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Foto: Reprodução / Contábeis

O governo federal já decidiu que vai antecipar o pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas neste ano. O pagamento do abono salarial também será antecipado.

A medida estava em estudo como forma de compensar o fim do auxílio emergencial, programa por meio do qual o governo injetou R$ 254 bilhões na economia, desembolsando recursos para 66,4 milhões de pessoas.

A ideia é que os pagamentos comecem entre fevereiro e março.

A iniciativa é tida como viável pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, porque não tem custo fiscal: os recursos já estavam previstos no Orçamento e serão apenas desembolsados com antecedência.

A equipe econômica acredita que, com isso, será possível observar a reação ao que é definido internamente como “desmame” do auxílio emergencial.

Outras medidas estão em estudo, como a reformulação ou ampliação do Bolsa Família.

Elas não resolvem, no entanto, o problema de milhares de pessoas que estão deixando de receber o auxílio e que podem ter dificuldade para encontrar emprego em uma economia desacelerada.

O Ministério da Economia, por isso, deve insistir com a ideia da aprovação da Carteira Verde e Amarela, que reduz custo de contratação de funcionários jovens.

A proposta, no entanto, é polêmica e a primeira tentativa de aprová-la no Congresso fracassou.

Informações Bahia Notícias


Alta é temporária, mas pode afetar cenário de 2021, afirma Bruno Serra

Foto: Reprodução

Agência Brasil- O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Bruno Serra, disse hoje (12) que o resultado da inflação de 4,5% em 2020, acima do centro da meta, foi “espetacularmente” melhor do que uma inflação de 2,1%, como previsto pelo Banco em setembro do ano passado. A meta projetada era de inflação de 4%. Nesta terça-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do ano passado ficou em 4,52%.

“Estamos entregando uma inflação acima do centro da meta, o que nunca é desejável. Mas, como a gente está sempre perseguindo o centro da meta, que era de 4% em 2020, 4,5% é espetacularmente melhor que os 2,1% que a gente imaginava no final de setembro”, disse Serra, durante videoconferência sobre a conjuntura econômica brasileira promovida pela XP Investimentos.

De acordo com Serra, a alta da inflação é temporária, mas pode afetar o cenário de 2021. O diretor do BC explicou que a alta foi puxada pelo câmbio e pelo preço de commodities(produtos primários com cotação em mercados internacionais) que subiram mais do que o esperado. Segundo Serra, outros fatores de pressão para a alta da inflação foram o dinheiro do auxílio emergencial, questões climáticas que impactaram colheitas no sul do país e a restrição na produção de petróleo da Arábia Saudita.

“Teremos uma inflação um pouco mais alta do que imaginávamos, algo que teremos que avaliar nos próximos ciclos. Mudou muito o cenário de commodities de dezembro para cá e teve uma mudança no câmbio também”, acrescentou.

Selic

Serra disse ainda que o BC deve rever em breve a taxa básica de juros (Selic), que atualmente está em 2% ao ano, mas ressaltou que a alteração vai depender do rumo que tomar a política fiscal do país. “A taxa de juros estrutural da economia brasileira não é 2%. Não é a taxa em que o Brasil vai conviver em situações normais. É o nível que o Banco Central precisou colocar para perseguir a meta de inflação em um ambiente bastante típico”, afirmou.

Na próxima semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) realiza a primeira reunião de 2021, mas, de acordo com Serra, ainda não deve haver mudanças na taxa da Selic. As alterações devem ocorrer após a votação do Orçamento de 2022, após o início do ano legislativo, em fevereiro.

“É um debate que vai acontecer no devido tempo, ao longo dos próximos trimestres. O debate já está ocorrendo no mercado e é natural que ocorra do nosso lado também”, afirmou.


Presidente afirmou que automobilística queria subsídios

Foto: Isac Nóbrega/ PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou nesta terça-feira (12) a apoiadores que a Ford não disse a verdade sobre o fechamento dos parques fabris no Brasil.

– Mas o que a Ford quer? Faltou à Ford dizer a verdade: querem subsídios. Vocês querem que continuemos dando R$ 20 bilhões a eles, como fizemos nos últimos anos, dinheiro de vocês, impostos de vocês, para fabricar carro aqui? Não. Perdeu para a concorrência, lamento – disse.

Bolsonaro afirmou ainda que “em um ambiente de negócios, quando não se tem lucro, se fecha”. “Assim é na vida e na nossa casa”, completou o presidente, que disse lamentar a decisão da montadora por causa de “cinco mil empregos perdidos”.

Depois de mais de 100 anos produzindo no Brasil, a Ford anunciou na segunda-feira (11) o encerramento de sua produção de veículos no país. A decisão afeta as fábricas de Camaçari (BA), de Taubaté (SP) e de Horizonte (CE), mas a montadora segue com sua operação de vendas e assistência técnica no país, focando em produtos importados.

*Estadão

Informações Pleno News


Depois de 102 anos no Brasil, a Ford anunciou que vai fechar suas três fábricas locais. Entenda os motivos que levaram a montadora a tomar essa decisão e os riscos de outras seguirem o mesmo caminho

Foto: Divulgação

Sergio QuintanilhaNEO FEED O fim da produção de carros da Ford no Brasil foi o desfecho triste de uma morte que estava anunciada há anos, mas ninguém quis acreditar. Nesta segunda-feira, 11 de janeiro, a Ford Motor Company anunciou que a Ford Brasil encerra sua operação de manufatura no País, fechando suas três fábricas: Camaçari (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE).

O sinal mais forte de que a Ford Brasil estava gravemente doente foi dado há menos de dois anos, no dia 19 de fevereiro de 2019, quando a empresa decidiu sair do negócio de caminhões e fechou a histórica fábrica do ABC paulista.

Para além das graves consequências para trabalhadores, concessionários e fornecedores, a saída da Ford é péssima para o Brasil. As operações na América do Sul continuam e o mercado brasileiro receberá carros importados da Argentina e do Uruguai. Um vexame para o Brasil, que é o maior produtor de veículos da região.

É a terceira vez em menos de dois anos que um fabricante de carros decide parar de fabricar no País, pois entre os dois anúncios da Ford houve a desistência da Mercedes-Benz, no dia 17 de dezembro do ano passado, fechando a fábrica de Iracemápolis (SP), de onde saiam os modelos Classe C e GLA.

Por que a Ford sai do Brasil? De quem é a culpa? Em parte, essa culpa é da própria Ford. Desde os anos 1980, a marca cometeu erros estratégicos no Brasil, abrindo mão de sua reconhecida capacidade de fabricar carros bem acabados ou úteis, para entrar numa aventura com a Volkswagen na Autolatina.

A Ford então começou a perder sua identidade, com carros que tinham mais a característica prática dos alemães do que o DNA fordista. Aos poucos, a Ford foi desistindo de seus principais produtos. Perdeu a elegância do Del Rey, a esportividade do Escort XR3, o espaço da Belina e a praticidade da picape Pampa, que era derivada do Corcel II.

Durante anos, a Ford Pampa foi um dos veículos usados mais comercializados no interior do Brasil porque era a única picape acessível com tração 4×4. O mundo se tornou globalizado e isso só piorou as coisas. O Ford Focus era ótimo, mas não conseguiu se estabelecer diante de uma concorrência feroz, com a chegada de novos e sedentos competidores.

O pequeno Ka, que era um carro aspiracional para uma geração jovem, chegou caro demais. O Fiesta, campeão de vendas em vários países da Europa, não conseguiu se impor diante da mística do Volkswagen Gol e da ousadia comercial da Fiat com os modelos Uno e Palio.

“Desde os anos 1980, a marca cometeu erros estratégicos no Brasil, abrindo mão de sua reconhecida capacidade de fabricar carros bem acabados ou úteis”

Mesmo assim, a Ford teve duas chances de se salvar. A primeira delas foi com a picape Ranger, que introduziu o conceito de utilitário médio e até hoje faz sucesso. A Ranger fica no mercado, mas, como quase todas as picapes, é produzida na Argentina.

A melhor de todas as oportunidades – e que reergueu a Ford no Brasil – foi o lançamento do EcoSport, em 2003. Uma ideia genial e barata. Pegaram a carroceria do Fiesta, levantaram a suspensão, reforçaram a estrutura do carro, criaram um design jovem, inspirado em SUVs da Land Rover, aplicaram vários adereços estéticos de aventura e deu muito certo.

Durante 10 anos o Ford EcoSport liderou sozinho um segmento que todas as outras marcas ignoravam: o de SUVs compactos. Porém, enquanto dormia sobre os louros do EcoSport, a Ford fez uma opção errada e isso mudou tudo, terminando no triste desfecho desta segunda-feira.

Ao invés de investir em uma nova picape pequena ou compacta, que poderia ser baseada no próprio EcoSport, a Ford olhou para o passado e quis fazer o seu “Gol”. Conseguiu. O Ford Ka é o Volkswagen Gol aprimorado que todos tentavam fazer e não conseguiam. Porém, a GM também quis brincar neste segmento e lançou o Chevrolet Onix.

O Ford Ka era muito bom, mas o Chevrolet Onix chegou com uma multimídia moderna e acessível, e o conceito de câmbio automático no segmento de hatches compactos. Apesar de ter na matriz americana uma das melhores multimídias do mundo, a Sync 2.5 e a Sync 3, a Ford manteve no Ka e no EcoSport a ultrapassada Sync 2. Quando atualizou os carros era tarde. O público estava mais interessado em conectividade do que em motores.

No Brasil, os custos de produção continuavam sempre altos. Para piorar, as constantes crises econômicas criaram milhões de desempregados e endividados

No Brasil, os custos de produção continuavam sempre altos. Para piorar, as constantes crises econômicas criaram milhões de desempregados e endividados. A Fiat, por exemplo, desistiu dos carros de entrada, que deixavam pouca margem de lucro e exigiam altíssimos volumes de produção, para se concentrar no mercado de picapes, altamente rentável.

Justiça seja feita a vários executivos da Ford Brasil, que queriam entrar no segmento. A picape Courier, baseada no Fiesta, não repetiu o sucesso da Pampa, mas a Ford tinha o know-how de picapes. Poderia ter feito alguma coisa.

Dearborn, sede da Ford Motor Company, nunca concordou. Todos os produtos deveriam ser globalizados, diziam. Enquanto isso, a FCA lançou no Brasil a picape Fiat Toro, uma alternativa mais barata e a diesel para as picapes médias (como a Ranger), que ficaram muito grandes e muito caras.

A Fiat hoje tem 46,5% do lucrativo segmento de comerciais leves, a Ford tem 5,9%. Entre os automóveis de passeio, a Ford, que era uma das chamadas “quatro grandes”, perdeu vendas e caiu para sexto lugar, com 7,4% do mercado. Somando os dois segmentos, a Ford ocupa a quinta posição no ranking brasileiro, com 139.255 carros vendidos em 2020 e 7,1% de participação.

Nas últimas décadas, ao contrário do que aconteceu em empresas alemãs, francesas e japonesas, nenhum presidente da Ford Brasil se comunicou em português com a imprensa ou com os funcionários próximos. A língua “oficial” dentro da Ford sempre foi o inglês. Pior: segundo informações de concessionários, até a política de preços era decidida nos EUA. Assim fica difícil.

Se não bastassem todos esses equívocos na estratégia produtiva e comercial, a Ford Brasil foi seriamente abalada com a disrupção do mundo do automóvel. O que está acontecendo hoje no mercado de carros é comparável ao que aconteceu em 1913, quando Henry Ford implantou a linha de produção e tornou o Model T acessível para a classe média dos Estados Unidos. Não há mais futuro na indústria automobilística para quem não entrar de cabeça no mundo dos carros eletrificados – sejam eles híbridos ou totalmente elétricos.

O Brasil deixou de ser interessante para qualquer fabricante que pense racionalmente. Para além do famoso “custo Brasil”, o País não transmite confiança

A Ford está muito atenta a esse movimento, mas nos EUA e na Europa. O Brasil deixou de ser interessante para qualquer fabricante que pense racionalmente. Para além do famoso “custo Brasil”, que é uma explosiva combinação de impostos altos, excesso de burocracia e moeda desvalorizada perante o dólar e o euro, o País não transmite confiança.

Todas as iniciativas para popularizar os veículos elétricos partem de marcas de luxo. Não existe um projeto de País que dê um sinal de melhora na infraestrutura. Na semana passada, numa reunião com alguns jornalistas, o presidente da Anfavea (Associação Brasileira dos Fabricantes de Veículos Automotores), Luís Carlos Moraes, disse que é preciso “filtrar diariamente” as informações vindas do governo brasileiro para retransmiti-las à matriz (no caso, a Mercedes-Benz).

Moraes não fez uma crítica direta a nenhuma pessoa em especial, mas respondia a uma pergunta sobre como transmitir informações com credibilidade sobre o cenário econômico para o exterior, se dentro do próprio País o presidente num dia afirma que “o Brasil está quebrado” e no dia seguinte, após a grande repercussão, diz que “o Brasil está bem, está uma maravilha”.

Na mesma ocasião, o presidente da Anfavea criticou duramente a decisão do governo do Estado de São Paulo de aumentar o ICMS para carros zero km e para carros usados. Uma hora imprópria, pois vai encarecer as transações de carros para fabricantes, comerciantes e consumidores.

Na visão da Anfavea, todos esses elementos atrapalham o Brasil quando as empresas transnacionais, pressionadas por uma quebra de paradigma sem precedentes, precisam decidir onde vão fabricar seus próximos carros. Com altos custos internos, a indústria automobilística brasileira não consegue ser competitiva nas exportações – o que é fundamental no novo cenário global.

A decisão da Ford de parar de fabricar carros no Brasil, portanto, é o desfecho de uma morte anunciada. O pior é que talvez não seja o último fabricante a dar adeus ao País, que tropeça em seus próprios problemas e deixa de ser interessante para essas empresas transnacionais, ou seja, que não tiram passaportes eternos.


Ministério da Economia afirmou que medida “destoa da forte recuperação observada na maioria dos setores da indústria” no Brasil

Foto: Divulgação

O Ministério da Economia lamentou, nesta segunda-feira (11), a decisão da Ford de encerrar a produção no Brasil. Em nota, a Pasta disse que a medida “destoa da forte recuperação observada na maioria dos setores da indústria no país” e que trabalha “na redução do Custo Brasil”.

Em comunicado, a Ford informou que tomou a decisão após anos de perdas significativas no Brasil. A multinacional americana acrescentou ainda que a pandemia agravou o quadro de ociosidade e a redução de vendas na indústria. Além do encerramento da produção, a montadora também irá fechar três fábricas.

Ao comentar a decisão, o Ministério ressaltou que a decisão da empresa foi “global e estratégia” e reforçou a “necessidade de rápida implementação das medidas de melhoria do ambiente de negócios e de avançar nas reformas estruturais”.

Leia a nota do Ministério da Economia:

O Ministério da Economia lamenta a decisão global e estratégica da Ford de encerrar a produção no Brasil. A decisão da montadora destoa da forte recuperação observada na maioria dos setores da indústria no país, muitos já registrando resultados superiores ao período pré-crise. O ministério trabalha intensamente na redução do Custo Brasil com iniciativas que já promoveram avanços importantes. Isto reforça a necessidade de rápida implementação das medidas de melhoria do ambiente de negócios e de avançar nas reformas estruturais.


Depósitos ocorrem sempre nos dez últimos dias úteis de cada mês

Foto: Samuel Costa/Folhapress

Agência Brasil- O Ministério da Cidadania divulgou nesta segunda-feira (11) o calendário anual de pagamentos dos benefícios do Programa Bolsa Família para 2021. As informações foram publicadas no Diário Oficial da União. Em janeiro, o pagamento será feito entre os dias 18 e 29.  

Programa com 14 milhões de famílias inscritas, o Bolsa Família paga os beneficiários conforme o dígito final do Número de Identificação Social. Os depósitos ocorrem sempre nos dez últimos dias úteis de cada mês. As datas já haviam sido divulgadas pela Caixa Econômica Federal, responsável por operar o Bolsa Família. Confira o calendário.

Foto: Ministério da Cidadania/Divulgação

Migração

Em dezembro, a Caixa começou a migração dos beneficiários que ainda sacam o Bolsa Família exclusivamente com o Cartão Cidadão para a conta poupança social digital. Usada no pagamento do auxílio emergencial, a conta poupança permite o pagamento de boletos e de contas domésticas (como água, luz e gás).


Foto: Divulgação

A Caixa Econômica Federal informou que mais de 9,7 milhões de trabalhadores optaram pelo saque aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) desde outubro de 2019. Deste total, 8 milhões aderiram em 2020.
O saque-aniversário começou em abril de 2020.

Por essa modalidade, o trabalhador pode fazer uma retirada por ano de parte do valor das contas do Fundo de Garantia de acordo com o mês em que nasceu.


Veja como será o calendário de saques em 2021:

O período de saque pelos trabalhadores inicia no primeiro dia útil do mês de aniversário do trabalhador e encerra no último dia útil do segundo mês subsequente ao da aquisição do direito de saque. Por exemplo: se a data de aniversário do trabalhador for dia 10 de janeiro, o trabalhador terá de 4 de janeiro a 31 de março para efetuar o saque.


Os trabalhadores devem informar sua escolha pelo saque aniversário até o último dia do mês de seu aniversário para receber no mesmo ano de adesão. Caso o trabalhador não saque esse recurso, ele volta automaticamente para a sua conta no FGTS.


Os trabalhadores podem realizar a opção no APP FGTS e indicar uma conta bancária em qualquer instituição financeira para receber o valor de modo automático.


O saque aniversário só valerá para o trabalhador que comunicar à Caixa que quer receber os valores anualmente. Do contrário, ele só poderá sacar o FGTS nas situações previstas em lei, entre elas compra da casa própria, aposentadoria e demissão sem justa causa – veja aqui todas as situações.


O trabalhador que optar pelo saque-aniversário continuará a ter direito à multa de 40% em caso de demissão, mas perderá o direito ao saque rescisão, isto é, não poderá retirar o saldo total de sua conta do FGTS ao ser demitido.


Em caso de arrependimento, o trabalhador poderá retornar ao saque rescisão. Mas a migração só ocorrerá dois anos após a data da adesão ao saque-aniversário. Assim, se ele aderir em janeiro deste ano, ele poderá retornar ao saque-rescisão em janeiro de 2023 e terá direito aos valores depositados na conta no FGTS a partir do fim do período de carência da migração (do 25º mês em diante).


Se o trabalhador for demitido enquanto está retirando o saque anual, a conta se torna inativa – o trabalhador não poderá sacar todos os recursos da conta referente àquele emprego, somente o valor da multa rescisória de 40% sobre o valor total da conta. Ou seja, o saque do valor total só será liberado de forma imediata para o trabalhador que for demitido se ele não aderir ao modelo de saque anual.
Além disso, se o trabalhador estiver no saque aniversário e for demitido poderá continuar sacando os valores do FGTS anualmente.

E, se optar pelo saque aniversário, continuará tendo direito à retirada o saldo do FGTS para a casa própria, em caso de doenças graves, de aposentadoria e de falecimento do titular e para as demais hipóteses previstas em lei para o saque.


Quem preferir ficar no saque rescisão e ter direito a sacar o saldo integral em caso de demissão não precisa fazer nada.

O banco disponibilizou os canais de atendimento para que o trabalhador com conta do FGTS, ativa ou inativa, realize a opção.

Eles são os seguintes:


APP FGTS (o aplicativo é o Caixa FGTS e está disponível tanto para aparelhos com sistema Android quanto aqueles com iOS)

• Página do site da Caixa


Quem tem conta poupança ou conta corrente na Caixa ou em qualquer outro banco pode solicitar o crédito em conta.


Nos saques anuais do FGTS haverá limite de retirada. O valor do saque anual será um percentual do saldo da conta do trabalhador. Para contas com até R$ 500, será liberado 50% do saldo, percentual que vai se reduzindo quanto maior for o valor em conta. Para as contas com mais de R$ 500, os saques serão acrescidos de uma parcela fixa. Portanto, os cotistas com saldo menor poderão sacar anualmente percentuais maiores.


Por exemplo: quem tem R$ 750,00 na conta recebe 40% de R$ 750, que são R$ 300, mais a alíquota adicional de R$ 50, totalizando R$ 350. Quem tem R$ 25.000 na conta recebe 5% de R$ 25.000, que dá R$ 1.250, mais a alíquota adicional de R$ 2.900, que dá o total de R$ 4.150. Quem tem R$ 100.000 recebe 5% de R$ 100.000, que dá R$ 5.000, mais a alíquota adicional de R$ 2.900, que dá o total de R$ 7.900,00. À medida que os saques vão sendo feitos, o saldo diminui, aumentando o valor que pode ser sacado.

Informações G1


Dezenas serão sorteadas no Espaço Loterias Caixa (SP), e apostas podem ser feitas até às 19h

Foto: O Dia

Agência Brasil – O concurso 2.333 da Mega-Sena sorteará neste sábado (9) cerca de R$ 8 milhões para apostas que acertarem as seis dezenas. O sorteio ocorre no Espaço Loterias Caixa, localizado no terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. 

A aposta mínima, de seis números, custa R$ 4,50.

Os jogos podem ser feitos até as 19h nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país, ou pela internet.

O prêmio bruto corresponde a 43,35% da arrecadação. Dessa porcentagem, 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados; 19% entre os acertadores da quina; 19% entre os acertadores da quadra; 22% ficam acumulados e são distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final 0 ou 5; e 5% ficam acumulados para a primeira faixa – sena – do último concurso do ano de final 0 ou 5, a chamada Mega da Virada.


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Inovação é responsável por mais de 4,5 mil acordos desde agosto

Foto: Divulgação

Agência Brasil – Em pouco mais de quatro meses de funcionamento, a renegociação de dívidas pelo Whatsapp alcançou R$ 40 milhões, informou o Banco do Brasil (BB). O assistente virtual está disponível desde agosto a clientes da instituição financeira.

Inédita no sistema financeiro nacional, a solução tecnológica usa inteligência artificial e dispensa a necessidade de acionar atendente. Segundo o BB, cerca de 4,5 mil acordos de clientes pessoas físicas foram firmados exclusivamente com o assistente virtual.

Disponível para clientes com pagamentos em atraso, a ferramenta permite renegociações de até R$ 1 milhão, que levam, em média, quatro minutos para serem concluídas. As mulheres entre 18 e 29 anos lideram o uso da tecnologia.

Para ativar a comunicação com o Banco do Brasil pelo Whatsapp, o cliente deve salvar o número (61) 4004-0001 no celular e entrar em contato com a instituição. Para pedir a renegociação de dívidas, basta conversar com o assistente virtual ou enviar a palavra #renegocie.

O próprio sistema de inteligência artificial identifica as ofertas de renegociação disponíveis para o cliente. Ao escolher uma delas, o negócio é automaticamente fechado, com o boleto enviado pelo próprio Whatsapp. Durante o processo, há a opção de pedir para conversar com um atendente.

Para fazer uso da solução, o dispositivo móvel do cliente deve estar liberado para transações pelo WhatsApp. A ferramenta também permite o cancelamento de acordo realizado, a emissão de segunda via de boleto de renegociação e a liquidação antecipada de acordos.


Captação da poupança bate recorde para meses de setembro
Foto: Marcello Casal

Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança tem atraído cada vez mais o interesse dos brasileiros. Em 2020, os investidores depositaram R$ 166,31 bilhões a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta quinta-feira (7) o Banco Central (BC).

O resultado é o maior já registrado para um ano desde o início da série histórica, em 1995. Em 2019, a captação líquida – diferença entre depósitos e retiradas – tinha ficado em R$ 13,33 bilhões. O recorde anterior tinha sido registrado em 2013, quando a aplicação financeira tinha captado R$ 71,05 bilhões.

Apenas em dezembro, os brasileiros depositaram R$ 20,61 bilhões a mais do que sacaram da poupança. O valor é recorde para o mês desde o início da série histórica. Tradicionalmente, os brasileiros depositam mais na caderneta em dezembro, por causa do pagamento da segunda metade do décimo terceiro salário.

A aplicação começou 2020 no vermelho. Em janeiro e fevereiro, os brasileiros retiraram R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram. A situação começou a mudar em março, com o início da pandemia da covid-19, quando os depósitos passaram a superar os saques.

O interesse dos brasileiros na poupança se mantém apesar da recuperação da bolsa de valores nos últimos meses. Nos dois primeiros meses da pandemia, as turbulências no mercado financeiro fizeram investidores migrar para a caderneta. As oscilações do Tesouro Direto também ajudaram a atrair investidores para a segurança da caderneta, mesmo o rendimento sendo menor.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança atraiu mais recursos mesmo com os juros básicos nos menores níveis da história e com a aplicação perdendo para a inflação. Com as recentes reduções na taxa Selic e o repique no valor de diversos alimentos, o investimento passou a render menos que os índices de preços.

Em 2020, a aplicação rendeu 2,11%, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor-15, que funciona como prévia da inflação oficial, atingiu 4,23%. O IPCA cheio de 2020 será divulgado na próxima terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para 2021, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 3,32% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Com a atual fórmula, a poupança renderá apenas 1,4% nos próximos 12 meses, caso a Selic de 2% ao ano fique em vigor ao longo de todo o ano.

Histórico

Até 2014, os brasileiros depositaram mais do que retiraram da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões. Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões.

Informações: Agência Brasil

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