Aquele momento de descanso, depois do trabalho, entre você e a Netflix, durante a semana, é sagrado. É ele que recarrega sua energia, repõe suas forças e te dá uma injeção de ânimo. É finalmente assistindo aquele filme romântico, engraçado ou leve que te faz recuperar a serotonina perdida com um estresse, ansiedade ou problema que você enfrentou durante a semana. Por isso, a Revista Bula traz agora uma lista com produções cinematográficas, disponíveis no streaming, para você se deitar e relaxar sem precisar procurar durante quase uma hora. Entre elas, “Amor com Fetiche”, de 2022, de Hyeon-jin Park; “A Mão de Deus”, de 2021, de Paolo Sorrentino; e “Garota Estranha”, de 2021, de Umesh Bist. Os títulos estão organizados de acordo com o ano de lançamento e não seguem critérios classificatórios.
O filme trata de um romance picante e nada convencional entre dois colegas de trabalho. O casal assina um acordo contratual que prevê prazer em consenso, brincadeiras eróticas e dor. Tudo começa quando Ji Woo recebe no escritório uma encomenda que acaba revelando aos seus colegas seus fetiches sexuais. Ji Hoo, então, propõe um contrato que inicia um caso romântico atrevido e recheado de fantasias de escravo e mestre.
A Mão de Deus (2021), Paolo Sorrentino
Fabietto Schisa tem 17 anos e vive em Nápoles, durante os anos 1980. Introspectivo, ele encara os acontecimentos ao seu redor sem muita emoção, até que alguns eventos mudam tudo. Um deles é a ida de Diego Maradona, seu maior ídolo, à sua cidade. Outro, é um acidente trágico envolvendo sua família, que o obriga a amadurecer. O despertar de uma paixão pelo cinema também o ajuda a encontrar um novo sentido para a vida.
Garota Estranha (2021), Umesh Bist
Sandhya é uma jovem viúva que perdeu o marido apenas cinco meses após o casamento. Incapaz de sentir a dor do luto por um homem praticamente estranho, já que o casamento fora arranjado e os dois haviam se conhecido apenas no dia da cerimônia, Sandhya passa a ser malvista pelos parentes do marido. Quando a família do falecido descobre uma herança inesperada destinada à Sandhya, eles irão disputar o dinheiro.
Histórias Incomuns (2021), Kayoze Irani e Neeraj Ghaywan
Uma antologia formada por quatro curtas-metragens. No primeiro, “Amantes”, trata de um casamento arranjado em que o marido se nega a deitar com a esposa. No segundo, “Brinquedo”, duas irmãs pobres tem a energia cortada e o patrão de uma delas oferece pagar a conta em troca de sexo. Em “Beijo Molhado” uma funcionária de uma empresa aconselha a colega de trabalho a engravidar para ficar com sua vaga. Em “Não Falado”, a mãe de uma menina surda irá se apaixonar por um fotógrafo que fala em linguagem de sinais.
No Jogo do Amor (2021), Florian Gottschick
A história gira em torno de dois casais: Nils e Maria e Ben e Janina. Eles haviam participado de um desafio de troca de parceiros durante quatro semanas. Após cumprirem o jogo, eles se reencontram em uma praia remota para enfrentar as consequências e mergulhar em verdades mais profundas. Enquanto os personagens buscam por respostas, experimentam a fragilidade humana em relação ao amor, luxúria e sexo e descobrem que suas vidas mudaram para sempre.
Polônia à Flor da Pele (2021), Veronica Andersson e Filip Hillesland
Seis pessoas diferentes, cujos nomes nunca são mencionados explicitamente, são colocados em situações difíceis e que, aparentemente, podem ser resolvidas sem derramamento de sangue. No entanto, os incidentes ocorrem em momentos críticos, quando as personagens são praticamente uma panela de pressão prestes a explodir. As histórias são contadas de maneira cômica, ofensiva e absurda.
Separadamente Casados (2021), Vivek Soni
Sundar e Meenakshi são jovens recém-casados hesitantes e inseguros com o matrimônio e com as tribulações da vida a dois. Tudo se complica ainda mais quando eles precisam encarar a possibilidade de um casamento à distância. Sundar consegue um emprego em Bangalore, enquanto Meenakshi tem que ficar presa em casa, em Madurai. Será que eles conseguirão conciliar as diferenças?
A Origem do Mundo (2020), Laurent Lafitte
Jean-Louis é um homem comum, que certo dia percebe que seu coração parou. Não há batidas, pulso, nada. No entanto, ele continua consciente e consegue se mover e falar. Ele recorre a Michel, seu amigo veterinário, para uma explicação. Até que a esposa de Michel, Valérie indica a guru de vida, Margaux, que é ligada a forças ocultas. Margaux acredita que Jean-Louis está em uma espécie de purgatório, em que precisa encarar questões ligadas à sexualidade de sua mãe ou morrer em um prazo de três dias.
Ludo (2020), Anurag Basu
O filme gira em torno de quatro histórias independentes e excêntricas. Na primeira, um ventríloquo, chamado Akash, expõe uma sex tape que pode arruinar o casamento de sua ex-namorada. Em outra, o criminoso Bittu é libertado após seis anos preso e descobre que sua esposa e filha seguiram suas vidas sem ele. Na terceira história, Alok, que dirige um restaurante à beira de estrada, está apaixonado por uma mulher casada, Pinky, e está disposto a resgatar o marido dela que acaba de ser sequestrado. Por último, um vendedor azarado e uma enfermeira, que se sentem vítimas de bullying em seus trabalhos, decidem roubar uma mala cheia de dinheiro.
Yesterday (2019), Danny Boyle
Jack é um músico que batalha pelo sucesso. Ele toca em cafés e calçadas e é agenciado por Ellie, sua amiga de infância. Jack mora com os pais em Suffolk e está pronto para jogar a toalha, desistindo da carreira malsucedida. Em uma noite, um blecaute de 12 segundos ocorre em todo o planeta e Jack é atropelado por um ônibus. Então, ele desperta em um mundo que nunca ouviu falar dos Beatles. Não há vestígios da banda em nenhum lugar. Quando Jack começa a tocar canções como “Imagine” e “Back in the USSR”, as pessoas ficam em choque com a potência das letras e melodias.
Ex-jornalista da Globo participou do quadro do antigo Domingão do Faustão
Mariana Ferrão apresentava o Bem Estar, na TV Globo Foto: Reprodução/TV Globo
A jornalista Mariana Ferrão surpreendeu com revelações que fizera em sua participação no podcast Inteligência Ltda na última semana. A ex-apresentadora do Bem estar, da TV Globo, falou sobre situações desconfortáveis nos bastidores do quadro na Dança dos Famosos, exibido no extinto Domingão do Faustão.
A jornalista participou do quadro em 2018, sendo a terceira eliminada da temporada. Ela contou que ensaiava uma das coreografias e que se sentiu insegura para realizá-la. No entanto, o coreógrafo Ricardo Espeschit, seu parceiro na competição, teria ignorado sua vontade.
– Na hora que a gente estava ensaiando a coreografia, o Ricardo queria fazer comigo uma pegada, aquele troço de jogar para cima. Ele me segurava com os dois braços, rodava e depois, na hora de descer, fazia um rocambole e me colocava em espacate no chão – iniciou.
– Eu me senti insegura. Só que, na hora em que a gente estava se apresentando, ele fez o negócio sem me avisar, e aí ou você vai, ou você vai, só que eu resisti – disse Ferrão.
A jornalista desabafou que o passo de dança foi feito ao vivo, a revelia, e que ela acabou sofrendo uma fratura durante a apresentação que ocasionou sua eliminação.
– Ele me levantou e me empurrou no espacate, eu tive um rompimento de fibra muscular que liga o fêmur ao quadril. Cara, é uma dor, um negócio bizarro. Eu fiquei muito mal. Eu me senti rasgada, me senti estuprada, a sensação foi essa – relatou.
– Emocionalmente foi muito forte, a insegurança de mostrar meu corpo, estava trabalhando há 20 anos na Globo como jornalista… Tudo junto e misturado, essa dor horrível, foi punk – finalizou a jornalista, que deixou a TV Globo em 2019.
Homem comprou imóvel após receber R$ 318 mil da emissora por engano
TV Globo conseguiu vitória na Justiça após pix errado Foto: Divulgação
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro acatou um pedido da TV Globo e bloqueou a compra de uma casa realizada por um homem que recebeu, por engano, um pix da emissora no valor de R$ 318 mil, em dezembro do ano passado. Para o juiz responsável pelo caso, o beneficiado pela transferência, Marco Antônio Rodrigues dos Santos, apropriou-se de um montante que não era dele.
A decisão foi tomada em segunda instância e ainda cabe recurso.
– Tendo em vista que existem provas documentais que acompanharam a petição inicial e respectiva emenda, no sentido de que o réu efetivamente se apropriou de uma quantia que não deveria ter recebido e ainda que, antes da propositura da ação, foi procurado pela parte autora e se recusou a devolver a quantia em questão, sob a alegação de que adquirira um imóvel, é de se deferir tutela de urgência de natureza cautelar em favor da autora – explicou o juiz titular Luiz Felipe Negrão, da 3ª Vara Cível do TJRJ.
O magistrado também determinou o bloqueio das contas de Marco Antônio e a inacessibilidade do imóvel adquirido por ele. Negrão ainda passou a alienação da casa para a TV Globo, que se torna “dona” do bem enquanto o caso não é concluído na Justiça.
– Neste caso, é evidente (não apenas provável) o direito da autora à devolução da quantia, assim como patente é o risco ao resultado útil do processo, pois o réu claramente não tem extenso patrimônio, tanto assim que, depois de receber a quantia por erro, cuidou de rapidamente se apropriar dela e utilizá-la na aquisição de um apartamento – concluiu o juiz em sua decisão.
O CASO A Globo acionou a Justiça após depositar, por engano, R$ 318 mil na conta bancária de um homem. Por meio do processo, a emissora tenta recuperar a verba. As informações são do site Notícias da TV.
Após descobrir o valor na conta, o homem comprou uma casa. Quando foi acionado pela Globo, ele disse que não tinha como devolver.
O depósito foi feito no dia 27 de dezembro de 2021. A Globo tinha feito um acordo trabalhista e, mediante decisão judicial, fez a transação bancária. O setor responsável alegou que os dados bancários de um funcionário estavam desatualizados e que, por este motivo, o dinheiro foi enviado para a conta errada, que pertence a Marcos Antônio Rodrigues dos Santos e que não tinha nada a ver com a história.
Marcos Antônio achou que tinha ganhado alguma promoção e ficou com a cifra. Após o Réveillon, ele deu entrada em um imóvel próprio. No entanto, dias depois o setor jurídico da Globo fez contato para pedir a devolução do valor.
Rinaldo Silva compartilhou trecho que mostra personagem da série Cuphead, exibida na Netflix
Representação do Diabo em série da Netflix Foto: Reprodução/YouTube Netflix
Uma representação do diabo em um desenho animado exibido na plataforma Netflix chamou a atenção do pastor Rinaldo Silva, da Igreja Impactados, que decidiu fazer um alerta aos pais em seu perfil nas redes sociais. Em um vídeo divulgado em sua página no Instagram, o líder mostra um personagem que possui uma figura diabólica durante a animação Cuphead – A Série.
No trecho publicado pelo pastor, o personagem, cujo nome é Diabo, canta uma canção em que a letra diz, em alguns trechos: “me chamam serpente, satanás e coisa ruim, eu adoro ser ‘euzinho’ tão malvado assim” e “vou lhes dar um recado: sugar a sua alma é meu grande barato”. Vale destacar que a animação tem censura livre na plataforma.
Ao falar sobre o desenho animado, o pastor ressaltou que descobriu da existência da animação ao perceber que sua filha estava assistindo. De acordo com Rinaldo, a publicação feita por ele na internet é um alerta aos pais já que, segundo o líder religioso, o conteúdo inicialmente parece ser inofensivo.
– Eu já orei, já repreendi o mal aqui, mas esse vídeo é um alerta, tenham cuidado com seus filhos assistindo desenhos, estejam de olho – completa o pastor.
Após ser demitido da série de televisão 9-1-1, o ator norte-americano, Rockmond Dunbar, decidiu acionar a Justiça contra a produtora da série, 20th Televison, e contra a The Walt Disney Company.
Após fazer parte de cinco temporadas da série de TV, o ator de 49 anos foi dispensado em novembro do ano passado por não querer se vacinar contra a Covid-19.
De acordo com a BBC, Dunbar entrou com um pedido de isenção da vacina por questões médicas e religiosas. A Disney teria revisado o documento e recusado o pedido. No processo judicial, sua alegação é a de que foi vítima de discriminação de raça e de religião.
A indenização requerida é milionária: US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,17 milhões). O ator se queixa de estar sofrendo danos com a demissão, sendo taxado como antivacina em Hollywood. Ele nega que tenha tal posicionamento.
– A Disney tem um histórico de discriminação racial e o Sr. Dunbar foi submetido a um tratamento díspar e discriminação de impacto díspar com base em sua raça. Com base em informações e crenças, funcionários não minoritários em situação semelhante não foram demitidos quando recusaram a vacina contra a covid-19 – declarou o advogado do artista.
Diretor Vinicius Coimbra foi afastado temporariamente após acusações
Roberta Rodrigues, Cinnara Leal e Dani Ornellas Fotos: Reprodução/TV Globo
Vinicius Coimbra, diretor da novela Nos Tempos do Imperador, foi afastado da emissora após ser acusado de racismo por atrizes do elenco. Ele também conduziria a próxima produção das seis horas, Mar do Sertão, mas já foi substituído por Allan Fiterman, que dirigiu Quanto Mais Vida, Melhor!
De acordo com o site Notícias da TV, as autoras das denúncias são as atrizes Roberta Rodrigues, Cinnara Leal e Dani Ornellas. Elas contataram o departamento de compliance da Globo, que é responsável por apurar condutas indecorosas e criminosas no ambiente de trabalho.
Antes de recorrerem ao departamento de compliance, as atrizes já haviam se queixado e relatado episódios desconfortáveis nas gravações. Ricardo Waddington, diretor de núcleo da emissora, disse a elas que providências seriam tomadas. No entanto, com o passar de meses, nada aconteceu.
De acordo com as atrizes, Vinicius Coimbra e sua equipe tinham falas preconceituosas e faziam segregação entre os atores. Eles chegavam a separar as pessoas entre “elenco branco” e “elenco negro” em documentos e até mesmo em camarins nos estúdios.
As atrizes Leticia Sabatella e Gabriela Medevedovski, que também integravam o elenco de Nos Tempos do Imperador, saíram em defesa das colegas e chegaram a intervir entre os diretores e as atrizes que se mostravam insatisfeitas. O ator Maicon Rodrigues também deu apoio.
As artistas foram orientadas por um corpo jurídico a aguardar o fim da investigação interna para decidirem se vão processar a Globo e Coimbra na Justiça comum. Tanto Cinnara quanto Dani e Roberta estão recebendo acompanhamento psicológico e psiquiátrico.
Sem falar sobre o que se referia, Roberta Rodrigues fez um desabafo no Instagram no último fim de semana. Ela não gravou o desfecho de sua personagem na novela, que já saiu do ar, e desmentiu que sua ausência tenha sido por conta da Covid-19, como foi noticiado.
– Tentaram me fazer desistir nesses últimos meses, mas eu fui criada na favela do VIDIGAL, formada pelo NÓS do MORRO, filha do Adilson Rodrigues (mecânico), filha da Eliane de Jesus Rodrigues Silva (costureira), neta da Carmelita de Jesus e componente de uma família PRETA muito fod*rastica. Aviso: Estou mais viva do que nunca e podem me chamar de fênix. Irei renascer sempre que for necessário – escreveu.
Ao Notícias da TV, a emissora disse, através da Central Globo de Comunicação, que não comenta questões relacionadas a compliance em razão do “compromisso de sigilo previsto no Código de Ética”.
Já a assessoria de imprensa de Vinicius Coimbra disse que o diretor prefere não falar sobre o assunto por enquanto.
Confira a lista de filmes indicados ao Oscar 2022, e quais plataformas estão disponíveis para assistir.
Foto: Divulgação
Os filmes indicados à 94ª edição do Oscar 2022, foram divulgados no dia 8 de fevereiro. O evento para premiação dos vencedores da estatueta está previsto para acontecer no dia 27 de março. O principal destaque na lista de indicados neste ano, é que contam com produções da Netflix e nenhuma produção brasileira aparece entre os indicados.
Veja a lista de filmes indicados neste ano e onde estão disponíveis para assistir
– Ataque dos cães
Uma produção da Netflix, lidera a lista de indicados, concorrendo a 12 categorias, entre elas, a de Melhor Filme.
Onde assistir?
O filme de Faroeste está disponível na Plataforma Netflix.
– Duna
É um filme inspirado na obra de ficção científica do autor Frank Herbert, publicado na década de 60. Destaca-se em segundo lugar na lista, com 10 indicações.
Onde assistir?
É possível assistir a produção no streaming da HBO Max .
– CODA: no ritmo do coração
Uma produção que entrou para história, com a primeira indicação de um surdo, o ator Troy KotSur, que concorre na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. O filme narra a história de uma família americana de deficientes auditivos, que são empresários do ramo de pesca em Gloucester.
Onde assistir?
O longa faz parte do catálogo brasileiro da Amazon Prime Video.
– Drive My Car
Para surpresa de muita gente, o filme de produção japonesa está na lista de indicados.
Onde assistir?
Por enquanto não está disponível em nenhum lugar no Brasil. Mas tudo indica que em breve poderemos assistir pela plataforma MUBI que sinalizou o lançamento.
– Belfast
É a nova produção do diretor Kenneth Branagh, mesmo diretor do filme Assassinato no Expresso Oriente.
Onde assistir?
Estará em cartaz nos cinemas brasileiros, a partir de 10 de março.
– Não Olhe para Cima
A polêmica “dramédia” que causou grandes debates, e sucesso de audiência no final do ano passado, protagonizada pelos atores Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence e grande elenco, aparece na lista de indicados deste ano.
Onde assistir?
Está disponível no catálogo da Netflix.
– Beco do Pesadelo
O drama estrelado por Bradley Cooper, Cate Blanchett, Toni Collette e Willem Dafoe e dirigido por Guillermo del Toro, também está na corrida da premiação.
Onde assistir?
Está disponível nos cinemas.
-King Richard: criando campeãs
Protagonizado por Will Smith, é baseado na história real da jornada do empresário King Richard, pai das tenistas Serena e Venus Williams.
Onde assistir?
Está no streaming da HBO Max .
-Licorice Pizza
A produção dirigida por Paul Thomas Anderson, indicado em produções passadas, costuma ser muito elogiado pela crítica especializada.
Onde assistir?
Vai estrear nos cinemas no dia 17 de fevereiro.
– Amor Sublime Amor
Narra uma história de amor e rivalidade entre gangues em Nova Iorque, nos anos de 1957. O filme trata-se de uma adaptação de um musical da Broadway.
Onde assistir?
Tem previsão de estreia nos cinemas em 10 de março.
A tentativa de se estabelecer alguma ordem que reja o caos da natureza humana, que apenas reflete a biologia — indisciplinada, selvagem, caótica —, é a função precípua do expediente político, sem o qual os indivíduos já teriam regredido novamente à barbárie da Idade Média (476-1453), ou ainda à violência cândida da Idade da Pedra, em que o homem matava “apenas” para defender-se dos inimigos que ameaçavam seu território, a pureza de suas mulheres ou o desenvolvimento de sua prole, tão cômodo se encontrava em tal cenário que nele permaneceu por quase três milhões de anos. Se o gênero humano abandonou as cavernas e se estabeleceu em moradias confortáveis, onde dispõe de todo o fogo de que necessita para suas tantas demandas diárias, o deve em grande parte à capacidade de fazer as escolhas certas, malgrado sua natureza seja muito mais lembrada pela frequência com que se equivoca, e o quão impactante cada um desses erros se torna, para quem os comete e, o principal, para aqueles que estão próximos. E, por óbvio, as coisas não demoram a sair do controle.
Não é de hoje que a França se destaca do restante do Ocidente por compreender o mundo moderno à sua maneira e propagar essas impressões por meio das muitas manifestações artísticas de que toma parte, inclusive o cinema e, mais especificamente, certo tipo de cinema. Filmes de gângster não são exatamente a melhor definição do que vem a ser a essência da rica indústria cinematográfica francesa, mas como o sol sempre acaba brilhando para todos, esse subgênero também é contemplado por lá. “O Mundo é Seu” (2018) fica longe de agradar a todos os tipos de público; na trama, uma releitura personalíssima e bastante estilizada da obra de Quentin Tarantino, o diretor Romain Gavras, celebrado como um cineasta promissor em Cannes, toma o crime organizado como mero pano de fundo para disparar sua metralhadora giratória contra o modelo de vida das sociedades ocidentais, há muito apodrecido, e mesmo contra as relações humanas, mormente as românticas, baseadas nele. A vontade de vencer, primeiro à custa de trabalho e muito empenho, depois com uma providencial ajuda de leis caducas e do poder do submundo — cada vez mais influente, esteja-se onde se estiver —, é capaz de transformar um homem e seu entorno, ainda que ao fim do processo note-se um rastro de destruição e o consequente vazio.
Romain Gavras parece ter herdado o pendor para o cult do pai. Filho de Costa-Gavras, célebre pelo caráter documental de sua produção, bem como por ficções solidamente amparadas numa visão de mundo humanista, cujo componente histórico se faz distinguir pelo rigor intelectual — a exemplo de “Estado de Sítio” (1972), sobre a incipiente ditadura uruguaia e a ascensão do grupo paramilitar Tupamaros —, o diretor de “O Mundo é Seu” mantém a veia de crítica sociopolítica do pai, mas ainda que aqui opte por conferir a seu trabalho um caráter mais popular, o que não seria necessariamente um problema, mas, no caso, é. Malgrado não seja só Tarantino, o roteiro, uma parceria entre Gavras, Karim Boukercha e Noé Debré, se estende sobre o que poderia se constituir como uma justificativa para a debacle da vida nos grandes centros urbanos, um exercício de investigação sociológica que até teria alguma relevância se não se perdesse em meio a tantos clichês, tantos atalhos, tantas soluções fáceis (e erradas) para as questões que anseia abraçar.
A grande aspiração de François é ficar rico. Começa esse seu plano da maneira mais ortodoxa possível, ou seja, trabalhando sobre as negociações para a venda de picolés Mister Freeze no Magrebe, no noroeste da África. O problema é que por toda a vida o personagem de Karim Leklou se permitiu dominar pela mãe e se tornou um perfeito inútil. Dany, de Isabelle Adjani, não passa de uma golpista, que usa o filho em planos ardilosos para furtar mercadorias de luxo em lojas de departamento na Galeria Lafayette, em Paris, mas se comporta como uma autêntica sultana, ostentando os lenços de grife e os imensos óculos escuros que costuma roubar. Esses dois tipos miseráveis, condenados a partilhar a mesma vida sem futuro, não veem nenhum impedimento moral em seguir assim, uma vez que também se sentem espoliados desde sempre, apesar de nunca dizerem por quem e por quê. Leklou e Adjani levam à cena desempenhos muito acima do observado entre os demais membros do elenco, à exceção de Oulaya Amamra, que já havia dado um banho de talento e carisma em “Divines” (2016), dirigida pela irmã, Houda Benyamina. Mesmo que espantosamente plastificada, a veterana se sai muito bem em emprestar a Dany aquele ar de aristocrata falida que é a própria essência da personagem, batendo uma bola redonda com Leklou, por sua vez perfeito como o filhinho da mamãe apatetado. Aos poucos, François vai mostrando certo cansaço dessa onipresença materna e decide redobrar a dedicação no seu sonho de virar um magnata dos sorvetes no palito, mas para tanto terá de juntar muito mais dinheiro. É aí que seu caminho rumo à marginalidade começa a se estreitar ainda mais, porque a única alternativa que se apresenta é supervisionar um cartel de drogas na Espanha, reportando-se a Putin, de um Sofian Khammes alguns tons acima do recomendado para o papel. Para orientá-lo nessa nova etapa de sua carreira, ele recorre a Henri, a deixa para Vincent Cassell arejar a história com o personagem, o típico malandro boa-praça, que acaba se dando mal.
Romain Gavras peca pelo excesso, nunca pela falta, mas peca. É louvável sua ambição de elaborar soluções para o crime organizado, para o narcotráfico, para as chagas do sistema capitalista como um todo, mas o assunto exige fôlego, e o de “O Mundo É Seu” é curto demais para isso. Gavras acerta muito mais ao focar nas situações absurdas do longa, em que, mais uma vez, Isabelle Adjani prova que ainda tem muita lenha para queimar, e Karim Leklou está no ponto alto de sua trajetória. O diretor pode chegar aonde quer, talvez pela mesma estrada por onde passou o pai, mas não foi dessa vez. Ainda não.
Filme: O Mundo É Seu Direção: Romain Gavras Ano: 2018 Gênero: Comédia/Crime Nota: 7/10
A apresentador Sandra Annenberg pode deixar a rede Globo e ir para uma nova emissora a qualquer momento. De acordo com informações do ‘Na Telinha’, a jornalista estaria na mira da Band após que o apresentador Fausto Silva fez uma ponte entre ela e a nova emissora do seu programa.
Ainda de acordo com o site, essa possibilidade é vista como um sonho de Faustão, em aproximar a apresentadora com a Band, para fazer parte dos profissionais da sua nova emissora.
Faustão na Band estreou desde 17 de janeiro e vai ao ar diariamente.
Caras como William Shakespeare, Victor Hugo, Goethe, F. Scott Fitzgerald, John Keats, Pablo Neruda e Gabriel García Márquez escreveram histórias e poemas sobre o amor que o elevou aos níveis mais sublimes e etéreos do sentimento. Aí vem o Jorginho, namorado da sua amiga Ana, com formação em etecétera, e diz que romances são uma porcaria. Beleza, Jorginho! Eu respeito seu posicionamento, mas seu posicionamento é burro. Por isso, viemos provar por meio dessa lista que existe filmes de romance inteligentes, sim! Destaques para “Perdi Meu Corpo”, de 2019, de Jérémy Clapin; “Yesterday”, de 2019, de Danny Boyle; e “O Lado Bom da Vida”, de 2012, de David O. Russell. Os títulos estão organizados de acordo com o ano de lançamento e não seguem critérios classificatórios.
Do mesmo roteirista de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, o enredo narra a história de Naoufel, um jovem apaixonado por Gabrielle. À medida em que o romance é contado, uma mão decepada escapa de um laboratório de dissecação e sai pelas ruas de Paris à procura de seu corpo. Enquanto vagueia pela cidade, se recorda dos tempos em que fazia parte do organismo de um rapaz em busca do amor.
Yesterday (2019), Danny Boyle
Jack é um músico que batalha pelo sucesso. Ele toca em cafés e calçadas e é agenciado por Ellie, sua amiga de infância. Jack mora com os pais em Suffolk e está pronto para jogar a toalha, desistindo da carreira malsucedida. Em uma noite, um blecaute de 12 segundos ocorre em todo o planeta e Jack é atropelado por um ônibus. Então, ele desperta em um mundo que nunca ouviu falar dos Beatles. Não há vestígios da banda em nenhum lugar. Quando Jack começa a tocar canções como “Imagine” e “Back in the USSR”, as pessoas ficam em choque com a potência das letras e melodias.
O Lado Bom da Vida (2012), David O. Russell
Pat Solitano é um ex-professor do ensino médio que tem um surto de violência ao flagrar sua esposa com outro homem no chuveiro. Depois de ser liberado de uma ala psiquiátrica de Baltimore, onde passou oito meses, ele retorna para a casa de seus pais, banido de sua vida anterior. Na vizinhança, ele desenvolve uma amizade improvável com Tiffany, uma viúva que luta contra a depressão e que está obcecada em vencer o concurso de dança local. Os dois se tornam parceiros na competição, enquanto se ajudam mutuamente a superar seus traumas e reconstruir suas vidas.
Comer, Rezar, Amar (2010), Ryan Murphy
Elizabeth Gilbert é uma escritora que, de repente, se vê presa em uma vida que não a faz feliz. Ela decide se separar do marido, mas um novo relacionamento também não é suficiente para que ela se sinta plenamente satisfeita. Então, ela decide buscar a resposta pelo mundo. Em uma viagem à Itália, Elizabeth redescobre sua paixão por comida e pela vida. Na Índia, ela busca conexão espiritual. Já em Bali, Elizabeth conhece um brasileiro que mostra a ela o caminho para o amor.
Te Amarei Para Sempre (2009), Robert Schwentke
Clare e Henry se conectam no instante em que se conhecem. Mas ele possui uma condição genética que o faz viajar no tempo em momentos imprevisíveis. Mesmo o amor arrebatador de Clare pode não se sustentar com as ausências repentinas de Henry. Enquanto ela deseja uma vida estável, ele nunca sabe o momento em que poderá estar presente.
Orgulho e Preconceito (2005), Wright Wright
Baseado no romance de Jane Austen, “Orgulho e Preconceito” conta a história de Elizabeth Bennet e suas irmãs, que vivem na Inglaterra rural, do século 19. A família das garotas passa por problemas financeiros e a mãe está decidida a casar suas filhas com homens da alta sociedade. Quando o senhor Bingley se muda para a cidade, a senhora Bennet tenta casar sua filha mais bela, Jane, com o ricaço. Enquanto isso, Elizabeth se apaixona pelo melhor amigo de Bingley, o senhor Darcy, um arrogante e pouco sociável aristocrata.