Polícia prendeu em São Paulo homem ligado ao PCC suspeito de planejar atentado contra Derrite; bandido tinha até arma de guerra

Polícia Derrite

polícia prendeu em São Paulo um homem suspeito de integrar um plano para matar o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, um dos nomes mais conhecidos do governo Tarcísio. A coluna apurou que Marcelo Adelino de Moura, conhecido como China, seria o executor do crime. Ligado ao PCC, ele estava fortemente armado.

Com o bandido, a polícia apreendeu uma metralhadora Mag 762 usada pela Armada Argentina, um fuzil HK 47 – 762, coletes balísticos, capacetes balísticos, máscaras, luvas táticas e munições que abastecem de .50 a pistolas de 9 milímetros. China também escondia 18 tabletes de pasta base de cocaína e R$ 101 mil em dinheiro vivo. A maior parte da grana estava na casa dele, uma quantia menor, no carro.

Inicialmente, a operação que prendeu China não estava relacionada à investigação sobre o planejamento de atentado. Foi somente após a prisão, em maio, feita por agentes do Comando de Operações Especiais do Batalhão de Choque, que o setor de Inteligência da Polícia Civil identificou que o criminoso já vinha sendo monitorado, há algum tempo, por fazer parte da engrenagem de ataque a Derrite. Nessa maquinaria, caberia a China a derradeira função de puxar o gatilho. A ofensiva contra o secretário ocorre em um momento em que as forças policiais impõem um prejuízo bilionário ao PCC.

China, de 48 anos, possui uma extensa ficha criminal. Ele tem passagens na polícia por violar o Código Penal nos artigos:121 [homicídio], 329 [opor-se à execução de ato legal mediante violência ou ameaça], 299 [falsidade ideológica], 288 [formação de quadrilha], 155 [furto], 157 [roubo], 352 [evadir-se ou tentar evadir-se o preso ou o indivíduo submetido a medida de segurança detentiva, usando de violência] e 297 [falsificar documento público].

Com Marcelo Adelino de Moura, a polícia apreendeu: duas munições para .50, 4 munições deflagradas para 7’62×51, 480 munições para 7’62×51, 824 munições em “fita”, 400 munições para 9, 31 munições para .40. E duas armas: uma Mag 7’62×51 “Armada Argentina 209″ e um Fuzil Hk 47 – 7’62×51.

Entre os acessórios, duas capas de colete balísticos, 4 placas de colete balísticos, 2 pares de luvas táticas, duas máscaras ” modelo Airsoft”, 1 designador, 1 carregador de lanterna, 2 capacetes balísticos, 1 par de joelheiras, 10 carregadores 7’62, 7 carregadores de pistola, modelo .40, 1 carregador modelo “cofre”. Também foram apreendidos 3 celulares iPhone e 2 celulares Xiaomi.

Prejuízo ao PCC

Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, chefiada por Derrite, 2023 marcou um recorde na apreensão de cocaína, o mais rentável produto comercializado pelo PCC. No ano passado, a polícia capturou 39,6 toneladas da droga, a maior quantidade desde o início da série histórica, em 2001. Dezessete grandes pontos de armazenamento de entorpecentes foram estourados, sobretudo nas proximidades do Porto de Santos, usado para exportar o pó para Europa, Ásia, África e Oriente Médio.

A queda na arrecadação do PCC agrava o racha existente na facção. Isso porque alguns dos atuais chefes passaram a ter suas lideranças contestadas por figuras que querem ganhar espaço na estrutura da organização criminosa.

Embora a contabilidade do PCC tenha sido impactada, isso não quer dizer que a facção esteja com problemas de caixa. As autoridades ainda não conseguem mensurar qual seria o montante em poder da organização criminosa. “Não sabemos se quebramos a perna deles ou se fizemos apenas cosquinha. Mas sabemos que estão incomodados”, resume um integrante do setor de inteligência da polícia paulista. As operações têm sido feitas pela Polícia Militar, Civil e Federal, com apoio do Ministério Público.

A exportação de cocaína é a atividade mais rentável para o PCC. A droga é proveniente da Colômbia [a mais cara] ou da Bolívia e passa por rodovias e hidrovias até chegar a portos e aeroportos, com a finalidade de ser enviada a outros continentes. Quando a facção consegue fazer a droga chegar a países da Europa ou do Oriente Médio, vê o valor da droga multiplicar em até quinze vezes.

O mapeamento indica que a droga entra no Brasil, na maioria das vezes, via Acre ou Rondônia. O destino prioritário é São Paulo por conta da infraestrutura das rodovias do estado e por possuir meios para escoar a droga ao exterior, sobretudo por meio do Porto de Santos.

Entre os planos de Tarcísio e Derrite para combater o PCC, está assinatura de um decreto que visa fazer com que o dinheiro apreendido do narcotráfico possa ser usado para combater as próprias organizações criminosas.

Informações Metrópoles


Créditos: depositphotos.com / lucasdemelloa@gmail.com

A mais recente pesquisa eleitoral realizada pela Quaest revela que Jair Bolsonaro (PL) tem uma influência maior que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 9 das 21 capitais brasileiras analisadas, enquanto Lula tem apenas 3 capitais. Esse levantamento foi realizado após o início oficial da campanha em agosto, e mostra um cenário competitivo entre os dois líderes políticos nas eleições municipais de 2024.

De acordo com a pesquisa, Bolsonaro está à frente em capitais como Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Manaus, Maceió, Porto Velho, Rio Branco e Rio de Janeiro. Por outro lado, Lula tem uma influência mais significativa em Recife, Fortaleza e Salvador. Em outras 9 cidades, o cenário é de empate técnico, incluindo importantes centros como São Paulo e Belo Horizonte.

Influência de Bolsonaro e Lula nas Eleições 2024

Para entender melhor a influência de cada líder, a Quaest indagou os eleitores se eles votariam em um candidato desconhecido indicado por Lula ou Bolsonaro. Aproximadamente metade dos eleitores das 21 capitais afirmou que votaria em um candidato apoiado por um desses líderes.

Os resultados variam bastante, indo de 15% em Boa Vista para Lula e até 42% na mesma cidade para Bolsonaro. Esse expressivo percentual indica a capacidade dos dois ex-presidentes de mobilizar o eleitorado mesmo em níveis municipais.

Influência dos líderes varia por região

A influência de Bolsonaro e Lula demonstra variações regionais significativas:

  • Sudeste: Bolsonaro lidera no Rio de Janeiro, enquanto São Paulo, Belo Horizonte e Vitória mostram empate técnico.
  • Sul: Bolsonaro tem maior influência em Curitiba e Florianópolis, com empate técnico em Porto Alegre.
  • Centro-Oeste: Bolsonaro lidera em Cuiabá e Campo Grande, e ainda não há dados sobre Goiânia.
  • Nordeste: Lula lidera em Recife, Fortaleza e Salvador, enquanto em Maceió a predominância é de Bolsonaro. Aracaju e João Pessoa apresentam empate técnico.
  • Norte: Bolsonaro é mais influente em Manaus, Rio Branco, Porto Velho e Boa Vista. Macapá e Belém mostram empate técnico, sem dados para Palmas.

Por que Lula e Bolsonaro influenciam tanto os eleitores?

Essa força de influência se assemelha ao cenário observado nas eleições de 2022, onde Bolsonaro e Lula polarizaram a disputa em diversas capitais. Segundo Felipe Nunes, diretor da Quaest, a nacionalização das campanhas municipais pode ser uma estratégia efetiva para alavancar candidatos necessitados de um impulso para o segundo turno.

No entanto, ele adverte que a influência dos líderes nacionais não é suficiente para garantir a vitória, pois outros fatores, como a avaliação da gestão e os atributos pessoais dos candidatos, também desempenham um papel crucial na decisão do eleitorado.

Expectativas para as Eleições 2024

As eleições de 2024 prometem ser um verdadeiro teste para a influência de Lula e Bolsonaro. Em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, mudanças na percepção dos eleitores já estão sendo sinalizadas. Por exemplo, a influência de Bolsonaro em São Paulo oscilou de 20% para 21%, enquanto a de Lula caiu de 29% para 26%. No Rio de Janeiro, a influência do ex-presidente aumentou ligeiramente, de 26% para 27%, enquanto a de Lula caiu de 23% para 19%.

Essas variações indicam que elementos como as condições econômicas e a presença ativa dos líderes em eventos de campanha podem alterar significativamente o panorama eleitoral ao longo dos próximos meses. Portanto, a corrida ainda está em aberto, e qualquer um dos dois líderes pode utilizar suas estratégias para ampliar sua influência.

Em conclusão, a pesquisa Quaest oferece um panorama inicial da influência de Bolsonaro e Lula nas eleições de 2024. Suas influências variam conforme as especificidades regionais e a percepção dos eleitores, demonstrando que o apoio de líderes nacionais será um fator crucial nas disputas municipais.

Informações TBN


April 11, 2022, Brazil. In this photo illustration the Twitter logo seen displayed on a smartphone with the Elon Musk's official Twitter profile

Créditos: depositphotos.com / rafapress

Elon Musk continua seus ataques ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a suspensão da rede social X, de propriedade do bilionário. Desta vez, Musk alega que Moraes teria interferido nas eleições presidenciais de 2022 no Brasil, nas quais Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente em disputa contra Jair Bolsonaro.

O bilionário utilizou a própria plataforma X para expressar suas acusações. Musk afirmou que existem “evidências crescentes” de que Alexandre de Moraes se envolveu em interferência eleitoral séria e deliberada. Segundo Musk, pelas leis brasileiras, isso poderia resultar em uma pena de até 20 anos de prisão.

Acusações de Elon Musk contra Alexandre de Moraes

Elon Musk não parou por aí e insinuou que ex-funcionários do X também estariam envolvidos no que ele chama de “interferência eleitoral”. De acordo com o empresário, alguns ex-funcionários teriam sido cúmplices de Moraes nesse processo.

“E lamento dizer que parece que alguns ex-funcionários do Twitter foram cúmplices em ajudá-lo a fazer isso”, publicou Musk na rede.

Por que o X foi suspenso no Brasil?

A suspensão da rede social X no Brasil se deve à decisão do ministro Alexandre de Moraes. O prazo para que Elon Musk atendesse às exigências feitas pelo STF terminou às 20h07 de quinta-feira (29/8). A plataforma não indicou um representante legal no Brasil nem cumpriu as demandas judiciais necessárias.

STF decidiu pela suspensão do X

Antes de emitir a decisão de suspensão, a equipe técnica de Moraes informou que não havia nenhuma manifestação por parte do X. Com isso, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi acionada, a pedido do magistrado, para que todas as operadoras de telecomunicações do Brasil iniciassem o bloqueio da plataforma.

A rede social está sendo bloqueada de forma gradual em território nacional. O prazo para a interrupção total do serviço é de cinco dias, a contar do momento da decisão.

Reações e consequências da suspensão do X

A decisão de Alexandre de Moraes gerou uma série de reações, tanto por parte do próprio Elon Musk quanto de usuários da plataforma. Musk afirmou em publicações na própria rede que a suspensão é uma ameaça à liberdade de opinião, acusando Moraes e os antigos funcionários do X de tentar manipular o processo eleitoral brasileiro.

A suspensão do X levanta questões importantes sobre a liberdade de expressão e a interferência no espaço digital. Especialistas argumentam que decisões judiciais como essa podem ter implicações significativas sobre a forma como as redes sociais são regulamentadas no país.

  • Elon Musk continua criticando Alexandre de Moraes, do STF.
  • Moraes é acusado de interferência nas eleições de 2022.
  • Ex-funcionários do X também são citados como cúmplices.
  • Suspensão do X aconteceu devido à não conformidade com exigências judiciais.
  • Anatel foi acionada para garantir o bloqueio da plataforma no Brasil.

Elon Musk não parece disposto a recuar em suas acusações e promete continuar expondo o que ele considera ser uma séria ameaça à democracia. Apenas o tempo dirá quais serão as próximas reviravoltas nessa crescente disputa entre o bilionário e o sistema judiciário brasileiro.

Informações TBN


Esses eventos têm proporcionado ganhos adicionais aos magistrados

A Constituição proíbe magistrados de exercerem qualquer outra função além do magistério para evitar conflitos de interesse, como dar palestras | Foto: Fabio Rodrigues/Agência Brasil
A Constituição proíbe magistrados de exercerem qualquer outra função além do magistério para evitar conflitos de interesse, como dar palestras | Foto: Fabio Rodrigues/Agência Brasil

Ministros de tribunais superiores e desembargadores federais têm lucrado com palestras remuneradas. Eles chegam a receber até R$ 50 mil por hora. O jornal O Estado de S. Paulopublicou as informações neste domingo, 1º.

Esses eventos, promovidos por entidades empresariais, conselhos profissionais e até tribunais, têm proporcionado ganhos adicionais aos magistrados, que já recebem os salários mais altos do serviço público.

A Constituição proíbe magistrados de exercerem qualquer outra função além do magistério para evitar conflitos de interesse. 

No entanto, a Lei Orgânica da Magistratura permite atividades empresariais, desde que os juízes sejam apenas sócios cotistas, não administradores. 

Palestras de ministros são equiparadas à atividade de professor

Em 2016, mudanças promovidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sob a presidência do atual ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, equipararam palestras à atividade de professor, o que facilita essa prática.

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por sua vez, participaram de quase dois eventos internacionais por mês no último ano.

Em maio, o ministro André Mendonça recebeu R$ 50 mil para palestrar num evento sobre direito eleitoral, promovido pela Escola Judicial do Mato Grosso do Sul (Ejud-MS). 

Mendonça usou sua empresa para receber o pagamento, reduzindo os impostos devidos. “Quem investe quer melhorar a vida das pessoas ao redor, sejam funcionários, empregados e colaboradores”, disse Mendonça na ocasião. “Isso gera riqueza. É importante fazer isso tendo o Estado não como um peso, e tendo a iniciativa privada não como adversária do Estado.”

Outros ministros em eventos remunerados

Em setembro de 2022, o ministro Alexandre de Moraes proferiu palestra a convite da UniAlfa, em um evento organizado pelo advogado André Ramos Tavares, membro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Conselhos de enfermagem e medicina também estão entre os principais pagadores de palestras, com valores variando conforme a instituição e o evento.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) e o TRF-4 afirmaram que as palestras são legais e permitidas pela legislação, que não confunde a atuação acadêmica com a atividade jurisdicional. 

A Confederação Nacional da Indústria e outras entidades justificaram os pagamentos com base no “notório saber jurídico dos palestrantes”.

Informações Revista Oeste


Alliance Defending Freedom apresentou um pedido na Comissão Interamericana de Direitos Humanos contra a suspensão do Twitter/X no Brasil

Twitter/X sofreu censura
Twitter/X está fora do ar no Brasil | Foto: Reprodução/Twitter/X

A organização jurídica internacional Alliance Defending Freedom (ADF) afirmou que está com os brasileiros na luta “contra a censura” e que vai à Corte Interamericana de Direitos Humanos para tentar reverter a situação no Brasil. 

A ADF publicou uma nota no Twitter/X no sábado 31, depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu da rede social no Brasil.

“Entramos com uma petição urgente à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que tem autoridade sobre o Brasil sob a Convenção Americana. A censura do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral viola a legislação internacional”, disse a organização, que existe há 31 anos e atua em dezenas de países. 

“Todo brasileiro tem o direito humano fundamental à liberdade de expressão”, escreveu a ADF. “Estamos com o povo brasileiro contra a censura. Agora é o momento de a comunidade internacional responsabilizar o Brasil por suas obrigações em matéria de direitos humanos.”

A organização marcou o deputado federal Marcel van Hattem, que desafiou Moraes e pediu a cassação em uma postagem no Twitter/X, neste sábado. A ADF disse que irá se unir com o parlamentar para defender a liberdade no Brasil.

“Junto com Marcel van Hattem e outros corajosos defensores da liberdade de expressão, estamos pedindo à Comissão Interamericana de Direitos Humanos que tome medidas para defender a liberdade de expressão no Brasil”, afirmou a organização.

ADF afirma que STF tem prática censura

ADF publica mensagem contra censura
Publicação da ADF no Twitter/X | Foto: Reprodução/Redes sociais

Na publicação, a ADF compartilhou uma fala de Van Hattem. A organização afirmou também que o STF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) praticam censura e violam a legislação internacional.

“Nossa Constituição proíbe especificamente toda censura e garante o direito à liberdade de expressão”, disse Van Hattem. “Estes não são apenas direitos constitucionalmente protegidos, mas direitos humanos básicos que devem ser garantidos e preservados para todos os brasileiros. A censura não tem lugar em uma sociedade livre.”

As ações ocorrem depois que Moraes ordenou a derrubada do Twitter/X em todo o território nacional, na última sexta-feira, 30. O ministro tomou a decisão depois de intimar o proprietário da rede social, Elon Musk, para que apresente um representante legal da empresa no Brasil.

Na semana anterior, Musk havia decidido fechar o escritório do Twitter/X no Brasil depois de Moraes ameaçar de prisão os funcionários da empresa. A rede social tem se recusado a acatar pedidos de censura do magistrado.

Informações Revista Oeste


Ministro do STF Alexandre de Moraes tomou a decisão nesta sexta (30) após a rede social do bilionário norte-americano não obedecer a uma ordem do ministro de instituir um representante legal no país.

Elon Musk e Alexandre de Moraes — Foto: Reuters

Elon Musk e Alexandre de Moraes — Foto: Reuters 

A imprensa internacional repercutiu a ordem de bloqueio do X no Brasil, expedida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes nesta sexta-feira (30). Jornais como o The New York Times, dos EUA, e Clarín, da Argentina, chamaram a medida de uma “escalada na briga” entre Elon Musk, dono do X, e Moraes. 

    Moraes deu 24 horas para a Anatel colocar a medida em vigor e impôs multa diária de R$ 50 mil a qualquer pessoa ou empresa que use qualquer subterfúgio –como VPNs– para acessar o X em território nacional durante o período de banimento da rede. 

    Veja abaixo o que veículos ao redor do mundo falaram sobre a ordem de bloqueio ao X:

    ‘The New York Times’, Estados Unidos

    Reportagem do jornal The New York Times, dos EUA, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The New York Times

    Reportagem do jornal The New York Times, dos EUA, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The New York Times 

    Segundo o jornal norte-americano, o X ficará fora do ar “em uma nação de 200 milhões” de habitantes, como “resultado de uma escalada na briga entre Elon Musk” e o ministro Alexandre de Moraes. 

    “Nos últimos anos, poucas pessoas ao redor do mundo tiveram um impacto singular maior sobre o que é dito online do que o juiz brasileiro. Ele surgiu como uma das figuras mais poderosas — e polarizadoras — do Brasil”, diz a reportagem.

    O “The New York Times” ainda disse que o bloqueio do X no Brasil representa “o maior teste até agora dos esforços do bilionário para transformar o site em uma praça digital onde quase tudo é permitido”. 

    O jornal americano colocou a notícia como o maior destaque na página inicial de seu site no início da noite desta sexta (30). 

    Reportagem do jornal El País, da Espanha, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/El País

    Reportagem do jornal El País, da Espanha, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/El País 

    Segundo o jornal espanhol, o X está “com as horas contadas” no Brasil, um dos maiores mercados da rede social em todo o mundo. A reportagem afirma que Moraes acusa Musk de querer instituir um ambiente de impunidade nas redes sociais. 

    “Sustenta na decisão que há ‘risco iminente’ de que ‘grupos extremistas e milícias digitais continuem e ampliem a instrumentalização do X Brasil com a disseminação massiva de discursos nazistas, racistas, fascistas, odiosos e antidemocráticos'”, diz a reportagem. 

    Reportagem do jornal La Nación, da Argentina, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/La Nación

    Reportagem do jornal La Nación, da Argentina, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/La Nación 

    O jornal argentino chamou a decisão de “polêmica” e disse que a suspensão atende a um “ultimato” de Moraes sobre um representante do X no Brasil. 

    “Em nota publicada na própria plataforma, o perfil da empresa descreve as decisões de Moraes como ‘ilegais’ e ‘censura’.” 

    Reportagem do jornal BBC, do Reino Unido, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/BBC

    Reportagem do jornal BBC, do Reino Unido, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/BBC 

    A rede de TV britânica fez um resumo da decisão de Moraes e relembrou o conflito entre o ministro e Elon Musk. A reportagem também destacou que o X deverá ser removido das lojas de aplicativos. 

    “A disputa que durou meses começou quando o juiz Moraes ordenou, em abril, a suspensão de dezenas de contas do X por supostamente espalhar desinformação. Elon Musk ameaçou reativar as contas e descreveu o juiz como ‘tirano’ e ‘ditador’.” 

    ‘The Washington Post’, Estados Unidos

    Reportagem do jornal The Washington Post, dos EUA, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The Washington Post

    Reportagem do jornal The Washington Post, dos EUA, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The Washington Post 

    Em reportagem, o jornal norte-americano informou que a suspensão do X foi resultado de uma batalha contra a desinformação. Ainda de acordo com a publicação, a decisão pode trazer impactos financeiros à rede social. 

    “A decisão, que não tirou o site do ar imediatamente, pode impactar mais de 20 milhões de usuários do X no Brasil e privar a plataforma de um dos seus maiores e mais ativos mercados.” 

    Assim como o “The New York Times”, o “Washington Post” também colocou a notícia em destaque na página inicial de seu site, na segunda posição mais alta. 

    Reportagem do jornal Le Monde, da França, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/Le Monde

    Reportagem do jornal Le Monde, da França, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/Le Monde 

    De acordo com o jornal francês, Moraes estava sendo alvo de críticas de Elon Musk há meses. A reportagem informa que o ministro está travando uma luta contra a desinformação desde as eleições de 2022. 

    “Em nome da luta contra a desinformação, o magistrado ordenou nos últimos anos o bloqueio das contas de figuras influentes nos movimentos ultraconservadores brasileiros”, escreveu o jornal. 

    Reportagem do jornal Clarín, da Argentina, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/Clarín

    Reportagem do jornal Clarín, da Argentina, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/Clarín 

    Em reportagem, o jornal argentino citou detalhes sobre a decisão de Moraes e destacou a repercussão da suspensão entre os usuários brasileiros. 

    “Os usuários aguardaram com expectativa o cumprimento do prazo de 24 horas dado por Moraes, com vários deles anunciando que usariam redes privadas virtuais (VPN) para continuar acessando seus perfis”, afirmou o jornal. 

    ‘The Guardian’, Reino Unido

    Reportagem do jornal The Guardian, do Reino Unido, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The Guardian

    Reportagem do jornal The Guardian, do Reino Unido, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The Guardian 

    O jornal britânico afirmou que o STF determinou a suspensão do X no país após a rede social não cumprir com o prazo para indicar um representante legal no Brasil. 

    A publicação também citou uma fala do presidente Lula sobre o caso, durante uma entrevista a uma emissora de rádio.

    Informações G1


    Ukraine, 2023 .Elon Musks Twitter profile on a smartphone and Elon Musk in the background. Glitch effect

    Foto: Reprodução/depositphotos.com / KLYONA

    Neste sábado (31), Elon Musk, bilionário e dono da rede social X e outras empresas, declarou que irá publicar uma extensa lista de crimes supostamente cometidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. De acordo com Musk, o magistrado deve seguir as leis do Brasil.

    Elon Musk afirmou que, embora Moraes não precise obedecer às leis norte-americanas, deve respeitar as leis do seu próprio país. Em suas palavras: “Ele é um ditador e uma fraude, não um juiz”.

    Elon Musk e a rede social X

    E por que tudo isso está acontecendo? A rede social X, controlada por Musk, foi banida no Brasil. Em um post na mesma rede social, Musk insistiu que o povo brasileiro saberá dos crimes de Moraes, “não importa o quanto ele tente evitar”. As informações são do Poder360.

    O que motivou a declaração de Elon Musk

    As declarações de Elon Musk vêm em um momento de tensão entre o STF e a rede social X no Brasil. A plataforma enfrentou uma multa de R$ 50 mil imposta pelo tribunal devido ao uso de VPN (Rede Privada Virtual). Veja abaixo outros desdobramentos recentes:

    • Ação da OAB: A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acionou o STF contra a multa aplicada.
    • Decisão de Moraes: Alexandre de Moraes bloqueou a rede social X no Brasil.
    • Recurso da Starlink: O juiz Zanin negou um recurso da empresa Starlink, também de Musk, contra o bloqueio de contas.

    Quais são as implicações para o Brasil?

    As ações de Moraes e a resposta de Musk têm levantado questões importantes sobre liberdade de expressão, jurisdição e o poder dos tribunais. As decisões judiciais têm um impacto direto no funcionamento da rede social X no Brasil, afetando milhões de usuários.

    Entenda melhor a situação:

    1. Banimento da rede social X: A ordem de Alexandre de Moraes para suspender o serviço da rede social X no Brasil gerou uma reação internacional, principalmente de Musk.
    2. Resposta de Elon Musk: Musk prometeu expor supostos crimes de Moraes, por meio da própria rede social X.
    3. Recua de Moraes: Em outro movimento recente, Moraes recuou parcialmente na decisão sobre o uso de VPN no Brasil.

    Liberdade de expressão em jogo

    A controvérsia entre Elon Musk e Alexandre de Moraes coloca em debate a liberdade de expressão no Brasil. Musk defende que a suspensão da rede social X é uma forma de censura. Por outro lado, Moraes alega que a medida visa proteger a ordem pública e a segurança nacional.

    Concluindo, a briga entre Elon Musk e Alexandre de Moraes está longe de terminar e promete novos capítulos. É um jogo de poder, leis e redes sociais que coloca o Brasil no centro das atenções globais.

    Informações TBN


    Resolução do Conselho Federal de Medicina pede que médicos informem parcerias na plataforma CRM-Virtual. Objetivo da medida é ‘aumentar a transparência e prevenir conflitos de interesse que possam influenciar decisões clínicas’.

    Médico de braços cruzados segurando estetoscópio — Foto: Unsplash/Reprodução

    Médico de braços cruzados segurando estetoscópio — Foto: Unsplash/Reprodução 

    O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou uma resolução que determina que todos os médicos que tenham qualquer tipo de vínculo com setores das indústrias da área da saúde, como farmácias, laboratórios e equipamentos, devem informar essa “parceria” através da plataforma CRM-Virtual — uma plataforma digital exclusiva para a categoria. 

    Os vínculos incluem desde contratos formais de trabalho até consultorias, participação em pesquisas e atuação como palestrantes remunerados. 

    A Resolução nº 2.386/2024 foi aprovada em reunião plenária no dia 21 de agosto e divulgada na quarta-feira (28). O principal objetivo da medida, segundo o CFM, é aumentar a transparência e prevenir conflitos de interesse que possam influenciar decisões clínicas, “assegurando que as práticas médicas no Brasil sejam conduzidas dentro de parâmetros éticos e legais”. 

    O presidente do CFM explica que a norma permite que as informações sejam registradas e monitoradas. Posteriormente, elas também podem ser divulgadas ao público, “promovendo uma maior clareza nas relações entre médicos e empresas”, diz José Hiran Gallo. 

    “Com esta resolução estamos estabelecendo um novo marco de transparência na relação entre médicos e a indústria da saúde, sem interferir na autonomia dos profissionais. Nosso compromisso é garantir que as decisões médicas sejam guiadas exclusivamente pelo melhor interesse do paciente e da medicina, sem influências externas indevidas”, diz Gallo. 

    A resolução nº 2.386/2024 entra em vigor em 180 dias a partir da data de sua publicação no Diário Oficial da União (DOU), dando aos médicos tempo para se adequarem às novas exigências. “Durante esse período, os profissionais deverão revisar seus vínculos e garantir que todas as informações pertinentes sejam registradas corretamente”, diz a medida. 

    “Médicos que já possuem vínculos com empresas de saúde terão um prazo de 60 dias para informar qualquer benefício recebido após a entrada em vigor da resolução”, aponta o CFM. 

    Declarar conflitos de interesse em situações públicas

    Remédios — Foto: Reprodução/EPTV

    Remédios — Foto: Reprodução/EPTV 

    A Resolução nº 2.386/2024 determina ainda que os médicos devem declarar seus conflitos de interesse em situações públicas, como entrevistas, debates, exposições em eventos médicos e interações com o público leigo. 

    A norma também proíbe o recebimento de benefícios relacionados a medicamentos, órteses, próteses e equipamentos hospitalares que não possuam registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), salvo nos casos de protocolos de pesquisa aprovados por Comitês de Ética. 

    Médicos que descumprirem as exigências da resolução poderão ser alvo de sanções por parte dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs). 

    O que não precisar ser declarado❓

    De acordo com o CFM, não precisam ser declarados: 

    👉Rendimentos e dividendos oriundos de investimentos em ações ou cotas de participação em empresas do setor de saúde, desde que a relação seja puramente financeira, não precisarão ser declarados. 

    👉Amostras grátis de medicamentos ou produtos médicos, prática comum no setor, também estão isentos das obrigações de declaração, desde que, segundo a Resolução, sejam distribuídas conforme as normativas vigentes e dentro de práticas éticas. 

    👉Benefícios recebidos por sociedades científicas e entidades médicas também estão excluídos das regras de transparência impostas aos indivíduos.

    Informações G1


    O ministro do STF ordenou a suspensão do Twitter/X no Brasil

    Rogerio Marinho criticou decisão de Alexandre de Moraes
    Rogerio Marinho participou do programa Oeste Sem Filtro | Foto: Reprodução/Revista Oeste

    O senador Rogerio Marinho espera que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), impulsione as manifestações do 7 de Setembro. O parlamentar deu a declaração durante entrevista ao programa Oeste Sem Filtro, nesta sexta-feira, 30.

    “Espero que o dia 7 seja vitaminado por essa ação do ministro Alexandre de Moraes”, disse Marinho. “Porque tudo que eles querem é que a população aceite como um fato consumado.”

    Nesta sexta-feira, Moraes determinou a suspensão do Twitter/X no Brasil. A decisão ocorreu 24 horas depois de o magistrado intimar Elon Musk, proprietário da rede social, para indicar o nome de um representante legal da empresa no país. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tem 24 horas para derrubar a plataforma.

    Moraes tem realizado diversas medidas contra as redes sociais. O magistrado chegou a ordenar o bloqueio de usuários das plataformas. Políticos convocam a população para uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo. O protesto visa a pedir o impeachment de Alexandre de Moraes.

    Marinho afirmou que muitos parlamentares e autoridades defendem as medidas de Moraes e esperam que as ações desmobilizem a manifestação. O senador acredita que manifestação poderá mudar a opinião de alguns parlamentares sobre o assunto.

    “A mobilização faz com que as pessoas mudem de opinião”, explicou Marinho. “O povo na rua poderá pressionar quem está no Legislativo. Poderá pressionar para que o Senado possa exercer o seu papel, seu poder de controlar os eventuais excessos do STF.”

    Rogério Marinho critica decisão de Alexandre de Moraes

    O senador criticou a decisão de Alexandre de Moraes e considera que o magistrado não tem respeitado a Constituição. Marinho defendeu a instalação de um processo de impeachment contra o ministro e a favor de medidas para diminuir o poder do STF.

    “O que aconteceu hoje é um ato que demonstra que precisamos revisitar a Constituição e o sistema de pesos e contrapesos da nossa democracia liberal”, disse Rogerio Marinho. “Nosso governo passa por uma evidente distopia. Não podemos aceitar que essa escalada autoritária termine dessa forma. São mais de 20 milhões de brasileiros que sofrem uma censura prévia e perdem a sua condição de se manifestar através de um veículo de mídia.”

    Informações Revista Oeste


    Chiang Mai, Thailand - Aug 14 2023: A female using X new twitter application on her iPhone14 while sitting in a coffee shop. close-up image

    Foto: Reprodução/depositphotos.com / BongkarnGraphic

    Nesta sexta-feira, 30 de agosto de 2024, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, anunciou que a organização irá apresentar uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo é solicitar a “revisão ou o esclarecimento” de um trecho da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que impôs uma multa de 50 mil reais a quem usar VPN (Rede Virtual Privada) para acessar o X (antigo Twitter).

    Em nota, a OAB enfatizou a importância do contraditório e da ampla defesa antes da aplicação de qualquer sanção. Segundo Simonetti, “A aplicação de multa ou de qualquer sanção só pode ocorrer após assegurados o contraditório e a ampla defesa – jamais de forma prévia e sumária.”

    Beto Simonetti, presidente da OAB (OAB/Divulgação)

    VPN e liberdade individual: O cerne da questão

    Na decisão que determinou o bloqueio do X no Brasil, o ministro Alexandre de Moraes estipulou uma multa para aqueles que usarem ferramentas de VPN para burlar o bloqueio e acessar a rede social. Além disso, a decisão vetou temporariamente os aplicativos das lojas Apple e Google no país, embora Moraes tenha recuado posteriormente sobre essa questão específica.

    Por que a OAB está intervindo

    Segundo a OAB, a intervenção busca assegurar que todas as medidas tomadas pelo Judiciário estejam dentro dos limites constitucionais e legais. A entidade destaca que nenhum empresário ou empresa está acima da lei no Brasil e reafirma a necessidade de respeito às liberdades individuais. “Defendemos a independência e a autonomia do Judiciário para proferir as decisões e adotar as medidas necessárias para coibir qualquer excesso”, afirmou Simonetti.

    Como funciona uma VPN

    Muitas pessoas se perguntam o que exatamente é uma VPN e por que ela se tornou um ponto central na discussão sobre acesso à internet no Brasil. VPN, ou Rede Virtual Privada, é uma tecnologia que permite que os usuários criem uma conexão segura e criptografada sobre uma rede menos segura, like the internet. Isso não apenas proporciona privacidade, mas também permite o acesso a conteúdos restritos geograficamente.

    • Privacidade: A VPN esconde o endereço IP real do usuário, dando uma camada adicional de anonimato.
    • Segurança: Conexões VPN são criptografadas, protegendo os dados do usuário de possíveis interceptações.
    • Liberdade: Permite acessar conteúdos bloqueados em certas regiões, como foi o caso do X no Brasil.

    A decisão e o futuro do acesso digital no Brasil

    O debate sobre o uso de VPNs e a recente decisão do STF levanta questões importantes sobre o futuro do acesso digital no Brasil. A petição a ser apresentada pela OAB pode redefinir os limites das decisões judiciais em relação ao uso de tecnologias de privacidade no país. Independentemente do resultado, a discussão destaca a interação complexa entre liberdade individual e segurança nacional.

    Por enquanto, a decisão do ministro Alexandre de Moraes continua a exercer influência significativa sobre como os brasileiros podem acessar certas plataformas online. A movimentação da OAB representa um esforço para equilibrar as necessidades de segurança com os direitos constitucionais dos cidadãos.

    Vamos aguardar os próximos capítulos dessa história para entender melhor como essas questões vão se desdobrar nos tribunais e no dia a dia digital dos brasileiros.

    Informações TBN