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A Casa do Trabalhador em Feira de Santana deu entrada em 5.014 seguros-desemprego da segunda quinzena do mês de março até o mês de agosto. Segundo o diretor do órgão, Arlindo Marques, o setor que mais demitiu durante a pandemia de Covid-19 foi o de serviços, seguido pelo comércio.

“A partir da segunda quinzena do mês de março, quando tivemos o primeiro caso de covid, e com ênfase no mês de abril, foi o pico do fechamento do comércio, então apenas na Casa do Trabalhador – não estou considerando a entrada de seguro-desemprego de modo virtual, mas sim o presencial, porque os Sines do Brasil, todos praticamente fecharam – demos entrada nesse período a cinco mil seguros-desemprego de forma presencial. Não temos o dado do virtual, de quem conseguiu dar entrada pelo aplicativo”, explicou.
Ele afirmou que os números são preocupantes, mas com boas perspectivas, já que o segundo semestre sempre foi melhor do que o primeiro em função dos menores números de impostos, taxas e encargos como IPVA, IPTU, taxas escolares, matrículas, injeção de dinheiro através da primeira parcela do décimo terceiro, da segunda parcela do décimo terceiro, além das festas do final do ano que são as mais fortes, fazendo com que o comércio tenha uma boa reação.

Arlindo Marques diz que sente essa reação através do número de vagas que está crescendo na Casa do Trabalhador. Mas ele afirma que a maioria das vagas temporárias não vai surgir agora, e sim mais próximo ao final do ano.

Informações: Acorda Cidade

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