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Agentes cumpriram 42 mandados de busca e apreensão durante a segunda fase da Operação Compliance Zero

Compliance Zero
As suspeitas contra Vorcaro surgiram na primeira fase da operação, deflagrada em novembro de 2025 | Foto: Reprodução/PF 

Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira, 14, a segunda fase da Operação Compliance Zero. Os agentes cumpriram 42 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e confiscaram uma série de bens de alto valor, incluindo carros, celulares, uma arma e pelo menos 20 relógios de grife.

As diligências ocorreram nos Estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. A operação mira suspeitas de fraudes financeiras envolvendo nomes ligados ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Além da apreensão de bens físicos, o STF determinou o sequestro e bloqueio de ativos que ultrapassam R$ 5,7 bilhões. O alvo principal da investigação é um possível esquema de venda de carteiras de crédito sem lastro ao Banco de Brasília (BRB), no valor de R$ 12 bilhões.

“As medidas judiciais visam interromper a atuação da organização criminosa, assegurar a recuperação de ativos e dar continuidade às investigações”, informou a Polícia Federal.  

PF cumpre 42 mandados nesta quarta-feira, 14 | Foto: Reprodução/PF
Pistola apreendida durante operação | Foto: Reprodução/PF
Carro de luxo apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero | Foto: Reprodução/PF
Carro de luxo apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero | Foto: Reprodução/PF
Carro de luxo apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero | Foto: Reprodução/PF
PF apreende relógios de grife | Foto: Reprodução/PF
PF apreende artefatos de luxo | Foto: Reprodução/PF

Ministro do STF viajou com advogado ligado ao Master

As suspeitas contra Vorcaro surgiram na primeira fase da operação, deflagrada em novembro de 2025. Segundo os investigadores, o banqueiro também teria articulado a entrada do BRB como sócio no Master — transação que foi vetada pelo Banco Central.

O inquérito passou a tramitar sob sigilo máximo por decisão do ministro Dias Toffoli, do STF. Ele assumiu o caso no fim do ano passado e recolheu os autos para análise em gabinete.

Pouco depois, veio à tona que o ministro viajou para o Peru, onde acompanhou a final da Copa Libertadores a bordo de um avião compartilhado com um advogado ligado ao Master.

Informações Revista Oeste

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