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Referência do futebol mundial, ex-jogador morreu aos 60 anos em novembro de 2020, enquanto se recuperava de cirurgia cerebral

Maradona
Maradona era técnico do Gimnasia de La Plata na época em que morreu | Foto: Reprodução/Flickr

Depois de quase um ano de interrupção, o processo judicial sobre a morte de Diego Armando Maradona volta a passar por análise nesta terça-feira, 14, na Argentina. O ex-jogador, referência do futebol mundial, morreu aos 60 anos em novembro de 2020, enquanto se recuperava de uma cirurgia cerebral.

Os sete profissionais de saúde que acompanharam Maradona enfrentam acusações de homicídio simples com dolo eventual. Tal conduta pode resultar em penas de oito a 25 anos de prisão. 

Entre os réus, integrantes da equipe responsável pelos cuidados do ex-atleta, estão: o médico Leopoldo Luciano Luque; a psiquiatra Agustina Cosachov; o psicólogo Carlos Ángel Díaz; a coordenadora da prestadora de serviços médica contratada Nancy Edith Forlini; o coordenador da Medidom SRL Mariano Ariel Perroni; o enfermeiro Ricardo Omar Almirón; e o clínico Pedro Pablo Di Spagna.

Reinício do julgamento sobre a morte de Maradona

Maradona e médico
Maradona e o o médico Luciano Luque | Foto: Reprodução/Instagram

O processo precisou recomeçar porque, em maio do ano passado, a Justiça anulou as etapas anteriores. Isso ocorreu em razão do afastamento da juíza Julieta Makintach, que participou da produção de um documentário não autorizado sobre o julgamento. 

Agora, todas as testemunhas e partes envolvidas apresentarão novamente seus depoimentos e provas ao Tribunal Oral en lo Criminal Nº 7 de San Isidro, presidido pelos juízes Alberto Gaig, Alberto Ortolani e Pablo Rolón.

Além dos sete réus, a enfermeira Dahiana Gisela Madrid passará por julgamento separadamente, por um tribunal do júri, a pedido de sua defesa. Contudo, a data ainda não foi definida. 

Ao todo, 92 testemunhas comparecerão para depor, incluindo filhas, familiares e pessoas próximas a Maradona.

Segundo informações do processo, o ex-jogador faleceu em casa por insuficiência cardíaca, enquanto se recuperava da cirurgia no cérebro. Os advogados que representam os profissionais de saúde contestam as acusações de homicídio e defendem a atuação da equipe médica durante o tratamento do campeão da Copa do Mundo de 1986.

Informações Revista Oeste

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