O final do ano é uma época marcada por festas, confraternizações e férias, mas também exige atenção especial com a saúde, especialmente com o coração. De acordo com o cirurgião cardiovascular e diretor-presidente da União Médica, Dr. André Guimarães, manter os cuidados básicos é essencial para começar o ano novo com disposição e bem-estar.
Alimentação equilibrada
Nesta época, é comum exagerar na alimentação, mas Dr. André alerta para a importância de moderação. “Priorize alimentos com pouco sal, açúcar e gordura. O excesso desses componentes pode elevar a pressão arterial e aumentar os riscos de problemas cardiovasculares, especialmente para quem já possui histórico de doenças do coração”, recomenda.
Consumo consciente de bebidas alcoólicas
As celebrações geralmente incluem bebidas alcoólicas, mas é preciso cuidado. “O consumo excessivo de álcool pode sobrecarregar o coração e elevar a pressão arterial. Beba com moderação e intercale com água para evitar a desidratação” , orienta o especialista.
Hidratação é fundamental
Com as altas temperaturas do verão, a hidratação torna-se ainda mais importante. “Manter o corpo bem hidratado ajuda a regular a circulação sanguínea e a prevenir complicações cardíacas. Crianças e pessoas acima de 59 anos devem ter atenção redobrada nesse quesito”, explica Dr. André.
Atividade física e descanso
Apesar da correria das festas, não abandone os hábitos saudáveis. “Incorporar caminhadas leves ou outras atividades físicas pode ajudar a reduzir o estresse e fortalecer o coração. Além disso, respeite o descanso: noites mal dormidas afetam diretamente a saúde cardiovascular”, ressalta.
Medicação e consultas em dia
Para aqueles que fazem uso de medicamentos, Dr. André reforça a importância de não interromper o tratamento. “Seguir corretamente a prescrição médica é essencial para evitar picos de pressão ou outros problemas. Aproveite o período para revisar suas consultas médicas e exames. “
A importância do bem-estar emocional
Por fim, o médico destaca a relevância de manter a saúde emocional. “O final do ano é um momento de reflexão e renovação. Reforce laços afetivos, pratique a cordialidade e busque atividades que tragam alegria. Uma mente equilibrada reflete positivamente no coração.”
A Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana deu um passo importante para aprimorar as condições de trabalho dos agentes de endemias, profissionais essenciais na prevenção e controle de doenças no município. A pasta adquirirá novos uniformes e equipamentos para garantir mais segurança e conforto no desempenho das atividades desses trabalhadores. Dispensas de licitação com essa finalidade foram publicadas na edição do Diário Oficial Eletrônico do Município no último sábado (21).
A primeira medida envolve a aquisição de camisas de manga longa, destinadas a atender às necessidades dos agentes de endemias da Divisão de Epidemiologia. As novas camisas, além de uniformizar os profissionais, também contribuem para a proteção contra exposição solar e outros riscos ambientais enfrentados durante as atividades em campo.
Outra iniciativa foi a compra de coletes e bolsas, também voltados para os agentes de endemias. Esses itens são essenciais para a organização e transporte de materiais necessários durante as visitas domiciliares e outras atividades de campo.
Importância do investimento
Os agentes de endemias desempenham um papel fundamental no combate a doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela, além de contribuírem para a educação em saúde da população. A melhoria das condições de trabalho desses profissionais reflete o compromisso da gestão municipal com a saúde pública e com a valorização dos servidores. Os novos itens substituirão os materiais em uso atualmente.
Boletim da Fiocruz indica alta de casos de Covid-19 no Brasil (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels/ThisIsEngineering
A nova edição do boletim semanal Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revela uma tendência alta de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associadas à Covid-19 em alguns estados do país. É o caso do Ceará, onde um cenário de crescimento dessas ocorrências já havia sido indicado na edição anterior da publicação.
Há indícios de que Minas Gerais, Sergipe e Rondônia também iniciam um movimento parecido. O mesmo ocorre no Distrito Federal. Os casos envolvem especialmente pacientes idosos, que são mais suscetíveis aos efeitos mais adversos da infecção pelo coronavírus causador da Covid-19.
O boletim registra aumento de ocorrências de SRAG entre crianças e adolescentes de até 14 anos, associados principalmente ao rinovírus, em quatro unidades federativas: Acre, Distrito Federal, Minas Gerais e Sergipe. Os dados do novo boletim são referentes à semana epidemiológica que vai de 8 a 14 de dezembro.
A SRAG é uma complicação respiratória que demanda hospitalização e está associada, muitas vezes, ao agravamento de alguma infecção viral. O paciente pode apresentar desconforto respiratório e queda no nível de saturação de oxigênio, entre outros sintomas.
De acordo com a nova edição, considerando as últimas quatro semanas epidemiológicas analisadas, a Covid-19 esteve relacionada a 31,1% dos casos de SRAG com resultado positivo para alguma infecção viral. Já o rinovírus representou 38,6%. Além disso, 7,9% estiveram associados ao vírus sincicial respiratório (VSR), 7,6% à influenza A e 7,3% à influenza B.
Quando se observa apenas os quadros de SRAG que resultaram em mortes nessas quatro semanas, 63,6% estão associados à Covid-19. A maioria desses casos que tiveram a morte como desfecho envolveram idosos.
Ao todo, o Brasil já registrou em 2024 um total de 78.739 casos de SRAG com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Destes, 16,8% são referentes à influenza A; 2% à influenza B; 19,6% à Covid-19; 27,1% ao rinovírus e 33,8% ao VSR. Outras 8.280 ocorrências estão em fase de análise.
O boletim Infogripe sinaliza para uma tendência de aumento de SRAG em nível nacional. Em 11 unidades federativas, há sinal de crescimento dos casos no longo prazo: Acre, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina e Sergipe. Além disso, há tendência de aumento das ocorrência no curto prazo no Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
CENÁRIO EM 2024 Fazendo um balanço do cenário epidemiológico de 2024, a pesquisadora da Fiocruz, Tatiana Portella, destacou que o país viveu duas ondas importantes de Covid-19. A primeira, que começou ainda no final de 2023 e avançou pelo início deste ano, afetou diversos estados. Já a segunda onda, iniciada em agosto de 2024, teve São Paulo como o estado mais atingido.
Apesar dessas duas ondas, a pesquisadora destaca que, em comparação com 2023, houve uma redução de aproximadamente 40% nos casos de SRAG associados à Covid-19. Ainda assim, Portella alerta para o crescimento dessas ocorrências no encerramento de 2024.
– Neste fim de ano, observamos uma menor atividade dos vírus respiratórios, com exceção apenas da Covid-19, que já começa a apresentar sinais de aumento em algumas regiões do país. Para as festas de fim de ano, recomendamos o uso de máscaras caso surjam sintomas de gripe ou resfriado. Também sugerimos, sempre que possível, priorizar ambientes mais arejados, especialmente neste momento de início de aumento do número de casos de Covid-19.
As pessoas com diabetes devem estar atentas ao que consomem para evitar as alterações nas taxas de açúcar na ceia de Natal
Peru, chester, bacalhau, rabanada, panetone e frutas cristalizadas. A lista de pratos servidos na ceia de Natal é de deixar qualquer um com água na boca, mas as pessoas com diabetes precisam ter cuidado para não exagerar e descompensar a doença.
A diabetes afeta diretamente a circulação sanguínea, elevando o risco de complicações vasculares graves, como doenças arteriais, varizes, tromboses e, em casos extremos, amputações.
A descompensação da doença, com taxas altas de açúcar, pode levar a sintomas como o aumento do volume de urina e do número de vezes que a pessoa vai ao banheiro, além de sede, fome, visão turva, tontura e sonolência.
“Não se trata de restringir, mas de equilibrar. É plenamente possível aproveitar sobremesas, como rabanada, panetone ou pudim, mantendo o controle glicêmico, desde que com moderação”, afirma a nutricionista Tarcila Campos, do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
O médico Márcio Steinbruch, membro titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, lembra que o paciente com diabetes pode viver uma vida com qualidade desde que mantenha a glicemia sob controle. “Com acompanhamento médico e hábitos saudáveis, os riscos para as pessoas com diabetes podem ser reduzidos de maneira significativa”, pondera.
A nutricionista Tarcila Campos, do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considera que adaptações na ceia são suficientes para o paciente aproveitar as festividades sem descuidar da saúde. “Não se trata de restringir, mas de equilibrar. É plenamente possível comer sobremesas, como rabanada, panetone ou pudim, desde que com moderação”, afirma.
Dicas para pessoas com diabetes aproveitarem o Natal
Ajuste as refeições do dia Quem planeja participar de uma ceia farta deve começar a se preparar desde as primeiras refeições do dia. “Uma boa estratégia é ajustar as refeições anteriores, reduzindo o consumo de carboidratos como pão, arroz ou batata para compensar os pratos festivos”, orienta Tarcila.
Combine nutrientes Combinar os carboidratos com arroz, farofas com proteínas magras (peru, chester, lombo) e saladas ajuda a evitar grandes alterações na glicemia.
Controle as porções Servir-se com porções moderadas ajuda a evitar picos glicêmicos e sobrecarga na circulação.
Substituições saudáveis O planejamento da ceia deve começar com a escolha dos ingredientes. Optar por versões integrais e pratos com menos açúcar e gordura é uma forma eficaz de proteger a saúde vascular. Priorize alimentos ricos em fibras e com baixo índice glicêmico, eles ajudam a estabilizar os níveis de glicose no sangue.
Hidratação A ingestão adequada de água contribui para prevenir a retenção de líquidos e melhora o funcionamento dos vasos sanguíneos. Manter-se bem hidratado é fundamental para a circulação sanguínea de pessoas com diabetes.
Butantan-DV poderá ser o primeiro imunizante do mundo contra a doença a ser aplicado em dose única
O Instituto Butantan solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (16/12), o registro de sua vacina contra a dengue. Se aprovada, a Butantan-DV será o primeiro imunizante do mundo contra a doença a ser aplicado em dose única, o que pode facilitar a adesão à vacinação. O instituto estima que possa entregar cerca de 100 milhões de doses ao Ministério da Saúde nos próximos três anos, com um milhão de doses disponíveis em 2025.
“É um dos maiores avanços da saúde e da ciência na história do país e uma enorme conquista em nível internacional. Que o Instituto Butantan possa contribuir com a primeira vacina do mundo em dose única contra a dengue mostra que vale a pena investir na pesquisa feita no Brasil e no desenvolvimento interno de imunobiológicos”, afirma o diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás, em comunicado à imprensa.
A vacina é tetravalente, ou seja, eficaz contra os quatro tipos de dengue em circulação no Brasil. Os testes clínicos, iniciados em 2010, mostraram uma eficácia geral de 79,6% após dois anos. Para pessoas com histórico de infecção pela dengue, a eficácia foi de 89,2%, enquanto para quem não tinha histórico da doença, foi de 73,6%.
A fábrica do imunizante já foi inspecionada e recebeu o certificado de Boas Práticas de Fabricação (BPF) da Anvisa. A definição dos critérios de vacinação será feita pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A pesquisa foi realizada com 16 mil participantes de todo o Brasil, e os resultados foram publicados na revista New England Journal of Medicine.
Ovos de galinha são amplamente consumidos e usados em diversos pratos, mas você já se perguntou por que ovos de peru não são consumidos?
Eles têm mais proteínas, vitaminas e minerais do que os ovos de galinha, mas não estão disponíveis no mercado por questões econômicas e logísticas.
As peruas têm uma taxa de produção de ovos significativamente mais baixa que as galinhas, colocando apenas entre nove e 13 ovos por ninhada. Em comparação, as galinhas podem produzir mais de 300 ovos ao longo de um único ano.
As peruas demoram mais para atingir a maturidade reprodutiva, levando cerca de sete meses, em comparação aos cinco meses das galinhas.
Esse ciclo mais lento e o maior custo de criação, devido ao tamanho e à necessidade de mais espaço e alimento, tornam os ovos de peru inviáveis comercialmente.
Galinha dá mais ovos e de vários tipos
Imagem: Getty Images / iStock
Quanto aos ovos de galinha, você já deve ter percebido que eles podem ser encontrados vermelhos ou brancos. Mas, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a cor da casca do ovo não tem relação com as características do alimento.
O vermelho não leva vantagem sobre o branco no quesito concentração de nutrientes. Essa diferença de cor está relacionada exclusivamente à raça da galinha. Ou seja, as galinhas que têm penas brancas botam ovos brancos e as que têm penas vermelhas ou castanhas botam ovos vermelhos.
O mesmo vale para a coloração da gema, que pode ficar mais intensa por causa da presença de itens com esse tom na alimentação do animal — e isso não tem influência sobre os benefícios que ela oferece.
Já os ovos orgânicos recebem essa certificação quando as galinhas recebem alimentação 100% orgânica, ou seja, sem agrotóxicos ou fertilizantes químicos, e quando não há uso de antibióticos, remédios ou ração para favorecer o crescimento do animal. Mas isso não significa que eles sejam mais nutritivos.
Quanto às galinhas que são criadas soltas, tomam mais sol e por isso os ovos delas são mais ricos em vitaminas D. Nesse caso, os ovos são conhecidos como caipiras. Estes costumam ser mais caros.
Nos supermercados, é possível encontrar versões com ômega 3, também chamados de Pufa, que ajudam a controlar os níveis do colesterol “ruim”, o LDL, protegendo o coração. Há também os com selênio, que fortalecem o sistema nervoso, vitamina E, que atua contra os radicais livres, e DHA e colina, que favorecem o desenvolvimento cerebral.
Há ainda os ovos light, com quantidades reduzidas de colesterol, característica obtida por meio de mudanças na alimentação das aves.
Todos esses produtos têm preços mais elevados e seus benefícios ainda não são uma unanimidade entre os especialistas. Por isso, ninguém deve se sentir culpado de comprar os ovos normais.
Como guardar para consumir
Os ovos não devem ser guardados na porta da geladeira, pois, com o abre e fecha do eletrodoméstico, há muita variação de temperatura.
Também é importante não lavar o alimento antes de guardá-lo, já que isso pode remover a cutícula protetora dos poros da casca, facilitando a entrada de micro-organismos. Opte por lavar apenas antes de consumir.
Com a chegada do último mês do ano, inicia-se a campanha Dezembro Laranja, uma ação nacional promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) com o objetivo de conscientizar a população sobre o câncer de pele, o tipo mais comum de câncer no Brasil.
De acordo com a dermatologista Rebeka Galvão, credenciada à União Médica, o câncer de pele tem origens variadas, incluindo predisposição genética e fatores de risco como o fototipo da pele. Porém, a exposição excessiva aos raios UVA e UVB é o principal causador da doença. “O câncer de pele pode ser dividido em dois tipos: melanoma, que é o mais grave e com alto risco de metástase, e o não melanoma, sendo o carcinoma basocelular o mais comum. Além disso, temos o carcinoma espinocelular, que também merece atenção”, destaca a especialista.
A prevenção é essencial e deve ser incorporada ao dia a dia, especialmente durante o verão. A Dra. Rebeka enfatiza que a proteção solar vai muito além do uso de protetor. “Usar chapéus, bonés, óculos de sol, roupas com proteção UV e evitar a exposição solar nos horários de maior radiação, entre 9h e 16h, são medidas fundamentais. Além disso, é importante buscar sombra sempre que possível e lembrar que o protetor solar deve ser reaplicado a cada duas horas”, explica.
O câncer de pele, embora comum, pode ser tratado com sucesso quando diagnosticado precocemente. “Por isso, ao perceber qualquer alteração na pele, como manchas, feridas que não cicatrizam ou mudanças em pintas, procure um dermatologista”, orienta a médica.
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A União Médica conta com dermatologistas credenciados prontos para cuidar da sua saúde. Com mais de 20 anos no mercado e presença em quase 50 municípios, a operadora oferece planos acessíveis e uma ampla rede de especialistas.
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Brasil terá mais um imunizante a partir do ano que vem, a vacina Covovax, desenvolvida pela farmacêutica Novavax.
Vacina da Pfizer — Foto: Reprodução/TV Globo
O Ministério da Saúde divulgou como será a vacinação contra a Covid-19 em 2025. A partir do ano que vem, o Brasil terá mais um imunizante no Programa Nacional de Imunizações (PNI), a vacina Covovax, desenvolvida pela farmacêutica Novavax. As novas orientações foram enviadas para todos os estados.
O órgão também informou que incluiu a vacinação contra a Covid no calendário de gestantes e idosos. Com a atualização, as grávidas deverão ser imunizadas com uma dose a cada gestação e os maiores de 60 anos receberão uma dose a cada seis meses.
De acordo com o Ministério da Saúde, antes, gestantes e idosos eram somente parte do grupo prioritário. Agora, a vacina contra a covid para essas pessoas virou de rotina.
“Isso quer dizer que, se algum dia a gestão que estiver à frente do ministério mudar o grupo prioritário, gestantes e idosos continuam tendo direito à vacina, assim como crianças, porque se tornou de rotina’, explicou o ministério em nota.
Os demais grupos prioritários deverão receber uma dose a cada ano, exceto os imunocomprometidos, que continuarão sendo vacinados a cada seis meses.
Veja como fica a vacinação:
Crianças de seis meses a menores de cinco anos: até três doses (depende de como está o esquema vacinal)
Gestantes: uma dose a cada gestação
Idosos (60 anos ou mais): uma dose a cada seis meses
Imunocomprometidos: uma dose a cada seis meses
Outros grupos prioritários*: uma dose a cada ano
Crianças a partir de 5 anos de idade que NÃO fazem parte dos grupos especiais e nunca foram vacinadas: uma de vacina covid-19 disponível e recomendada para a faixa etária
*Demais grupos prioritários: pessoas vivendo em instituições de longa permanência; indígenas; ribeirinhos; quilombolas; puérperas; trabalhadores da saúde; pessoas com deficiência permanente; pessoas com comorbidades; pessoas privadas de liberdade; funcionários do sistema de privação de liberdade; adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; e pessoas em situação de rua.
As três vacinas em uso no Brasil são:
Pfizer adulto e pediátrica (vacina mRNA)
Moderna (vacina mRNA)
Covovax (vacina recombinante)
Diferentemente das vacinas de mRNA, a Covovax é uma adjuvante proteica (um adjuvante é um ingrediente usado para fortalecer a resposta imune). Enquanto outras vacinas enganam as células do corpo para criar partes do vírus que podem desencadear o sistema imune, a Covovax estimula o sistema imune a produzir anticorpos e respostas imunes de células T.
A Covovax foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em janeiro, após solicitação da Zalika Farmacêutica (representante do Instituto Serum no Brasil). Ela é indicada para imunização de adultos e crianças acima de 12 anos de idade.
A caminhada pode ser um exercício eficaz para queimar a gordura visceral, mas para acelerar o processo é preciso se desafiar
Reduzir medidas da barriga é o desejo de muita gente e queimar a gordura abdominal pode ser menos complicado do que se imagina. A caminhada é um exercício de baixa intensidade muito eficaz para manter o corpo saudável, especialmente quando se ultrapassam os 11 mil passos diários, quantidade considerada ideal por um levantamento publicado em janeiro.
Entretanto, os resultados podem demorar a aparecer, já que os benefícios da caminhada surgem a longo prazo. O Ministério da Saúderecomenda que a circunferência abdominal seja de até 80 cm para as mulheres e 94 cm para os homens, e números acima disso aumentam o risco de ter gordura entre os órgãos e doenças ligadas ao coração.
Por isso, personal trainers recomendam algumas estratégias para intensificar a caminhada e perder medidas para quem quer acelerar o processo de emagrecimento e de diminuição da barriguinha.
“A melhor forma de reduzir a gordura abdominal é fazer uma combinação de exercícios aeróbicos, como é o caso da caminhada, com exercícios resistidos, como a musculação. Essa combinação é o que os estudos vêm demonstrando como o mais eficiente para o emagrecimento”, afirma o profissional de educação física Raphael Carvalho, professor da Faculdade Uniguaçu.
Em um artigo publicado no site Eat this, not that!, o profissional de educação física americano Tim Liu recomenda que pessoas que já caminham regularmente incrementem a prática para acelerar a redução de medidas.
Como queimar gordura abdominal na caminhada
Andar na subida
Uma das formas mais eficazes de tornar a caminhada desafiadora e usá-la para queimar gordura é aumentar o nível de dificuldade do percurso. Isso pode ser feito facilmente nas esteiras, adicionando inclinação progressivamente, mas também é possível escolher os locais da cidade com maiores subidas, como pequenos morros, para intensificar o esforço.
Acelere o passo
A caminhada pode ser ainda mais desafiadora quando se caminha rapidamente. Adicionar velocidade aumenta também o gasto calórico e, consequentemente, reduz as reservas de gordura abdominal. Quanto mais rápido se conseguir caminhar, melhor.
O personal trainer Victor Gomes, de Brasília, recomenda adicionar pequenos trotes ou corridinhas durante o percurso de caminhada para intensificar a prática. “Você pode escolher uma ladeira específica do seu trajeto para percorrer correndo ou separar dois ou três minutos para fazer com mais velocidade e ir se acostumando ao desafio. Para quem faz treinos na esteira, o ideal é usar uma programação que tenha velocidades flutuantes em vez de se manter numa constante”, explica ele.
Inclua pesos na caminhada
Tanto Liu como Gomes recomendam que a caminhada seja feita também com a integração de pesos. Podem ser usadas sacolas, distribuindo o peso entre as mãos, ou mesmo halteres específicos para serem carregados, como os kettlebells. Além de levá-los consigo, é bom fazer levantamentos laterais e frontais enquanto se caminha para aumentar a intensidade. Uma mochila com peso também pode cumprir essa função, mas lembre de ajustar as alças para não prejudicar a saúde das costas.
Inclua movimentos desafiadores
A caminhada pode ser complementada ainda com alguns exercícios que tragam maior esforço para a musculatura, como agachamentos enquanto se espera o sinal abrir ou alguns afundos durante a caminhada. Se houver espaço para abdominais, melhor ainda.
“O mais importante para perder a gordura abdominal é começar a se movimentar. Claro que a intensidade que adicionamos ajuda a aumentar o gasto calórico e a acelerar o metabolismo. Fazer mil abdominais é muito bom, mas não está ao alcance de todos. É importante fazer o que é possível e incluir alguns desafios a cada dia já ajuda, e muito, a evitar os males do sedentarismo”, conclui Gomes.
O último mês do ano traz mais que celebrações: ele também destaca a importância da prevenção e do combate ao HIV, à Aids e a outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) através da Campanha Dezembro Vermelho. No Brasil, os desafios permanecem significativos: só em 2023, o país registrou cerca de 40 mil novos casos de HIV, segundo dados do Ministério da Saúde, destacando a necessidade de intensificar as ações preventivas e ampliar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento.
Segundo o Dr. André Lessa, infectologista credenciado pela União Médica, a prevenção deve ser uma prioridade. “O uso de preservativos ainda é o método mais eficiente para evitar tanto o HIV quanto outras ISTs, como sífilis, gonorreia, clamídia e hepatite B. Além disso, a chamada prevenção combinada — que inclui o uso de medicamentos como a profilaxia pré-exposição (PrEP) e a profilaxia pós-exposição (PEP) — aumenta significativamente a proteção.”
Dr. André Lessa destaca que métodos preventivos modernos são acessíveis e podem ser adaptados às necessidades de cada pessoa. “A PrEP, por exemplo, é indicada para aqueles que se consideram em risco de infecção. Ela consiste no uso de medicamentos antirretrovirais antes de possíveis exposições ao HIV. Já a PEP deve ser iniciada até 72 horas após uma relação de risco, e protege não apenas contra o HIV, mas também contra outras doenças, como a hepatite B.”
O especialista também enfatiza a importância do diagnóstico precoce. “A testagem regular é fundamental tanto para a saúde individual quanto para a prevenção coletiva. Ao identificar a infecção cedo, é possível iniciar o tratamento imediatamente, garantindo uma vida saudável e quebrando a cadeia de transmissão.”
Um dos maiores desafios relacionados ao HIV ainda é o estigma. O médico reforça que o tratamento antirretroviral permite que pessoas com o vírus tenham uma vida normal. “Portar o HIV não é sinônimo de doença. Com a carga viral indetectável, o vírus não é transmitido, e a pessoa pode viver plenamente, inclusive com melhor acompanhamento médico e prevenção de outras condições,” firmou o médico acrescentando que “Muitas pessoas com HIV desenvolvem um vínculo mais próximo com sua saúde, o que pode ser uma oportunidade para melhorar hábitos e prevenir outras doenças crônicas no futuro.”