Reprodução/Polícia Civil

Reprodução/Polícia Civil

Um homem foi preso ontem após desenhos da sobrinha relatando abusos sexuais serem descobertos pela família em Alagoas.

A criança destacou suas regiões íntimas do corpo com setas e círculos. Ela também desenhou rabiscos na cabeça e corações partidos ao lado. Os papéis foram encontrados pela irmã mais nova da vítima, que mostrou à mãe. Caso aconteceu na zona rural de Arapiraca, a cerca de 128 quilômetros de Maceió. Tio foi preso na quarta-feira (26).

A menina tinha receio de relatar os abusos por sofrer ameaças do suposto autor, segundo a polícia. A investigação também descobriu que a menina havia tentado tirar a própria vida após os traumas sofridos.

”Ele toco ei mi”, ”eu não so mais vigis” e ”eu não podia cota para”, escreveu a menina de 11 anos. ”Eram rascunhos feitos pela vítima em momentos de isolamento, nos quais a criança expressava suas angústias”, explicou a Polícia Civil.

O homem, de 41 anos, teve prisão preventiva decretada pela Justiça. Ele foi detido na quarta-feira (26) pela equipe da Delegacia Especial da Criança e do Adolescente e agora está à disposição da Justiça. Como ele não foi identificado, não foi possível localizar a defesa, mas o espaço segue aberto para manifestações.

Fonte: Portal Grande Ponto


Foto: Reprodução

Carlos Henrique Vitória dos Santos, 18 anos de idade, foi assassinado por volta de 21h30 de quarta-feira (26), na Rua Altamira, localizada no bairro Mangabeira em Feira de Santana.

Segundo informações apuradas pela reportagem do Acorda Cidade, a vítima foi atingida com dois disparos de arma de fogo, na região do braço e da cabeça.

A vítima residia no mesmo bairro onde aconteceu o crime.

Ainda não há informações sobre autoria nem motivação do homicídio.

O delegado Alisson Carvalho presidiu o levantamento cadavérico e o corpo foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) para ser necropsiado.

Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade


Imagem: Reprodução

Um homem de 32 anos foi morto a tiros na tarde desta sexta-feira, no conjunto José Ronaldo, bairro Campo Limpo.

A polícia informou que a vítima teve sua casa invadida por dois homens, que cometeram o crime.

O corpo foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) e não há mais informações sobre o caso.

Com informações da Central de Polícia


A Polícia Federal e Receita Federal deflagraram na manhã desta terça-feira (11) a Operação Xepa, que investiga distribuidoras de produtos hortifrutigranjeiros por supostamente sonegar ao menos R$ 10 milhões em tributos.

Dez mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades de Itabuna, Ilhéus, Poções e Porto Seguro.

Agentes federais e auditores fiscais apuram os crimes contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro. O prejuízo aos cofres públicos pode ultrapassar a casa de R$ 100 milhões, valor que pode ser ainda maior.

Segundo a Receita Federal, o grupo empresarial é formado por pelo menos três empresas de distribuição, duas patrimoniais, utilizadas para ocultação dos bens, e diversas pessoas físicas.

As empresas operacionais eram constituídas por pessoas interpostas, sem capacidade econômica, que detinham ligação de parentesco com os reais beneficiários do grupo econômico e sem poderes de gestão nas entidades, que eram delegados por meio de procurações bancárias ou cartoriais.

De acordo com a investigação, a atuação das empresas se dava em contexto de total confusão patrimonial, com compartilhamento de endereços, uso das mesmas marcas comerciais, atuação no mesmo ramo de atividade e com existência de diversos fluxos bancários entre as empresas do grupo, bem como entre essas e as pessoas físicas.

Em contrapartida, no braço patrimonial do grupo, empresas constituídas pelos filhos dos beneficiários efetivos não realizavam qualquer atividade operacional, mas acumulavam patrimônio expressivo, por meio de aquisições de imóveis realizadas com recursos estranhos às entidades ou pagamentos direto das próprias empresas do braço operacional.

As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia.

Foto: Divulgação/ Rafa Neddermeyer/Agência Brasil


Com foco na mobilidade e na segurança viária, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) intensificou, entre os dias 29 de maio até 02 de junho, os comandos educativos e de fiscalizações ostensivas durante a Operação Corpus Christi 2024 nas rodovias federais da Bahia .

Segurança Viária

Apesar de todo o esforço da PRF nas ações estratégicas de fiscalização e conscientização, os policiais flagraram ainda muitos condutores e passageiros contrariando as leis de trânsito durante o feriadão.

Em 5 dias de atividades , foram fiscalizados 5.562 veículos e 6.645 pessoas e foram emitidas 3.727 autuações. Para coibir ultrapassagens em local proibido, que resultam em colisões frontais, foram realizados comandos em rodovias de pista simples e emitidas 785 autuações por essa prática, média superior a 6 infrações por hora e aumento de 35% quando comparada ao ano passado.

O uso do cinto de segurança é obrigatório no Brasil há mais de 20 anos. Mesmo assim, muitos motoristas e passageiros ignoram a importância dele, inclusive no banco de trás. Um total de 544 autos foram emitidos pelo não uso do cinto de segurança e outros 47 , pela falta do capacete em motocicletas.

Outra infração que representa um grande risco é o transporte de crianças sem a cadeirinha ou outros dispositivos de retenção, sendo emitidas 40 autuações por essa conduta. No combate à alcoolemia foram realizados 4.003 testes com o bafômetro, que contribuíram para autuar 64 pessoas sob efeito de álcool.

A alta velocidade compromete a capacidade de reação do motorista e aumenta significativamente a gravidade dos acidentes. Nos cinco dias de operação, comandos específicos de fiscalização de velocidade registraram 826 autuações por essa prática, evidenciando a importância dessas ações para a segurança viária.

Os policiais prestaram ainda auxílio a 115 motoristas que tiveram problemas mecânicos ou se envolveram em acidentes sem vítimas durante a viagem. Além disso, as equipes reduziram os riscos de acidentes ao retirarem das rodovias 27 animais que estavam soltos.

Foram também retiradas de circulação 184 toneladas de excesso de peso das rodovias. O excesso de peso pode levar a falhas mecânicas, comprometendo a estabilidade dos veículos e aumentando a probabilidade de acidentes graves. Além disso, contribui para o desgaste prematuro das rodovias, gerando maiores custos de manutenção.

Acidentes, feridos e óbitos

Este ano, durante os cinco dias da Operação Corpus Christi a PRF na Bahia registrou um aumento de 17% no número de acidentes totais, 47 em 2023 contra 55 este ano. Destes, 17 foram acidentes graves, quando resultam em, pelo menos, um óbito ou ferido gravemente. De quarta -feira (29/05 ) até às 23h59 de domingo (02/06), 05 pessoas morreram durante os cinco dias de operação nas estradas baianas; em 2023 foram 8 óbitos, o que representa uma redução de 37%. Já o número de feridos totalizou 63 pessoas.

Enfrentamento a criminalidade

Durante a Operação Corpus Christi, a PRF intensificou o combate a diversos crimes, garantindo a segurança nas rodovias federais. Em cinco dias de operação, foram registradas 35 ocorrências policiais, resultando na detenção de 28 pessoas por diferentes delitos. Destaca-se a recuperação de 7 veículos provenientes de roubo ou furto, uma significativa contribuição para a redução desse tipo de crime. Em uma abordagem em Vitória da Conquista, foram retirados de circulação 50kg de maconha, demonstrando a eficácia das ações de combate ao tráfico de drogas. Além disso, 28 comprimidos de anfetaminas foram apreendidos, reforçando o compromisso com a segurança viária. No âmbito dos crimes ambientais, 7 aves silvestres foram resgatadas, sublinhando a importância da preservação da fauna.

*Ascom


Duas pessoas, entre elas um fuzileiro naval, foram presas pela Polícia Federal (PF) na manhã desta sexta-feira (31) sob a acusação de terem ameaçado a família do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os mandados foram cumpridos no Rio de Janeiro e em São Paulo, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os dois detidos seriam irmãos.

As investigações contra os dois homens começaram em abril e aconteceram em razão de emails anônimos que chegaram ao STF. Nas mensagens, os autores teriam dito que sabiam o itinerário usado pela filha de Moraes. Os crimes apontados aos detidos são de perseguição (stalking) e ameaça.

O fuzileiro naval, preso no Rio, foi identificado como Raul Fonseca de Oliveira. Já o segundo detido, cujo nome não foi revelado, foi preso na Vila Clementino, bairro nobre da Zona Sul de São Paulo. A audiência de custódia deles deve acontecer ainda na tarde desta sexta. Além dos mandados de prisão, a PF também cumpriu cinco mandados de busca e apreensão.

*Pleno.News
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF


Na tarde dea quarta-feira (29), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) localizou tabletes com um total de 50,9 kg de substância análoga à maconha. O material ilícito estava em três caixas transportadas no bagageiro de um ônibus abordado no km 830 da BR 116, em Vitória da Conquista.

A ação contou com o emprego do cão farejador K-9 Kaleu, o qual sinalizou a presença de entorpecentes nas caixas transportadas no bagageiro inferior do ônibus. Nas caixas, que pertenciam a um dos passageiros, os policiais localizaram 70 tabletes de substância análoga à maconha, que somaram 50,9 kg.

O homem responsável pelo material foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, sendo encaminhado, assim como o total de ilícito apreendido, à Delegacia de Polícia Civil local, para a aplicação das medidas legais cabíveis.


A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (28) a operação “Fake Front” que tem como objetivo cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação relativa a fraudes cometidas contra a Caixa Econômica Federal, previdência social e outras instituições bancárias.

Ao todo, cinco mandados expedidos pela 1ª Vara Federal da Seção Judiciária do respectivo município estão sendo cumpridos em Feira de Santana, interior da Bahia. Sendo três de busca e apreensão e dois de prisão preventiva.

A investigação detectou que foram abertas 19 contas bancárias em agências da Caixa Econômica Federal de Feira de Santana e Brasília, com o uso de documentos falsos, para obtenção de recursos através de empréstimos fraudulentos. O prejuízo é avaliado em R$1 milhão para as instituições bancárias envolvidas.

Com o dinheiro das ações fraudulentas, eram adquiridos produtos nos comércios da região, a maioria deles em agências de turismo e casas de material de construção.

*Secom/PMFS


De acordo com uma reportagem publicada pelo portal UOL, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem intensificado os pedidos de investigação à Polícia Federal (PF) contra críticos e opositores políticos. Desde o início do terceiro mandato do presidente, houve um significativo aumento dessas ações. Entre janeiro de 2023 e abril de 2024, o Ministério da Justiça fez 159 solicitações de abertura de inquérito, resultando em uma média de 9,9 por mês. Em contraste, entre 2019 e 2022, foram registrados apenas 44 pedidos, com uma média de 0,9 por mês.

A maior parte dos pedidos ocorreu durante a gestão de Flávio Dino, que chefiou o Ministério da Justiça de janeiro de 2023 até janeiro de 2024, antes de sua nomeação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Durante esse período, foram feitos 135 dos 159 pedidos totais. Desde fevereiro, sob a liderança de Ricardo Lewandowski, foram encaminhadas 24 solicitações.

As investigações de crimes contra a honra representam a maioria dos pedidos. Do total de 159 solicitações, 91 envolvem suspeitas de crimes contra a honra relacionados ao primeiro escalão do governo. Especificamente, 65 desses pedidos estão relacionados ao presidente Lula e à primeira-dama Janja da Silva, superando todas as solicitações feitas durante o governo Bolsonaro.

Embora a maior parte dos pedidos tenha sido feita durante a gestão de Dino, a média mensal de solicitações para investigar crimes contra Lula e Janja aumentou sob Lewandowski. Ele registrou 18 pedidos em três meses, resultando em uma média de seis por mês.

O crescente número de pedidos, particularmente sob a gestão Dino, tem levantado preocupações sobre a possível politização da Polícia Federal. A natureza dos pedidos, muitas vezes relacionados a crimes de calúnia e difamação, como no caso de um parlamentar que chamou Lula de “ex-presidiário, ladrão e corrupto”, tem alimentado os questionamentos.

Os pedidos de investigação desencadearam reações de políticos da oposição, que acusam o governo de “abuso de autoridade”. Um exemplo recente é o pedido de Paulo Pimenta, então ministro da Secom, para investigar fake news sobre as enchentes no Rio Grande do Sul, incluindo um post do deputado federal Eduardo Bolsonaro.

O Partido Novo chegou a apresentar uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Pimenta e Lewandowski por suposto abuso de autoridade, mas o procurador-geral, Paulo Gonet, não identificou crime e arquivou o pedido.

*Terra Brasil Notícias
Foto: Ricardo Stuckert/PR


O suspeito, Marcus Grubert, com a esposa, a cantora gospel Heloísa Rosa
O suspeito, Marcus Grubert, com a esposa, a cantora gospel Heloísa Rosa Imagem: Reprodução/Redes Sociais

O brasileiro Marcus Martin Grubert, marido da cantora gospel Heloísa Rosa, foi preso ontem (21), nos EUA, como suspeito de molestar uma criança em abril do ano passado.

O que aconteceu

O caso veio à tona em um post da Hope & Justice Foundation, uma organização fundada na Flórida, nos EUA, pela advogada Anna Paula Moreira Alves-Lazaro. Sua missão é “a prevenção e combate ao tráfico humano, contrabando de pessoas, violência doméstica e abuso e exploração sexual infantil”, segundo o site.

Na postagem publicada no perfil da fundação no Instagram, a advogada informa que Marcus Grubert, um dos três filhos do pastor Irineo Grubert, foi preso por “estupro de vulnerável”. Ela escreve que, há um ano, a Hope & Justice Foundation vem lutando ao lado da família da vítima para garantir que a justiça fosse feita neste caso.

O apoio emocional, psicológico e jurídico prestado desde que a fundação foi acionada e foi fundamental para o desfecho do inquérito policial que agora se encerra. A luta não para por aqui; o processo judicial será iniciado e a Hope & Justice Foundation estará vigilante e firme no combate à violência sexual infantil.
Anna Paula Moreira Alves-Lázaro

A criança em questão é filha de uma amiga e ex-assessora da cantora Heloísa Rosa, cujas canções evangélicas atraem fãs em todo o Brasil e também nos EUA. Somente no Instagram, ela possui 465 mil seguidores. O inquérito segue em segredo de justiça.

Hoje, em entrevista veiculada no programa Encontro, da Rede Globo, a mãe da criança afirmou que a filha, de 6 anos, era muito amiga da filha da cantora. E que o suposto abuso teria acontecido durante uma estada da criança, por uma noite, na casa de Heloísa Rosa. Ambas as famílias moram nos EUA.

“Naquela noite, achei que não teria problema. Quando cheguei, eu percebi que ela [Heloísa] estava bem tensa, nervosa. E daí fomos embora”, contou a mãe. “Ao chegar em casa, ela relatou para mim que algo de estranho havia acontecido”, afirmou, dizendo-se impedida de entrar em detalhes por conta do sigilo.

A mulher conta ainda que a cantora se colocou ao seu lado, prontificando-se a depor em seu favor. Porém, 35 dias, depois, deixou de comparecer à delegacia na data marcada para o depoimento contra o marido. E nunca mais respondeu às mensagens da assessora. O UOLentrou em contato com Heloísa Rosa, mas até o momento a cantora ainda não havia respondido. O espaço segue aberto para sua manifestação.

O que diz a família do suspeito

Marcus Martin Grubert é filho do pastor Irineo Grubert, conhecido líder de pastores, escritor e conferencista. Ao UOL, o pai diz que o filho se diz inocente e que comprovará isso na justiça americana. Enquanto isso, tenta lidar com os comentários agressivos e acusatórios que vem recebendo de internautas. O UOL tentou contato com a defesa Marcus. O espaço segue aberto para manifestação.

Em primeiro lugar, meu nome e honra não deveriam entrar em julgamento. Tenho 65 anos, 37 de ministério sem manchas ou desvios de conduta. Meu filho Marcus está sendo acusado de um crime ao qual se declara inocente. A sua prisão não é sua condenação, mas uma prevenção da justiça para averiguação dos fatos denunciados. Confiamos na justiça, pois a mesma dará a resposta de quem está com a verdade. ”

Por outro lado, é um momento muito triste e doloroso que estamos passando como família. Pois, como homem público, sei que as denúncias são colocadas em holofotes e a verdade sobre os fatos retratadas com letras minúsculas. Como pastor e ser humano também não compactuo com nenhum tipo de maldade contra um inocente ou crianças. Mas meu filho se diz inocente e provará isto na justiça, que é o canal competente.
Irineo Grubert

Na ficha do brasileiro, no sistema correcional do condado de Osceola, consta a acusação de violação sexual contra criança
Na ficha do brasileiro, no sistema correcional do condado de Osceola, consta a acusação de violação sexual contra criança Imagem: Reprodução/Osceola County Corrections

Fichado na polícia

Grubert trabalha há dois anos como gestor de relações de uma empresa de logística de transportes nos EUA. Anteriormente, foi sócio-associado de uma empresa financeira. Antes de ir morar nos Estados Unidos, atuou como editor-executivo em uma empresa de promoção de shows.

Ele foi preso pela polícia do condado de Osceola, na Flórida. O UOL encontrou a ficha do brasileiro no site do sistema correcional do condado. Ele foi preso sob o código 794.011-8C que, segundo o Florida Statute, é um crime de violação sexual que ocorre quando uma pessoa com autoridade familiar, ou de custódia, solicita ou comete violação sexual contra uma criança.

Segundo a lei, a violação ocorre quando:

  • A pessoa penetra ou tem união com o órgão sexual da vítima no ânus, vagina ou boca;
  • A pessoa penetra o ânus ou vagina da vítima com um objeto;
  • A pessoa lesiona o órgão sexual da vítima para tentar cometer um ato de violação sexual.

A violação sexual é um crime de segundo grau na Flórida, e pode resultar em até 15 anos de prisão e 15 anos de liberdade condicional para o sexo ofensor, se a vítima tiver mais de 18 anos. O consentimento é definido como consentimento inteligente, consciente e voluntário, e não inclui submissão coagida.

Informações TBN