Morreu na madrugada deste domingo (12), a deputada federal Amália Barros (PL-MT), vice-presidente do PL Mulher. A morte foi divulgada pelas redes sociais da parlamentar.
Amália estava internada desde o dia 1° de maio para retirada de um nódulo no pâncreas. A deputada teve complicações e passou por quatro procedimentos médicos.
Nascida em Mogi-Mirim, no interior de São Paulo, a parlamentar de 39 anos estava em seu primeiro mandato. Ela se tornou conhecida nacionalmente após conseguir apoio para aprovar, antes mesmo de entrar para a política, o projeto que deu base para a Lei nº 14.126/2021, que classifica a visão monocular como deficiência sensorial.
Amália perdeu à visão aos 20 anos em decorrência de toxoplasmose, infecção causada por um protozoário propagado por animais ou insetos. Após 15 cirurgias, ela precisou retirar o olho em 2016 e passou a usar prótese.
Sua história de vida serviu como inspiração para que ela entrasse na luta e conseguisse que as pessoas monoculares tivessem os mesmos direitos e benefícios previstos na legislação para a pessoa com deficiência.
Desde então, ela abriu um instituto social, ajudou milhares de pessoas e lançou o livro Se Enxerga, onde conta sua emocionante trajetória de vida.
Eleita em 2022 com 70 mil votos pelo Mato Grosso, Amália Barros se tornou presidente da Frente Parlamentar da Pessoa com Deficiência e assumiu a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CPD), de Comunicação (CCOM) e a Comissão Externa de Intervenção na Saúde Pública do Município de Cuiabá (MT).
A deputada também é vice-presidente nacional do PL Mulher, que tem como presidente a sua madrinha política, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
*Pleno.News Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres (Cemaden) emitiu alerta de risco muito alto riscos hidrológicos e geológicos no Rio Grande do Sul neste domingo (12).
Os aletas referem-se as possíveis consequências das fortes chuvas, sejam elas hidrológicas: como inundações e alagamentos; ou geológicos: como deslizamentos de terra e desabamentos.
Segundo o órgão, as regiões que possivelmente serão afetadas são: Noroeste; Centro-Ocidental; Nordeste; Sudeste; Sudoeste Rio-Grandense e Metropolitana de Porto Alegre.
Em Porto Alegre, a água alcançou 2 metros em algumas partes do centro da capital
Até o momento, o Rio Grande do Sul registra 136 mortos em decorrência das inundações | Foto: Reprodução/@klaudiarowska
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) alertou sobre a possibilidade de chuvas intensas no Rio Grande do Sul, que podem causar inundações e deslizamentos de terra em várias partes do Estado neste domingo, 12.
O Lago Guaíba, já com nível 1,58 metros acima do normal, alcançou 4,58 metros, representando uma grande preocupação. O lago recebe água das bacias dos Rios Jacuí, Taquari-Antas, Caí, Sinos e Gravataí, o que eleva o risco de piora da situação em Porto Alegre.
Guardas municipais de São Paulo e Porto Alegre estão auxiliando no resgate de pessoas presas nos prédios do Centro Histórico da capital, uma das áreas mais afetadas. Brigadistas intensificam esforços para convencer os moradores a evacuar, principalmente nos bairros mais prejudicados, como São João.
Alerta para deslizamentos e áreas de risco
De acordo com o Cemaden, há também uma grande chance de deslizamentos de terra, especialmente em áreas de encostas e rodovias nas regiões nordeste e centro-ocidental do Estado, bem como na região metropolitana de Porto Alegre e na Serra Gaúcha, devido às chamadas “quedas de barreira”.
Impacto das inundações e relato de fatalidades
A situação em Porto Alegre é crítica, com água alcançando dois metros em algumas partes do centro, conforme reportagem do jornal Estadão. Locais emblemáticos, como o Mercado Público, estão submersos, revelando a vulnerabilidade urbana a condições climáticas extremas.
Na estação rodoviária e nas estações de trem, a interrupção das atividades diárias é evidente, com vagões isolados pela água. No bairro São João, apesar dos esforços dos voluntários, muitos moradores estão relutantes em deixar suas casas, mesmo com medidas como o corte de fornecimento de água e alimentos para incentivar a evacuação.
Jair Bolsonaro comunicou o falecimento da parlamentar de 39 anos, vice-presidente do PL Mulher e que emprestou nome a lei federal
Foto:Reprodução/Câmara dos Deputados
Morreu na noite de sábado (11) a deputada federal Amália Barros, do PL do Mato Grosso. O comunicado foi feito por Jair Bolsonaro em WhatsApp enviado a aliados na madrugada de domingo. A informação é do colunista do Metrópoles Paulo Cappelli.
“Com muita dor, informo o passamento da nossa amiga e irmã deputada Amália Barros, de Mato Grosso. Deus, em sua infinita bondade, a receba e conforte seus familiares e amigos”, escreveu o ex-presidente. A parlamentar era muito próxima de Michelle Bolsonaro e ocupava a vice-presidência do PL Mulher.
Cappelli aponta que Amália Barros foi internada em estado grave na UTI do hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Na última quinta-feira (9), a deputada passou por um novo procedimento cirúrgico de “radiointervenção”, que é basicamente uma operação minimamente invasiva com o auxílio de imagem, agulhas e cateteres. O último boletim médico divulgado na sexta-feira (10) já informava que a parlamentar seguia sem previsão de alta.
O Metrópoles destaca que Amália Barros estava internada desde 1º de maio, quando foi ao hospital fazer a retirada de um nódulo no pâncreas. No dia 2, a deputada fez o procedimento de drenagem das vias biliares, para retirar o líquido biliar em excesso do fígado. A transferência de Amália para a UTI se deu depois de uma “reabordagem cirúrgica”.
Eleita com o apoio de Michelle para seu primeiro mandato em 2022, a deputada era muito próxima da família Bolsonaro. Na maioria das vezes em que o ex-presidente ia para o Mato Grosso, ele costumava passar alguns dias no rancho de propriedade de Amália. Ela era casada com o empresário e influenciador Thiago Boava. A morte da parlamentar também foi lamentada por políticos como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o senador Flávio Bolsonaro, acrescenta Cappelli
Lei Amália Barros
Amália Barros perdeu a visão do olho esquerdo aos 20 anos, após uma infecção por toxoplasmose. Ela se submeteu a 15 cirurgias, mas em 2016 precisou remover o olho e passou a usar um globo ocular. Em 2019, foi protocolado no Congresso Nacional um projeto de lei intitulado “Lei Amália Barros”. O PL conferia a portadores de visão monocular os mesmos direitos e benefícios das pessoas com deficiência. Aprovado na Câmara e no Senado, o texto foi sancionado pelo então presidente Bolsonaro em março de 2021 e alterou o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Amália Barros lutou pelo projeto e, em 2022, elegeu-se deputada federal com 70 mil votos, tendo o apoio de Michelle Bolsonaro. No parlamento, ela destinava especial atenção às pautas de inclusão.
Na sexta-feira (10), o Rio Grande do Sul foi novamente atingido por chuvas, gerando preocupação entre as autoridades e a população devido ao risco de novas enchentes nas cidades já devastadas pela inundação da semana anterior, que resultou em pelo menos 126 mortes. Contudo, o volume de chuva foi menor do que o previsto, trazendo algum alívio.
Segundo informações da Folha de S. Paulo, a previsão do tempo indica que as chuvas mais intensas ocorrerão neste fim de semana, especialmente na região metropolitana de Porto Alegre e nos municípios do norte gaúcho, perto da serra.
Em resposta a isso, a Prefeitura de Porto Alegre anunciou na sexta-feira que manterá as equipes em alerta nos próximos dias para lidar com os danos da enchente atual e também para um possível aumento no nível do lago Guaíba. De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a capital está em uma área que pode registrar entre 150 mm e 200 mm de chuva acumulada até segunda-feira (13), com rajadas de vento de até 100 km/h.
Porto Alegre está enfrentando a pior enchente de sua história. O lago Guaíba, que circunda a cidade, atingiu recentemente o maior nível já registrado (5,30 m), e às 22h15 de sexta-feira marcava 4,66 m — a cota de inundação é de 3 metros.
O Inmet prevê que a chuva dos próximos dias, juntamente com uma mudança na direção dos ventos para sul-sudeste a partir de segunda-feira, poderá causar um novo aumento no nível do Guaíba para o patamar de 5 m.
O vice-prefeito, Ricardo Gomes, afirmou: “Vamos manter a mobilização dos voluntários, servidores e forças de segurança nos resgates e nos abrigos. Temos um desafio, logo mais à frente, também de reacomodar essas pessoas que saíram de suas casas e perderam tudo”.
O coordenador da Defesa Civil municipal, coronel Evaldo Rodrigues, concordou: “A palavra de ordem é seguir com os trabalhos”.
A preocupação também se estende aos municípios que cercam a lagoa dos Patos, que liga a região de Porto Alegre ao mar. Segundo a Prefeitura de Rio Grande, a última cidade antes das águas entrarem no oceano Atlântico, o nível da lagoa está subindo gradualmente. O boletim emitido às 21h de sexta-feira mostrava que a água já estava com 2,36 m, 1,56 m acima do nível normal.
Como resultado, parte da cidade já estava inundada, levando a população a se deslocar para casas de parentes ou alojamentos em locais mais altos.
As autoridades também alertam para os deslizamentos de terra e quedas de barreiras nas estradas, devido aos volumes de chuva esperados. Esse aviso se aplica desde a serra gaúcha, passando pelos vales dos rios Caí, Taquari e Sinos, até o delta do Jacuí, que deságua no lago Guaíba, em Porto Alegre.
Além das tempestades esperadas, os gaúchos também precisam se preparar para a queda da temperatura nos próximos dias.
Segundo o Inmet, a partir de segunda-feira está prevista a passagem de uma frente fria mais intensa sobre a região sul e o posterior ingresso de uma massa de ar frio e seco, o que irá ocasionar uma queda acentuada das temperaturas e ainda diminuir a possibilidade de chuva durante a próxima semana.
Neste dia, o período da tarde será de bastante frio em parte do Rio Grande do Sul. Em algumas localidades, a temperatura não passará dos 13°C, como em pontos da campanha e da serra. Em Porto Alegre e região metropolitana, as máximas devem oscilar entre 16°C e 18°C.
Logo na manhã da terça-feira (14), as temperaturas tendem a baixar mais podendo chegar a 3°C e 4°C na região da campanha e serra gaúcha. A previsão indica a possibilidade de geada, especialmente nas áreas de fronteira com o Uruguai. Na capital, a mínima deve ficar em torno dos 8°C. Neste dia, as máximas em alguns municípios da serra gaúcha não irão passar dos 10°C.
Na quarta-feira (15), por sua vez, o ar frio e seco ganha força e o amanhecer do dia pode ter mínima de 0°C a 1°C, com possibilidade de geada moderada a forte em alguns pontos. Na região da campanha e serra do sudeste, as mínimas ficarão em torno dos 2°C. O período da tarde será de temperaturas baixas na maior parte do estado.
O instituto de meteorologia MetSul emitiu um “alerta de grave risco” para a cheia dos rios Gravataí e Sinos, localizados na Grande Porto Alegre, nesta sexta-feira (10). Após dias de declínio gradual, esses rios voltarão a subir devido às fortes chuvas previstas para atingir a capital gaúcha.
As nascentes dos rios Gravataí e Sinos estão entre a Serra e o Litoral Norte, nas áreas de Caraá e São Antônio da Patrulha. O comunicado do MetSul destaca que a vazão resultante dessas chuvas representa um risco preocupante, especialmente porque os rios Sinos e Gravataí ainda estão em níveis elevados.
Além disso, o Guaíba também está com nível alto, criando um cenário de risco significativo para várias cidades, incluindo Taquara, Canoas, Gravataí, Cachoeirinha, Porto Alegre e Alvorada.
Nos próximos dias, toda a água que cairá sobre esses rios desembocará em Porto Alegre. A previsão é de três dias de precipitação muito elevada, com possibilidade de até 100 mm em várias regiões da cidade. O MetSul alerta que indicadores podem chegar a até 200 mm de chuva, um valor extraordinariamente alto.
No sábado, o tempo será instável, com chuvas moderadas a fortes e trovoadas ocasionais. No domingo, as más condições meteorológicas persistirão, com risco de chuvas fortes e torrenciais em alguns momentos. A temperatura mínima ficará em torno de 18°C, enquanto a máxima não passará de 20°C ou 21°C.
Na segunda-feira, a chuva continuará, embora com menor intensidade. A temperatura deve cair, com mínima de 14°C e possibilidade de rajadas de vento à tarde.
As autoridades gaúchas estão preocupadas com o retorno dos temporais, especialmente considerando que o nível do Guaíba permanece extremamente elevado. Após seis dias, as águas começaram a retroceder, registrando 4,73 metros na régua do Cais Mauá, no Centro, bem abaixo do pico da cheia, que atingiu 5,30 metros no início da semana.
Nesta sexta-feira (10), o ministro do Esporte, André Fufuca, enviou um ofício ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, solicitando a paralisação do Campeonato Brasileiro de futebol, conhecido como “Brasileirão”.
O pedido foi motivado pelas intensas chuvas que atingem o estado do Rio Grande do Sul.
“Em razão de tão fortes chuvas que atingem o RS desde o dia 29/04/2024 e, sendo de amplo conhecimento a tragédia que se instaura naquele estado, entende-se também que todo o país está envolvido no apoio aos jogadores e familiares, bem como a toda a população daquela região. Por todo o exposto, estas são as razões da presente solicitação, para que seja paralisado do Campeonato Brasileiro de Futebol deste ano de 2024”, afirmou o ministro.
As fortes chuvas têm causado enchentes e tragédias no Rio Grande do Sul desde o dia 29 de abril de 2024. O número de mortos chegou a 116, com 143 desaparecidos e 756 feridos.
O ofício não especifica um prazo para a paralisação do campeonato. Vale ressaltar que o Rio Grande do Sul possui três times na Série A do Brasileirão: Internacional, Grêmio e Juventude, além de outras equipes nas divisões inferiores da competição nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta sexta-feira (10), que perguntou a uma mulher, beneficiária do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), quando ela iria “fechar a porteira”, questionando se a mulher pretende ter mais filhos. A mãe de 27 anos, que foi contemplada com um imóvel do programa, tem cinco filhos, segundo o presidente, que contou ter feito a pergunta nesta quinta (9).
– Quando eu entrego a chave para uma pessoa, aquela menina que tem um monte de filho, ela tem cinco filhos. Eu falei: “Companheira, quando é que vai fechar a porteira, companheira?”. Não pode mais ter filhos, ela tem 27 anos de idade – disse.
A declaração ocorreu durante uma cerimônia em Maceió, capital alagoana, para a entrega de 914 residências do programa Minha Casa, Minha Vida.
Lula seguiu dizendo que aconselhou a mulher a “se cuidar”, porque é preciso, na hora que o filho nasce, ter um plano para o cuidado da criança.
– Nem sempre o Estado cuida, nem sempre a religião cuida, quem tem que cuidar é o pai e a mãe – disse o presidente, que afirmou que fica feliz quando entrega as moradias, as quais comparou a ninhos para as famílias criarem os filhos.
MÁQUINAS DE LAVAR Vale lembrar que, nesta quinta (9), o presidente afirmou que máquinas de lavar são “muito importantes para as mulheres”. A fala ocorreu durante o anúncio de medidas de socorro ao Rio Grande do Sul. O presidente mencionou a importância de eletrodomésticos para pessoas mais pobres que tiveram suas casas atingidas pelas enchentes, e voltou a repetir nesta sexta que ele próprio já foi vítima de enchente.
O presidente também reclamou das vaias recebidas por autoridades presentes no evento. Ele afirmou que a cerimônia não é a ocasião para fazer a disputa que será feita nas eleições municipais. É preciso “aprender a respeitar quando o ato é institucional”, disse Lula.
Estiveram presentes no evento a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o ministro das Cidades, Jader Filho, o ministro dos Transportes, Renan Filho, o governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), além das lideranças locais.
Antes da convocação da seleção brasileira para a Copa América nesta sexta-feira (10), o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, afirmou que a discussão sobre a paralisação ou não do Campeonato Brasileiro é conduzida pelo conselho técnico de cada divisão nacional, composto pelos clubes.
O dirigente lembrou que parar as competições nacionais não significa uma paralisação do futebol brasileiro, já que as equipes participam dos torneios da Conmebol, a entidade sul-americana. Entre eles, o Grêmio e o Internacional.
“Muitos falam na suspensão e paralisação do futebol brasileiro. Todos são sensíveis a esta situação. Aquilo que chegar à CBF, tudo vai ser definido também por todo o conselho técnico de cada divisão, também comungando com as competições internacionais que todos os clubes disputam, como a Libertadores e Sul-Americana”, afirmou.
Durante o discurso, Ednaldo Rodrigues informou que lamenta o momento vivido no Rio Grande do Sul e reforçou a campanha para arrecadar doações. “A CBF reitera sua solidariedade a todo o povo gaúcho. Isso não só a CBF, mas todas as Seleções Brasileiras, todo o sistema de futebol, os clubes Série A, B, C E D, e as federações estaduais.”
“Todos no futebol têm sentido a dor das perdas e das aflições que tem acontecido no Rio Grande do Sul. E não tem ninguém que esteja insensível a isso. A CBF junto com toda a seleçaõ brasileira, masculina e femina, abriu iniciativa com um link para doações”, completou.
A Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) recebeu um apoio financeiro por meio da emenda parlamentar do deputado estadual Pablo Roberto (PSDB). Os recursos, no valor de R$ 550 mil, foram destinados para melhorias no laboratório de física e na infraestrutura do curso de Direito.
A parceria foi reiterada em uma reunião na reitoria da UEFS, com a presença do parlamentar baiano, do vereador Pedro Américo, da reitora Amali Mussi, do diretor do departamento de Física, Dagoberto Freitas, da coordenadora do colegiado de Direito, Márcia Misi, do professor Milton Ribeiro, que compõe o departamento de Física, e da assessora especial de Relações Institucionais, Eneida Soanne.
Pablo Roberto pontuou que os investimentos beneficiarão “não apenas os alunos da instituição, mas também os jovens da região”. Ele ressaltou a importância do laboratório de física como “um recurso para ampliar o conhecimento científico”.
Por fim, durante visita à instituição, o deputado baiano reafirmou seu “compromisso com a educação” e disse estar “disposto a colaborar com a UEFS para promover o desenvolvimento acadêmico, a pesquisa e a inovação, demonstrando seu apoio ao avanço do ensino superior na região”.