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O presidente Jair Bolsonaro pretende fazer neste sábado (16) um novo pronunciamento em rede nacional de TV e rádio para defender mais uma vez o fim de medidas de isolamento social.

Segundo apurou o O Estado de S. Paulo, a intenção do presidente é pregar um “cavalo de pau” nas atuais determinações de Estados e municípios, citando que já incluiu uma série de atividades na lista de serviços essenciais, o que permite o funcionamento mesmo durante a pandemia do coronavírus.

Rotativo News/informações Correio
Foto: AFP


O Ministério da Saúde confirmou, em nota, que lançará na semana que vem um novo protocolo para liberar a cloroquina para casos leves da Covid-19.

O atual, editado em abril, só recomenda o medicamento em casos graves e críticos, com acompanhamento médico, dado o risco de arritmia cardíaca.

O novo protocolo vai organizar sobretudo a distribuição e dosagens a serem aplicadas nos hospitais públicos.

“O objetivo é iniciar o tratamento antes do seu agravamento e necessidade de utilização de UTI (Unidades de Terapia Intensiva). Assim, o documento abrangerá o atendimento aos casos leves, sendo descritas as propostas de disponibilidade de medicamentos, equipamentos e estruturas, e profissionais capacitados. As orientações buscam dar suporte aos profissionais de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde) e acesso aos usuários mais vulneráveis às melhores práticas que estão sendo aplicadas no Brasil e no mundo”, diz a nota.

Segundo o Estadão, por ordem de Jair Bolsonaro, o novo protocolo será assinado pelo general Eduardo Pazuello antes mesmo da escolha do substituto definitivo de Nelson Teich.

Rotativo News/informações O Antagonista
Foto: Reprodução


Num semáforo de uma movimentada avenida no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro, uma cena chamou atenção dos motoristas que ali passavam. Ana Júlia Costa Sabino, de apenas 9 anos, segurava um cartaz, feito com um pedaço de papelão, com a frase: “Troco uma máscara por um alimento”.

A situação sensibilizou um empresário, que fotografou a criança. Logo, a imagem viralizou nas redes sociais e motivou a redação do jornal O Globo a fazer uma reportagem. À equipe do jornal carioca, o empresário disse que a intenção não era prejudicar a menina.

Resolvi fazer a foto, não para expô-la, mas para mostrar que ela é um símbolo da realidade do que muitas pessoas estão passando, e muita gente não está vendo esse problema – disse.

Ana Júlia, três irmãos, e a mãe Silvana foram às ruas pedir ajuda, após a última perder o emprego recentemente, devido à crise causada pela pandemia do novo coronavírus.

O drama mobilizou a população do Rio. Muitas pessoas foram até o cruzamento em que Ana Júlia foi vista pela primeira vez para doar alimentos para sua família. Até o apresentador Luciano Huck, que gravou vídeo no Instagram pedindo auxílio para encontrar a menina, ofereceu ajuda à família.

Rotativo News/ informações Pleno News
Foto: Reprodução


O ministro chefe do Gabinete de segurança institucional, Augusto Heleno, enviou nota ao jornalismo da Globo com críticas à reportagem exibida no Jornal Nacional sobre as trocas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro em sua segurança a cargo do GSI.
A nota afirma que a matéria é mal elaborada e que é uma tentativa de fazer uma reportagem maldosa contra o Presidente da República usando como exemplo a promoção do General Sá Corrêa, recém nomeado Comandante da 8ªBrigada de Infantaria Motorizada, de Pelotas-RS.
A nota prossegue dizendo que o então Coronel Sá Corrêa foi selecionado pelo Alto Comando do Exército, por seus méritos, para integrar a lista de escolha que seria levada ao Presidente da Republica. E que o Presidente não participa das reuniões de promoção de oficiais generais, que acontecem no Alto Comando das três Forças.
A nota afirma, porém, que compete ao presidente, por lei, examinar as listas de escolha levadas a ele pelo Ministro da Defesa e escolher, desses nomes, os promovidos. E que cabe ao presidente, o Comandante Supremo das Forças armadas, assinar os Decretos de Promoção.
Segundo a nota, o Coronel Suarez assumiu a Chefia do Departamento de segurança porque era o mais antigo depois do Coronel Sá Corrêa.
O ministro Augusto Heleno afirma ainda que, na reunião ministerial, falando para os seus ministros, e não em público, o presidente citou, apenas como exemplo, uma troca que desejasse realizar, na segurança pessoal dele. E que, caso houvesse qualquer oposição a essa troca, na ponta da linha, ele poderia chegar até a demitir o ministro para que sua decisão fosse cumprida.
A nota conclui afirmando que o presidente não se referiu a nenhum caso real que houvesse ocorrido com sua segurança pessoal.

“A nota do ministro do gabinete de segurança institucional Augusto Heleno confirma integralmente o que o Jornal Nacional publicou. Que o antigo titular da direção de segurança pessoal da presidência, o então coronel Sá Correa, foi promovido a general de brigada por escolha do presidente Bolsonaro. E que o substituto escolhido foi o número dois do departamento. Em nenhum momento, o Jornal Nacional questionou os méritos do general Sá Correa.
Quis apenas mostrar que a versão do presidente sobre o que disse na reunião ministerial de 22 de abril não encontra respaldo na realidade. O presidente reiteradas vezes afirmou que se referia à segurança dele, de sua família e de seus amigos, quando disse que tentou fazer mudanças na segurança do Rio e não conseguiu.
Como mostrou o Jornal Nacional, o presidente não teve dificuldades em fazer trocas no departamento responsável por sua segurança. Promoveu o titular, substituiu-o pelo seu adjunto e também trocou a chefia do escritório no Rio. Sem dificuldades.
Por fim, é de se destacar que a frase do presidente Jair Bolsonaro na reunião ministerial de 22 abril ganha agora mais uma versão. Segundo o ministro Augusto Heleno, o presidente, ao mencionar a segurança no Rio, quis dar apenas um exemplo sobre o que faria caso quisesse realizar uma troca no setor e encontrasse oposição: poderia chegar até a demitir o ministro para ver a sua decisão cumprida, não tendo o presidente se referido a nenhum caso real que houvesse ocorrido. Registre-se também que o ministro Augusto Heleno não esclareceu por que motivo o presidente se viu compelido a dar esse exemplo.
A dúvida permanece.”

Rotativo News/informações G1
Foto: Dida Sampaio


Diversas autoridades se pronunciaram sobre a saída de Nelson Teich no Ministério da Saúde, nesta sexta-feira, 15. Teich havia assumido o cargo no dia 17 de abril, substituindo Luiz Henrique Mandetta.
Logo após o anúncio da saída de seu sucessor, Mandetta publicou e uma rede social: “Oremos. Força SUS. Ciência. Paciência. Fé! #FicaEmCasa”.
O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, ficou surpreso ao saber da notícia, no entanto, se manteve positivo. “É sempre preocupante, porque é um momento de batalha, mas certamente ele tem uma equipe e essa equipe vai continuar a trabalhar”, afirmou ao G1.
O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Alberto Beltrame, também se manifestou em nome da entidade. “O CONASS manifesta sua mais alta preocupação com a instabilidade no Ministério da Saúde e na condução da grave emergência em saúde que o país atravessa. Estamos diante da maior calamidade na saúde pública, com o maior número de mortos de nossa história recente. Não é o momento de jogar mais dúvidas neste cenário, que tem infligido tanta dor, sofrimento e morte aos brasileiros. Estabilidade, unidade técnica, esforços conjuntos, ações efetivas e compromisso com a vida e com saúde da população é o que se espera dos gestores neste momento. Em todas as esferas de Governo. A instabilidade e a falta de ações coordenadas e claras, neste momento, são inimigas da saúde e da vida.”
Alguns governadores também falaram sobre o assunto. Wilson Witzel (PSC), governador do Rio de Janeiro se solidarizou com o ex-ministro e deixou um recado ao presidente. “Minha solidariedade, ministro Nelson Teich. Presidente Bolsonaro, ninguém vai conseguir fazer um trabalho sério com sua interferência nos ministérios e na Polícia Federal. É por isso que governadores e prefeitos precisam conduzir a crise da pandemia e não o senhor, presidente. É mais um herói que se vai”.
Já o presidente Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, disse que Bolsonaro estaria destruindo o país. “O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu exoneração nesta manhã. E assim, com método e paciência, Bolsonaro vai destruindo o Brasil e semeando a morte e o descrédito”.

Rotativo News/informações A Tarde
Foto: Reprodução


Deu negativo o teste de novo coronavírus do comandante da Guarda Municipal de Feira de Santana, Antonio Élio Neris dos Santos, que faleceu na última quarta-feira, 13, no Hospital Geral Clériston Andrade. A informação é da médica infectologista Melissa Falcão, coordenadora do Comitê de Controle do Coronavírus em Feira de Santana.

Ela informa que Antonio Élio apresentava sintomas como tosse e febre três dias antes do internamento. Um teste rápido já havia sido realizado, constatando negativo, entretanto um novo exame foi feito, que confirmou o primeiro resultado.

Melissa diz que na Policlínica do Feira X, local onde Antônio Élio recebeu o primeiro atendimento, foi realizado um raio-x, apontando uma pneumonia. Em seguida foi feita a regulação para internação no Hospital Geral Clériston Andrade, onde ele faleceu no mesmo dia.

A médica explica que tanto a pneumonia bacteriana, quanto a viral, podem causar uma infecção generalizada e levar a óbito em um curto espaço de tempo.

Rotativo News/Secom/PMFS
Foto: Reprodução


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Até o dia 15 de maio as 19:00h em Feira de Santana foram notificados 1.351 casos suspeitos da COVID-19, sendo 1.089 casos descartados, 92 casos aguardando resultado de exames laboratoriais, e 170 casos confirmados pelo LACEN (Laboratório Central da Bahia) e Laboratórios Particulares, sendo 08 casos importados e 162 casos de transmissão local.

Quanto a situação atual dos casos confirmados, 85 deles após reavaliação evoluíram para cura sendo liberados da quarentena, 79 mantem-se em isolamento domiciliar, 04 pacientes encontram-se hospitalizados e 02 paciente evoluíram a óbito por COVID-19.


Com a jornalista e policial militar Patrícia Sales.


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