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“Orgulho nacional e internacional”, elogiou deputado Carlos Jordy

Nos EUA, Bolsonaro é aplaudido por apoiadores e posa para fotos Foto: Reprodução / Redes Sociais

Durante sua viagem à Flórida, o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem recebido o carinho de apoiadores que residem nos Estados Unidos. Em vídeo que circula nas redes sociais, o chefe do Executivo aparece sendo aplaudido e interagindo com moradores de um condomínio em Orlando.

Nas cenas, o chefe do Executivo posa para fotos com admiradores, acena para eles e autografa camisas, sendo ainda chamado de “mito”.

Ao fundo, é possível ouvir um dos presentes expressar gratidão a Bolsonaro e pedir a Deus que o abençoe.

– Esse é o nosso presidente. Deus abençoe o senhor, nosso presidente. Nosso condomínio aqui nos EUA. Obrigado presidente por tudo, hein. As orações continuam – diz o apoiador.

O deputado federal reeleito Carlos Jordy (PL-RJ) compartilhou o vídeo neste sábado (31), afirmando que o líder do Planalto é motivo de “orgulho nacional e internacional!”.

De acordo com despacho no Diário Oficial da União (DOU), o atual chefe de Governo deve ficar ausente do Brasil até dia 30 de janeiro – o que significa que, de fato, ele não estará presente na cerimônia de posse a ser realizada no próximo domingo (1°) para transmitir a faixa presidencial a Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Bolsonaro (PL), a primeira-dama Michelle Bolsonaro e a filha do casal, Laura, de 12 anos, chegaram aos EUA na noite desta sexta-feira (30). A família está hospedada em uma casa de férias que pertence ao ex-lutador de MMA José Aldo, na Flórida.

Informações Pleno News


Presidente em exercício, Mourão fez pronunciamento de fim de ano neste sábado (31) — Foto: Reprodução

Presidente em exercício, Mourão fez pronunciamento de fim de ano neste sábado (31) — Foto: Reprodução 

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, criticou neste sábado (31) “lideranças” que, “com o silêncio”, deixaram crescer um clima de desagregação no país e levaram para as Forças Armadas a conta por “inação” ou por um “pretenso golpe” 

Mourão fez um pronunciamento de fim de ano transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão. 

“Lideranças que deveriam tranquilizar e unir a nação em torno de um projeto de país deixaram que o silêncio ou o protagonismo inoportuno e deletério criasse um clima de caos e de desasgregação social. E de forma irresponsável deixasse que as Forças Armadas de todos os brasileiros pagassem a conta. Para alguns, por inação, e para outros por fomentar um pretenso golpe “, afirmou Mourão. 

Senador eleito, Mourão é o presidente em exercício porque, na sexta-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro viajou para a Flórida, nos Estados Unidos. Assim, Bolsonaro termina o mandato em solo estrangeiro. Neste domingo (1º), o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assumirá a Presidência. 

Mourão não citou nomes em sua fala de pouco mais de 8 minutos. Ele fez referência aos pedidos de parte do eleitorado de Bolsonaro para que as Forças Armadas atuassem para reverter o resultado da eleição. 

Nos dois meses que se seguiram ao resultado da votação, Bolsonaro se manteve recluso na residência do Palácio da Alvorada e praticamente não falou em público, enquanto seus apoiadores acampavam em frente a quartéis do Exército fazendo reivindicações antidemocráticas. 

Sem falar diretamente dos acampamentos, Mourão disse que é “equivocada” a “canalização de aspirações e expectativas para outros atores públicos que, no regime vigente, carecem de lastro legal para o saneamento do desequilíbrio institucional em curso”. 

Mourão afirmou também que a “alternância de poder em uma democracia é saudável e deve ser preservada” . 

“Tranquilizemo-nos! Retornemos à normalidade da vida, aos nossos afazeres e ao concerto de nossos lares”, completou.

Bolsonaro viaja para os EUA no penúltimo dia do seu mandato

Bolsonaro viaja para os EUA no penúltimo dia do seu mandato 

O presidente em exercício fez um balanço do governo que termina. Ele citou esforços para combater as consequências da pandemia de Covid-19 e destacou avanços na área econômica: 

“O governo que ora termina, ao longo de quatro anos, fez entregas significativas na Economia, no avanço da digitalização da gestão pública, na regulamentação da tecnologia da informação, na privatização de estatais, tendo promovido uma eficaz e silenciosa reforma administrativa, não recompletando vagas disponibilizadas por aposentadoria, além da renovação de nosso modelo previdenciário”. 

No pronunciamento, Mourão admitiu que “nem todas as empreitadas obtiveram o sucesso” esperado. Como exemplo, ele citou “percalços” na área ambiental: 

“Na área ambiental, por exemplo, tivemos percalços, embora tenhamos alcançado reduções importantes no desmatamento da Amazônia”. 

Ele afirmou que “a região ainda necessita de muito trabalho e de cuidados específicos, engajando as elites e as comunidades locais, cortejadas permanentemente pela sanha predatória oriunda dos tempos coloniais”. 

Ele afirmou que a atual gestão vai entregar um país “equilibrado” para Lula. 

Ao viajar para os Estados Unidos nesta sexta, Jair Bolsonaro abreviou o próprio mandato presidencial em dois dias. Na prática, ao deixar o país, o chefe do Executivo transmite o cargo para seu sucessor. 

Bolsonaro não participará da cerimônia de posse de Lula – e, com isso, também não passará a faixa presidencial ao futuro presidente. A passagem da faixa é uma tradição que simboliza a alternância de poder e a força do sistema democrático. 

Até a noite deste sábado, o cerimonial da posse ainda não tinha revelado quem passará a faixa a Lula. O gesto tem valor apenas simbólico, e mudanças nesse rito não têm qualquer impacto sobre a sucessão dos mandatos.

Informações G1


Arregou: Com medo da repercussão ruim, Lula decide prorrogar isenção dos combustíveis

Foto: Edilson Dantas.

O presidente eleito Lula decidiu prorrogar a isenção de impostos federais sobre os combustíveis. Como mostramos, o novo governo deve editar uma medida provisória para manter a desoneração, que acaba neste último dia do ano.

O mais provável é que o prazo da prorrogação seja por pelo menos dois meses. A decisão teria sido tratada em acordo com os futuros ministros da Fazenda, Casa Civil e Minas e Energia.

Em entrevista à GloboNews, Gleisi Hoffmann, presidente do PT, disse defender a prorrogação “até a gente entrar para ver como está a política de preços de combustíveis da Petrobras”.

“Porque o problema não é a questão do tributo, é a política de preços da Petrobras, é a dolarização que aconteceu”, afirmou. O fim da desoneração causaria desgaste no início do governo Lula.

Na última quinta-feira, o futuro ministro de Minas e Energia, senador Alexandre Silveira descreveu como uma “bomba armada” o déficit causado pela política de Jair Bolsonaro de corte de impostos dos combustíveis.

Créditos: O Antagonista.


Foto: Reprodução / Redes sociais

O Twitter censurou três perfis de comentaristas políticos conservadores nesta sexta-feira, 30. Por ordem judicial, Rodrigo Constantino, Paulo Figueiredo e Fernando Conrado foram impedidos de enviar mensagens aos brasileiros. Só aqueles que estiverem fora do país terão acesso às publicações do trio.

Em nota enviada aos comentaristas, a rede social declarou que cumpriu a legislação relacionada aos “princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil”. O Twitter informou que a ordem judicial que culminou no bloqueio dos perfis está em segredo de Justiça.

“O Brasil vive uma ditadura”, disse Constantino. “O que estamos vendo é censura escancarada. É perseguição. Nem os advogados têm acesso ao inquérito, que corre em sigilo. Não há como se defender. É bizarro. Eles querem calar as vozes de quem não cometeu nenhum crime, mas que denuncia o autoritarismo do STF. É absurdo.”

Segundo Figueiredo, a ordem para bloquear seu perfil foi do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. “Não fui notificado do teor da decisão nem da existência de processo contra mim”, afirmou o comentarista, que continuará a fazer suas publicações em outras redes sociais, como Rumble e Locals. “O brasileiro está na mesma situação que o povo norte-coreano, chinês e cubano. Eles têm acesso à internet filtrada pelos regimes totalitários.”

Para Conrado, o Twitter não está empenhando em resolver o problema. “Não tenho acesso ao processo”, disse o comentarista. “As plataformas não me respondem.”

Constantino tem 1,57 milhão de seguidores, enquanto Figueiredo e Conrado têm 1,31 milhão e 127 mil, respectivamente.

Fonte: Terra Brasil Notícias


Foto: Reprodução

No último dia do ano, uma grande surpresa no governo municipal. O ex-secretário Denilton Pereira Brito está de volta ao governo Colbert. Foi nomeado, neste sábado (31), novo diretor-presidente da Fundação Cultural Egberto Costa.

Denilton foi afastado do governo municipal por recomendação da Justiça, após denúncias de supostas irregularidades cometidas na Secretaria de Governo. O ex-secretário chegou a ter celular apreendido pela Polícia Federal, com ordem de busca a apreensão em sua residência.

Exonerado da função de secretário municipal de Governo, até então peça-chave na administração Colbert, Denilton retorna como diretor presidente na Diretoria Executiva da Fundação Municipal de Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Cultura Egberto Tavares Costa, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, símbolo NE-1.

Fonte: O Protagonista FSA


Foto: Reprodução

Em live realizada em suas redes sociais na manhã desta sexta-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro (PL) se emocionou e pediu compreensão de seus apoiadores, reconheceu que muitos estão chateados e esperando que ele faça alguma coisa, mas pediu que eles se colocassem no seu lugar. Ele ainda defendeu que as pessoas tentem convencer os adversários a mudarem de lado, em vez de partirem para o ataque.

“Quando você vê que alguém está fazendo coisa de forma repetida algo que você não gosta, não vá para o ataque, não vá para ameaças. Tenta, sei que é difícil, chamar a pessoa pro seu lado. Eu fiz muito disso. Não pensem os senhores que ao longo desse mandato meu não conversei com ninguém do Supremo Tribunal Federal, do TCU, do STJ, conversei com grande parte dessas pessoas”, afirmou.

Bolsonaro disse que alguns estão vivendo um clima de velório e, outros, de euforia e que ele fez o que era possível como presidente.

O Tempo


Imagem: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (30/12) que não deixará de fazer oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assume seu terceiro mandato à frente da Presidência da República.

Após dois meses sem realizar as tradicionais lives semanais e com a agenda reclusa, Bolsonaro fez uma transmissão nas redes para fazer um balanço de sua gestão. Desde que foi derrotado nas eleições deste ano, ele adotou uma agenda reclusa, com poucos compromissos oficiais e raras aparições públicas.

Fonte: Terra Brasil Notícias


Imagem: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro fez, nesta sexta-feira, 30, seu último discurso como presidente da República. Na ocasião, o chefe do Executivo comentou a sua gestão e disse que teve um saldo “bastante positivo” de seu governo. Além disso, intercedeu em favor da democracia no Brasil e repudiou “atos terroristas”, se referindo a um atentado de bomba no aeroporto de Brasília.

“Essa falta de liberdade que estamos vivendo não é de hoje e prejudica a democracia”, disse Bolsonaro. “Se isso continuar no futuro, vai pegar todo mundo. Sempre lutamos por democracia, liberdade, respeito as leis e a Constituição. Passei quatro anos mostrando a importância da liberdade para a democracia. O oxigênio da democracia é a liberdade em toda a sua plenitude.”

Segundo o presidente, nenhum chefe de Estado do Brasil enfrentou algo parecido no país, como a pandemia de covid-19 e a invasão russa à Ucrânia. “Todos sofreram. As mortes foram irrecuperáveis”, lamentou.

Fonte: Terra Brasil Notícias


Reprodução: CNN Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez uma live, nesta sexta-feira (30), para se despedir e afirmou que “nada justifica o ato terrorista” em Brasília, quando um homem plantou um explosivo em um caminhão de combustível perto do aeroporto da capital federal.

“Nada justifica aqui em Brasília essa tentativa de ato terrorista no aeroporto de Brasília. Nada justifica. Um elemento que foi pego, graças a Deus, com ideias que não coadunam com nenhum cidadão. Agora massifica em cima do cara como bolsonarista do tempo todo. É a maneira da imprensa tratar”, disse Bolsonaro.

O presidente repetiu o discurso de que teria sido perseguido por imprensa e Judiciário ao longo de seus quatro anos de mandato.Terrorismo O bolsonarista George Washington de Oliveira Sousa, de 54 anos, foi autuado em flagrante por terrorismo, após confessar ter montado um artefato explosivo que foi instalado em um caminhão de combustível, perto do Aeroporto de Brasília, no sábado (24).

Em depoimento aos policiais, o homem disse que o ato foi planejado por integrantes de atos em favor do presidente Jair Bolsonaro, que ocorrem no quartel-general do Exército, em Brasília. Afirmou ainda que o a instalação da bomba tinha o objetivo de “dar início ao caos” e que pretendia alcançar a decretação de estado de sítio no país – quando há restrição de direitos e à atuação de Legislativo e Judiciário.

Fonte: Metro1


Bolsonaro exonera Ciro Nogueira da Casa Civil 

Jair Bolsonaro (PL) exonerou o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira. O despacho foi publicado nesta sexta-feira (30), penúltimo dia de mandato do presidente, no “Diário Oficial da União”

A exoneração de Ciro Nogueira foi feita a pedido do ministro, segundo a publicação.

O ministro-chefe da Casa Civil é considerado o braço direito e o principal interlocutor do presidente da República dentro do Palácio do Planalto.

Informações TBN

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