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O presidente do PL na Bahia, João Roma, destacou que o cenário caótico na segurança pública no estado, com o avanço da violência e da ação de facções ligadas ao tráfico de drogas, são resultado das administrações petistas à frente do governo estadual. “O PT, de forma leniente, deixou o crime organizado se instalar no nosso estado”, declarou Roma, em entrevista à Rádio Excelsior, na manhã desta segunda-feira (18), em Salvador.

O dirigente partidário ressaltou que fica muito à vontade para tecer as críticas aos governos de Jaques Wagner e Rui Costa da mesma forma como elogiou, na semana passada, o fato de o governador Jerônimo Rodrigues ter dado respaldo às polícias Civil e Militar para reprimir a ação das facções criminosas que vêm aterrorizando cidadãos não somente em Salvador, mas em todo território baiano.

“A questão é ver a ousadia do crime organizado que está fazendo enfrentamento ao poder do estado”, destacou Roma, que indicou que o retrocesso econômico no estado, puxado pela cobrança alta de impostos, reduz as condições de ascensão social dos baianos. “A pessoa sem emprego torna-se solo fértil para que o crime organizado possa lhe cooptar”, explicou o ex-ministro da Cidadania.

Roma também criticou o governador Jerônimo Rodrigues que, em fala recente, tentou culpar o ex-presidente Jair Bolsonaro pelo crescimento da violência devido à política de promoção da legítima defesa defendida pelo ex-mandatário. “As armas que alimentam o tráfico não são compradas em lojas”, declarou Roma, ao defender a política de posse e porte de armas estabelecida na gestão Bolsonaro que estabeleceu parâmetros objetivos para que os cidadãos pudessem exercer o direito à legítima defesa da vida e da propriedade em que vivem.

O presidente estadual do PL também ressaltou que continua o trabalho, junto às bancadas federal e estadual do partido, para fortalecer a sigla e dar a ela capilaridade em todo o estado. Ele destacou a atuação de lideranças em toda a Bahia, como o Coronel França, em Teixeira de Freitas, da ex-candidata a deputada estadual Kátia Bacelar, da ex-candidata ao Senado, Doutora Raíssa, do Comandante Rangel, de James Meira, em Jequié, e André Porciúncula, em Salvador.

“Recentemente, conversando com Valdemar e com Bolsonaro, falamos que o PL é um grande partido, mas não podemos jogar com a vaidade. É nessa linha que estou buscando conversar com todos e ver qual a melhor definição para o PL na Bahia”, disse João Roma, durante a entrevista na Rádio Excelsior. O ex-ministro salientou que toda essa ebulição dentro do partido o estimula: “é uma sinalização positiva, pois demonstra o interesse pelo maior partido do Brasil na Bahia”.

Roma também salientou que entende quem oscila entre um caminho ideológico e um caminho estrutural, de adesão à máquina em Salvador. “Mas estão todos convidados para colaborar, inclusive esses que às vezes levantam e fazem uma queixa ou outra”, garantiu o presidente estadual da sigla.

O ex-ministro da Cidadania reiterou a manutenção de sua pré-candidatura a prefeito de Salvador, mas ressaltou que mantém diálogo com o prefeito Bruno Reis (União Brasil). “Já tive um primeiro encontro com Bruno Reis, tratando de problemas da cidade, mas não há nenhum entendimento formatado. No que pese a minha pré-candidatura estar mantida e termos projetos para Salvador, não vamos jogar com a vaidade”, explicitou o presidente do PL na Bahia. “É natural que haja disputas internas, mas acredito que em pouco tempo teremos com clareza uma posição”, apontou, referindo-se ao apoio à reeleição de Bruno ou o lançamento de candidatura própria.


Se as eleições para prefeito de Feira de Santana fossem hoje e tivéssemos segundo turno, Zé Ronaldo (União Brasil) venceria Zé Neto (PT). O ex-prefeito teria 39,84% dos votos, contra 30,48% do deputado federal, de acordo com pesquisa do Instituto Séculus Análise e Pesquisa, contratada pelo Protagonista e realizada entre os dias 12 e 14 de setembro de 2023.

Ainde segundo a pesquisa, em um segundo turno envolvendo os dois primeiros candidatos citados na pesquisa estimulada, 10% dos eleitores não votariam em nenhum dois candidatos e 19,68% não sabem ou não opinaram.

Outro questionamento feito aos 820 eleitores consultados é o seguinte: se as eleições fossem hoje, o sr ou a sra votaria em um candidato que não fosse Zé Neto ou Zé Ronaldo? A resposta foi que 60,81% não votariam em outro nome; 25,65% votariam, sim, em outro candidato; e 13,55% não não sabem ou não opinaram.

REJEIÇÃO

Um outro item importante na pesquisa foi a rejeição aos candidatos. Como era de se esperar, Zé Neto, com 21,13%, e Zé Ronaldo, com 15,65%, não seriam votados se as eleições fossem hoje.

Na sequência da rejeição, vêm os seguintes nome e percentuais: Zé Neto, 21,13%; Zé Ronaldo,15,65%; Tom, 12,42%; Zé Chico, 6,45%; Carlos Geilson, 4,19%; Binho Galinha, 4,03%; Fernando Torres, 2,74%; Jhonatas MOnteiro, 2,42%; Roberto Tourinho, 2,42%; Pablo Roberto, 1,61%; Angelo Almeida, 0,65%; José de Arimateia, 0,65%; Secretária de Saúde Roberta Santana, 1,13%; nenhum ou nulo, 8,87%; e não sabem ou não opinaram, 15,65%.

A próxima matéria sobre a pesquisa trará a consulta espontânea.

SOBRE A PESQUISA
Local: Feira de Santana;

Período de campo: 12 a 14 de setembro de 2023;

Amostra: Elaborada por quotas proporcionais em função de variáveis significativas, a saber: Sexo: Masculino, feminino;

Dado da Contagem de População do IBGE/2010 (as proporções para pessoas com 16 e 17 anos foram ajustadas de acordo com dados do TSE/ 2010);

Faixa etária: De 16 a 17 anos – 18 a 24 – 25 a 34 – 35 a 44 – 45 a 54 – 55 a 64 – 65 anos ou mais.

Grau de instrução: Analfabeto – Fundamental I – Fundamental II – Ensino médio – Universitário – Superior Completo.

Renda familiar: 1 salário mínimo – Até 03 salários mínimos – Acima de 03 salários mínimos;

Grupo de idade: De16 a 17 anos – 18 a 24 – 25 a 34 – 35 a 44 – 45 a 54 – 55 a 64 – 65 anos ou mais;

Dados da Contagem de População do IBGE/ 2010 (as proporções para pessoas com 16 e 17 anos foram ajustadas de acordo com dados do TSE/2010).
Instrução: Até primário, Ginasial, Colegial, Superior – Dados da contagem de População do IBGE/2010.
Número de entrevistas: Foram 820 entrevistas, nos seguintes locais: Sede e os distritos de Maria Quitéria, Humildes e Matinha;

Intervelo de confiança/margem de erro: O intervalo de Confiança é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 3,0 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

Coleta de dados: Entrevistas pessoais com utilização de questionários elaborados de acordo com os objetivos da pesquisa. As entrevistas foram realizadas pôr uma equipe de entrevistadores da SÉCULUS, devidamente treinada para abordagem deste tipo de público.

Controle de qualidade: Houve filtragem em todos os questionários após a realização das entrevistas.

Fiscalização em aproximadamente 20% dos questionários. Esse trabalho é de conhecimento exclusivo do Cliente, cabendo a este a divulgação, publicação, ou sigilo sobre o mesmo. A Séculus Assessoria se responsabilizará pelo segredo dos resultados, reservando-se ao direito de utilizá-los ou não, caso o cliente não se interesse.

*O Protagonista FSA


Lula Foto: Ricardo Stuckert/PR

O deputado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) Cristiano Caporezzo (PL) apresentou um projeto de lei, no início deste mês, para batizar o dia 1º de abril como o “Dia do Presidente Lula” em todo o estado mineiro. A data é popularmente conhecida, no Brasil, como o Dia da Mentira.

O parlamentar justificou a associação da data com o petista em razão de diversas promessas de campanha que não foram cumpridas, como “não perseguir opositores políticos, não defender a liberação das drogas nem do aborto” e “sustentar que o sistema comunista é eficaz”.

Lula também recebe tal título por suas declarações citando dados, números, inverídicos. Em vídeo que circula nas redes sociais, o petista aparece reconhecendo que cita números aleatórios, sem qualquer conexão com a realidade, sem citar as fontes.

Pleno News

A fritura petista de Flávio Dino
15 de Setembro de 2023

A fritura petista de Flávio Dino

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado.

O presidente Lula foi alertado que o governo está perdendo terreno no debate sobre segurança pública, diz o Estadão. Quem lhe “alertou” foi um dos vários petistas não gostam muito do ministro da Justiça, Flávio Dino (foto)— ele tem a fama de ter dizimado o partido no Maranhão quando era governador, fortalecendo o PCdoB, seu antigo partido. Segundo o jornal, o cargo de Dino está ameaçado, porque ele não apresentou um projeto robusto para o setor até agora, nove meses após a posse. 

O PT estaria preocupado com o desempenho do ministro da Justiça, que falou mais do que fez ao longo deste ano. Além disso, o Programa Nacional de Segurança nas Escolas, por exemplo, melindrou a esquerda em alguns pontos. A falta de um marca no combate à violência prejudica os petistas ainda mais na Bahia, que se destaca pela insegurança e é governada pelo PT há 16 anos. 

E qual seria a solução para o problema Flávio Dino? Derrubá-lo em cima de uma cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A ideia já vinha sento aventada, para tirar o político do PSB do caminho dos petistas na sucessão de Lula, ocorra ela em 2026 ou em 2030. A indicação de Dino teria o patrocínio dos ministros Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além de tudo. 

Os petistas não têm certeza, contudo, de que indicar Dino ao STF realmente o tiraria do páreo político. Os mais desconfiados dentro do partido desconfiam que o maranhense poderia usar a exposição do cargo para aumentar ainda mais seu capital político na esquerda e ameaçar as pretensões de ministros como Fernando Haddad, da Fazenda, e Rui Costa, da Casa Civil, de um dia chegar à Presidência da República. Este último, aliás, é um dos ex-governadores petistas da Bahia que se queimam com a incômoda violência urbana e policial do estado. 

O Antagonista


O ex-deputado federal é acusado de tentativa de homicídio; ele atirou contra policiais federais

roberto jefferson júri popular
O ex-deputado federal Roberto Jefferson | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ex-deputado federal Roberto Jefferson irá a júri popular. A decisão, divulgada na noite de quarta-feira 13, partiu da juíza federal Abby Ilharco Magalhães, da 1ª Vara Federal de Três Rios (RJ).

A decisão da magistrada se dá em decorrência do crime a que Jefferson responde na Justiça. Ele é acusado de tentativa de homicídio. Em 23 de outubro de 2022, o ex-parlamentar atirou contra o carro em que estavam quatro policiais federais. Na ocasião, os agentes foram até a casa do político, em Comendador Levy Gasparian (RJ), para cumprir mandado de prisão — que havia sido determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Além de tiros de uma carabina, Jefferson arremessou uma granada em direção ao carro da Polícia Federal. De acordo com a Agência Brasil, o delegado Marcelo André Côrtes Villela e a agente Karina Lino Miranda de Oliveira ficaram feridos por estilhaços de uma granada. A dupla de agentes precisou receber cuidados médicos em hospital.

A juíza Abby também foi responsável por manter a prisão preventiva de Jefferson. Dessa forma, ela rejeitou o pedido da defesa do ex-deputado. Os advogados dele solicitavam a conversão em prisão domiciliar.

“Como já restou consignado, tanto a materialidade delitiva quanto a autoria atribuída ao réu encontram-se suficientemente delineadas e não há novos elementos de convicção ou alteração fática, capazes de modificar a conclusão pela concreta necessidade de manutenção da prisão preventiva do réu com vistas à manutenção da garantia da ordem pública”, afirmou, em trecho de sua decisão, a magistrada.

Não há, por ora, previsão de data de quando ocorrerá o julgamento de Roberto Jefferson pelo tribunal do júri, o popular júri popular.

Estado de saúde de Roberto Jefferson, que vai a júri popular

saúde Roberto Jefferson
Roberto Jefferson está em hospital, mas voltará para a cadeia depois de tratamento médico. É, a saber, o que determina Alexandre de Moraes | Foto: Divulgação/SEAP

Apesar da decisão da juíza da 1ª Vara Federal de Três Rios, Roberto Jefferson, de 70 anos, não está em um presídio. Isso porque ele continua internado no Hospital Samaritano Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro. Moraes autorizou a ida dela para uma unidade hospitalar particular em 4 de junho. De acordo com boletim médico da ocasião, o ex-deputado apresentava problemas de saúde, como um possível traumatismo craniano e risco de tumores (câncer).

Informações Revista Oeste


O ministro do STF Nunes Marques, no julgamento dos réus acusados dos atos do 8/1
O ministro do STF Nunes Marques, no julgamento dos réus acusados dos atos do 8/1 Imagem: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O ministro Nunes Marques, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou para condenar o primeiro réu acusado de invadir e depredar os prédios públicos durante os atos golpistas de 8 de janeiro. O magistrado, porém, divergiu de Alexandre de Moraes e absolveu o acusado dos crimes mais graves, como golpe de Estado e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito.

O que aconteceu?

Nunes Marques defendeu que a condenação seja restrita somente aos crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. 

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A pena sugerida por ele foi de dois anos e seis meses de prisão em regime aberto, além do pagamento de 60 dias-multa. O tempo de detenção seria abatido dos oito meses que o réu já ficou preso preventivamente.

O julgamento foi suspenso e será retomado amanhã (14) com o ministro Cristiano Zanin. 

Antes de Nunes Marques, havia votado o relator do processo, Alexandre de Moraes, que defendeu uma condenação de 17 anos de prisão, sendo 15 anos em regime fechado.

Já para Nunes Marques o crime de golpe de Estado e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito não ficaram provados no caso específico do réu. Para o ministro, tratou-se de uma invasão vândala, mas que não tinha o intenção de chegar ao objetivo do golpe de Estado.

“As lamentáveis manifestações ocorridas, apesar da gravidade do vandalismo, não tiveram alcance na tentativa de abolir o Estado de Direito”, afirmou.

Um grupo difuso e descoordenado de manifestantes, vários deles motoboys, ambulantes, entregadores, prestadores de pequenos serviços, aposentados, donas de casa, não teria qualquer condição de atuar na concepção deste crime.
Nunes Marques, ministro do STF

O ministro reforçou o argumento ao dizer que as Forças Armadas não aderiram à tese golpista dos manifestantes. “Forças Armadas jamais sinalizaram qualquer adesão”, afirmou.

Divergência parcial

O voto de Nunes Marques abre uma divergência parcial com a posição de Alexandre de Moraes, que propôs uma pena dura de 17 anos de prisão ao primeiro réu dos atos golpistas.

Pelo voto de Moraes, Aécio Lúcio Costa Pereira, de 51 anos, responderá pelos crimes de abolição violenta do Estado de Direito, golpe de Estado, dano qualificado por meio de violência e grave ameaça, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.

Moraes fixou a pena em 17 anos de prisão, sendo 15 anos e seis meses em regime fechado e um ano e seis meses em regime aberto. O ministro também fixou o pagamento de 100 dias-multa, cada um no valor de um terço do salário mínimo. A estimativa é que o valor chegue a cerca de R$ 44 mil.

Ele também estipulou uma multa coletiva por danos públicos no valor total de R$ 30 milhões, a ser paga, se sua decisão for corroborada pela maioria dos ministros, por todos os condenados pelos atos golpistas.

Fotos e vídeos durante voto

Em um movimento inédito para uma ação penal no Supremo, Moraes exibiu fotos e vídeos da invasão ao prédio da Corte e do Congresso durante a leitura de seu voto. O instrumento já foi acionado antes, mas em outros tipos de processos na Corte.

Enquanto as imagens eram transmitidas, o ministro reforçou que se tratou de atos atentatórios à democracia comandada por uma “turba de golpistas”. As imagens foram transmitidas pela TV Justiça ao longo da sessão.

Não estavam com armamento pesado, com fuzis, mas estavam numericamente agigantados e a ideia era que, a partir dessa destruição, com essa tomada dos três prédios, houvesse a necessidade de uma GLO [Garantia da Lei e da Ordem]. E, com isso, estavam pedindo que as forças militares, principalmente o Exército, aderissem a esse golpe de Estado.
Alexandre de Moraes, ministro do STF

Moraes também exibiu três vídeos gravados e divulgados pelo próprio réu, Aécio Lúcio Costa Pereira, durante a invasão ao Senado Federal.

Em uma das cenas, Aécio está na mesa diretora do Senado durante o quebra-quebra. Em outra, ele fala no parlatório da Casa e diz que não aceitará o “governo fraudulento” de Lula (PT) e que “não deixará o comunismo entrar”.Continua após a publicidade

“Isso é um passeio pacífico, presidente?”, ironizou Moraes.

Quem é o primeiro réu

Aécio Lúcio Costa Pereira, de 51 anos, é de Diadema (SP). Durante a invasão, ele gravou um vídeo enquanto estava na mesa diretora da Casa. Ostentando uma camisa com os dizeres “intervenção militar federal”, ele se dirigiu aos “amigos da Sabesp” no vídeo, que foi exibido durante a sessão.

Pereira acabou preso pela Polícia Legislativa dentro do próprio plenário e continua detido nove meses depois. Já em janeiro, ele foi demitido da Sabesp.

Amigos da Sabesp: quem não acreditou, tamo aqui. Quem não acreditou, to aqui por vocês também, porra! Olha onde eu estou: na mesa do presidente.
Aécio Lúcio Costa Pereira, réu por invadir o prédio do Senado

Em depoimento, ele negou que tenha participado do quebra-quebra.Continua após a publicidade

No plenário, o advogado Sebastião Coelho da Silva, que representa Aécio, afirmou que o julgamento era “político” e disse que o Supremo não deveria julgar o caso.

Aqui nesta Corte estão as pessoas mais odiadas do país. Vossas excelências têm que ter a consciência de que são as pessoas mais odiadas do país.
Sebastião Coelho da Silva, desembargador aposentado e advogado de Aécio

Informações UOL


Pesquisa revela número de brasileiros que fariam Pix para Bolsonaro; VEJA

Foto: Reprodução / Facebook Jair Messias Bolsonaro.

De acordo com a pesquisa A Cara da Democracia, 5% dos eleitores brasileiros fariam Pix para ajudar o ex-presidente Jair Bolsonaro a pagar multas do Poder Judiciário. Dos entrevistados que topariam colaborar com o ex-presidente, a maioria disse que doaria cerca de R$ 100. 

Realizado pelo Instituto da Democracia (IDDC-INCT), o estudo apontou que 3% doariam até R$ 100, mas um número menor informou que doaria no máximo R$ 1000. Outros entrevistados disseram que fariam depósitos de quantias bem maiores — 92% responderam que jamais fariam isso. 

Considerando que o número atual de eleitores no Brasil é de 156,5 milhões de pessoas, os 5% que ajudariam Bolsonaro representam 7,8 milhões de pessoas aptas a votar. 

A pesquisa A Cara da Democracia conta com entrevistas em todo o país. Foram ouvidos 2.558 eleitores em 167 cidades. O estudo ocorreu entre os dias 22 e 29 de agosto, com uma margem de erro estimada em dois pontos percentuais para mais ou para menos e um índice de confiança de 95%. 

Neste ano, o ex-chefe do Poder Executivo fez uma campanha para que apoiadores o ajudassem com dinheiro para pagar suas multas judiciais. No mês passado, ele pagou uma dívida de R$ 1 milhão referente a oito multas que recebeu da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo por descumprir medidas sanitárias, como o uso de máscara em locais públicos, durante a pandemia. 

Segundo o Estadão, a decisão de fazer o depósito em juízo foi confirmada por interlocutores de Bolsonaro. O ex-presidente, porém, ainda está com um recurso no TJ-SP contra o pagamento das multas, à espera de julgamento. Se o tribunal lhe der ganho de causa, o valor depositado judicialmente será resgatado. 

Também em agosto, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), enviou para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) um projeto de lei que pretende cancelar as multas sanitárias aplicadas durante a pandemia da Covid-19. 

No texto do projeto, o governador argumenta que a Secretaria da Saúde promoveu ações de fiscalização e autuações com intuito de evitar a disseminação do vírus e a consequente exaustão do serviço de saúde. Diz também que as multas tinham a intenção de promover a conscientização para prevenir o contágio, e não intuito arrecadatório. 

De acordo com o texto de Tarcísio, as multas que já foram pagas não serão ressarcidas. 

O Antagonista


Veto de Lula fragiliza arcabouço fiscal e reduz transparência da gestão

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O veto do presidente Lula ao artigo que vedava a exclusão de quaisquer despesas primárias da apuração da meta de resultado primário vai fragilizar o novo arcabouço fiscal. 

A conclusão é da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara, em nota técnica divulgada nesta terça-feira (12). 

“O segundo veto, ao contrário, não se mostra compatível com os fundamentos do regime fiscal sustentável. Permitir que as LDOs [Lei de Diretrizes Orçamentárias] possam abater determinadas despesas da apuração da meta fragiliza o espírito da regra fiscal, reduz a transparência da gestão e cria precedente que tende a ser ampliado ao longo dos anos”, destaca o texto. 

A consultoria defende que o artigo foi incluído no novo arcabouço fiscal para “assegurar que as metas de resultado primário sejam realistas”. O veto será ainda analisado pelo Congresso. 

Ao vetar o dispositivo, Lula argumentou que o artigo contrariava o interesse público, “uma vez que a lei de diretrizes orçamentárias é o diploma competente para estabelecer e gerir as metas de resultado fiscal”. 

Informações TBN


Foto: Blog do BG

Foto: Anushree Fadnavis/Reuters

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (11) que não sabia da existência do Tribunal Penal Internacional (TPI). A declaração foi dada em uma entrevista coletiva após a cúpula do G20, em Nova Déli, na Índia.

“Eu nem sabia da existência desse tribunal”, disse o petista, acrescentando que pretendia investigar a razão pela qual o Brasil era signatário do Estatuto de Roma, tratado fundador da corte, enquanto grandes potências como Estados Unidos e China não eram. “Me parece que os países do Conselho de Segurança da ONU não são signatários, só os ‘bagrinhos’”, completou.

Na verdade, dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, EUA, Rússia e China não aderiram ao TPI. França e Reino Unido, porém, são signatários do Estatuto de Roma e membros da corte. No total, a instituição reúne 123 países.

Folha de S. Paulo


O presidente do PL na Bahia, João Roma, fez uma ressalva quanto à atuação do governador Jerônimo Rodrigues no enfrentamento ao crime organizado na Bahia e reconheceu que o petista, pontualmente, deu respaldo à necessária resposta dos policiais militares no combate às facções criminosas que aterrorizam a capital baiana. O ex-ministro da Cidadania pontuou, entretanto, que a situação de descontrole na segurança pública é resultado das administrações petistas que antecederam a de Jerônimo.

“É muito triste observar a Bahia com redução de sua estrutura industrial, uma Bahia com esse quesito de violência que salta aos olhos. E nesse ponto eu faço até uma ressalva porque, neste momento eu ouvi críticas, mas até cabe aqui um reconhecimento de que o governador Jerônimo deu respaldo à polícia”, disse Roma, em entrevista à Rádio Salvador FM, nesta segunda-feira (11). O ex-ministro da Cidadania ponderou: “mas não podemos desprezar que isso tudo é resultante de um período em que o PT deixou a coisa frouxa. Então agora tem que correr atrás do tempo perdido”.

Apesar do recente respaldo à ação policial pelo governador Jerônimo Rodrigues, o presidente estadual do PL recordou que o ex-governador Rui Costa tirou a competitividade econômica do estado e que, no final do mandato, como “cereja do bolo”, presenteou os baianos com aumento de mais de 1% linear na alíquota do ICMS. “Com um ensino com debilidade, uma segurança pública caótica e sem um vetor de desenvolvimento, como vamos empregar a população?”, questionou o ex-ministro da Cidadania.

Roma reiterou durante a entrevista que não faz a política do “quanto pior melhor”. “Eu não torço contra a Bahia, torço positivamente, mas são pontos que nos deixam muito tristes”, considerou o ex-deputado federal. Roma destacou, por exemplo, a incompetência do PT para retirar do papel obras estruturantes. “Temos a ladainha da ponte Salvador-Itaparica. Eu sou a favor desse projeto. Eles desativaram o trem do subúrbio sem sequer ter um projeto alternativo”, enumerou Roma. Quantos aos trens do subúrbio, o dirigente partidário disse que a população perdeu em meio de transporte que custava R$ 0,50, mas que deve ser substituído por outro talvez dez vezes mais caro.

Ao comentar as eleições de 2024, Roma destacou que o interesse do PT é ocupar as grandes cidades da Bahia e sufocar outros espectros político. “Essa é uma característica do PT: dominar. No Bolsa Família, tiraram as regras de emancipação”, disse. Roma disse que o mesmo é feito em relação às prefeituras, em um contraste com o que ocorria na gestão de Jair Bolsonaro (PL). “Caiu demais o repasse para os prefeitos, pois o PT quer os prefeitos mais dependentes da mão benevolente do governo federal. Com Bolsonaro, até os aliados criticavam, pois ele transferia os recursos sem critérios políticos”, comparou o ex-ministro da Cidadania.

O ex-ministro da Cidadania disse que sua pré-candidatura à Prefeitura de Salvador continua posta. “Mas não podemos levar essa discussão com vaidade”, destacou ao afirmar que, se a caminhada de Bruno Reis for antagônica à do PT, ele pode sentar e dialogar com o atual prefeito da capital baiana. “Hoje estou muito animado, pois pesquisas nacionais me colocam com 9% e até com 10%, o que não exclui a possibilidade de entendimento”, ponderou. Roma disse que, na capital, é preciso olhar de forma mais ampla a candidatura e também ouvir os nomes que irão compor a chapa de vereadores.

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