Agências da Caixa vão abrir em todo o Brasil neste sábado (25). Ao todo serão 799 unidades que estarão prontas para atender a população das 08h às 12h.
Poderão ser realizados saque de pagamentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sem cartão; dos seguros desemprego e defeso sem cartão e senha; saque Bolsa Família e outros benefícios sociais sem cartão e senha; pagamento de abono salarial e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) sem cartão e senha; saque de conta salário sem cartão e senha; e desbloqueio de cartão e senha de contas.
Segundo o banco, as unidades terão fluxo de clientes controlado e nas salas de autoatendimento será permitida a entrada de um ou dois clientes por máquina, de acordo com o espaço físico disponível. De acordo com a Caixa, tais medidas visam manter o distanciamento mínimo de um metro entre as pessoas. Além disso, está sendo efetuada sinalização para delimitação nos pisos externos das agências para manutenção do afastamento social.
A Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Feira de Santana divulgou na última sexta-feira (24), mais um boletim com informações sobre a atual situação da pandemia de coronavírus na cidade. De acordo com os últimos dados, Feira tem 801 casos notificados, 677 descartados, 04 pacientes internados, 51 aguardando resultados de exames 73 confirmados e 44 recuperados.
Nesta sexta-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro realizou um pronunciamento para falar sobre o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça. Ao lado de seus ministros, do vice-presidente Hamilton Mourão e de deputados aliados, ele falou sobre a situação e disse que não tem “mágoa do senhor Sergio Moro”.
Logo no início do pronunciamento, Bolsonaro explicou a entrada de Moro no governo após as eleições e falou sobre a “carta branca” que deu a ele na época. Autonomia não é sinal de soberania”, ressaltou.
O presidente disse ainda que sabia que sua tarefa como presidente não seria fácil e que ele está “lutando contra um sistema”.
“Eu estou lutando contra um sistema. Contra o establishment. Coisas que aconteciam no Brasil, praticamente não acontecem mais. E me desculpem a modéstia; em grande parte, pela minha coragem em indicar um time de ministros comprometidos com o Brasil”, apontou.
O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu autorização ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (24) para abrir um inquérito sobre os fatos narrados e as declarações feitas pelo então ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro. Entre as providências, o procurador-geral solicita ao Supremo a oitiva de Sergio Moro em razão da abertura do inquérito. O ministro anunciou um pedido de demissão do cargo na manhã desta sexta, após Jair Bolsonaro exonerar o diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Leite Valeixo. Caberá a um ministro relator – ainda a ser definido na Corte – dar o aval e abrir a investigação. A PGR aponta, em tese, crimes de: falsidade ideológica; coação no curso do processo – uso de violência ou ameaça contra uma pessoa em processo judicial ou administrativo, por interesse próprio; advocacia administrativa – promoção de interesse privado na administração pública; prevaricação – quando o agente público retarda ou não pratica ato previsto em lei para satisfazer interesse pessoal; obstrução de justiça; corrupção passiva privilegiada; denunciação caluniosa e crimes contra a honra – calúnia, injúria e difamação. “A dimensão dos episódios narrados revela a declaração de Ministro de Estado de atos que revelariam a prática de ilícitos, imputando a sua prática ao Presidente da República, o que, de outra sorte, poderia caracterizar igualmente o crime de denunciação caluniosa”, aponta o procurador-geral. “Indica-se, como diligência inicial, a oitiva de Sergio Fernando Moro, a fim de que apresente manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão”.
Nesta sexta-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro realizou um pronunciamento para falar sobre o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça. Ao lado de seus ministros, do vice-presidente Hamilton Mourão e de deputados aliados, ele falou sobre a situação e disse que não tem “mágoa do senhor Sergio Moro”.
Uma coisa é admirar, outra é trabalhar com a pessoa – disse
Bolsonaro também explicou a entrada de Moro no governo e falou sobre a “carta branca” que deu a ele na época.
Autonomia não é sinal de soberania – ressaltou.
O presidente disse ainda que sabia que sua tarefa como presidente não seria fácil e que ele está “lutando contra um sistema”.
Eu estou lutando contra um sistema. Contra o establishment. Coisas que aconteciam no Brasil, praticamente não acontecem mais. E me desculpem a modéstia; em grande parte, pela minha coragem em indicar um time de ministros comprometido com o Brasil, apontou.
Sobre a acusação feita por Moro de que tentou interferir na Polícia Federal (PF), Bolsonaro afirmou que sua intenção era descobrir quem mandou matá-lo.
Falava-se em interferência minha na Polícia Federal. Ora, se eu posso trocar um ministro, porque não posso, de acordo com a lei, trocar o diretor da PF? Eu não tenho que pedir autorização para trocar (…) Será que é interferir na PF interpelar a Sergio Moro quem mandou matar Jair Bolsonaro? (…) Entre o meu caso e o de Marielle, o meu está muito mais fácil de resolver (…) Isso é interferir na PF? questionou.
O presidente também lembrou sobre as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do episódio envolvendo um porteiro de seu condomínio.
É exigir da PF muito, via ministro, para que esse porteiro fosse investigado? Acredito que a vida do presidente da República tenha significado. É um chefe de estado. Isso é interferir na PF? Cobrar da PF? (…) Uma coisa é ter uma imagem e admirar a pessoa. A outra é conviver com ela – destacou.
Após o ex-juiz Sérgio Moro comunicar sua saída do governo do presidente Jair Bolsonaro, na manhã desta sexta-feira (24), o ex-ministro da saúde, Henrique Mandetta, publicou em suas redes sociais, uma foto em que aparece ao lado de Moro com a seguinte mensagem: “O trabalho realizado sempre foi técnico. Durante a pandemia trabalhamos mais próximos, sempre pensando no bem comum. Parabéns pelo trabalho. O país agradece. Outras lutas virão”, afirmou.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, anunciou a demissão nesta sexta-feira (24). O ex-juiz federal deixa a pasta após um ano e quatro meses no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro. A demissão foi motivada pela decisão de Bolsonaro de trocar o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, indicado para o posto pelo agora ex-ministro. A Polícia Federal é vinculada à pasta da Justiça. Ao anunciar a demissão, em pronunciamento na manhã desta sexta-feira no Ministério da Justiça, Moro afirmou que disse para Bolsonaro que não se opunha à troca de comando na PF, desde que o presidente lhe apresentasse uma razão para isso. “Presidente, eu não tenho nenhum problema em troca do diretor, mas eu preciso de uma causa, [como, por exemplo], um erro grave”, disse Moro. Moro disse ainda que o problema não é a troca em si, mas o motivo pelo qual Bolsonaro tomou a atitude. Segundo o agora ex-ministro, Bolsonaro quer “colher” informações dentro da PF, como relatórios de inteligência.
Devido a pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura de Feira de Santana determina, através de decreto, o uso obrigatório de máscara, mesmo que artesanal, no município. O objetivo da medida é frear o índice de contaminação pela doença na cidade. Até a noite desta quinta-feira, 23, foram contabilizados 70 casos de Covid-19 em Feira.
O Decreto 11.538, que institui o Programa “EU ME PROTEJO E PROTEJO VOCÊ”, assinado pelo prefeito Colbert Martins Filho, foi publicado na edição desta sexta-feira, 24, do Diário Oficial Eletrônico do Município. A medida determina o uso do equipamento no transporte público e até mesmo em veículos particulares e no comércio informal.
Também de acordo com o Decreto, passa os estabelecimentos públicos e privados a ficarem obrigados a exigir o uso de máscaras, mesmo que artesanais, de seus colaboradores, a partir dessa sexta (24 de abril de 2020) e “durante todo o período declarado como de situação de emergência em saúde pública”.
O poder público deverá articular e coordenar rede de voluntários entre cidadãos, empresas e entidades da sociedade civil para a produção, distribuição e entrega de máscaras para a população, em especial de baixa renda e integrantes do grupo de risco.
O texto também diz que “Torna-se obrigatório o uso de máscaras no transporte público, nos veículos particulares e em qualquer tipo de ambiente de atividade laboral, inclusive no comércio informal, em qualquer ambiente de trabalho e nas vias públicas”.
O Programa será amplamente divulgado e priorizado nas campanhas publicitárias do Poder Executivo Municipal. Os órgãos do Poder Executivo Municipal ficam autorizados a alocar e empregar recursos orçamentários em ações relacionadas à execução do programa instituído por este Decreto.
A Câmara dos Deputados aprovou, na quinta-feira (23), o texto-base do projeto que suspende, por dois meses prorrogáveis por mais dois, o pagamento de parcelas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) por causa da crise do coronavírus. A proposta ainda proíbe que o estudante seja incluído em cadastro de inadimplente.
O texto-base foi aprovado em votação simbólica. Os deputados votarão as sugestões de mudanças ao projeto na próxima terça (28). Depois, ele segue ao Senado.
Ao texto original, de autoria do deputado Denis Bezerra (PSB-CE), foram apensadas outras proposições sobre o mesmo tema. A suspensão beneficia estudantes que estejam em dia com as parcelas ou que tenham atrasos de, no máximo, 180 dias –o prazo conta a partir do vencimento regular.
O texto suspende, por 60 dias a contar a partir da publicação da lei, a obrigação de pagamentos de juros e prestações para amortizar o saldo devedor de estudantes do Fies. Esse prazo poderá ser estendido por mais 60 dias.
A suspensão também é aplicada em parcelas de condições especiais de amortização ou alongamento dos prazos e a pagamento a bancos de multas por atraso.