
O candidado a governador da Bahia ACM Neto (União Brasil) afirmou neste domingo (6), em Tremedal, que, se eleito, vai estender a mão para ajudar o trabalho rural, especialmente com políticas públicas para garantir o abastecimento de água. Ao lado do prefeito Zé Bahia, Neto reafirmou o compromisso de oferecer suporte e trabalhar em parceria com a administração municipal.
“A partir do começo do próximo ano, vamos desenhar um plano com o prefeito para enfrentar o problema da falta de água na zona rural. Nós precisamos garantir a água em algumas comunidades para o abastecimento humano e em quase todas para a produção”, disse.
“Eu quero fazer um governo que estenda a mão para o agricultor, para o pequeno produtor, para a mulher e para o homem que vive da sua terra, no campo. Não há como a gente falar em governo que ajude quem vive na zona rural sem o compromisso de levar a água para essas comunidades”, acrescentou ACM Neto.
Acompanhado do candidato a vice-governador Zé Cocá (PP), dos candidatos ao Senado João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos), de deputados e lideranças da região, Neto afirmou que seu eventual governo será o oposto do que tem feito o governador Jerônimo Rodrigues (PT).
“E aí, meu caro prefeito, conte comigo, mas não é com promessas, não é com propaganda, não é com discurso, é com muito trabalho por Tremedal”, frisou.
Jerônimo prometeu e não fez
De acordo com o ex-prefeito de Salvador, Jerônimo não honrou os compromissos que assumiu com a Bahia durante a última campanha eleitoral. “O que vimos em nosso estado foi um governador que fugiu dos problemas, que transferiu a responsabilidade para os outros, que ao longo desse tempo procurou culpados e desculpas para justificar os graves problemas vividos pelo nosso povo”.
Exemplo disso, conforme citou Neto, ocorreu na assistência de saúde, com a crise que se acentuou na fila da regulação, onde muitos pacientes morrem à espera de atendimento.
“Eu sei que Tremendal e que toda esta região tem uma grande preocupação com o problema da saúde pública. Está aí a fila da regulação, deixando as pessoas esperarem por um atendimento, por uma consulta ou por um exame. Há quatro anos, Jerônimo disse que ia acabar com a fila da regulação. Ele não fez”, afirmou.
