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Brasília 60 Anos - Congresso Nacional
Foto: Marcello Casal Jr.

Agência Brasil- O ano de 2021 começa sem a aprovação da Lei de Orçamentária Anual (LOA), ferramenta que indica a estimativa da receita ea fixação de quanto pode ser gasto, apresentando a política econômica e financeira e o programa de trabalho do governo. Até que ela seja aprovada, o governo precisa fazer um controle de gastos.

A aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) no Congresso, em meados de dezembro, traz em seu texto uma previsão dos passos que o governo pode dar antes da aprovação final do orçamento. A LDO define as metas e prioridades do governo para o ano seguinte e orienta a elaboração da LOA, ainda pendente no Congresso. 

O texto da LDO estipula que o governo federal só poderá gastar, até a aprovação do orçamento de 2021, o referente a 1/12 avos do orçamento previsto. Na prática, impede o repasse de verbas para investimento em infraestrutura, dentre outras áreas. Dentro desse valor não estão incluídas despesas obrigatórias como pagamentos de servidores, pagamentos de benefícios, como seguro-desemprego e Benefício de Prestação Continuada (BPC), gastos com a Previdência Social, dentre uma série de outras despesas.

Mas, segundo Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, a grande dúvida que a ausência da LOA deixa está no pagamento do auxílio emergencial. Criado no ano passado para ajudar a população que havia perdido fonte de renda durante a pandemia, o auxílio de R$ 600 mensais ficou em 2020, sem garantias de que voltará em 2021.

“O principal desafio é saber como ficará a questão do teto de gastos e qual será o peso dos gastos não previstos. A questão do auxílio emergencial ainda está indefinida e o nível de despesas discricionárias, aquelas que têm maior maleabilidade do ponto de vista de cortes, será um dos mais baixos da série histórica”, explica Salto. Para ele, a questão do auxílio é a mais preocupante.

O combate à pandemia e a compra de vacinas, no entanto, não ficam ameaçadas. O governo ainda tem em caixa recursos de 2020, a título de restos a pagar e reaberturas de créditos extraordinários para o combate ao covid-19. Esses recursos são de R$ 36,1 bilhões.

O que falta para aprovar

O Congresso não começou a discutir o orçamento de 2021. Isso ocorreu graças a um impasse na formação da Comissão Mista do Orçamento (CMO). A instalação da CMO estava prevista para outubro do ano passado, mas ainda não houve acordo sobre a distribuição de vagas entre os deputados. A CMO deverá contar com 31 deputados e 11 senadores.

Agora, depende do presidente do Congresso, que também preside o Senado, determinar a instalação da comissão. Os parlamentares estão de recesso, marcado para encerrar dia 1º de fevereiro, justamente com a eleição dos novos presidentes da Câmara e do Senado. Faz parte do caminho para aprovação da LOA na comissão, além da escolha dos seus membros, a eleição da Mesa, a apresentação de emendas e o parecer do relator, seguido de sua discussão e votação.

Na prática, a CMO, que é criada para discutir o orçamento do ano seguinte e depois desfeita, já tem prazo para se desfazer sem sequer ter sido instalada. A comissão deve encerrar seus trabalhos no final de março, mas nada impede uma mudança para prorrogar essa data. A excepcionalidade do momento atual, fez com que a própria LDO fosse aprovada sem passar pela comissão, o que não é praxe. Como as comissões não se reuniram durante a pandemia, o texto foi direto para o plenário.

Salto acredita que o orçamento de 2021 será aprovado um pouco depois, em abril. “É provável que o orçamento seja aprovado até abril, seguindo-se o rito tradicional. O presidente do Congresso autorizou processo mais célere que alcança apenas a LDO. A não ser que isso seja alterado, a perspectiva é ter a apreciação da LOA até abril”.


Foto: Marcelo Brandt

Os números sorteados neste sábado foram 02, 09, 34, 49, 51, 55

Agência Brasil- Um ganhador de Fortaleza foi o único a acertar os seis números da Mega-Sena sorteados neste sábado (23) e receberá 21.898.260,37.

Os números sorteados no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. foram 02, 09, 34, 49, 51, 55.

O sorteio 2337 da Caixa também teve 84 apostas ganhadoras de cinco números, que receberão R$ 35.529,81 e 4.321 apostadores acertaram quatro números e ganharão R$ 986,71.

A estimativa de prêmio para o próximo concurso, na próxima quarta-feira (26), é de pagar R$ 2 milhões a quem acertar as seis unidades sorteadas.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.


Foto: Diogo Moreira/Governo de SP/divulgação.

CNN conversou neste sábado (23) com o presidente do conselho estadual da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-SP), Percival Maricato, sobre as restrições impostas pelo governo de São Paulo com a premissa de frear o aumento do número de casos de Covid-19. Maricato destacou a ocorrência de falências no setor e defendeu que os restaurantes estão seguindo todos os protocolos de segurança e, por isso, não são os causadores da maior incidência da doença. “Quando se vai a um restaurante, as pessoas se sentam distantes umas das outras, elas têm a temperatura tomada, elas têm álcool em gel. Há uma limpeza diária de todos os equipamentos”.

Ele, no entanto, fez uma ressalva sobre os estabelecimentos que não estão seguindo as regras sanitárias e disse ser favorável à penalização nestes casos. Segundo Maricato, a generalização está intensificando o número de desempregados. “Existem sim, bares que não cumprem um protocolo, nós somos inteiramente a favor da penalização. Não dá para penalizar um setor de pequenos empresários, que são dezenas de milhares, e que estão quebrando a média de 300 por dia. Deixando, então, cerca de 2 mil famílias sem emprego, sem ganha-pão, por dia. É quase uma Ford por semana”, disse, lembrando a saída da montadora do Brasil.

Comparando o período pré-pandemia com o momento atual, segundo o presidente da Abrasel-SP, 30% dos bares e restaurantes já fecharam as portas porque faliram. “Se persistir estas restrições, não teremos nem 20% aberto daqui a três, quatro meses, porque não é possível uma empresa viver com tanta insegurança, restrições e tantas despesas. Porque você tem despesa, mesmo fechado, você tem despesa do aluguel, do IPTU, de uma porção de funcionários. Então, quer dizer, não vai sobrar nada mesmo, vai ser uma extinção da gastronomia e dos bares de São Paulo que vai ser difícil depois, vai levar uma década para você reerguer”.

Informações CNN Brasil


Foto: Divulgação

UOL Carros- O encerramento da produção de veículos da Ford no Brasil ganhou mais um capítulo hoje. Dez dias após anunciar o fim da fabricação de carros no país, a empresa foi notificada extrajudicialmente por sua rede de concessionários. A Associação Brasileira dos Distribuidores Ford (Abradif), que representa as revendas, não aceitou o acordo inicial de indenização proposto pela marca do oval azul.

A rede atual, com 283 concessionários, tem valor estimado de R$ 1,5 bilhão, segundo a Abradif. E a expectativa dos concessionários é receber um valor superior a esse como indenização pela rescisão.

Eles exigem que o ressarcimento siga moldes previstos em lei, como a recompra de todo ferramental e também do estoque de veículos zero-km e gastos com reformas, aluguéis, material de PDV, treinamentos e propaganda, entre outros – itens que ficaram fora da primeira proposta apresentada pela Ford.

Outros pontos exigidos pela rede é que a indenização de 24 meses de faturamento seja contado em período anterior ao da pandemia do novo coronavírus. Isso significa período anterior a março de 2020, quando o novo vírus chegou ao País e obrigou o fechamento de concessionárias. Outra reclamação é sobre as vendas diretas: a Ford não quer incluir tais números na conta.

Total de concessionárias desligadas ainda não foi definido

Dos atuais 283 distribuidores, a estimativa é de que a Ford mantenha entre 120 e 130. Esse é o número de revendas que a marca pretende trabalhar em sua nova fase como importadora de veículos. Quem restar, segundo distribuidor consultado por UOL Carros, terá um faturamento de cerca de 20% do que tinha até agora, ao trabalhar apenas com produtos importados, com preço elevado.

Outro temor da rede é que em dois anos a Ford encerre até as operações como importador do Brasil. Isso afetaria concessionários que mantiverem as lojas e que, por isso, receberiam indenização 80% menor o que receberia agora. Por isso, a Abradif exige que mesmo as revendas que permanecerem abertas tenham um encerramento de contrato e a criação de um novo, já com a “Ford Importadora”.

Ford x marcas premium: “é briga de vira-lata contra Pitbull”

“Ford está com um vira-lata na mão e quer brigar com pitbull”, diz o concessionário, sob condição de anonimato, sobre a intenção da montadora de concorrer com as marcas alemãs e a Volvo. Apenas com carros importados, o ticket médio dos veículosvai situar a Ford na mesma categoria de marcas premium. O temor é que os clientes prefiram pagar o mesmo valor em um carro de luxo.

A fonte diz também que os US$ 4,2 bilhões (cerca de R$ 22 bilhões) que a Ford tem alocados para pagar as indenizações de todos os envolvidos já estão no Brasil. “Não queremos embate judicial, isso é muito demorado, mas pretendemos travar esse dinheiro e a venda de qualquer ativo pela Ford do Brasil até que todos os distribuidores sejam indenizados”.

“Os executivos querem se aproveitar da crise econômica para pagar menos e embolsar o bônus. Não é justo tratar assim distribuidores que alavancaram a marca, investiram. Há concessionários que estão há quatro gerações no negócio. Teve funcionário desligado de fábrica na Europa que ganhou 190 mil euros de indenização”, finalizou.

UOL Carros procurou a Ford para questionar sobre a notificação extrajudicial e as críticas dos concessionários. A montadora respondeu que “não irá se manifestar sobre o assunto”.


Foto: Marcelo Brandt

Apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet. Valor da aposta mínima é de R$ 4,50.

O concurso 2.337 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 22 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h deste sábado (23) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada pela internet.


As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.


A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.


Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Informações G1


Foto: Divulgação

Pleno News- Decisão ocorre devido aos impactos da Covid-19 na cadeia de suprimentos e pelo agravamento da pandemia

Nesta sexta-feira (22), a Honda anunciou que suspendeu temporariamente a produção de motos no complexo fabril de Manaus, no Amazonas. Em comunicado, a empresa informou que tomou a decisão devido aos impactos da Covid-19 na cadeia de suprimentos e também por causa do agravamento da pandemia.

A paralisação ocorrerá do dia 25 de janeiro ao dia de fevereiro, com previsão de retomada das atividades “prevista para 4 de fevereiro, desde que as condições necessárias sejam atendidas”.

A Honda concederá, no período, férias coletivas aos funcionários dos setores administrativos e produtivos, mas deve manter uma percentual mínimo de sua força de trabalho para realizar as atividades essenciais.

A Honda possui o maior complexo fabril de Manaus e tem cerca de 7.000 funcionários.


Foto: NordWood Themes / Unsplash

CNN Brasil- Quando o quesito é criatividade, o brasileiro pode largar na frente de outros países. Exemplos que confirmam essa premissa vieram à tona recentemente, depois que algumas pessoas começaram a usar o Pix, novo sistema de pagamentos do Banco Central, para… paquerar.

A ferramenta foi lançada em novembro do ano passado com o objetivo de permitir transações financeiras entre usuários em tempo real e sem custos adicionais, uma alternativa ao DOC e à TED. No entanto, há usuários indo um pouco além e usando a plataforma como se fosse uma rede social. 

Os flertes têm seguido o seguinte método: a pessoa envia uma quantia simbólica para a conta de quem está interessada e, no campo onde deveria escrever a identificação da transferência, acrescenta um flerte.

Um dos primeiros casos do tipo viralizou depois que um internauta fez um post contando que sua ex-namorada, bloqueada em todas as suas redes sociais, havia lhe enviado uma sequência de transferências pelo Pix, todas no valor de R$ 0,01, com pedidos para reatar o namoro. 

Não demorou muito para que outras pessoas aderissem à ideia e compartilhassem suas chaves do Pix, pedindo que interessados lhe fizessem um “agrado” semelhante.

Outros foram ainda mais longe e deram um nome para isso: “pixsexual”, que virou sinônimo da brincadeira, e fez até o Banco Central se manifestar sobre o assunto.

O que o Banco Central tem a dizer

O Banco Central afirma que o único objetivo da ferramenta é dar mais agilidade às transações financeiras e ressalta: “O PIX é um meio de pagamento, não uma rede social”. 

O BC acrescenta também que não há previsão legal para bloqueio de usuários específicos dentro do sistema. Contudo, para quem não quer ser incomodado com mensagens, indica que o usuário pode configurar o aplicativo do banco onde mantém a conta para não receber notificações de pagamentos. 

Sobre quem compartilha suas chaves do Pix na internet, esperando receber uma transferência, a instituição alerta que a exposição tem riscos, principalmente quando a chave cadastrada é o CPF ou número de telefone, que são dados sensíveis.

Já para a chave aleatória, que não inclui dados pessoais, a entidade garante ser seguro compartilhá-la, já que ela não dá acesso à conta, servindo apenas para receber o dinheiro. 


Dentre os 238 bilionários brasileiros, 46 são mulheres

Luiza Helena Trajano Foto: Reprodução

Luiza Trajano viu o seu patrimônio se multiplicar com a valorização das ações da varejista Magazine Luiza (MGLU3), que dobraram de preço na bolsa.

Dona Luiza, como é conhecida, tornou-se a maior bilionária brasileira – com R$ 24 bilhões acumulados, de acordo com ranking da revista Forbes. Luiza é a única mulher no top 10 da lista geral de bilionários brasileiros. Em 2019, ela ocupava a 24º posição e saltou para a 8ª em 2020.

O total de mulheres na lista de bilionários brasileiros da Revista Forbes passou de 33 para 46 em 2020. Ao todo, o ranking de bilionários tem 238 nomes, sendo que, destes, 46 são mulheres.

As ações do Magazine Luiza dobraram de preço na bolsa, graças à estratégia de inovação digital da companhia e de investimento no e-commerce, incluindo a aquisição da Netshoes, da startup de delivery de comida AiQFome e de três plataformas digitais de mídia: a Canaltech, a Unilogic Media e a InLoco Media.

No entanto, Dona Luíza não é a única bilionária. Outras 18 mulheres aparecem na lista dos 100 brasileiros mais endinheirados do país — ou seja, elas não representam nem 20% do total. Muitas são herdeiras de impérios, como WEG (WEGE3) e Itaú (ITUB3), diferente da Dona Luiza e da Dulce de Godoy Bueno, que construíram seus patrimônios.

Confira o top 10 das bilionárias brasileiras:

1 – LUIZA HELENA TRAJANO

Patrimônio: R$ 24 bilhões

Origem do patrimônio: Varejo

2 – DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO

Patrimônio: R$ 16,34 bilhões

Origem do patrimônio: Saúde

Godoy Bueno fundou, com seu ex-marido, Edson de Godoy Bueno, a rede de assistência de saúde Amil, em 1972. Ela deixou o dia a dia da companhia, mas manteve uma participação acionária estimada de 33%. Após a compra da empresa pela UnitedHealth em 2012, a médica investiu na rede de laboratórios Dasa, da qual detém 48%.

3 – FLÁVIA BITTAR GARCIA FALEIROS

Patrimônio: R$ 11,46 bilhões

Origem do patrimônio: Varejo

Herdeira do casal Wagner e Maria Trajano Garcia, que fundaram o Magazine Luiza, Garcia Faleiros tem uma participação na varejista por meio da holding Walter Garcia Participações.

4 – MIRIAM VOIGT SCHWARTZ

Patrimônio: R$ 10,77 bilhões

Origem do patrimônio: Indústria de motores

5 – CLADIS VOIGT TREJES

Patrimônio: R$ 10,66 bilhões

Origem do patrimônio: Indústria de motores

6 – VALSI VOIGT

Patrimônio: R$ 10,56 bilhões

Origem do patrimônio: Indústria de motores

As três “Voigts” têm participações acionárias na fabricante de motores WEG, que foi cofundada por seu pai, Werner Voigt. As irmãs e seus herdeiros são donos de 33,33% da holding WPA, que responde por 50,1% da WEG.

7 – MARIA HELENA MORAES SCRIPILLITI

Patrimônio: R$ 9,46 bilhões

Origem do patrimônio: Diversos

Herdeira do empresário José Ermírio de Moraes, que fundou a Votorantim.

8 – ANA LÚCIA DE MATTOS BARRETO VILLELA

Patrimônio: R$ 8,74 bilhões

Origem do patrimônio: Setor financeiro

É uma das maiores acionistas individuais do Itaú-Unibanco. Ela preside o Instituto Alana, organização sem fins lucrativos voltada para projetos culturais.

9 – CAMILLA DE GODOY BUENO GROSSI

Patrimônio: R$ 8,5 bilhões

Origem do patrimônio: Saúde

É uma das maiores acionistas da Dasa, após a morte do pai, Edson de Godoy Bueno. Ela também tem uma fatia acionária pequena na Amil.

10 – LILY WATKINS COHEN MONTEVERDE

Patrimônio: R$ 6,76 bilhões

Origem do patrimônio: Setor financeiro

Viúva de Edmond Safra, Lily administra o patrimônio deixado pelo banqueiro. Ela também herdou fortuna do marido anterior, Alfredo Monteverde, e ajuda diversas instituições de caridade.


Apesar de alta na inflação, BC decidiu não mexer na Selic

Foto: Reprodução

Em meio ao aumento da inflação de alimentos que começa a estender-se por outros setores, o Banco Central (BC) decidiu não mexeu nos juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 2% ao ano pela quarta vez seguida. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Em comunicado, o Copom informou que existem riscos tanto de alta como de queda da inflação. Segundo a autoridade monetária, a alta do preço das commodities (bens primários com cotação internacional) e a alta do dólar pressionam a inflação no início do ano. Por outro lado, o nível de ociosidade da economia e o aumento no número de casos de covid-19 diminuem a demanda e puxam para baixo os índices de preços.

Com a decisão de hoje (20), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. Em julho de 2015, a taxa chegou a 14,25% ao ano. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2020, o indicador fechou em 4,52%, acima do centro da meta, de 4%.

Para 2020, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 4%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5,5% neste ano nem ficar abaixo de 2,5%. A meta para este ano foi fixada em 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o IPCA fecharia o ano em 3,4% no cenário base. Esse cenário considera uma eventual alta da inflação no primeiro semestre, seguida de queda no segundo semestre.

A projeção, por enquanto, está em linha com as previsões do mercado. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,43%.


Foto: Jorge Magalhães

Os contribuintes têm até 31 de março para efetuar o pagamento em cota única do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), referente ao exercício de 2020. Quem optou pelo parcelamento também é possível quitar o saldo remanescente com desconto de 20% até essa data.

De acordo com o secretário da Fazenda, Expedito Eloy, a Prefeitura concedeu um prazo maior em virtude da pandemia. Inicialmente, o pagamento em cota única acabaria em abril. Ainda assim, mesmo com a prorrogação, houve queda de 10,19% de contribuição em comparação a 2019.

Expedito Eloy ressalta que o valor arrecadado retorna em investimentos para o município. “Cerca de 30% é destinado à Saúde e 27% à Educação. O restante é utilizado com obras de infraestrutura e entre outras áreas”, afirma.

As guias para o pagamento do IPTU/2020 poderão ser obtidas através da internet na página www.sefaz.feiradesantana.ba.gov.br, diretamente no CEAF, localizado na Rua Barão de Cotegipe, 764, Centro, ou ainda, através de solicitação pelo e-mail dat@sefaz.feiradesantana.ba.gov.br.

Até o momento, o pagamento do IPTU, referente ao exercício 2021, se mantém até 20 de abril, com 20% de desconto para pagamento à vista.

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