Uma doença que tem se tornado muito frequente e que pode ser prevenida com água e sabão leva uma média de 9 homens a terem o pênis amputado toda semana no Brasil. O câncer de pênis, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, tem maior incidência em pessoas a partir de 50 anos e representa 2% de todos os tipos de tumor que atingem o homem. Infelizmente, segundo o cirurgião urologista, Eduardo Cerqueira, em aproximadamente 25% dos casos, o paciente precisa ter o órgão amputado. O câncer de pênis é um tumor raro que pode surgir no órgão ou apenas na pele que o cobre, provocando mudanças na cor e textura da pele, bem como o surgimento de nódulos ou feridas. A doença tem seu surgimento associado, na maioria das vezes, à falta ou à precária higiene local, sendo uma doença muito comum nas regiões norte e nordeste.

No Nordeste, a sua incidência é de grande importância, pois chega a muitos quadros de amputação. Entre os anos de 2007 a 2022, foram realizadas 7.790 amputações de pênis decorrentes de câncer somente pelo pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que equivale a uma média de 486 procedimentos por ano.

De acordo com Dr. Eduardo Cerqueira, o principal tipo de câncer de pênis é o carcinoma epidermóide, escamoso ou espinocelular, representando cerca de 95% a 97% dos casos, sendo que a lesão, geralmente é verrucosa, plana ou ulcerada. O especialista explica ainda que tais lesões se originam preferencialmente no prepúcio, na glande ou em ambos os locais, podendo se extender para áreas proximais como o corpo do pênis. Além disso, existe também o tipo de câncer de pênis chamado melanona, que tem início nas células responsáveis pela pigmentação da pele do órgão. “Trata-se de um câncer menos frequente, apesar de bem mais agressivo do que outros tipos de câncer de pele.”, salientou o cirurgião, acrescentando que esta é uma doença que precisa ser tratada pelos órgãos públicos de saúde como uma questão social “muito importante porque, no geral, leva à amputação e, como já frisei, sua origem pode ser evitada com uma boa higiene, com água e sabão, ou seja, campanhas educativas são muito necessárias”.

É importante atentar para o início da doença que, geralmente, dá sinais como uma pequena ferida que não cicatriza ou que, por vezes, cicatriza mas reincide. Dr. Eduardo Cerqueira salienta que existem pacientes que negligenciam a presença das lesões ou verrugas, as quais poderiam ser curadas com uma cirurgia local, somente para uma incisão da lesão com objetivo curativo, com perda mínima para o paciente. “Porém, quando negligenciadas, estas lesões geralmente evoluem de forma importante”, frisou. O alerta do especialista se faz necessário pois as amputações do órgão são uma realidade. Elas podem ser chamadas de glandectomia, amputação da cabeça do pênis; “e se o paciente tiver o azar de a lesão se iniciar na base do órgão, você acaba tendo que fazer a amputação total. “É um quadro bem dramático. Aqueles que percebem as lesões e iniciam tratamento precoce, têm grandes chances de cura, diferentemente dos que negligenciam tais lesões, e que só procuram ajuda quando têm uma ferida já grande e com mal cheiro por causa da infecção a que se associa.”, afirmou.

Nos casos mais graves, o cirurgião urologista lembra que, além da retirada do pênis, é preciso fazer uma linfadenectomia inguinal, em que se retiram gânglios da raíz da coxa, procedimento que provoca um pós operatório mais difícil, levando o paciente a ter edema nas pernas, sentir dores e desconforto. “Um quadro que prejudica até mais que a própria retirada do pênis, mesmo esta chamando muito mais atenção. Mas é a linfadenectomia que irá dificultar o paciente a andar, fazendo este ter dores constantes e feridas nas pernas”, explicou.

O diagnóstico do câncer de pênis é clínico, podendo o urologista, reconhecendo as lesões e percebendo se tratar de um câncer, solicita uma biopsia, para confirmar a existência da doença e programar o tratamento do paciente. Quando o câncer é diagnosticado precocemente, a cirurgia realizada tem condições de preservação urinária e sexual com bastante êxito, sem prejudicar tanto o paciente.
A higiene, portanto, é o principal fator de prevenção. A cirurgia de fimose também diminui drasticamente a incidência desse tipo de câncer, pois facilita sua limpeza, se aproximando do zero a incidência da doença. “No mais, é fundamental ficar atento e buscar seu médico para qualquer sinal de lesão e lembrar da presença do HPV no câncer de pênis. Trata-se de um vírus que está relacionado ao câncer de colo de útero, mas também em outras regiões a exemplo do câncer de pênis e o câncer orofaringe, por conta da prática de sexo oral pode provocar. Meninos entre 9 e 14 anos, pois, devem também tomar a vacina contra o vírus HPV”, alertou.


Pela segunda vez o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) será palco de uma simulação realística de acidente em massa envolvendo produtos químicos e este ano também atendendo múltiplas vítimas de inundações por conta de uma explosão de barragem. A ação faz parte do IV Congresso Internacional de Desastres em Massa (CIDEM), que está sendo realizado na UEFS. A simulação realística será realizada no estacionamento da emergência onde aproximadamente 100 funcionários, da equipe multiprofissional de assistência e de apoio, estão devidamente preparados para receber cerca de 40 vitimas fictícias que chegarão à unidade em busca de atendimento de extrema urgência.

De acordo com Dra. Hélvia Fagundes, coordenadora da emergência, uma mega estrutura está sendo montada com quatro tendas, sendo duas de descontaminação das vítimas, outra de atendimento, um posto de comando e outro de apoio e acolhimento da imprensa e familiares que virão em busca de informações sobre os pacientes. “O local será todo isolado, simulando de forma bem realística o atendimento às vítimas de acidentes com produtos químicos e ou radiativos e também da explosão de barragem. Portanto, estes pacientes chegarão ao HGCA, por volta das 10h00 deste sábado, através de ambulâncias, ônibus e de helicóptero. E nós estaremos paramentados com roupas especificas para evitar a “contaminação” da equipe e que estas vítimas entrem no HGCA contaminadas”, explicou a médica.

*SOBRE O CIDEM*

O Congresso Internacional de Desastres em Massa (CIDEM), este ano, o tema do CIDEM será: “Desastres com inundações, barragens e produtos perigosos (QBRN – e – Químicos, Biológicos, Radioativos, Nucleares e explosivo)” e contará com a participação de profissionais da saúde, peritos nacionais e internacionais, psicólogos, médicos, enfermeiros, biomédicos, engenheiros, assistentes sociais, fisioterapeutas, farmacêuticos, biólogos, nutricionistas, químicos, entre outros, membros das equipes de resgate e forças de segurança federal e estadual. O evento é organizado por professores da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), reúne palestrantes e especialistas, com a participação de representantes de diversos países como Portugal, Argentina, Perú, Índia, Paraguai, entre outros.

*FONTE: ASCOM/HGCA*


Higienizar as patas antes de subir nas camas e manter vacinas em dia são alguns cuidados básicos necessários. Especialista diz serem raras situações em que animais transmitem doenças para donos.

Homem e cachorro dormem na mesma cama — Foto: Michael Pettigrew/Adobe Stock

Homem e cachorro dormem na mesma cama — Foto: Michael Pettigrew/Adobe Stock 

Compartilhar a cama com pets é um hábito de muitos tutores de animais de estimação. A prática, apesar de não ter contraindicação médica, pode trazer riscos – tanto para os bichinhos quanto para os tutores. 

“A princípio, não há contraindicação do animal dormir com o tutor. Mas há alguns aspectos a se considerar. Existem pessoas com quadro alérgico a pelos de animais. Nestes casos, se uma pessoa tem essa alergia, o animal não poderia nem estar dentro de casa”, afirmou Marcelo Otsuka, vice-presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade de Pediatria de SP. 

Otsuka explicou ainda que são raras as situações em que os animais transmitem doenças para seus donos e, em quase todos os casos, os transmissores são pets sem acesso a higiene básica. Para ele, alguns cuidados simples são suficientes para se estabelecer uma relação com benefício mútuo. 

“Bebês muito pequenos, que não têm uma capacidade de se defender, a gente não recomenda o contato muito próximo. Os animais gostam de ficar perto dos humanos, eles precisam ser vigiados para não causarem sufocamento. Por outro lado, camas muito altas podem ser um risco para animais de pequeno porte. A gente precisa ter cuidados de ambos os lados”, disse Marcelo Otsuka. 

Veja lista de recomendações:

Cachorro compartilha cama com mulher enquanto dorme — Foto: JustLife/Adobe Stock

Cachorro compartilha cama com mulher enquanto dorme — Foto: JustLife/Adobe Stock 

O g1 também procurou o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). A presidente da Comissão de Bem-Estar Animal (Cobea) do CFMV, a médica-veterinária Kellen Oliveira, listou algumas recomendações. 

  • Higienizar as patas (quando fazem passeios externos). 
  • Não dormir com o pet ao observar ectoparasitas (pulgas ou carrapatos) e fazer o tratamento imediato. Esses ectoparasitas podem causar doenças nos animais e em humanos.
  • Manter esquema vacinal (do tutor e do pet) completo.
  • Adaptar – com rampas ou escadas – o acesso à cama para evitar acidentes.

Rosângela Gebara também é membro da Cobea e alertou sobre quais são os cuidados veterinários necessários para o pet não transmitir doenças. 

“Principalmente a antirrábica, já que essa doença é uma zoonose; porém recomenda- se que estejam em dia a vacinação polivalente ou múltipla, além de estar com a aplicação de vermífugo e a profilaxia para ectoparasitas atualizadas. E sempre que o pet tiver sinais ou sintomas de doença, o tutor deve buscar auxílio veterinário para o correto diagnóstico e tratamento o mais precoce possível”, afirmou.

Informações G1


Diante da importância e da necessidade de divulgação do conhecimento científico produzido no Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), o Núcleo de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (NUGTES) torna público o edital de regulamento de submissão de trabalhos para a X Mostra Integrada de Pesquisa do HGCA. O evento, que chega à sua décima edição, tem como tema central “Saúde Baseada em Evidências: inovação tecnológica e boas práticas no SUS”. A mostra será realizada no dia 19 de outubro deste ano, de forma presencial, das 07h30 às 17h30, no SEST SENAT, Avenida Eduardo Froes da Mota, S/N, Bairro 35º BI, Feira de Santana – BA.

Desde 2013, o HGCA tem promovido a Mostra Integrada de Pesquisa em colaboração com Instituições de Ensino Superior parceiras ao HGCA. O principal propósito do evento é dar visibilidade às pesquisas desenvolvidas dentro do âmbito dos serviços de saúde, incentivando a aplicação de seus resultados e confiante para a tomada de decisões clínicas e de gestão. Isso, por sua vez, fortalece o Sistema Único de Saúde (SUS).

Os trabalhos científicos aprovados para a Mostra devem estar relacionados às áreas temáticas de Gestão e Avaliação em Saúde na Unidade Hospitalar, bem como à Produção do Cuidado em Unidade Hospitalar. As inscrições estão abertas no período de 16 de agosto a 16 de setembro de 2023. Para participar, os interessados devem enviar resumos dos trabalhos para o endereço de e-mail hgca.mostradepesquisa10@gmail.com É fundamental consultar o regulamento completo de submissão, disponível aqui. (em anexo)

Os interessados em participar da X Mostra Integrada de Pesquisa do HGCA, na categoria ouvintes podem acessar o link de inscrição através de https://www.even3.com.br/xmostradepesquisahgca/ .

Saiba mais sobre a Mostra acessando o site: https://www.saude.ba.gov.br/mostrapesquisahgca/

*Fonte: ASCOM/HGCA*


‘Anvisa dos Estados Unidos’ relata aumento sem precedentes nas prescrições de estimulantes

Aumento de diagnósticos de TDAH
Prescrição de medicamentos deve ser feita por profissional qualificado | Foto: Reprodução/Pixabay

A conscientização sobre o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) tem ajudado adultos a buscar informação, diagnóstico e tratamento.

Ao mesmo tempo, tem chamado atenção de autoridades médicas. Isso porque há o risco de uma possível banalização de diagnósticos e tratamentos do transtorno.publicidade

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), equivalente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dos Estados Unidos, relata aumento “sem precedentes” nas prescrições de estimulantes entre 2020 e 2021.

O CDC traz outro dado relevante. O grupo populacional em que se apresentou o maior aumento do uso desses medicamentos foi o de mulheres, na faixa entre os 20 e 30 anos.

Estudiosa de TDAH “bombardeada” por anúncios nos sites e nas redes sociais

Essas e outras informações se encontram em artigo de autoria de Margaret Sibley, psicóloga clínica dedicada ao tratamento de pacientes com TDAH. A especialista é também pesquisadora psiquiátrica na Escola de Medicina da Universidade de Washington (EUA).

A profissional percebeu a grande quantidade de anúncios on-line sobre TDAH que passou a receber, graças a suas frequentes pesquisas sobre o termo na internet.

Os anúncios envolvem testes rápidos para supostamente detectar o transtorno, além de ofertas tanto de programas para “reativar o cérebro” quanto de tratamentos medicamentosos.

A “pandemia” de sintomas do TDAH durante a pandemia de covid-19

A pandemia e suas consequências para a saúde mental de muitas pessoas ajudam a explicar o aumento da busca por ajuda, para sintomas que podem ser ou não resultado do TDAH. 

A possível banalização do diagnóstico e do tratamento de adultos, especialmente pelo caráter não individualizado de muitos atendimentos e serviços on-line, é uma das principais preocupações dos especialistas.

Pesquisas sem influência direta dos efeitos da pandemia 

Os dados de 2023, quando coletados e disponibilizados, ajudarão as autoridades médicas a compreender melhor essas tendências. Isso porque já se estaria num período fora da emergência sanitária da covid-19. A pandemia terminou oficialmente em maio.

As autoridades médicas poderão analisar, por exemplo, quanto se indicou o uso de estimulantes para pessoas com problemas pontuais de concentração, ou para pessoas que de fato têm o transtorno.

aumento diagnóstico  tdah
Sigla em inglês para o TDAH | Foto: Pixabay

No caso do segundo grupo, o aumento seria especialmente positivo. Afinal, significaria um maior número de diagnósticos adequados para indivíduos adultos. Parte relevante deste público pode nunca ter recebido tratamento por não saber ter o transtorno. 

A oferta e a demanda por atendimento profissional, qualificado e individualizado também tenderiam a se equilibrar, com as novas informações e pesquisas. O mesmo aconteceria com a medicação apropriada para quem apresentar o TDAH, que atualmente enfrenta escassez.

Informações Revista Oeste


São 70% dos entrevistados que acreditam ter uma saúde mental ótima ou boa, apesar de relatos de sintomas serem bem mais frequentes.

Saúde Mental e Desenvolvimento Humano  — Foto: Divulgação

Saúde Mental e Desenvolvimento Humano — Foto: Divulgação 

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (19) aponta que um terço dos brasileiros relata ter problemas frequentemente ou sempre com ansiedade, com o sono e com a alimentação. O instituto fez o levantamento para trazer o contraste entre a percepção de saúde dos brasileiros com relatos de sintomas, em especial no campo de saúde mental. 

A sondagem foi publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo” e realizada entre os dias 31 de julho e 7 de agosto, com 2.534 pessoas de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

Os resultados mostram que, apesar da presença de sintomas de desânimo e falta de prazer nas tarefas diárias, cerca de 70% dos entrevistados acreditam ter uma saúde mental ótima ou boa. Outros 23% a consideram regular e apenas 7% disseram ser ruim ou péssima. 

Na divisão por idade, a faixa de 16 e 24 anos teve o pior resultado, com 13% de ruim ou péssimo. Já a divisão entre sexo mostra que homens também são mais avessos a reconhecer problemas de saúde mental: apenas 5% a consideram ruim ou péssima. Entre as mulheres são 9%. 

Veja os principais resultados abaixo. 

Avaliação de saúde mental entre homens

  • 77% de ótima ou boa;
  • 19% de regular;
  • 5% de ruim ou péssimo.

Avaliação de saúde mental entre mulheres

  • 64% de ótima ou boa;
  • 27% de regular;
  • 9% de ruim ou péssimo.

Os resultados acima contrastam com sintomas e diagnósticos também pesquisados pelo Datafolha nesta rodada de pesquisa. Segundo instituto, 21% dos brasileiros procuraram algum profissional focado em saúde mental nos últimos 12 meses, como terapeutas, psicólogos e psiquiatras. 

Veja abaixo os principais resultados da sondagem de sintomas: 

Frequência em que sente pouco interesse ou prazer em fazer as coisas, entre homens

  • 16% disseram que sempre;
  • 7% disseram que frequentemente;
  • 23% disseram que às vezes;
  • 19% disseram que raramente;
  • 35% disseram que nunca;
  • 1% não soube responder.

Frequência em que sente pouco interesse ou prazer em fazer as coisas, entre mulheres

  • 19% disseram que sempre;
  • 7% disseram que frequentemente;
  • 28% disseram que às vezes;
  • 18% disseram que raramente;
  • 28% disseram que nunca;
  • 0% não soube responder.

Frequência em que se sente triste, deprimido ou sem esperança, entre homens

  • 4% disseram que sempre;
  • 3% disseram que frequentemente;
  • 21% disseram que às vezes;
  • 18% disseram que raramente;
  • 54% disseram que nunca;
  • 1% não soube responder.

Frequência em que se sente triste, deprimido ou sem esperança, entre mulheres

  • 8% disseram que sempre;
  • 5% disseram que frequentemente;
  • 32% disseram que às vezes;
  • 19% disseram que raramente;
  • 37% disseram que nunca;
  • 0% não soube responder.

Frequência em que tem dificuldade para dormir, manter o sono ou dormir demais, entre homens

  • 15% disseram que sempre;
  • 10% disseram que frequentemente;
  • 26% disseram que às vezes;
  • 15% disseram que raramente;
  • 34% disseram que nunca;
  • 0% não soube responder.

Frequência em que tem dificuldade para dormir, manter o sono ou dormir demais, entre mulheres

  • 24% disseram que sempre;
  • 11% disseram que frequentemente;
  • 27% disseram que às vezes;
  • 14% disseram que raramente;
  • 24% disseram que nunca;
  • 0% não soube responder.

Frequência em que se sente ansioso, entre homens

  • 14% disseram que sempre;
  • 9% disseram que frequentemente;
  • 30% disseram que às vezes;
  • 15% disseram que raramente;
  • 32% disseram que nunca;

Frequência em que se sente ansioso, entre mulheres

  • 26% disseram que sempre;
  • 12% disseram que frequentemente;
  • 31% disseram que às vezes;
  • 12% disseram que raramente;
  • 19% disseram que nunca;

Influenciadora e jogador, que assinou contrato com o Al-Hilal, clube de Riad, capital do país, esperam uma menina. Influenciadora também falou sobre o calor e as vestimentas.

Informações G1


Está de dieta? Veja 7 bebidas alcoólicas para evitar e as substituições menos calóricas

Um drink ou dois podem ser tudo que alguém precisa no fim de semana. Mas no caso de quem está de dieta, observar as calorias das opções alcoólicas pode ser uma grande ajuda para aliviar a consciência. Veja quais das suas bebidas favoritas podem ser substituídas por outras opções menos calóricas: 

Taça de vinho tinto (230 calorias) por taça de vinho branco (170 calorias)

O vinho tinto (como o Pinot Noir e o Cabernet Sauvignon), favorito para acompanhamentos, quando apresentam teor alcoólico de até 16% podem chegar a cerca de 190 a 230 calorias por taça. Dessa forma, uma substituição pode ser uma taça de vinho de branco, que chega ao máximo de 170 calorias quando tem de 9% a 12% de álcool. 

Cerveja normal (156 calorias) por cerveja light (71 calorias)

Preferida dos brasileiros em todas as situações, a cerveja comum pode chegar à 156 calorias no caso da lata de Budweiser com 355 ml. Enquanto uma versão light, como a Amstel Ultra, com 269 ml, apresentando apenas 71 calorias, pode ser a substituição dos sonhos para quem está de dieta. 

Margarita (321 calorias) por um Moscow Mule (153 calorias)

Margaritas são coquetéis ideais para o verão, mas infelizmente, tem alto teor calórico, com 321 calorias por copo. Uma opção de substituição é o novo queridinho dos brasileiros, o drink Moscow Mule, feito com vodka, água com gás, suco de limão e espuma de gengibre, contendo apenas 153 calorias. 

Gin tônica (193 calorias) pelo Gin Rickey (146 calorias)

A Gin tônica é um clássico dos bares, baladas e festas, mas como a água tônica contém açúcares que são adicionados, fazendo a bebida chegar a cerca de 193 calorias. 

Contudo, os amantes de Gin podem encontrar uma boa opção de substituição no Gin Rickey. Feito com água com gás, já corta as calorias presentes no açúcar para uma contagem total de calorias de 146 por copo. 

Mojito (203 calorias) por um Cuba Libre light (115 calorias)

Por ser transparente, o Mojito pode passar uma impressão de refrescante e leve, mas como contêm xarope simples, pode conter até 203 calorias. Uma alternativa pouco conhecida, mas igualmente doce é o Cuba Libre light, feito com rum diet e Coca-Cola zero, pode chegar às 115 calorias. 

Whisky sour (555 calorias) por um Old Fashioned (168 calorias)

Ainda que seja delicioso, um dos componentes do Whisky sour é um xarope simples. Por conta disso, um único copo contendo a bebida pode chegar a 555 calorias. Contudo, para quem não abre mão do bom e velho bourbon, pode voltar ao clássico Old Fashioned. 

Feito com apenas a mistura do whiskey, um único cubo de açúcar, a bebida levemente adocicada e defumado registra apenas 168 calorias. 

Pina Colada (423 calorias) por um Martini (207 calorias)

Pina Coladas são a primeira escolha para os locais à beira-mar. No entanto, o coquetel adocicado é feito com batidas de coco ou abacaxi com açúcar, o que faz as calorias chegarem a 423 por copo. 

Por outro lado, um Martini, igualmente uma boa opção para a ambientação litorânea, consiste principalmente de vermute e licor, o que significa que contém apenas 207 calorias por porção. 

Fonte: O Globo.


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Em um mundo cada vez mais agitado, encontrar maneiras de relaxar e recarregar as energias é fundamental para a nossa saúde mental e bem-estar. Um dos espaços mais importantes para isso é o nosso próprio quarto.

Transformar esse ambiente em relaxante contribui para uma noite de sono tranquila, além de momentos de descanso e desconexão ao longo do dia.

E sabia que até a cor das paredes e material do lençol influenciam para que você tenha uma noite de sono melhor? Veja abaixo como cada item pode ajudar na higiene do sono.

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Preste atenção no material dos lençóis

Investir em lençóis de alta qualidade, não sintéticos, como os de algodão, linho ou seda, pode contribuir para uma experiência de sono mais confortável e relaxante.

Esses materiais naturais são conhecidos por sua suavidade e capacidade de regular a temperatura do corpo, promovendo um sono mais repousante. A roupa usada também deve ser levada em consideração, pois quanto mais leve, menor será a transpiração e melhor será a noite de sono.

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Opte por iluminação suave

A iluminação desempenha um papel crucial em um ambiente relaxante. Opte por luzes suaves e reguláveis, como abajures com lâmpadas de luz amarela ou luzes de LED com controle de intensidade.Continua após a publicidade

Evite luzes brilhantes e fluorescentes, especialmente à noite, para não interromper os ritmos naturais de sono.

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Paredes devem ter cores suaves

Cores suaves e neutras, como tons de azul-claro, verde, lavanda e cinza, têm um efeito calmante sobre a mente.

Evite cores vibrantes e estimulantes, como vermelho e amarelo, pois elas podem dificultar a sensação de relaxamento. Pintar uma parede com uma cor que transmita serenidade pode ser uma ótima maneira de criar um ponto focal tranquilo.

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Temperatura deve ser agradável

Manter uma temperatura adequada é crucial para o conforto durante o sono e o relaxamento em geral. A faixa recomendada é geralmente entre 22°C e 24°C no ambiente. Um edredom ou manta confortável leve também ajuda a regular a temperatura do corpo e proporciona a sensação de aconchego.Continua após a publicidade

No verão, quando há calor excessivo, o ideal é deixar o quarto mais fresco e arejado. Invista no ar condicionado, deixando-o um pouco ligado antes de dormir para manter o ambiente mais arejado, fresco e gelado.

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Use fragrâncias que acalmam

Aromas suaves, como lavanda, camomila e baunilha, são conhecidos por suas propriedades relaxantes.

Velas perfumadas, difusores de óleo essencial ou sachês podem ser usados no quarto para criar uma atmosfera relaxante e reconfortante.

Eles não vão agir diretamente no seu sono, mas podem potencializar a sensação de descanso na hora de ir para cama. Se você tiver alergias, como rinite e asma, evite cheiros fortes e priorize ambientes limpos e livres de pó.Continua após a publicidade

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Reduzir o ruído no quarto é fundamental para criar um ambiente tranquilo. Isolamento acústico pode ser uma opção, mas também é possível usar sons suaves e naturais, como ruído branco, chuva ou música suave, para mascarar sons indesejados e promover a calma.

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Travesseiro deve ser confortável

Escolher o travesseiro certo é essencial para um sono confortável e relaxante. A altura e a firmeza do item devem ser escolhidas de acordo com suas preferências pessoais e posição de sono. Um travesseiro que proporciona apoio adequado à cabeça e pescoço pode fazer uma grande diferença no seu bem-estar.Continua após a publicidade

Quem se deita de barriga para cima deve escolher um travesseiro que deixe a cabeça numa posição confortável, nem muito inclinada para cima nem para baixo. Ela deve ficar reta, linear ao corpo.

Quem se deita de lado deve preferir um travesseiro que ocupe o espaço entre o ombro e a face lateral do rosto.

Dormir de bruços não é recomendado, já que a cabeça nunca estará em uma posição confortável. A posição contrai os músculos e deixa a coluna curvada.

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Desligar dispositivos eletrônicos pelo menos uma hora antes de dormir é crucial para preparar a mente para o descanso. A luz azul emitida por telas de dispositivos pode interferir na produção de melatonina, o hormônio do sono.Continua após a publicidade

Diminuir a informação luminosa de toda a casa também é fundamental algumas horas antes de dormir, assim como o som. Na hora de se deitar, feche as cortinas —prefira as do modelo blackout, para que o quarto fique bem escuro.

Fontes: Luciana Palombini, médica do Instituto do Sono; Dalva Poyares, médica especialista em medicina do sono e professora da Unifesp; Andrea Bacelar, especialista em neurologia e medicina do sono e diretora da Associação Brasileira do Sono.

Informações Viva Bem UOL


As recomendações baseiam-se nas últimas evidências científicas da entidade

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O consumo total de gorduras continua limitado a, no máximo, 30% da ingestão diária de calorias | Foto: Reprodução

A Organização Mundial da Saúde (OMS)atualizou a tabela que define uma alimentação saudável. Na mais nova versão do material, o órgão alterou as diretrizes sobre o consumo de gorduras e carboidratos como parte de uma dieta mais saudável.

Segundo a entidade, as recomendações são baseadas nas últimas evidências científicas. O objetivo é ajudar a reduzir o risco de ganho de peso e de doenças associadas à obesidade, como diabete tipo 2 e problemas cardiovasculares.publicidade

Atualização da tabela em relação a gorduras e carboidratos

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O consumo total de gorduras continua limitado a, no máximo, 30% da ingestão diária de calorias | Foto: Reprodução

Na nova tabela da OMS, o consumo total de gorduras continua limitado a, no máximo, 30% da ingestão diária de calorias. Pessoas acima dos 2 anos devem, de acordo com a orientação, priorizar gorduras insaturadas, presentes em fontes vegetais, como azeite, abacate e nozes, entre outros.

Em relação aos carboidratos, a nova recomendação destaca a importância da qualidade dos itens consumidos. E estabelece quantidades conforme a faixa etária. Acima dos 2 anos de idade, por exemplo, devem-se priorizar grãos integrais, frutas e leguminosas como feijão, grão-de-bico e lentilha.

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Leguminosas como feijão, lentilhas e grão-de-bico devem ser prioridade na dieta tanto de adultos quanto de crianças | Foto: Reprodução

A nova recomendação também orienta os adultos a consumirem, pelo menos, 400 gramas de frutas e vegetais e 25 gramas de fibras diariamente.

O açúcar de adição — presente no mel, em bebidas e em sobremesas — não deve passar de 10% da energia consumida. Para uma dieta de 2 mil calorias, isso significa 50 gramas (cinco a dez colheres de chá).

Informações Revista Oeste


Os pais ou responsáveis de crianças com 15 meses devem procurar as unidades de saúde de Feira de Santana para garantir a imunização contra a varicela, popularmente conhecida por catapora. Já os que receberam a primeira dose, devem retornar para adquirir o reforço após 30 dias. 

Vale destacar que é considerada adequadamente vacinada, as crianças que tenham recebido duas doses da vacinação após um ano de idade.

Segundo a coordenadora da VIEP, Carlita Correia, o alerta emitido pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) leva em consideração o período de sazonalidade e a notificação de surtos em outros locais. Ela destaca que, em Feira, os casos estão controlados – 45 foram registrados de janeiro a julho deste ano.

“O maior risco são as gestantes, porque pode causar complicações para o bebê, a exemplo de crianças que podem nascer com má formação, retardo mental, catarata ou baixo peso. Por isso, as notificações sobre catapora devem ser passadas de forma imediata para o setor a fim de ter um monitoramento eficaz dos pacientes contaminados”, pontua.

A coordenadora ainda destaca que as vacinas protegem e diminuem as chances de agravos. Na cidade, o imunizante está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs), de segunda a sexta-feira. 

À noite, a vacinação também pode ser realizada nas USFs vinculadas ao Programa Saúde na Hora, com funcionamento ampliado das 8h às 20h30. São elas: Campo Limpo I, V e VI, Liberdade I, II e III, Queimadinha I, II e III, Parque Ipê I, II e III, Videiras I, II e III e Rua Nova II, III e Barroquinha.

Para ser imunizado, é necessário apresentar documento de identidade, cartão SUS e caderneta de vacinação. Entretanto, a aplicação em crianças e adolescentes é feita somente na presença dos pais ou responsável legal.