Neste domingo (31), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para publicar uma mensagem de Páscoa. Ele destacou a data como um dia importante para os cristãos.
O político destacou ainda que a Palavra de Deus sempre deixou mensagens positivas e reflexivas a todos. Ele afirmou que Cristo é inspiração para qualquer pessoa de coração bom.
– Hoje é um dia importante para todos os Cristãos, e para toda a humanidade. Acreditar é uma escolha pessoal, contudo é válido lembrar que a Palavra sempre deixou mensagens positivas e reflexivas a todos. Cristo é inspiração para qualquer pessoa de coração bom. Os valores transmitidos por Ele formaram nossa civilização e ainda hoje ajudam a manter os pilares de nossa sociedade. Que este dia sirva para também restaurarmos nossa fé, seja espiritual, seja no futuro do nosso país, seja no mundo… Feliz Páscoa a todos – escreveu.
Ele concluiu o post com um versículo bíblico.
– Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; João 11:25.
A deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, esteve em Cuba, na última quinta-feira (28), onde assinou um acordo de cooperação e intercâmbio com o Partido Comunista (PC) cubano. O tratado é similar ao que a legenda assinou em setembro do ano passado com o Partido Comunista da China. O pacto visa reforçar os laços entre as duas organizações e fortalecer a troca de experiências, segundo a legenda.
A visita de Gleisi à ilha caribenha ocorreu na mesma semana em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, pela primeira vez neste mandato, um governo autoritário de esquerda. Na última quinta-feira, Lula criticou abertamente o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de quem é aliado histórico, por causa do veto do seu governo à candidatura de María Corina Machado, que saiu vencedora das primárias organizadas pela oposição. O petista disse que é “grave que a candidata não possa ter sido registrada, porque ela não foi proibida pela Justiça”.
A passagem de Gleisi pelo país caribenho ainda contou com um encontro com o presidente Miguel Diáz-Canel. Também participou da reunião o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ). A presidente do PT escreveu nas redes sociais que transmitiu ao líder cubano o interesse de dialogar “sobre o que mais o Brasil pode fazer para ajudar Cuba, em meio ao bloqueio que está sofrendo”.
De acordo com a parlamentar, Diáz-Canel destacou “os excelentes vínculos entre as duas organizações políticas e a importância de aprofundá-las”. O presidente cubano e primeiro secretário do Partido Comunista ainda teria agradecido, segundo Gleisi, o apoio de Lula aos cubanos por meio de parcerias para fazer frente ao embargo norte-americano.
Cuba enfrenta atualmente uma das piores crises econômicas de sua história. A situação na ilha tem se agravado a tal ponto que especialistas têm traçado paralelos com o chamado período especial, quando a economia cubana passou por severa recessão provocada pela dissolução do seu principal parceiro econômico e político, a União Soviética.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) comentou em suas redes sociais sobre uma reportagem do Metrópoles que divulga um suposto plano do Partido Liberal para que o parlamentar venha a disputar as eleições de 2026 para o governo de Minas Gerais.
De acordo com a lei brasileira, para se candidatar a governador ou vice-governador, a idade mínima é de 30 anos. Até 2026, Nikolas terá idade para pleitear o posto, mas como ele mesmo explicou, ele se sente muito novo para isso.
– Sequer vou pensar nisso agora. Sou muito novo e há um longo caminho pela frente. Estou focado na ocupação de espaços, penetrar na sociedade e continuar realizando o trabalho que faço há anos – explicou.
Nikolas tem 27 anos e está em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Ele se tornou o deputado federal eleito com o maior número de votos da história: 1,47 milhão. Em 2020, foi eleito como vereador de Belo Horizonte.
*Pleno.News Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
No mundo do petista, as pecinhas são encaixáveis e não existem lei da oferta e da procura, mercado internacional, dividendos de acionistas e governo gastão
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, gesticula depois de condecorar o presidente da França, Emmanuel Macron, com o Grande Colar da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul durante encontro no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) – 28/3/2024 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, faz o que pode para tentar passar a ideia de que temos um governo fiscalmente responsável e de que existe um projeto racional de país na cachola dele e de Lula.
Não convence ninguém. Os empresários paulistas e adjacentes até tentam levá-lo a sério, reconhecem os seus esforços publicamente, mas o desejo de todos eles é o de que esse governo passe logo e não tenha bis.
Veja-se, por exemplo, o que Fernando Haddad disse a respeito da contínua interferência de Lula na Petrobras.
“O presidente já falou um milhão de vezes que, tanto em relação à política de preços da Petrobras quanto em relação à política de investimentos, sendo uma empresa estratégica, ele vai atuar como o controlador para que a Petrobras, por exemplo, invista mais em transformação ecológica”, afirmou Fernando Haddad. “É um direito do controlador fomentar a Petrobras nessa direção. O petróleo, se não vai terminar, vai ser cada vez menos usado.”
Ele tenta emprestar normalidade ao que é anormal. Ele tenta justificar uma enormidade com uma mentira visível a olho nu até para míopes.
Lula não é o controlador de coisa nenhuma. O Estado brasileiro é o controlador da Petrobras. Mas isso não dá o direito a quem representa o Estado de prejudicar os interesses dos demais acionistas.
Os desmandos de Lula na Petrobras
Prejudicar os acionistas foi o que Lula fez, em relação aos dividendos extraordinários que não foram distribuídos. Prejudicou, inclusive, o Estado brasileiro, porque o Tesouro deixou de embolsar até R$ 15 bilhões. Faria bastante diferença para qualquer governo, em especial um tão deficitário como o de Lula — para relembrar, em fevereiro, o déficit primário foi de R$ 58,4 bilhões, o pior da história.
O presidente, que se comporta como CEO da Petrobras, também se dá o direito de controlar os preços dos combustíveis para domar a inflação, receita desastrosa da época de Dilma Rousseff que resulta em prejuízo para a empresa e só represa a inflação por algum tempo.
É cascata também que Lula esteja interessado em transição ecológica. Ele gosta mesmo é de se lambuzar em óleo. Basta ver a retomada dos gastos exorbitantes em refino, com a ressurreição de dois ícones da corrupção: a Abreu e Lima e o Comperj.
Nas duas refinarias, foram enterrados R$ 36,3 bilhões, sem que fossem completadas. Agora, Lula quer terminar o serviço. É uma ideia péssima. Investir em exploração e produção rende três vezes mais do que em refino. Parte desse retorno poderia ser usado na transição ecológica, sem prejudicar os acionistas no imediato e os beneficiando no futuro.
O lugar-comum de Fernando Haddad
Na sua cabecinha enevoada, Lula acha que, se a Petrobras produzir mais gasolina e diesel, ele poderá controlar mais os preços na bomba. Lula não governa, brinca de Lego, aquele mundo infantil de pecinhas encaixáveis no qual não existem lei da oferta e da procura, mercado internacional, dividendos de acionistas e governo gastão, a causa primordial da inflação.
Fernando Haddad disse que a Petrobras é uma empresa estratégica. Ouvimos esse lugar-comum e não nos perguntamos qual é o seu significado real. Ser estratégica significaria fazer parte de um projeto de país. Ele é inexistente da parte desse governo e de quase todos os outros anteriores. A única estratégia de Lula é servir-se das empresas estatais ou de capital misto para fazer populismo eleitoral e propaganda ideológica do que nunca deu certo. O Brasil não cresce por causa de Lula. Cresce, apesar de Lula.
O prefeito de Feira de Santana Colbert Martins (MDB) aproveitou o feriado da Semana Santa para receber convidados. Entre eles, o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. O encontro está ocorrendo neste, sábado (30), em Praia do Forte, no litoral Norte.
Em registro obtido pelo Bahia Notícias, com exclusividade, Flávio e Colbert posaram durante o encontro. O senador tem aproveitado o período de recesso para curtir as praias baianas, local onde tradicionalmente já visita e possui amigos. Já Colbert, ainda debate o futuro partidário em meio a possibilidade de deixar o MDB, partido que tem um direcionamento de apoio à candidatura do deputado federal Zé Neto (PT), em Feira.
Recentemente, o Bahia Notícias divulgou a insatisfação de Colbert com a direção estadual do MDB. Ao BN, Colbert revelou estar insatisfeito. “Eu entendo que Feira de Santana tem o único prefeito, da maior cidade do interior do Norte Nordeste que é do MDB. Elegi e me reeelegi pelo MDB. Fizemos a maior bancada de vereadores em Feira do MDB. E o MDB neste momento, não querer que o MDB volte a ter representação, é como se cortasse a cabeça do partido e entregasse em uma bandeja ao PT em Salvador, por uma troca em Salvador, que nós, feirenses, não aceitamos”, disse.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro manifestou apoio à intérprete de Libras Brenda Rodrigues, que relatou ter sido hostilizada no Palácio do Planalto pela equipe da Secretaria de Comunicação (Secom) do governo Lula (PT).
Em postagem nos stories do Instagram feita nesta sexta (29), a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou que é “importante reconhecer e apoiar os profissionais de Libras que trabalham para garantir a acessibilidade para a comunidade surda”.
– A inclusão e o respeito aos direitos das pessoas com deficiência, e à pessoa surda, incluindo o acesso à informação, são fundamentais para uma sociedade justa, igualitária e sem barreiras de comunicação. Todo o meu carinho, admiração e respeito à nossa querida intérprete – acrescentou.
ENTENDA Por meio das redes sociais, Brenda contou ter sido ameaçada a ser retirada a força do Planalto por parte de uma integrante da Secretaria de Comunicação (Secom).
– Na quinta-feira, fui prestar um serviço como terceirizada de uma empresa no Palácio do Planalto. Fui devidamente identificada, autorizada a entrar, com o pin de acesso livre como deve ser para os intérpretes de Libras… Porém, chegou uma assessora de participação social e diversidade da Secom, intérprete de Libras também, e disse que não precisava mais dos meus serviços – detalhou.
Nesta sexta-feira (29), o advogado de Daniel Silveira, Paulo Faria, enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de prisão em flagrante delito do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa de Silveira alega que o magistrado cometeu “crime permanente e perpétuo de tortura”.
O motivo do pedido contra Moraes seria a não conferência de progressão de regime ao ex-deputado, de acordo com a revista Oeste.
Nas redes sociais, Faria disse que Moraes não respeita nenhuma lei.
– Daniel Silveira está há 200 dias preso além do prazo legal para progressão de regime ao semiaberto. 200 dias preso ilegalmente! Todos os dias, vou denunciar essa ilegalidade de Alexandre de Moraes. 200 dias preso ilegalmente! Isso é para que todos saibam que esse cidadão não respeita nenhuma lei, a Constituição e muito menos a advocacia.
A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, recentemente se encontrou com o ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, em um evento que fortaleceu os laços entre as duas organizações políticas. O encontro resultou na assinatura de um acordo de intercâmbio e cooperação entre o Partido Comunista de Cuba (PCC) e o PT.
O Acordo de Cooperação
O secretário do PCC, Roberto Morales, e a presidente do PT assinaram o documento, formalizando a colaboração entre os partidos.
Essa aproximação diplomática não é a primeira. Durante o governo do ex-presidente Lula, o Brasil já havia demonstrado solidariedade à ditadura cubana, inclusive enviando alimentos para ajudar a população faminta.
Além disso, em março, o Itamaraty fechou um acordo com a diplomacia cubana para a formação e colaboração acadêmico-diplomática. Isso inclui cursos para jovens diplomatas estrangeiros, videoconferências e cooperação entre os institutos de formação de diplomatas de ambos os países.
O Contexto
O governo brasileiro tem buscado ampliar as relações bilaterais com Cuba, especialmente na área agrícola e de segurança alimentar.
A cooperação entre os partidos e os acordos firmados visam fortalecer os laços históricos entre o Brasil e Cuba, mesmo em meio a controvérsias e diferentes perspectivas políticas.
Essa aproximação entre o PT e o PCC levanta debates sobre as relações internacionais e a postura do Brasil em relação a regimes autoritários.
O governo federal autorizou um reajuste de até 4,5% nos preços dos medicamentos para este ano, a partir deste domingo (31). O aval para o aumento foi publicado nesta quinta-feira (28) no Diário Oficial da União (DOU). O porcentual, que funciona como um valor máximo, foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED).
O ajuste de preços de remédios é anual e tem como fundamento um modelo de teto calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O IPCA ficou em 4,5% em fevereiro no acumulado dos últimos 12 meses.
As empresas detentoras de registro de medicamentos poderão ajustar os preços no prazo de até quinze dias após a publicação desta Resolução, conforme instruções da Secretaria Executiva da CMED, cita a nota publicada no DOU.
Os outros índices usados na conta da indústria farmacêutica, como produtividade do setor, custos de produção não captados pelo IPCA e promoção de concorrência, foram estabelecidos como zero pela CMED, em resolução anunciada em fevereiro.
Em 2024, não haverá distinção de aumento em três faixas como já ocorreu em anos anteriores, indicando medicamentos por meio da competitividade do mercado, se mais competitivo, moderadamente concentrado ou muito competitivo.
De acordo com a lei, a recomposição anual de preços definida pelo governo pode ser aplicada em cerca de 10 mil apresentações de medicamentos disponíveis no mercado varejista brasileiro.
A despeito de ser válido a partir deste domingo, o reajuste não deve ser imediato, ou seja depende de cada farmácia e da própria indústria farmacêutica. Por isso, o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) recomenda ser importante que o consumidor pesquise nas farmácias e drogarias as melhores ofertas dos medicamentos prescritos pelos profissionais de saúde
– Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, aumentos de preço podem demorar meses ou nem acontecer – diz em nota o presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini.
O reajuste autorizado pelo governo federal para 2024 é inferior ao de até 5,60% no preço concedido em 2023. Conforme observa o Sindusfarma, de 2014 a 2024 o IPCA acumulou alta de 77,5% ante uma variação de preços dos remédios de 72,7%.
O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou em plenário virtual, nesta sexta-feira (29), o julgamento que trata sobre os limites constitucionais da atuação das Forças Armadas e a hierarquia da instituição militar frente aos Três Poderes. Os ministros têm até o dia 8 de abril para registrar seus votos no sistema. O relator do caso, Luiz Fux, já deu o seu parecer na manhã desta sexta, afirmando que Constituição não encoraja ruptura democrática.
Para ele, a Constituição não autoriza que o presidente da República recorra às Forças Armadas contra os outros dois Poderes – Congresso e Supremo -, bem como não concede aos militares a atribuição de moderar eventuais conflitos entre Executivo, Legislativo e Judiciário.
– Qualquer instituição que pretenda tomar o poder, seja qual for a intenção declarada, fora da democracia representativa ou mediante seu gradual desfazimento interno, age contra o texto e o espírito da Constituição – disse o ministro em seu voto, acrescentando ser urgente “constranger interpretações perigosas que permitam a deturpação do texto constitucional e de seus pilares e ameacem o Estado Democrático de Direito”.
O ministro não teceu qualquer comentário acerca das denúncias sobre arbitrariedades praticadas por ministros do STF, principalmente de Alexandre de Moraes. Seu comentário não contempla o descontentamento político e social com atuações recentes do Poder Judiciário, raiz de muitas destas questões sobre rupturas.
A ação foi apresentada pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) em 2020, questionando pontos da lei de 1999 que regula o emprego das Forças, como, por exemplo, as atribuições do presidente da República frente ao pedido do uso das Forças pelos demais Poderes.
O pedido para que a Corte analise a questão tem como pano de fundo declarações do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus apoiadores com interpretações sobre o artigo 142 da Constituição, que, segundo eles, permitiria aos Poderes pedir intervenção militar em casos necessários para o restabelecimento da ordem.