A tentativa de se estabelecer alguma ordem que reja o caos da natureza humana, que apenas reflete a biologia — indisciplinada, selvagem, caótica —, é a função precípua do expediente político, sem o qual os indivíduos já teriam regredido novamente à barbárie da Idade Média (476-1453), ou ainda à violência cândida da Idade da Pedra, em que o homem matava “apenas” para defender-se dos inimigos que ameaçavam seu território, a pureza de suas mulheres ou o desenvolvimento de sua prole, tão cômodo se encontrava em tal cenário que nele permaneceu por quase três milhões de anos. Se o gênero humano abandonou as cavernas e se estabeleceu em moradias confortáveis, onde dispõe de todo o fogo de que necessita para suas tantas demandas diárias, o deve em grande parte à capacidade de fazer as escolhas certas, malgrado sua natureza seja muito mais lembrada pela frequência com que se equivoca, e o quão impactante cada um desses erros se torna, para quem os comete e, o principal, para aqueles que estão próximos. E, por óbvio, as coisas não demoram a sair do controle.
Não é de hoje que a França se destaca do restante do Ocidente por compreender o mundo moderno à sua maneira e propagar essas impressões por meio das muitas manifestações artísticas de que toma parte, inclusive o cinema e, mais especificamente, certo tipo de cinema. Filmes de gângster não são exatamente a melhor definição do que vem a ser a essência da rica indústria cinematográfica francesa, mas como o sol sempre acaba brilhando para todos, esse subgênero também é contemplado por lá. “O Mundo é Seu” (2018) fica longe de agradar a todos os tipos de público; na trama, uma releitura personalíssima e bastante estilizada da obra de Quentin Tarantino, o diretor Romain Gavras, celebrado como um cineasta promissor em Cannes, toma o crime organizado como mero pano de fundo para disparar sua metralhadora giratória contra o modelo de vida das sociedades ocidentais, há muito apodrecido, e mesmo contra as relações humanas, mormente as românticas, baseadas nele. A vontade de vencer, primeiro à custa de trabalho e muito empenho, depois com uma providencial ajuda de leis caducas e do poder do submundo — cada vez mais influente, esteja-se onde se estiver —, é capaz de transformar um homem e seu entorno, ainda que ao fim do processo note-se um rastro de destruição e o consequente vazio.
Romain Gavras parece ter herdado o pendor para o cult do pai. Filho de Costa-Gavras, célebre pelo caráter documental de sua produção, bem como por ficções solidamente amparadas numa visão de mundo humanista, cujo componente histórico se faz distinguir pelo rigor intelectual — a exemplo de “Estado de Sítio” (1972), sobre a incipiente ditadura uruguaia e a ascensão do grupo paramilitar Tupamaros —, o diretor de “O Mundo é Seu” mantém a veia de crítica sociopolítica do pai, mas ainda que aqui opte por conferir a seu trabalho um caráter mais popular, o que não seria necessariamente um problema, mas, no caso, é. Malgrado não seja só Tarantino, o roteiro, uma parceria entre Gavras, Karim Boukercha e Noé Debré, se estende sobre o que poderia se constituir como uma justificativa para a debacle da vida nos grandes centros urbanos, um exercício de investigação sociológica que até teria alguma relevância se não se perdesse em meio a tantos clichês, tantos atalhos, tantas soluções fáceis (e erradas) para as questões que anseia abraçar.
A grande aspiração de François é ficar rico. Começa esse seu plano da maneira mais ortodoxa possível, ou seja, trabalhando sobre as negociações para a venda de picolés Mister Freeze no Magrebe, no noroeste da África. O problema é que por toda a vida o personagem de Karim Leklou se permitiu dominar pela mãe e se tornou um perfeito inútil. Dany, de Isabelle Adjani, não passa de uma golpista, que usa o filho em planos ardilosos para furtar mercadorias de luxo em lojas de departamento na Galeria Lafayette, em Paris, mas se comporta como uma autêntica sultana, ostentando os lenços de grife e os imensos óculos escuros que costuma roubar. Esses dois tipos miseráveis, condenados a partilhar a mesma vida sem futuro, não veem nenhum impedimento moral em seguir assim, uma vez que também se sentem espoliados desde sempre, apesar de nunca dizerem por quem e por quê. Leklou e Adjani levam à cena desempenhos muito acima do observado entre os demais membros do elenco, à exceção de Oulaya Amamra, que já havia dado um banho de talento e carisma em “Divines” (2016), dirigida pela irmã, Houda Benyamina. Mesmo que espantosamente plastificada, a veterana se sai muito bem em emprestar a Dany aquele ar de aristocrata falida que é a própria essência da personagem, batendo uma bola redonda com Leklou, por sua vez perfeito como o filhinho da mamãe apatetado. Aos poucos, François vai mostrando certo cansaço dessa onipresença materna e decide redobrar a dedicação no seu sonho de virar um magnata dos sorvetes no palito, mas para tanto terá de juntar muito mais dinheiro. É aí que seu caminho rumo à marginalidade começa a se estreitar ainda mais, porque a única alternativa que se apresenta é supervisionar um cartel de drogas na Espanha, reportando-se a Putin, de um Sofian Khammes alguns tons acima do recomendado para o papel. Para orientá-lo nessa nova etapa de sua carreira, ele recorre a Henri, a deixa para Vincent Cassell arejar a história com o personagem, o típico malandro boa-praça, que acaba se dando mal.
Romain Gavras peca pelo excesso, nunca pela falta, mas peca. É louvável sua ambição de elaborar soluções para o crime organizado, para o narcotráfico, para as chagas do sistema capitalista como um todo, mas o assunto exige fôlego, e o de “O Mundo É Seu” é curto demais para isso. Gavras acerta muito mais ao focar nas situações absurdas do longa, em que, mais uma vez, Isabelle Adjani prova que ainda tem muita lenha para queimar, e Karim Leklou está no ponto alto de sua trajetória. O diretor pode chegar aonde quer, talvez pela mesma estrada por onde passou o pai, mas não foi dessa vez. Ainda não.
Filme: O Mundo É Seu Direção: Romain Gavras Ano: 2018 Gênero: Comédia/Crime Nota: 7/10
A apresentador Sandra Annenberg pode deixar a rede Globo e ir para uma nova emissora a qualquer momento. De acordo com informações do ‘Na Telinha’, a jornalista estaria na mira da Band após que o apresentador Fausto Silva fez uma ponte entre ela e a nova emissora do seu programa.
Ainda de acordo com o site, essa possibilidade é vista como um sonho de Faustão, em aproximar a apresentadora com a Band, para fazer parte dos profissionais da sua nova emissora.
Faustão na Band estreou desde 17 de janeiro e vai ao ar diariamente.
Caras como William Shakespeare, Victor Hugo, Goethe, F. Scott Fitzgerald, John Keats, Pablo Neruda e Gabriel García Márquez escreveram histórias e poemas sobre o amor que o elevou aos níveis mais sublimes e etéreos do sentimento. Aí vem o Jorginho, namorado da sua amiga Ana, com formação em etecétera, e diz que romances são uma porcaria. Beleza, Jorginho! Eu respeito seu posicionamento, mas seu posicionamento é burro. Por isso, viemos provar por meio dessa lista que existe filmes de romance inteligentes, sim! Destaques para “Perdi Meu Corpo”, de 2019, de Jérémy Clapin; “Yesterday”, de 2019, de Danny Boyle; e “O Lado Bom da Vida”, de 2012, de David O. Russell. Os títulos estão organizados de acordo com o ano de lançamento e não seguem critérios classificatórios.
Do mesmo roteirista de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, o enredo narra a história de Naoufel, um jovem apaixonado por Gabrielle. À medida em que o romance é contado, uma mão decepada escapa de um laboratório de dissecação e sai pelas ruas de Paris à procura de seu corpo. Enquanto vagueia pela cidade, se recorda dos tempos em que fazia parte do organismo de um rapaz em busca do amor.
Yesterday (2019), Danny Boyle
Jack é um músico que batalha pelo sucesso. Ele toca em cafés e calçadas e é agenciado por Ellie, sua amiga de infância. Jack mora com os pais em Suffolk e está pronto para jogar a toalha, desistindo da carreira malsucedida. Em uma noite, um blecaute de 12 segundos ocorre em todo o planeta e Jack é atropelado por um ônibus. Então, ele desperta em um mundo que nunca ouviu falar dos Beatles. Não há vestígios da banda em nenhum lugar. Quando Jack começa a tocar canções como “Imagine” e “Back in the USSR”, as pessoas ficam em choque com a potência das letras e melodias.
O Lado Bom da Vida (2012), David O. Russell
Pat Solitano é um ex-professor do ensino médio que tem um surto de violência ao flagrar sua esposa com outro homem no chuveiro. Depois de ser liberado de uma ala psiquiátrica de Baltimore, onde passou oito meses, ele retorna para a casa de seus pais, banido de sua vida anterior. Na vizinhança, ele desenvolve uma amizade improvável com Tiffany, uma viúva que luta contra a depressão e que está obcecada em vencer o concurso de dança local. Os dois se tornam parceiros na competição, enquanto se ajudam mutuamente a superar seus traumas e reconstruir suas vidas.
Comer, Rezar, Amar (2010), Ryan Murphy
Elizabeth Gilbert é uma escritora que, de repente, se vê presa em uma vida que não a faz feliz. Ela decide se separar do marido, mas um novo relacionamento também não é suficiente para que ela se sinta plenamente satisfeita. Então, ela decide buscar a resposta pelo mundo. Em uma viagem à Itália, Elizabeth redescobre sua paixão por comida e pela vida. Na Índia, ela busca conexão espiritual. Já em Bali, Elizabeth conhece um brasileiro que mostra a ela o caminho para o amor.
Te Amarei Para Sempre (2009), Robert Schwentke
Clare e Henry se conectam no instante em que se conhecem. Mas ele possui uma condição genética que o faz viajar no tempo em momentos imprevisíveis. Mesmo o amor arrebatador de Clare pode não se sustentar com as ausências repentinas de Henry. Enquanto ela deseja uma vida estável, ele nunca sabe o momento em que poderá estar presente.
Orgulho e Preconceito (2005), Wright Wright
Baseado no romance de Jane Austen, “Orgulho e Preconceito” conta a história de Elizabeth Bennet e suas irmãs, que vivem na Inglaterra rural, do século 19. A família das garotas passa por problemas financeiros e a mãe está decidida a casar suas filhas com homens da alta sociedade. Quando o senhor Bingley se muda para a cidade, a senhora Bennet tenta casar sua filha mais bela, Jane, com o ricaço. Enquanto isso, Elizabeth se apaixona pelo melhor amigo de Bingley, o senhor Darcy, um arrogante e pouco sociável aristocrata.
Na lista divulgada pela plataforma estão títulos como ‘Não Olhe Para Cima’ e ‘O Irlandês’
Com milhares de filmes, séries e documentários, a Netflix é uma das mais populares plataformas de streaming do mundo. Não à toa, muitos conteúdos que integram o catálogo se tornam extremamente populares entre o público e acabam quebrando recordes de visualizações.
Foi pensando nisso que a Netflix divulgou uma lista oficial com os 10 filmes mais vistos na história da plataforma, incluindo títulos como Não Olhe Para Cima e Esquadrão 6. A métrica usada pelo serviço de streaming se baseia no número de horas assistidas nos primeiros 28 dias após a estreia do longa.
Confira:
10 – Enola Holmes (189 milhões de horas assistidas)
Cena de Enola HolmesReprodução
Lançado em 2020, Enola Holmesassume o décimo lugar da lista com 189 milhões de horas assistidas. Na trama, Enola acaba de completar 16 anos como uma garota esperta e destemida. Quando sua mãe desaparece, a jovem inicia uma investigação para descobrir o seu paradeiro. Ao mesmo tempo, ela precisa despistar seus irmãos Sherlock e Mycroft que querem mandá-la para um colégio interno.
9 – Troco em Dobro (197 milhões de horas assistidas)
Cena de Troco em DobroReprodução
Estrelado por Mark Wahlberg, Troco em Dobro foi lançado no começo de 2020 e aparece em nono na listagem com 197 milhões de horas. A ação acompanha Spencer, um ex-policial que acaba de sair da prisão. Antes de deixar Boston, ele se vê obrigado a ajudar seu ex-treinador de boxe com seu novo lutador, Hawk. Quando dois de seus antigos colegas policiais são assassinatos, Spencer se une a Hawk para investigar as mortes e encontrar os culpados.
8 – Esquadrão 6 (205 milhões de horas assistidas)
Pôster de Esquadrão 6Reprodução
Em oitavo lugar está a ação Esquadrão 6, sucesso estrelado por Ryan Reynolds lançado em 2019. Com 205 milhões de horas assistidas, ele retrata um grupo de pessoas que se cansou da maldade do mundo. Eles então fingem suas mortes para que assim possam entrar em missões de alto risco a fim de eliminar vilões cruéis.
7 – A Barraca do Beijo 2 (209 milhões de horas assistidas)
Cena de A Barraca do Beijo 2Reprodução
Não tem como negar que A Barraca do Beijo 2 foi mesmo um sucesso na plataforma. A sequência que chegou em 2020 integra a lista em sétimo lugar e sua trama acompanha o casal Elle e Noah lidando com o relacionamento à distância depois que ele parte para estudar em Harvard. Ao mesmo tempo, Elle começa a ficar indecisa sobre sua relação quando conhece o charmoso Marco.
6 – O Irlandês (214,5 milhões de horas assistidas)
Cena de O Irlandês Reprodução
O aclamado drama de Martin Scorsese que estreou em 2019 ficou em sexta posição com 214,5 milhões de horas assistidas na plataforma. O filme aborda o desaparecimento do lendário líder sindical Jimmy Hoffa e se transforma em uma jornada monumental pelos corredores do crime organizado: seus mecanismos, rivalidades e associações políticas.
5 – Imperdoável (214,7 milhões de horas assistidas)
Cena de ImperdoávelReprodução / Netflix
Lançado no final de 2021, o emocionante drama estrelado por Sandra Bullock é o quinto da lista com 214,7 milhões de horas. Na história, Ruth Slater é uma mulher que após cumprir pena de 20 anos por um grave crime, sai da prisão e precisa se reintegrar a uma sociedade. Sozinha, sua única esperança de redenção é encontrar a irmã de quem foi forçada a se separar enquanto esteve na prisão.
4 – Resgate (231 milhões de horas assistidas)
Cena de ResgateReprodução
O longa de ação protagonizado por Chris Hemsworth fez tanto sucesso que já tem até uma sequência confirmada. Com 231 milhões de horas vistas, a trama segue o mercenário Tyler Rake, enviado a Bangladesh para resgatar o filho sequestrado de um chefe do crime. Apesar de estar preparado, Tyler enfrentará a mais difícil de suas missões e terá que lutar pela sua vida.
3 – Bird Box (282 milhões de horas assistidas)
Cena de Bird BoxReprodução
O terceiro lugar é ocupado por outro longa da maravilhosa Sandra Bullock. Lançado em 2018, o drama Bird Boxretrata o mundo depois que uma força misteriosa dizima a população mundial. Diante do desconhecido, Malorie deve fugir com seus dois filhos por um rio traiçoeiro em direção ao único lugar que ainda resta como possível refúgio.
2 – Não Olhe Para Cima (359 milhões de horas assistidas)
Cena de Não Olhe Para CimaReprodução
O filme de Adam McKay que chegou à plataforma no final de 2021 não só é o segundo mais visto da história como também um dos mais comentados de todos os tempos. Usando o humor ácido, Não Olhe Para Cima aborda a história de dois astrônomos que tentam convencer o governo americano dos perigos de um cometa vindo em direção à Terra.https://a0dd3744f5979057eb5ea3981b48fdb1.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
1 – Alerta Vermelho (364 milhões de horas assistidas)
Imagem promocional de Alerta VermelhoReprodução
E o primeiríssimo lugar é de Alerta Vermelho com 364 milhões de horas assistidas na plataforma. A comédia de ação estrelada pelo trio Gal Gadot, Dwayne Johnson e Ryan Reynoldsestreou em 2021 e bombou por lá. Na trama, um agente do FBI se une ao segundo ladrão de arte mais procurado do mundo. O objetivo dele é prender a ladra número 1 e limpar seu nome.
Monark, apresentador do Flow Podcast Foto: Reprodução/Instagram/Monark
Apresentador do Flow Podcast, Monark se manifestou após a repercussão do polêmico programa em que ele defende que nazistas tenham o direito de formalizar a criação de um partido nazista junto à Justiça Eleitoral brasileira. Ele argumentou que o vídeo estava fora de contexto e que ele estava comparando o nazismo ao comunismo.
– A gente estava falando da hipocrisia, [sobre] como coisas de direita e coisas de esquerda às vezes são vistas de uma maneira hipócrita. E a gente estava usando exemplo do comunismo e do nazismo porque os dois foram regimes que mataram milhões de pessoas – afirmou o apresentador.
No vídeo de retratação, Monark classifica o nazismo como “abominável” e “pensamento ridículo”, além de dizer que defensores desta ideologia são “retardados mentais”, “idiotas” e que precisam ser “elucidados” e “educados” para que “deixem de pensar dessa forma”. No entanto, ele reitera que considera importante que se discuta a legalização de partidos nazistas ou comunistas, com deputados federais.
Monark também reclamou das críticas que sofreu e das pessoas que cobraram um posicionamento dos patrocinadores do programa.
– Essa galera que está tirando [o vídeo] de contexto, querendo desvirtuar a parada, indo atrás dos meus patrocinadores, atrás da minha vida, querendo que tudo acabe… Você acha que isso é justo? Você acha que isso é legal? Você acha que isso não tem uma consequência horrível pra sociedade no futuro? Vocês literalmente estão acabando com o debate […] Estão inviabilizando qualquer discurso público – se defendeu.
Monark defende ainda que temas delicados sejam debatidos no podcast por considerar que “é assim que a sociedade vai criando um entendimento mais avançado sobre as coisas”.
Em outro vídeo, porém, ele se desculpa e afirma que estava bêbado, prática comum do apresentador durante a gravação dos episódios, chegando até a fumar maconha em alguns deles.
A gente acha que gosto não precisa ser explicado ou justificado, mas tem sempre a polícia do cinema dando carteirada por aí e te fazendo enumerar as obras de Akira Kurosawa, contar a biografia do Glauber Rocha e querendo saber se você consegue fazer uma análise psicossocial de “O Anjo Exterminador”. Só assim para você conseguir pular em cima de todas as tartarugas e pegar as moedinhas suficientes para passar de fase na prova do cinema. Pode até gostar de filme estadunidense, mas não muito. Tem que ser os diretores certos! Também é necessário odiar a premiação “mainstream” do Oscar, com certeza, e ter ido a, pelo menos, alguns festivais independentes na Noruega e Suécia. A Revista Bula te garante que tudo isso é bobagem e você tem o direito de dedicar seu gosto para o cinema como bem entender. Exceto quando se trata de filmes da Marvel. Brincadeirinha! Aqui estão algumas produções de ação que valem a pena e estão disponíveis na Netflix. Destaques para “A Batalha Esquecida”, de 2021, de Matthijs van Heijningen Jr.; e “Destacamento Blood”, de 2019, de Spike Lee. Os títulos estão organizados de acordo com o ano de lançamento e não seguem critérios classificatórios.
A Batalha Esquecida (2020), Matthijs van Heijningen Jr.
Durante a Batalha do Escalda, em novembro de 1944, três jovens de lados opostos da guerra veem seus destinos entrelaçados por suas escolhas. Um deles, é um piloto holandês lutando em favor dos nazistas. O outro, um piloto britânico. Ainda, uma jovem da resistência. Eles fazem o que podem para conseguir sua liberdade, mas acabam afetando as vidas uns dos outros.
Destacamento Blood (2020), Spike Lee
O filme conta a história de quatro veteranos do Vietnã, que retornam ao país para recuperar um tesouro que haviam escondido na floresta décadas atrás e encontrar os restos mortais de um companheiro morto na batalha, Norman. Durante a viagem, eles têm de relembrar o passado traumático, reencontrar antigos amores, descobrir segredos enterrados e, o principal, combater uma organização que pretende ficar com a fortuna.
Mosul (2019), Matthew Michael Carnahan
A produção norte-americana e completamente em idioma árabe conta a história de um esquadrão paramilitar que atua na cidade destruída pela guerra no Iraque, Mosul. O grupo enfrenta a organização jihadista Estado Islâmico. Após ver seu tio morrer durante um ataque terrorista e ser salvo pelo esquadrão, um policial decide se unir aos combatentes. O filme é inspirado em um artigo publicado pela revista “New Yorker.”
A Noite Nos Persegue (2018), Timo Tjahjanto
Ito é um assassino que trabalha na Tríade, máfia chinesa. Durante um massacre, ele deixa Reina, uma garotinha, sobreviver. Apesar do sentimento de redenção, Ito passa a ser perseguido por assassinos conhecidos como Seis Mares. Desertor, retorna para sua cidade natal, onde contará com a namorada e amigos para defendê-lo da Tríade, que agora o quer morto.
Em Ritmo de Fuga (2017), Edgar Wright
Baby é um jovem coagido por Doc, um chefe do crime, a ser motorista de fuga em grandes assaltos. Suas duas grandes paixões são direção e música, que faz com que ele não escute um zumbido no ouvido, que surgiu após um acidente na infância. A música também o ajuda a ser um melhor condutor de fugas. Ao conhecer a garçonete Debora, Baby deseja sair do crime e viver sua vida ao lado da garota que ama e livre das ameaças de Doc.
13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi (2016), Michael Bay
Em 11 de setembro de 2012, terroristas atacam o Complexo de Missões Especiais do Departamento de Estado dos Estados Unidos, próximo de uma estação da CIA chamada Anexo, em Benghazi. Uma equipe de seis agentes de segurança americanos luta heroicamente para repelir os ataques, proteger os funcionários e impedir uma tragédia maior. A história é baseada em eventos reais.
No Limite do Amanhã (2014), Doug Liman
Em 2020 a Terra é invadida por uma raça alienígena, chamada Mimics. Bill Cage é major e relações públicas nas Forças Armadas dos Estados Unidos, sem experiência em combate. Ele recebe ordens de seu superior para filmar uma operação contra os alienígenas. Morto em combate, Cage se dá conta de que entrou em um loop temporal, que o envia de volta ao dia anterior à batalha toda vez que ele morre.
Círculo de Fogo (2013), Guillermo Del Toro
No futuro, monstros gigantes chamados Kaiju chegam de outra dimensão, por meio de uma fissura no fundo do Oceano Pacífico. Após destruírem boa parte do planeta, os humanos descobrem uma maneira de combatê-los: robôs gigantes que devem ser pilotados por duas pessoas com conexão neural. Após quase morrer durante uma batalha que custou a vida de seu irmão, o piloto Raleigh Becket desiste de lutar. No entanto, é convencido por superiores a enfrentar a grande batalha final ao lado de uma nova parceira.
Rush: No Limite da Emoção (2013), Ron Howard
No início dos anos 1970, James Hunt ascendeu na carreira do automobilismo profissional, exibindo uma ousadia e carisma únicos nas pistas. Enquanto isso, o nada carismático Niki Lauda deixa os negócios lucrativos de sua família e usa seu dinheiro e influência para entrar no jogo de corrida. Hunt e Lauda imediatamente se tornam rivais, o que ajuda a impulsioná-los a novos patamares de grandeza. Quando Lauda sofre um terrível acidente, Hunt tem oportunidade de se tornar o campeão.
Distrito 9 (2009), Neil Blomkamp
Há cerca de 30 anos, uma nave alienígena pousou sobre Johanesburgo, na África do Sul, em busca de refúgio de seu planeta em destruição. Vivendo reclusos em uma área denominada Distrito 9, os “camarões”, como são chamados, vivem precariamente, vítimas de preconceito dos humanos e desassistidos pelo governo. Quando um agente em campo contrai um vírus que altera seu DNA e o transforma em alienígena, ele passa a ser caçado e terá de se esconder entre os inimigos.
O Plano Perfeito (2006), Spike Lee
Em Nova York, o bandido meticuloso Dalton Russell planeja o assalto a banco perfeito. Seus homens se vestem com uniformes e máscaras de pintores e entram no banco na esquina da Times Square com a Broadway, onde eles desativam as câmeras de vigilância e fazem todos os clientes, funcionários e seguranças de reféns. Os criminosos trocam de roupas com as vítimas e conseguem confundir o detetive Keith Frazier e seu parceiro Mitch, que estão sempre um passo atrás dos assaltantes. Até que o dono da instituição financeira contrata Madeline White, uma jogadora de xadrez, para resolver o crime e recuperar um objeto importante que está no cofre do banco.
Andrea Bordeaux era uma das protagonistas de Run The World
Andrea Bordeaux, da série Run The World, do Starzplay Foto: Divulgação/Starzplay
A atriz Andrea Bordeaux, da série de comédia Run The World, da plataforma Starzplay, foi demitida da atração por se recusar a tomar a vacina contra a Covid-19. Segundo os protocolos nos sets de Hollywood, artistas e equipes só poderão trabalhar se estiverem imunizados.
De acordo com o site Deadline, a personagem de Andrea, que faz parte do quarteto de protagonistas, será removida a partir da 2ª temporada. Ainda segundo o site de entretenimento, Andrea e a produtora Lionsgate chegaram a ter uma reunião sobre o assunto, em que a atriz manifestou sua insatisfação com a obrigatoriedade da vacina. No entanto, a empresa decidiu pelo afastamento permanente dela.
Em seu Instagram, Andrea desabafou sobre a situação e disse que “a Lionsgate não fez esforço algum para encontrar uma solução”. Apesar do desligamento, a atriz continuou defendendo sua liberdade individual de não se imunizar.
– Meu coração está com as pessoas ao redor do mundo que sentem que estão perdendo muitas coisas devido à escolha de permanecerem firmes com as próprias convicções e honrar crenças essenciais – escreveu Andrea na rede social.
A atriz também reafirmou que está “em paz” com sua decisão.
– O que eu sei com certeza é que quando você segue seu coração e honra o caminho que o Espírito desenhou para você, nada pode ser tirado que não seja devolvido mil vezes mais. Eu me rendo a isso com profunda paz e alegria, e encorajo vocês a fazerem o mesmo – escreveu.
Atriz Andrea Bordeaux disse estar em paz sua decisão Foto: Reprodução Instagram
O Alambique Social Music, localizado no Ville Goumert, em Feira de Santana, prepara mais um super-evento neste fim de semana. O cantor Chrigor, ex-Exaltasamba, se apresenta na noite do próximo domingo (6), no bar.
A edição, intitulada ‘In Samba’ contará ainda com shows completos dos cantores Galeguinho SPA e Jean Santana, além do grupo Audácia Pura e do Dj Kadinho.
Chrigor – Ex-vocalista da banda Exaltasamba (1992 à 2022), Chrigor é um dos ícones do pagode romântico dos anos 90. Entre os grandes sucessos interpretados pelo artista estão canções históricas que embalaram muitos casais apaixonados como “Me Apaixonei Pela Pessoa Errada”, “Telegrama”, “Meu Jeito de Amar é Assim”, “Cartão Postal”, “Desliga e Vem” e muito mais.
Em setembro de 2021, Chrigor participou do novo Caldeirão, da Rede Globo, com o apresentador Marcos Mion e destacou: “O pagode dos anos 90 nunca parou. A gente falava muito de amor e amor nunca envelhece”.
Alambique ‘In Samba’ Atrações: Chrigor, Galeguinho SPA, Audácia Pura, Jean Santana e Dj Kadinho Quando: domingo (06/02).
A Revista Bula te ajuda a segurar essa barra que é ser um jovem latino-americano sem dinheiro no banco em plena pandemia de coronavírus, bombardeado por tecnologias novas, informações e desinformações. Se você está prestes a ter uma crise de burnout na volta do trabalho, preso no trânsito, enquanto ouve sua playlist que mistura Raça Negra, Belchior, Anitta e Bach, lê as notícias sobre novos aumentos de combustíveis e só pensa em quando o brasileiro vai ter um minuto de sossego, te trazemos a boa do dia: uma lista de filmes que vai deixar sua vida um pouco mais leve. Com essas produções disponíveis no catálogo da Netflix, conseguiremos, no mínimo, colocar um sorrisinho de alívio nesse seu rostinho. Destaques para “Aziz Ansari: Nightclube Comedian”, de 2022, de Aziz Ansari; “Time do Coração”, de 2022, de Charles Kinnane e Daniel Kinnane; e “The House”, de 2022, de Paloma Baeza e Emma De Swaef. Os títulos estão organizados de acordo com o ano de lançamento e não seguem critérios classificatórios.
Aziz Ansari: Nightclube Comedian (2022), Aziz Ansari
Em uma noite comum no The Comedy Cellar, em Nova York, o público é surpreendido pela pela presença do comediante que hoje vive recluso, Aziz Ansari. A gravação foi realizada em dezembro de 2021, quando a onda da ômicron de Covid-19 se espalha ampla e rapidamente por toda a cidade, apesar da vacinação. Então, talvez sair de casa não seja a melhor decisão a se tomar. Aziz, que agora mora em Londres, após se envolver em um escândalo de assédio sexual, aparece de surpresa no clube de comédia trazendo verdades difíceis de engolir sobre a pandemia, o negacionismo, o cancelamento e a geração atual.
Time do Coração (2022), Charles Kinnane e Daniel Kinnane
O técnico de futebol profissional, Sean Payton, está de licença administrativa enquanto está sob investigação da NFL, a liga nacional de futebol americano. Ele decide aproveitar o tempo livre para visitar seu filho, que mora em uma pequena cidade do Texas, Connor. Inicialmente, seu plano é ficar apenas por alguns dias. Conforme Sean começa a se interessar pelo time de futebol da escola de Connor, os Warriors, a permanência se prolonga. Ele aceita ajudar a treinar os jovens atletas, mas Connor está um pouco resistente à presença repentina do pai. O que ocorrerá quando Sean for autorizado a voltar ao trabalho? Ele irá se afastar novamente?
The House (2022), Paloma Baeza e Emma De Swaef
Uma antologia de filmes que gira em torno de uma casa e os eventos sobrenaturais que ocorrem no local, atormentando os proprietários que lá vivem. O primeiro se passa em 1800, quando uma família se muda para a propriedade em busca de uma nova vida. Infelizmente, o que eles encontram é uma passagem só de ida para um antro de loucura. A segunda se passa no presente. Um corretor de imóveis conserta a casa de acordo com os padrões modernos para conseguir vendê-la. Já o terceiro nos leva para o futuro, após uma série de eventos de inundações que devastou o mundo, a casa se mantém em pé em uma ilha urbana solitária. Uma senhora tenta consertar o lugar e trazer de volta sua beleza de outrora, enquanto exige que os inquilinos paguem aluguel.
A Mão de Deus (2021), Paolo Sorrentino
Fabietto Schisa tem 17 anos e vive em Nápoles, durante os anos 1980. Introspectivo, ele encara os acontecimentos ao seu redor sem muita emoção, até que alguns eventos mudam tudo. Um deles é a ida de Diego Maradona, seu maior ídolo, à sua cidade. Outro, é um acidente trágico envolvendo sua família, que o obriga a amadurecer. O despertar de uma paixão pelo cinema também o ajuda a encontrar um novo sentido para a vida.
Ali no Queens (2021), Lucky Kuswandi
Ali é um adolescente de 17 anos que, após a morte de seu pai, decide ir para Nova York a procura de sua mãe, Mia. Ela partiu quando Ali tinha 5 anos em busca de uma vida melhor nos Estados Unidos. Quando Ali bate no endereço de uma carta enviada há décadas por sua mãe, se depara com Party, uma faxineira que divide apartamento com algumas amigas. Elas prometem ajudá-lo a procurar Mia em troca de algum dinheiro.
Tick, Tick… Boom! (2021), Lin-Manuel Miranda
Perto de seu 30° aniversário, Jonathan Larson tem que servir mesas para se manter, enquanto escreve um musical quase autobiográfico. Preocupado com a possibilidade de ter optado equivocadamente pela carreira artística, ele se sente pressionado pela namorada, que quer afugentar suas pretensões profissionais, e pela melhor amiga, que abandonou o sonho de ser atriz para ter segurança financeira e por medo da Aids, que lança uma sombra sobre os profissionais da arte.
Você Nem Imagina (2021), Alice Wu
Ellie Chu é estudiosa e tímida, mas elabora um negócio próspero escrevendo trabalhos para outros alunos por dinheiro. O bico permite que ela ajude a sustentar o pequeno apartamento que divide com seu pai viúvo. Um dia, Paul Munsky, do time de futebol da escola, pede a Ellie para ajudá-lo a escrever uma carta de amor para Aster Flores. Ellie também se sente atraída por Aster e sabe exatamente o que dizer para ela. Por outro lado, o rapaz que gosta de Aster por sua beleza, passa a enxergar em Ellie algo muito mais substantivo.
Meu Ano em Nova York (2020), Philippe Falardeau
Joanna é uma ex-estudante de pós-graduação que se muda para Nova York na década de 1990. Poeta em ascensão, ela consegue um emprego como assistente de uma agente literária antiquada. Designada a lidar com a correspondência de fãs efusivos do cliente mais famoso e recluso da agência, J.D. Salinger, Joanna é instruída a usar uma resposta padrão para todas as cartas. Irritada, ela desrespeita as regras e personaliza suas respostas enquanto se imagina conversando frente a frente com cada um dos fãs do autor.
The Forty-Year-Old Version (2020), Radha Blank
Radha Blank escreve, dirige e protagoniza essa versão ficcional e cômica de si própria. Próxima dos quarenta anos, ela ensina atuação em uma escola de teatro. Recebendo pouco e fazendo o possível para evitar sair de casa, Radha passa suas noites trocando de canal na televisão. Com uma carreira que transita entre o teatro e o rap, ela luta para encontrar inspiração e se reinventar para que, enfim, consiga deslanchar profissionalmente.
Um Banho de Vida (2019), Gilles Lellouche
Bertrand, um pai de família desempregado, sofre de depressão. Depois de um tratamento ineficaz, ele começa a frequentar a piscina de seu bairro e se junta à equipe masculina de nado sincronizado. Durante os treinos, os atletas amadores compartilham suas frustrações e alegrias, tornando-se grandes amigos. Sob o comando da ex-atleta olímpica Delphine, eles decidem participar de um campeonato mundial.
Yesterday (2019), Danny Boyle
Jack é um músico que batalha pelo sucesso. Ele toca em cafés e calçadas e é agenciado por Ellie, sua amiga de infância. Jack mora com os pais em Suffolk e está pronto para jogar a toalha, desistindo da carreira malsucedida. Em uma noite, um blecaute de 12 segundos ocorre em todo o planeta e Jack é atropelado por um ônibus. Então, ele desperta em um mundo que nunca ouviu falar dos Beatles. Não há vestígios da banda em nenhum lugar. Quando Jack começa a tocar canções como “Imagine” e “Back in the USSR”, as pessoas ficam em choque com a potência das letras e melodias.
Eighth Grade (2018), Bo Burnham
Kayla é uma adolescente de 13 anos em seus últimos dias de ensino fundamental e prestes a ingressar no ensino médio. Aspirante a youtuber de sucesso na internet, ela publica vídeos de autoajuda para seus poucos seguidores. Kayla mora com seu pai viúvo, que luta para se conectar com a filha, apesar da resistência da menina. Sem amigos, ela alimenta um amor platônico por Aiden e luta para se encaixar e ser notada em sua escola.
Emissora ficou em silêncio por dois dias sobre supostos casos dentro da casa
Confinados passam por teste de Covid-19 Foto: Reprodução/Globoplay
Na tarde desta quinta-feira (3), a Globo decidiu realizar testes de Covid-19 nos participantes do BBB 22, após rumores de que alguns integrantes do elenco estariam infectados.
A influencer Jade Picon comentou sobre o teste com outros colegas, logo após retornar do confessionário.
– Se preparem, tá? Fui achando que eu ia ser consultada e, na verdade, enfiaram dois cotonetes em cada nariz meu. Nossa, que horrível – comentou Jade, no quarto chamado “lollipop”.
– Estou com medo agora porque sou o único aqui com sintomas de gripe – comentou Vinícius Fernandes, conhecido como Vyni, que despertou o alerta nos telespectadores por uma tosse persistente.
Jade Picon conta sobre teste aos colegas Foto: Reprodução/Globoplay
Um comunicado no perfil oficial de Vyni no Instagram chegou a garantir que ele não está contaminado, mesmo sem mencionar se o participante havia passado por testagem dentro da casa.
– Há alguns dias, Vyni vem apresentando sintomas que preocuparam tanto seus fãs quanto os telespectadores do BBB, tais como tosse insistente – diz a nota publicada nessa quarta-feira (2).
Antes de o reality estrear, três participantes foram impedidos de entrar na casa por causa do teste positivo para coronavírus: Jade Picon, Linn da Quebrada e Arthur Aguiar. Eles só foram autorizados a participar do reality dois dias após o programa ir ao ar.
Além disso, o primeiro eliminado do BBB 22, Luciano, testou positivo para Covid-19 dois dias depois de sair da atração. Ele não conseguiu fazer alguns programas ao vivo na emissora e ficou em isolamento social, com sintomas leves da doença.
A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) anunciou nas redes sociais que havia enviado um ofício à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro para que os participantes do programa fossem testados para a Covid-19.
A Secretaria de Saúde, por sua vez, afirmou que a testagem é uma responsabilidade da Globo.
– A Secretaria de Estado de Saúde esclarece que, por se tratar de um evento privado, cabe aos organizadores tomarem as providências cabíveis, assim como a realização de testes, caso se faça necessário – disse em comunicado.