da UIP com o tema “A metade do caminho em direção aos [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável] ODSs: fazer um balanço da ação parlamentar”.

Em março, foi à capital israelense Tel Aviv junto ao ministro das Comunicações Juscelino Filho representar o país na extensão das atividades do Mobile World Congress 2023. Também participaram os deputados Aliel Machado (PV-PR), Danilo Forte (União-CE), Domingos Neto (PSD-CE) e o senador Efraim Filho (União-PB).

O Mobile World Congress 2023 também levou o deputado a Barcelona entre 26 de fevereiro e 1º de março, onde participou de reuniões como parte da comitiva brasileira também liderada por Juscelino Filho, parlamentares e empresas como Anatel, Telebrasil, TelComp, Softex, Algar, Claro e Tim.

Por fim, Coutinho também participou do Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (HLPF) em julho, em Nova York.

Carol Dartora (PT-PR)

A deputada viajou duas vezes para Luanda, uma vez para Buenos Aires e uma vez para Bogotá. Em uma das viagens para Luanda, ela participou da 147ª Assembleia da União Interparlamentar (UIP) e da Sessão Ordinária do Grupo de Parlamentares da América Latina e do Caribe (GRULAC).

Em Buenos Aires, ela participou da Primeira Assembleia Nacional de Mulheres e LBTI+ Afrodescendentes e em Bogotá ela participou do Encontro Internacional de Mulheres Afrodescendentes.

Iza Arruda (MDB-PE)

A parlamentar viajou para o Marrocos em setembro, ocasião em que participou da Cúpula Mulheres no Deserto. Em Luanda, ela foi como integrante da delegação do presidente Lula (PT).

Em Washington, ela participou de visita à Biblioteca Oliveira Lima da Universidade Católica de Washington, em reunião com a embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, em cerimônia de homenagem a Manoel de Oliveira Lima e Flora de Oliveira Lima, e em reunião com o Diretor da organização Pan-Americanan da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa.

Laura Carneiro (PSD-RJ)

Dentre as viagens para a parlamentar, está a ida para Luanda para participar da 147ª Assembleia da União Interparlamentar e na sessão Ordinária do Grupo de Parlamentares da américa Latina e do Caribe (GRULAC).

Em Medellín, na Colômbia, ela participou da reunião com a Secretaria de Inclusão Social, Família e Direitos Humanos e com a Subsecretaria de Grupos Populacionais e com a Subsecretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de Medellín.

Luis Tibé (Avante-MG)

Dentre as viagens feitas pelo parlamentar, está uma para a Índia para participar do Fórum Parlamentar do G20 e da 9.ª Cúpula Parlamentar do P20, em outubro. Ele também esteve em Xangai, na China, acompanhando uma agenda oficial do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Luizianne Lins (PT-CE)

A parlamentar viajou para Buenos Aires em março para participar no III Fórum Munida de Direitos Humanos. No mesmo mês, ela foi para Nova Iorque compondo a delegação brasileira que participou do 67º Período de Sessões da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW). Ela também viajou para Bruxelas e para Paris.

João Carlos Bacelar (PL-BA)

O parlamentar foi para Nova Iorque duas vezes, em fevereiro e em julho. Na primeira viagem, ele participou da União Interparlamentar nas Nações Unidas, cujo tema foi “Águas para as pessoas e para o planeta”. Já em julho, ele foi ao Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (HLPF). O parlamentar também viajou para Viena e para o Bahrein.

Zeca Dirceu (PT-PR)

Líder do PT na Câmara, o deputado viajou para Pequim em março junto com o presidente Lula. Em setembro, ele viajou com o presidente para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque. No mês seguinte, o parlamentar foi Nova Deli para participar do Fórum Parlamentar do G20 e da 9.ª Cúpula Parlamentar do P20; depois foi à Xangai e Pequim para acompanhar agenda do presidente da Câmara, Arthur Lira.

Informações Metrópoles

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