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Tedros Adhanom Ghebreyesus, chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), disse nesta segunda-feira (7), em uma coletiva de imprensa em Genebra, que o mundo precisará estar melhor preparado para a próxima pandemia. Ao fazer a afirmação, o dirigente pediu que países invistam em saúde pública.

Mais de 27,19 milhões de pessoas já foram infectadas com o coronavírus pelo mundo e 888.236 morreram, segundo uma contagem da Reuters, desde que os primeiros casos foram identificados na China em dezembro de 2019.

“Essa não será a última pandemia”, disse Tedros. “A história nos ensina que surtos e pandemias são um fato da vida. Mas quando a próxima pandemia vier, o mundo precisa estar pronto. Mais pronto do que estava desta vez”


O Brasil já tem mais de 3,3 milhões de recuperados da Covid-19. Em todo o país, são 3.317.227 pessoas curadas da doença. No mundo, estima-se que pelo menos 13 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram. O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos (693.644), que são os pacientes em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa a maioria do total de casos acumulados (80,2%). As informações foram atualizadas às 19h de hoje (06/09) e foram enviadas pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

A doença está presente em 99,1% dos municípios brasileiros. Contudo, mais da metade das cidades (3.780) possuem entre 2 e 100 casos. Em relação aos óbitos, 4.052 municípios tiveram registros (72,7%), sendo que 854 deles apresentaram apenas um óbito confirmado.

O Governo do Brasil mantém esforço contínuo para garantir o atendimento em saúde à população, em parceria com estados e municípios, desde o início da pandemia. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas, além de promover e prevenir a saúde da população. Dessa forma, a pasta tem repassado verbas extras e fortalecido a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com envio de recursos humanos (médicos e profissionais de saúde), insumos, medicamentos, ventiladores pulmonares, testes de diagnóstico, habilitações de leitos de UTI para casos graves e gravíssimos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para os profissionais de saúde.

O Ministério da Saúde já enviou mais de R$ 83,6 bilhões a estados e municípios para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde, sendo R$ 25,5 bilhões voltados exclusivamente para combate ao coronavírus. Também já foram comprados e distribuídos mais de 20,1 milhões de unidades de medicamentos para auxiliar no tratamento do coronavírus, 255,4 milhões de EPI, mais de 14,3 milhões de testes de diagnóstico para Covid-19 e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus.

O Ministério da Saúde, em apoio a estados e municípios, também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que já entregou 10.811 equipamentos para todos os estados brasileiros.

As iniciativas e ações estratégicas são desenhadas conforme a realidade e necessidade de cada região, junto com estados e municípios, e têm ajudado os gestores locais do SUS a ampliarem e qualificarem os atendimentos, trazendo respostas mais efetivas às demandas da sociedade. Neste momento, o Brasil tem 4.137.521 casos confirmados da doença, sendo 14.521 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h.

Em relação aos óbitos, o Brasil possui 126.650 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registradas 447 mortes nos sistemas oficiais, a maior parte aconteceu em outros períodos, mas tiveram conclusão das investigações com confirmações das causas por Covid-19 apenas neste período. Assim, 247 óbitos, de fato, ocorreram nos últimos três dias. Outros 2.475 seguem em investigação.


Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 738 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%) e 1.099 curados (+0,4%). Dos 271.963 casos confirmados desde o início da pandemia, 257.791 já são considerados curados e 8.479 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 416 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (29,39%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.041,01), Almadina (5.893,12), Itabuna (5.188,46), Dário Meira (4.95,98) e Salinas da Margarida (4.793,52).

boletim epidemiológico contabiliza ainda 510.157 casos descartados e 84.863 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta segunda-feira (07).

Na Bahia, 23.548 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 35 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 5.693, representando uma letalidade de 2,09%. Dentre os óbitos, 55,86% ocorreram no sexo masculino e 44,14% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 52,38% corresponderam a parda, seguidos por branca com 16,49%, preta com 15,46%, amarela com 0,83%, indígena com 0,11% e não há informação em 14,74% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 75,07%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (76,23%).


Casos confirmados no dia: 36
Pacientes recuperados no dia: 0
Resultados negativos no dia: 51
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0

Total de pacientes ativos: 889
Total de casos confirmados no município: 9.330 (Período de 06 de março a 07 de setembro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 855
Total de pacientes hospitalizados no município: 34
Total de recuperados no município: 8.250
Total de exames negativos: 10.218 (Período de 06 de março a 07 de setembro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 108
Total de óbitos: 192

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Nesta segunda-feira (7), o Brasil caiu no ranking de países com mais casos de Covid-19. A Índia ultrapassou o Brasil e se tornou o segundo maior número de casos confirmados de Covid-19.

Com 90.802 novos casos confirmados pelo Ministério da Saúde indiano nas últimas 24 horas, o país é também com a disseminação mais rápida da doença, superando os Estados Unidos, que até o momento é o país mais afetado em número de infecções.

Os novos dados estabelecem ainda o maior número de casos relatados na Índia e no mundo desde o início da pandemia.

No entanto, com uma das menores taxas de mortalidade, o país registra 1.016 óbitos, elevando o número total de vítimas para 71.642.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, a Índia ocupa o 20º lugar em mortalidade pela doença, com uma taxa de 1,7%, amplamente superada por países como o México, que tem a maior taxa de mortalidade (10,7%).

O Brasil possui 4.137.722 casos confirmados e 126.686 até agora.

*Com informações da Agência EFE


O caso da menina capixaba submetida a um aborto aos 10 anos, que chocou o país e rendeu uma guerra ideológica não é inédito, distante e muito menos isolado. Aqui na Bahia, somente nos primeiros seis meses deste ano, foram registradas 101 internações por aborto entre crianças e adolescentes, segundo números oficiais da Secretaria da Saúde (Sesab).

É como se a cada dois dias uma garota de 10 a 19 anos fosse hospitalizada no estado por interromper uma gravidez. No entanto os dados não especificam se os procedimentos foram realizados nas unidades de saúde, ou se tratam de atendimentos em decorrência de abortos espontâneos ou realizados clandestinamente, já que a interrupção de gestação é permitida por lei apenas em situações específicas.

No Brasil, o aborto é legalizado em apenas três casos: quando a gestação é decorrente de estupro; se a gravidez representar risco de vida à mulher; e nos casos de anencefalia fetal. Qualquer hospital que ofereça serviços de ginecologia e obstetrícia deve ter equipamento adequado e equipe treinada para realizar um aborto legal.

Apesar disso, a organização “Mapa do Aborto Legal” ressalta que muitas unidades de saúde se recusam a realizar a interrupção da gravidez. Assim como aconteceu com a menina do Espírito Santo de 10 anos, grávida após ter sido estuprada pelo tio, que teve o pedido de realização do aborto negado pelo Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam). Ela teve que viajar para Pernambuco para realizar o procedimento. O site da entidade dispõe de uma ferramenta em que é possível procurar unidades de saúde em que o procedimento é realizado. A Bahia aparece no mapa com apenas dois hospitais com o status “seguem realizando aborto legal”: o Hospital da Mulher, em Salvador, e o Hospital Esaú Matos, em Vitória da Conquista.

Os dados sobre internações por aborto na Bahia ainda mostram que nos últimos três anos os registros se posicionam em uma curva crescente entre crianças e adolescentes. Enquanto em 2017 o número foi de 149, em 2019 houve um acréscimo de 55% e chegou aos 232. A média do ano passado foi de 19 internações por aborto por mês.

Os registros entre as adolescentes de 15 a 19 anos representam em média 12,2% de todas as internações deste tipo no estado entre 2017 e 2019. No ano passado inteiro foram 220. E, neste ano, até junho já são 94.

Fonte: Bahia Notícias


Agora é obrigatório. As unidades de saúde públicas e privadas terão que fornecer cópias de laudos e exames complementares a pacientes, uma vez comprovada a necessidade. A lei nº 353/2020 foi divulgada no Diário Oficial Eletrônico, nesta terça-feira, 02.

A cópia pode ser solicitada pelo paciente, familiar, responsável ou interessado. Fica expressamente proibida qualquer tipo de cobrança aos pacientes para emissão de cópias dos exames complementares e laudos, durante o internamento e após alta do paciente no Sistema Único de Saúde – SUS e privado.


Teve início nesta quarta-feira, 2 de setembro, a campanha de prevenção ao suicídio do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana. Uma ação de impacto no corredor principal da unidade levou música, palestra, distribuição de sementes de girassol e sensibilização aos trabalhadores da unidade, sobre o Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio.

Durante todo mês, serão realizados atendimentos psicológicos individuais aos servidores e rodas de conversa nos setores do HGCA com o tema “Caminhos para o enfrentamento ao sofrimento psíquico”, com a psicóloga organizacional Nizaneia Matos. De acordo com a psicóloga as ações têm como objetivo promover um espaço de discussão para reflexão sobre a vida. “Mais do que pensar sobre a questão do suicídio, esta ação está para além disso, nossa campanha vai falar sobre vida, no sentido, significado e enfrentamento psíquico das condições diversas que são naturais da própria vida. Uma vez que falamos sobre este tema automaticamente estamos prevenindo ocorrências de tentativas de suicídio que é nosso maior propósito nesta ação”, afirmou Nizaneia.

A coordenadora do Grupo de Trabalho Humanizado (GTH) do HGCA, Milena Moreira, informa que por conta da pandemia da Covid-19, esse ano não acontecerão palestras nem ações coletivas, mas abordagens individuais com escuta e diálogo junto aos servidores. “O símbolo que usamos esse ano para as ações do ‘Setembro Amarelo’ foi o girassol. A ideia é que assim como o girassol estejamos sempre voltados para a luz. Que a gente possa identificar o colega que precisa de um apoio, de uma ajuda, para que possamos direcioná-lo ao serviço de psicologia que temos no hospital ou encaminhá-lo para outros serviços, caso ele precise”, explicou Milena.

A campanha está sendo realizada pelo GTH, em parceria com o Núcleo de Gestão do Trabalhador em Saúde (Nugtes) e do Serviço Integrado de Atenção à Saúde do Trabalhador (Siast). O encerramento da campanha está marcado para dia 14 de setembro, às 14 horas, no auditório do HGCA, com uma palestra com o tema “Diálogos sobre os sentidos da Vida”.


Apesar da cura para o HIV ainda ser um dos grandes desafios para a comunidade médica mundial, pesquisadores do Ragon Institute identificaram um paciente de 66 anos que teria se curado da doença espontaneamente, removendo todos os genomas do vírus de seu corpo em uma circunstância rara.

O estudo foi realizado por pesquisadores do Hospital Geral de Massachussetts, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e Universidade de Harvard e publicado na revista científica Nature em 26 de agosto. O objetivo dos cientistas era analisar a carga viral do HIV no organismo de pacientes soropositivos.

Os pesquisadores sequenciaram bilhões de células de 64 pessoas chamadas de “controladores de elite” – expressão utilizada para descrever indivíduos que, mesmo com a doença, são capazes de suprimir a multiplicação do vírus sem a necessidade de medicação.

Nesses casos, o vírus do HIV é espontaneamente ‘bloqueado’ e não consegue se replicar em partes inativas do DNA humano.

Dentre os 64 casos analisados, o do paciente de 66 anos poderia ser o primeiro da história a se curar da doença sem a realização de transplante de medula óssea.

Segundo Xu Yu, uma das pesquisadoras do Ragon Institute, esse posicionamento de genomas virais em controladores de elite “é altamente atípico”, uma vez que, na maioria dos soropositivos, o vírus está localizado nos genes humanos ativos. Neles, os invasores podem se reproduzir facilmente.

Nesse contexto, é necessária a administração de antirretrovirais, medicamento que impede a multiplicação do vírus. Caso o paciente interrompa o tratamento, o invasor volta a se replicar nas células do hospedeiro.

O HIV afeta mais de 35 milhões de pessoas em todo o mundo e pode ser efetivamente controlado com um regime diário desses medicamentos, mas não curado. Desde 2010, a mortalidade relacionada à Aids caiu 33%, muito pela evolução do tratamento antirretroviral e sua maior acessibilidade.

A partir da publicação do Regon Institute, o desafio dos cientistas passa a ser a descoberta de um mecanismo para ativar uma imunidade semelhante à dos controladores de elite. Consequentemente, o hospedeiro será capaz de eliminar reservas virais com potencial de replicação, alcançando então uma cura funcional da doença.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude


Desde ontem (1º) as receitas médicas de ivermectina e nitazoxanida não ficarão mais retidas nas farmácias. A mudança ocorre após decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A venda dos medicamentos passa a ocorrer só com apresentação de receita simples.

A agência entendeu que não há mais risco de desabastecimento desses medicamentos no mercado e por isso a determinação mudou.

Nos últimos meses, esses remédios têm sido alvo de procura nas farmácias em meio a epidemia da Covid-19. Não há, porém, comprovação de eficácia contra a doença.

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