O presidente dos EUA, Joe Biden, foi diagnosticado com Covid-19. A informação foi divulgada pela Casa Branca nesta quinta-feira (21).
A secretária de imprensa dos EUA, Karine Jean-Pierre, afirmou que Biden está com o esquema vacinal completo, ou seja, tomou as duas doses do imunizante contra a doença.
Karine informou também que Biden está tomando Paxlovid, medicamento que promete bloquear a replicação do vírus e impedir a evolução da doença para quadros mais graves.
Os sintomas estão leves e o presidente americano ficará em isolamento, mas seguirá com as suas funções de maneira remota.
O presidente americano tem 79 anos e, portanto, faz parte do grupo de risco.
Em abril deste ano, a vice-presidente Kamala Harris também foi confirmada como mais um caso da doença na Casa Branca. Ela não apresentou sintomas e se recuperou bem da doença.
Um grupo de macacos causou uma tragédia no estado indiano de Uttar Pradesh, na última sexta-feira (15). De acordo com informações do jornal Daily Mail, os animais subiram no terraço de uma residência e mataram um bebê de 4 meses ao atirá-lo do terceiro andar.
Nirdesh Upadhyay, pai da criança, conta que estava com sua esposa e o filho no terraço aproveitando a sexta-feira, quando os macacos cercaram e os atacaram com agressividade.
A família tentou escapar correndo pelas escadas, mas Nirdesh teria tropeçado e deixado o bebê cair. Antes que o homem pudesse pegar o filho novamente, um dos macacos roubou a criança e a atirou do terraço. Ao descerem às pressas, os pais do bebê o encontraram já sem vida.
O caso está sendo investigado pela delegacia de Shahi, e uma equipe foi enviada até o local a fim de apurar o envolvimento dos macacos na morte, segundo informou o chefe de conservação da cidade de Bareilly, Lalit Verma, ao PTI News.
Uttar Pradesh é uma região com forte presença de macacos da espécie rhesus e há diversos casos registrados de ataques a pessoas, especialmente envolvendo crianças.
Uma reportagem da TV Norte Americana Fox News, no programa apresentado pelo apresentador Tucker Carlson, escancarou a tremenda crise econômica e social pela qual passa o país mais poderoso e rico do planeta.
O vídeo, que pode ser assistido com legendas, em tradução realizada pelo renomado canal ‘Tradutor de Direita’, revela que os EUA vivem a maior inflação em 40 anos, já batendo na casa dos 10%, com seguidas altas nos preços dos combustíveis, em um acúmulo de 60% no último ano.
A consequência é a conhecida bola de neve de altas de preços, atingindo principalmente os itens básicos, como alimentos, produtos de higiene pessoal e medicamentos.
O preço dos ovos subiu até 33% e a manteiga até 26%, diz a matéria.
Mas o âncora da Fox News chama a atenção para um novo cenário, diferente do que foi visto na década de 80.
“A realidade é pior do que isso. Durante a presidência de (Jimmy) Carter quando a inflação atingiu 14,6%, os salários ainda estavam subindo. Atualmente, de acordo com o relatório do Departamento de Trabalho, a hora do salário médio caiu 3,6% entre junho de 2021 e junho de 2022, combinada com uma redução de 0,9% da jornada média de trabalho, o que resultou em uma queda de 4,4% no ganho médio semanal neste período”, diz Carlson, apreensivo.
Analisando os números friamente, a inflação e a alta geral de preços nos EUA já se iguala à brasileira e caminha a passos largos para superá-la.
Mas, aqui no Brasil, há que se destacar as recentes iniciativas do governo, que atuou forte na aprovação da lei que reduziu pela metade o ICMS sobre combustíveis e energia, e que tem zerado os impostos federais sobre uma enorme gama de produtos nacionais e importados, além de colocar em prática políticas públicas que aceleram a criação de empregos, entre outras medidas
Situação que elevou a previsão de crescimento do PIB para pelo menos 2% em 2022, quando a aposta de analistas nacionais e internacionais era a de retração econômica.
Deve-se levar em consideração, ainda, que enquanto o Brasil, sob o comando de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, é considerado um exemplo de gestão econômica a ser seguida, os EUA vivem um dos piores governos de sua história, pelas mãos do ‘senil’ Joe Biden, um marionete nas mãos dos decadentes e desacreditados democratas.
Falta de apetite, dor no estômago e constipação. Esses eram os sintomas narrados por um iraniano de 50 anos para a sua esposa, provocando preocupação dela, que se perguntava: “como ele pode ter tais sintomas se ele não está doente?”. O homem também fingia-se surpreso, mas sabia a resposta: havia uma garrafa de 250ml alojada em seu reto.
O iraniano ainda conseguiu resistir às dores por cerca de 72 horas, enquanto esperava que a garrafa saísse naturalmente pela mesma via que entrou. No entanto, no terceiro dia ele sucumbiu e foi até um hospital.
Ao chegar no centro médico, os especialistas realizaram uma tomografia computadorizada que revelou a todos aquilo que só o homem sabia.
O caso era preocupante. O fundo da garrafa já estava entrando no cólon, localizado no intestino grosso, enquanto a boca seguia a cerca de 10 mm da abertura do ânus.
“Devido ao seu constrangimento e do medo de sua esposa, ele não forneceu nenhum histórico da presença de um objeto estranho no reto e chegou tarde ao pronto-socorro”, escreveram os médicos que relataram o caso na revista “Clinical Case Reports”.
Claramente, a esposa não estava envolvida na fantasia do homem de meia-idade.
Não havia sinais de que as entranhas do homem tivessem sido feridas pela garrafa. O paciente foi levado direto para cirurgia, onde recebeu anestesia para aliviar a dor. Em seguida, o frasco foi “cuidadosa e lentamente arrastado do reto até a abertura do ânus pelo cirurgião sem ruptura ou sangramento”.
Depois que o homem passou cinco dias em uma enfermaria de hospital, ainda não havia sinais de danos internos e ele recebeu alta. Ele foi encaminhado para uma clínica psiquiátrica, pois foi observado que ele sofria de depressão.
Especialistas afirmam que, na maioria das vezes, objetos estranhos são inseridos no ânus para gratificação sexual. Normalmente são lisos, arredondados ou em forma oval para facilitar a remoção. Os mais comuns são “garrafas de plástico ou vidro, pepinos, lâmpadas, bem como lâmpadas tubulares, cabos de machados ou martelos, cabos de vassouras, cenouras, instrumentos de madeira ou borracha”.
O empresário de 76, Errol Musk, é separado da ex-mulher, e, em 2018, havia se tornado pai do primeiro bebê de Jana Bezuidenhout
O pai de Elon Musk, vulgo o homem mais rico do planeta, teve um segundo filho com a própria enteada, de 35 anos. O empresário de 76, Errol Musk, é separado da ex-mulher, e, em 2018, havia se tornado pai do primeiro bebê de Jana Bezuidenhout.
Em entrevista ao jornal The Sun, Errol falou sobre a chegada do novo bebê, e admitiu que a gravidez de Jana “não foi planejada”. “Estávamos morando juntos; ela ficou aqui por cerca de 18 meses depois que Rushi [o primeiro bebê do casal] nasceu”.
Contudo, a relação não vingou. Conforme Errol, o peso da diferença de 51 anos entre os dois, que se conheceram quando a jovem tinha 4 anos, atrapalhou o relacionamento. “Qualquer homem que se case com uma mulher, mesmo que você se sinta muito alegre, vai ser bom por um tempo. Mas há uma grande lacuna [de idade]. E essa lacuna vai se mostrar”, afirmou.
“Casei com a mãe dela quando ela tinha 25 anos e eu tinha 45. Ela era provavelmente uma das mulheres mais bonitas que já vi na minha vida”, admitiu ainda.
Líder brasileiro e presidente ucraniano têm telefonema marcado
Bolsonaro e Zelensky Fotos: Isac Nóbrega/PR // EFE/EPA/LESZEK SZYMANSKI
O presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou, nesta quinta-feira (14), sobre o telefonema marcado entre ele e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, para o próximo dia 18. O líder brasileiro afirmou saber qual a solução para a guerra contra a Rússia e pontuou que pretende apresentá-la ao chefe do Executivo ucraniano durante a ligação.
Em entrevista à CNN Brasil, Bolsonaro se limitou a dizer que a resolução do conflito tem a ver com o fim da Guerra das Malvinas, entre Argentina e Reino Unido em 1982.
– Vou dar minha opinião a ele o que eu acho. A solução para o caso [guerra]. Eu sei como seria a solução do caso. Mas não vou adiantar. A solução do caso… Como acabou a guerra da Argentina com o Reino Unido em 1982? É por aí. A gente lamenta. A verdade são coisas que doem, machucam, mas você tem que entender – assinalou.
O presidente ainda relatou que o convite para o telefonema partiu da Ucrânia.
– Foi ele [Zelensky] que buscou conversa conosco. E eu disse de imediato que conversaria com ele, sim. Ele tem um país grande para administrar. Tudo que foi acordado com o presidente Putin está sendo cumprido. Da minha parte e da parte dele. Vou conversar bastante com ele [Zelensky]. É um liderança, e vou dar minha opinião para ele. Essa guerra tem causado transtorno não só para o Brasil. Brasil menos. É muito mais para a Europa – acrescentou.
Rede de eletrodomésticos é a única que possui os aparelhos em estoque
Comprar um iPhone 13 Pro Max 256 GB Grafite, lançado pela Apple em setembro do ano passado, custa 1.007.149 pesos na Argentina, com um desconto de 11%, segundo anuncia em sua plataforma a única empresa de eletrodomésticos que tem o aparelho em estoque.
No Mercado Livre, pelo menos até a manhã desta segunda-feira, o aparelho era oferecido a 724.999 pesos (apenas uma unidade à venda). Na Amazon, com entrega na Argentina, saía a US$ 989.
Segundo o La Nación, convertido em dólares, o preço na rede de eletrodomésticos equivale a US$ 3.844 na liquidação, até meio-dia desta segunda, no câmbio solidário. Em nenhum lugar do mundo esse modelo de iPhone custa esse preço. Com base no dólar oficial – o de importação – saltaria a US$ 8.037.
A cotação do “dólar solidário” provém da aplicação de uma tarifa de 30% sobre o preço de venda da moeda americana no mercado de câmbio oficial. A taxa só é aplicada a operações de compra de moeda estrangeira.
Damián Di Pace, chefe da consultoria Focus Market, que na semana passada fez uma busca em todos os setores importadores, indicou que “não haverá mais” desses equipamentos, já que agora são considerados bens de luxo e não haverá reposição porque são utilizadas licenças não automáticas com prazo de 365 dias para que o importador possa acessar moeda estrangeira à taxa de câmbio oficial.
Afirma ainda que o dólar a ser usado é o oficial porque é “a consideração feita pela ministra Silvina Batakis quando se refere às importações”.
Há cerca de 20 anos, 1 milhão de pesos na Argentina – em plena Conversibilidade – equivalia a US$ 1 milhão.
De acordo com o La Nación, a rede de eletrodomésticos que tem esse iPhone em estoque oferece pagamento em 12 vezes sem juros de 83.929,08 pesos, o equivalente a quase dois salários mínimos mensais, que desde junho é de 45.540 pesos.
No fim do ano passado, quando foi anunciado que este modelo de iPhone, junto com outros, estariam disponíveis em meados de janeiro no país, a informação era de que o preço giraria em torno de 534.999 pesos, quase metade do que está custando hoje.
Ninguém sabia se o dólar ia aumentar ou se ia faltar mercadoria, dizem comerciantes na Argentina
Lojas de comércio popular do bairro Once, em Buenos Aires, demoraram para abrir na última terça-feira, 5, e, quando receberam os consumidores, tinham em suas vitrines cartazes que avisavam que todos os produtos estavam 20% mais caros do que o registrado nas etiquetas.
O atraso para abrir, assim como os cartazes, decorriam do fato de os empresários não saberem mais quanto cobrar dos clientes.
“Ninguém sabia se o dólar ia aumentar ou se ia faltar mercadoria. Na segunda, 4, muitos comércios nem funcionaram porque não tinham mais um preço de referência para as vendas”, disse o porta-voz da Confederação Argentina da Média Empresa (Came), Salvador Femenía.
A incerteza já era alta nos últimos meses, mas aumentou após a renúncia, no último dia 2, um sábado, de Martín Guzmán, ministro da Economia desde o início do governo Alberto Fernández.
Em março, Guzmán havia fechado um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para pagar uma dívida de US$ 44 bilhões entre 2026 e 2034. Como contrapartida, o órgão pediu ao país que reduzisse o déficit fiscal de 3% do PIB, neste ano, para 0,9% em 2024.
A vice-presidente, Cristina Kirchner, porém, se posicionou contra esse acordo, gerando uma crise no governo. Ela venceu a disputa.
Fernández e Batakis, nova ministra da Economia: desafios crescentes para o governo argentino (Tomas Cuesta/Getty Images)
Fernández anunciou que Silvina Batakis (próxima de Cristina e tida como mais heterodoxa) substituiria Guzmán só na segunda-feira. “Ficamos um dia e meio sem ministro. Parecia que ninguém queria (o cargo). Isso gerou uma desconfiança gigante”, disse o economista-chefe da consultoria argentina EconViews, Andres Borenstein.
A incerteza vem crescendo desde o início do ano, conforme aparecem sinais de que o governo não vai cumprir o acordo com o FMI, considerado um programa de ajuste relativamente leve para os padrões do órgão. Como resultado, a cotação do dólar no mercado paralelo (257 pesos) já supera o dobro da do mercado oficial (126 pesos).
Reservas
Para piorar, as reservas internacionais estão em um patamar muito baixo.
Apesar de anunciar que elas chegam a US$ 42,3 bilhões, o governo não dispõe de todo esse volume.
Estimativas do mercado apontam que apenas US$ 3,5 bilhões são reservas líquidas. Isso porque os argentinos podem abrir contas bancárias em dólares no país. Nesse caso, seus recursos não são emprestados e ficam depositados no Banco Central, como um compulsório.
Como se isso não bastasse, o país precisa de dólares para importar energia, principalmente agora no inverno, quando o consumo cresce devido ao uso de aquecedores. Mas o preço também aumentou com a guerra na Ucrânia.
Assim, para controlar a saída de dólares, o governo tem ampliado as restrições de acesso ao mercado cambial. Na semana passada, proibiu o parcelamento de compras em free shops – recurso que já não era permitido para passagens internacionais.
Na semana anterior, havia determinado que as empresas só terão divisas para importar um volume 5% superior ao de 2021.
Segundo Femenía, da Came, a dificuldade de acesso ao câmbio já resulta na escassez de insumos importados, como matéria-prima para papel e borracha para pneu. Há uma preocupação de que falte itens como café e eletrônicos.
Escolha difícil
Dono da rede Café Martínez, Marcelo Martínez conta que tem café para as 200 unidades da empresa até setembro. Mas deixou de vender em supermercados. “Temos problemas de estoque e precisamos escolher onde vender.”
Foi essa possibilidade de que as mercadorias sumam das prateleiras e de que o dólar dispare mais no mercado paralelo que levou lojistas a atrasarem a abertura de seus comércios na terça. “Ninguém sabe por quanto vender, porque ninguém sabe quando e por quanto vai conseguir repor a mercadoria”, diz o economista Dante Sica, que foi ministro da Produção no governo Macri. Para Sica, o país deve viver uma estagflação até o fim de 2023, quando haverá eleições.
Para a economista Paula Malinauskas, da consultoria LCG, como a origem da crise da última semana está na política, uma solução imediata parece difícil. “Uma parte do governo se coloca como oposição. Cristina queria mostrar que ela e uma parte do partido não estavam de acordo com as decisões de Alberto.”
Borenstein diz que não há o que fazer para salvar a economia no curto prazo. “A situação de debilidade política faz com que até as boas ideias não avancem. Desvalorizar a moeda e subir a taxa de juros quando houve o acordo com o FMI era uma coisa. Fazer isso agora provavelmente não funcionará, porque não há mais credibilidade.”
Segundo organizadores dos atos, os protestos deste sábado já estavam programados, mas ganharam outra escala após o agravamento da crise que no governo.
Os grupos de esquerda saíram às ruas para protestar principalmente contra o acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que prevê ajustes, como, por exemplo, a diminuição do déficit fiscal da Argentina e que os movimentos sociais avaliam que vai terminar impactando a população.
Já a palavra de ordem dos grupos de direita foi “Argentina sem Cristina”. Eles são contra a vice-presidente Cristina Kirchner e dizem que Alberto Fernández é uma “marionete” dela.
A saída do ex-ministro da Martín Guzmán aconteceu depois de pressões da vice-presidente contra, justamente, as políticas de ajuste que vinham sendo anunciadas pelo governo argentino.
E a nova ministra, Silvina Batakis, já anunciou, assim que chegou ao cargo, que entrou em contato com o FMI para revisar as metas argentinas e anunciou que vai fazer um plano de congelamento de preços. Para os movimentos sociais de esquerda se manifestaram, isso significa que vai continuar a política de ajustes e vai aumentar a pobreza e continuar a escalada inflacionária.
Por outro lado, os manifestantes de direita reclamam das restrições ao dólar e dizem que a capacidade econômica da classe média da Argentina está se deteriorando cada vez mais e que a situação está insustentável.
Primeiro-ministro ficará no cargo de forma interina até que seu substituto seja escolhido
Boris Johnson deixa o cargo de premiê após três anos Foto: EFE/EPA/Neil Hall
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, renunciou ao cargo de premiê nesta quinta-feira (7). Em um anúncio breve, Johnson informou que seguirá no posto de forma interina até a escolha de seu substituto. Ele ficou pouco mais de três anos na função após substituir Theresa May.
Boris Johnson assumiu o cargo em julho de 2019, quando foi eleito em votações internas do Partido Conservador para substituir Theresa May, que havia renunciado ao posto. Nos últimos meses, porém, uma série de escândalos marcaram os noticiários a respeito de sua administração. A crise aumentou após a renúncia de mais de 50 integrantes de sua gestão.
As polêmicas começaram com revelações sobre uma série de festas em Downing Street – residência oficial do governo britânico – durante o início da pandemia de Covid-19. O premiê também sofreu uma acusação de corrupção depois que mensagens revelaram que ele havia pedido fundos a um doador do Partido Conservador para reformar sua residência em Downing Street.
No entanto, a principal e mais recente causa da crise está ligada ao parlamentar Chris Pincher, demitido na última quinta-feira (30) em meio a alegações de que Johnson o havia nomeado para seu governo mesmo sabendo de acusações de má conduta sexual. Inicialmente, o Johnson negou que soubesse qualquer coisa a respeito da questão.
A situação envolvendo Pincher foi revelada no dia 30 de junho pelo jornal The Sun, que publicou que o parlamentar apalpou dois homens em um clube privado em Londres. Em poucos dias, a mídia britânica publicou informações de, pelo menos, seis outros casos de suposta conduta sexual inapropriada de Pincher nos últimos anos.
Após problemas para explicar a questão, a equipe de Johnson disse que ele tinha conhecimento das acusações, mas que elas haviam sido “resolvidas”. Na manhã de terça (5), um ex-funcionário público do Ministério das Relações Exteriores revelou que Johnson havia sido informado pessoalmente sobre o resultado de uma investigação a respeito de Pincher.