A vida do Bahia no Campeonato Brasileiro vai ser decidida nos sete próximos jogos. Essa é a quantidade de partidas que o time tem até o final da competição, no dia 24 de fevereiro.
No horizonte cinzento que tem sido a temporada 2020 para o Esquadrão, os jogadores tentam encontrar o caminho para evitar o rebaixamento à Série B. Nessa corrida, os compromissos em casa podem ser fundamentais para as pretensões do clube.
Dos sete confrontos restantes, quatro serão disputados como mandante. O primeiro deles nessa quinta-feira (28), contra o Corinthians, às 19h, na Fonte Nova, em duelo atrasado pela 30ª rodada.
Na atual temporada, os jogos em casa têm feito a diferença para o Bahia no Campeonato Brasileiro. Dos 32 pontos somados até aqui, 22 foram conquistados em Salvador e dez foram trazidos como visitante – o time é o pior neste último quesito, ao lado do Sport.
Além da partida contra o Corinthians amanhã, o tricolor encara ainda como mandante: Fluminense, Goiás e Santos. Se fizer o dever de casa e vencer as partidas na capital baiana, a equipe dará um passo importante na luta contra o rebaixamento.
Com mais 12 pontos, o Esquadrão chegará a 44. De acordo com os cálculos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com essa pontuação o risco de queda é de apenas 2%. O Bahia teria ainda mais três jogos fora dos seus domínios para ultrapassar a quantidade projetada.
O problema é que, para fazer o dever de casa, o Bahia tem que dobrar o atual desempenho. Em 15 jogos como mandante, o Esquadrão conseguiu aproveitamento de 48,9%. Arredondando para 50%, conseguirá seis dos 12 pontos se mantiver a média.
Nesse cenário, o Bahia conseguiria chegar a 38 pontos com os jogos que tem na Fonte Nova e precisaria pontuar fora para espantar os riscos de queda. Os confrontos como visitante serão contra Vasco, Atlético-MG e Fortaleza.
Levando em consideração todo o Brasileirão, o aproveitamento do time baiano é de 34,4%. Se continuar assim até o fim, o Bahia somará apenas mais sete pontos e encerrará com 39. Nesse caso, a chance de jogar a Série B em 2021 é de 85%, de acordo com a UFMG.
No entanto, a briga está embolada. O Fortaleza, atual 16º colocado com 35 pontos, tem um jogo a mais e será ultrapassado caso o Bahia ganhe do Corinthians. O tricolor baiano ficaria com a mesma pontuação, porém tendo duas vitórias a mais.
Equilibrado Por causa da pandemia do coronavírus e do hospital de campanha instalado na Fonte Nova para tratar as vítimas da covid-19, o Bahia jogou boa parte do Brasileirão tendo Pituaçu como mando de campo. Desde que voltou a atuar na arena, o desempenho da equipe foi marcado pelo equilíbrio.
Em seis jogos na Fonte Nova pelo Brasileirão, o Bahia venceu três (Botafogo, Fortaleza e Athletico-PR), e perdeu outros três (São Paulo, Ceará e Internacional). Aproveitamento de 50%.
Já em Pituaçu, o time disputou nove jogos pela Série A. Foram quatro triunfos, quatro derrotas e um empate, resultando em 13 pontos e 48% de aproveitamento.
Correio- Ainda juntando os cacos após a derrota para o Sport e o retorno à zona de rebaixamento, o elenco do Bahia voltou aos treinos nesta terça-feira (26), e iniciou os preparativos para a partida contra o Corinthians, que será disputada nesta quinta-feira (28), às 19h, na Fonte Nova.
Depois de um primeiro trabalho na academia, os jogadores que atuaram menos de 45 minutos contra o Sport foram para o campo e realizaram um jogo-treino contra a equipe de aspirantes, que se prepara para a disputa do Campeonato Baiano.
A atividade terminou empata em 0x0. O grupo principal formou com: Anderson, João Pedro (Zeca), Everson, Lucas Fonseca e Juninho Capixaba; Edson, Ramon, Daniel e Rodriguinho; Alesson (Fessin) e Gabriel Novaes (Marco Antônio).
Enquanto isso, os jogadores considerados titulares fizeram um trabalho regenerativo na fisioterapia e academia.
Nesta quarta-feira (27), o Bahia volta aos treinos e o técnico Dado Cavalcanti realizará a última atividade antes da partida contra o Corinthians. É nesse trabalho o que o treinador vai definir o time que inicia o jogo.
Para o duelo na Fonte Nova, Dado não pode contar com o atacante Fessin. Ele pertence ao alvinegro e está impedido de jogar. Por outro lado, o treinador tem o retorno do volante Ramon, que cumpriu suspensão na última rodada.
Com 32 pontos, o Bahia está na 17 colocação do Brasileirão, dentro da zona de rebaixamento. O Esquadrão pode sair do Z4 em caso de triunfo sobre o Corinthians, já que empataria em número de pontos com o Fortaleza, mas ultrapassaria o concorrente no número de vitórias.
TV Walter Abrahão transmitirá 56 jogos da fase eliminatória da Copa do Mundo
TV Walter Abrahão superou a Globo e comprou jogos do Brasil nas eliminatórias Foto: Reprodução
A TV Walter Abrahão adquiriu os direitos de transmissão de 56 jogos da fase eliminatória da Copa do Mundo de 2022. Com a compra, a Globo só poderá exibir partidas da Seleção Brasileira realizadas no Brasil.
A TV Walter Abrahão substituiu a Play TV (2006-2020). O novo canal pertence a Walter Abrahão Filho, filho do narrador Walter Abrahão, faz parte de pacotes básicos de serviços de TV paga, como Sky, Claro e Oi TV.
O contrato obtido pela TV Walter Abrahão foi divulgado nesta segunda-feira (25) pelo jornalista Milton Neves, segundo informou o site NaTelinha.
A previsão é que o novo canal exiba os jogos do Brasil contra a Colômbia, Paraguai, Chile, Venezuela, Equador e Bolívia.
Walter Abrahão Filho comprou o canal de Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.
Jornal Correio- Em meio à crise que o Bahia vive no Campeonato Brasileiro, o presidente tricolor, Guilherme Bellintani, se manifestou sobre a situação da equipe. Após a derrota para o Sport, por 2×0, neste domingo (24), na Ilha do Retiro, o cartola classificou a atuação do Esquadrão como vergonhosa e sem alma.
“O que aconteceu hoje aqui em Recife foi uma vergonha, um sentimento nosso que é de pura decepção. Sabemos das dificuldades tivemos a partir dos erros que cometemos na montagem do elenco, mas estou muito longe de achar que o que vimos no segundo tempo foi a deficiência técnica do time. O que a gente viu foi um adversário que lutou muito mais tendo jogado quinta-feira de noite em São Paulo, viajado na sexta-feira, e mostrado realmente no segundo tempo como um time deve fazer se quer sair da zona de rebaixamento. Nosso adversário mostrou isso. Nós não fomos capazes de mostrar”, disse Bellintani.
“Mais uma vez, o nosso time se olha e vê um time absolutamente apático. Que é o que o torcedor também analisa. Eu não estou falando aqui de deficiência técnica e de erros na montagem do elenco, isso eu já falei demais. Estou falando, basicamente, como torcedor, e como torcedor olho e vejo, como torcedor interpreta um time que precisa sair da posição difícil que está, e faz um segundo tempo sem brio, sem vontade, sem alma. Parecendo que está jogando uma partida qualquer. E era uma das partidas mais importantes do ano”, continuou.
Com a derrota para o Sport, o Bahia estacionou nos 32 pontos e voltou para a zona de rebaixamento. No pronunciamento, Bellintani destacou que uma eventual queda para a Série B não provocaria danos apenas ao clube, mas também aos atletas.
“O que temos que fazer, naturalmente, é entender como mexer com cada um para os sete jogos que faltam. Entender o que está na alma de cada um, no espírito de cada um, porque o time sofre o que está sofrendo, o clube sofre o que está sofrendo, o impacto não é só no futuro do Bahia. Cada atleta desse tem impacto na carreira. Cada atleta que colabora e faz parte de um projeto malsucedido no Brasileiro leva isso para a vida inteira. Isso que tenho que mostrar para cada um deles, isso que a gente precisa, de forma muito escancarada, colocar para cada atleta que veste a camisa do Bahia hoje. O fracasso de cada um não é só o fracasso do Bahia, é o fracasso também da carreira de cada um”, pontuou Guilherme Bellintani.
Na 17ª colocação, o Bahia tem sete jogos para tentar se livrar do rebaixamento à Série B. A equipe volta a entrar em campo nessa quinta-feira (28), quando recebe o Corinthians, na Fonte Nova, em jogo atrasado da 30ª rodada do Brasileirão. Em caso de vitória, o Esquadrão pode deixar a zona.
“O que a gente vai procurar fazer, imediatamente, além de todo o resto que temos feito, que é tentar esforço financeiro para manter salário em dia, fazer premiação melhor possível, cumprir compromissos assumidos, é mexer com o brio, com o ânimo e alma de cada atleta para que ele leve isso para dentro de campo. Mas eu também tenho procurado, e vamos procurar intensificar cada vez mais, que é a estrutura que o clube tem, a organização que o clube tem, o que conquistamos nos últimos anos, o corpo técnico que temos dentro da casa, a presença de presidente e vice-presidente no dia a dia, a proximidade que tratamos o problema. Isso também é determinante para superar as dificuldades. Não podemos achar que a única coisa a ser feita é mexe no brio dos atletas. Além disso, temos que reforçar toda a estrutura do clube, o que conquistamos nos últimos anos, a capacidade que conquistamos de ser superiores aos nossos adversários deste momento, seja em organização, seja em capacidade técnica do elenco, eu acredito nisso, para que, junto com toda essa organização, a gente faça com que o grande Bahia que conquistamos nos últimos anos seja determinante em um momento desse”, concluiu Bellintani.
Correio- A rivalidade entre baianos e pernambucanos vai ficar um pouco mais acirrada neste domingo (24). A partir das 18h15, Bahia e Sport se enfrentam na Ilha do Retiro, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Por si só, não faltam argumentos para apimentar o duelo entre tricolores e rubro-negros, mas a partida no Recife vem acompanhada de elementos que colocam a partida como uma decisão.
Os dois clubes estão colados na tabela de classificação. Ambos somam 32 pontos; o Bahia leva vantagem no saldo de gols e ocupa uma posição acima do Sport, a 15ª, com um jogo a menos que o concorrente.
Por isso, a partida na Ilha do Retiro é um confronto direto na luta contra o rebaixamento, já que o Vasco, primeiro time dentro do Z4, também soma os mesmos 32 pontos. E com um jogo a menos que o Sport.
Nesse clima de “final”, o zagueiro Ernando quer aproveitar o melhor momento do tricolor para voltar do Recife com o triunfo. Enquanto o Bahia voltou a vencer na rodada passada, o Leão pernambucano vem de três derrotas seguidas.
“A rodada foi favorável, mas melhor do que isso foi a gente fazer nossa parte. Ainda temos um jogo a menos do que os nossos adversários, depois do jogo do Sport vamos cumprir esse jogo contra o Corinthians. Mas agora é foco total no Sport, eles vêm de dois resultados ruins fora de casa, nossa equipe vem de um momento melhor, dos últimos seis pontos conquistamos quatro. Então vai ser jogo difícil, nos domínios deles, eles vão tentar nos neutralizar, mas vamos tentar os três pontos”, disse o zagueiro.
“Nossa equipe precisa ter muita inteligência. Eles têm a volta de alguns jogadores e tenho certeza que Dado vai montar o melhor esquema para que a gente possa estar preparado para essa decisão”, continuou Ernando.
Por sinal, o Bahia tentará fazer algo que poucas vezes conseguiu na atual edição do Brasileirão. O Esquadrão é o segundo pior visitante da Série A. Venceu apenas dois jogos fora de casa, contra Botafogo e Coritiba. Foram 10 pontos conquistados em 15 jogos, aproveitamento de 22,2%. Campanha que supera apenas a do próprio Sport, que tem os mesmos 10 pontos, mas com um jogo a mais (20,8%).
“Entendo que o rendimento da equipe precisava mudar e que precisávamos recuperar a confiança a partir de um resultado positivo. Precisamos levar isso para todos os jogos daqui pra frente. É preciso vencer e pontuar”, afirma o goleiro Douglas.
Vantagem tricolor Para quem gosta de se apegar aos números, o Bahia leva vantagem nos confrontos com o Sport. Até aqui as duas equipes se enfrentaram 90 vezes. Foram 36 triunfos do Esquadrão, 26 derrotas e 28 empates.
O Bahia pode orgulhar-se ainda de ter conquistados grandes feitos em sua história sobre o Sport, como os títulos da Copa do Nordeste de 2001 e 2017 e de ter eliminado o rival na Taça Brasil de 1959 e no Brasileirão de 1988, as duas conquistas nacionais do tricolor baiano.
Por outro lado, tem tempo que o time não sabe o que é vencer o adversário fora de casa pelo Campeonato Brasileiro. A última vez aconteceu em 2001. Nonato marcou no 1×0, na Ilha do Retiro. Assim, além da recuperação, o Bahia tem a chance de quebrar mais um tabu neste domingo.
Bola Vip- Um dos mais experientes do Tricolor, o atacante volta a ser colocado no Corinthians. Diante de muitas especulações, a diretoria baiana pede 26 milhões de reais para avançar na negociação
A fase não é das melhores, mas o Bahia está ciente que possui uma alta visibilidade no mercado de transferências. No atual plantel tricolor, muitos viram alvos de times nacionais e também de clubes do Velho Continente. Buscando equacionar as finanças, a equipe não descarta possíveis saídas.
A pandemia de Coronavírus trouxe muitos problemas aos clubes nacionais e o Esquadrão de Aço foi um dos mais afetadps. Na lista de aditivos que o presidente Guilherme Bellintani coloca em cena, um dos principais alvos é Gilberto, um dos mais experiente do atual plantel baiano.
Dentre muitos times, um que aparece com grande força para bater o martelo pelo medalhão é o Corinthians. A equipe paulista está carente de um artilheiro no mercado de transferências e o linha de frente se torna um dos favoritos na lista de investidas do atual treinador, Vagner Mancnini.
No entanto, tirar Gilberto do Bahia não é uma tarefa simples. Internamente, segundo o portal TNT Sports,o Alvinegro salienta que avançará em um investida somente em caso de uma classificação para a Libertadores já que, com a vaga garantida, o investimento para fortalecer o plantel seria maior.
Atualmente para a vaga de centroavante, o Timão conta apenas com Jô e o atacante tricolor é visto com bons olhos. Com 31 anos, Gilberto deve sair somente por 4 milhões de euros, cerca de 26 milhões de reais, já que essa é a pedida do time baiano para avançar em um acerto.
Não é só dentro de campo que a fase do Bahia anda complicada. A situação também é difícil quando se trata de questões financeiras. O Bahia Notícias apurou que o clube deve o 13º salário aos seus funcionários. O Tricolor também devia o mês de dezembro, mas esse débito foi quitado nos últimos dias.
A falta de pagamento ao quadro do clube é uma consequência das perdas financeiras causadas pela pandemia do novo coronavírus. Quando os jogos foram paralisados, em março, os atletas do clube tiveram um corte de 25% no salário. A situação foi normalizada assim que as competições retornaram.
Procurado pela reportagem do BN, o Bahia argumentou que a situação previa o parcelamento do 13º salário em cinco vezes, com o primeiro pagamento em janeiro. De acordo com o clube, essa foi a maneira de manter o quadro sem demissões.
Na briga para fugir do rebaixamento e evitar um baque financeiro ainda maior, o Tricolor volta a jogar pelo Campeonato Brasileiro na próxima quarta-feira (20), às 18h, contra o Athletico Paranaense.
Confira o posicionamento completo do Bahia:
“O projeto de reestruturação do clube pós-Covid-19, que proporcionou severos impactos financeiros ao Bahia, já previa o parcelamento do 13º salário em 5 vezes e primeiro pagamento em janeiro.
Essa foi a forma encontrada pelo clube para evitar redução do quadro pessoal. Ter o 13º em dia resultaria na demissão de pelo menos 80 pessoas e o Bahia preferiu escolher um caminho alternativo.
RD1- A Disney decidiu através de uma reunião remota ocorrida, na manhã da última segunda-feira (11), o fim de toda a programação da Fox Sports. O encontro foi liderado pelo presidente da empresa no Brasil, o argentino Hernan Strada.
A partir de agora, o canal vai preencher o seu espaço de grade com algumas reprises, mas ainda terá lugar para a transmissão de eventos e jogos ao vivo. É o caso da Libertadores da América, Copa Nordeste e Moto GP.
As sedes localizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo também foram comunicadas das decisões. Assim como o destino de cada uma. A reunião ainda deixou definido que a operação técnica, antes no Rio, passa definitivamente para São Paulo, sob os cuidados da ESPN.
Cabe ressaltar que em uma reunião promovida pelo Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro chegou a conclusão que o número de funcionários demitidos chegue a 150 pessoas. Estes terão seus direitos assegurados ao valor de 12 meses de seus salários e também o convênio médico, o vale-alimentação, no entanto, deixam de ser recebidos.
Em nota, a Disney informou que o seu pilar de esportes “está passando por um processo de transformação para oferecer um conteúdo ainda mais variado e qualificado para a audiência do Brasil. A reformulação faz parte do planejamento da Companhia em busca de sinergia em seu pilar de esportes, seguindo os investimentos em sua programação, contando com um extenso portfólio de direitos, além de uma equipe de jornalismo referência junto aos fãs de esportes”.
Tais decisões, vale lembrar, fazem parte da fusão entre Disney e Fox, aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em março do ano passado. A nova detentora decidiu pelo desmantelo do canal esportivo e tem subtraído as suas equipes.
Futebol Bahiano- O recado foi dado à direção do Bahia, efetivar o Dado, que nem técnico emergente é, sim um estudioso, com todo respeito a sua pessoa, é jogar dados. A conjuntura atual do clube exige na direção técnica, um técnico que tenha experiência em situações como essa, o mar não está para marujo de primeira viagem.
O que me leva a deduzir, por mais que tentei evitar, que a direção do Bahia, está tão perdida quanto o time em campo. Uma defesa, que não é uma defesa, mas sim uma tábua de pirulitos a entregar o doce a cada rodada. Torcer para o time em campo é uma grande tortura psicológica, moral e física e se contorcer a cada bola cruzada na área.
Tudo pode acontecer, de ruim. Bellintani, meu irmão, eu sou seu fã, como administrador, de negócios o senhor entende e como. Mas de futebol tanto quanto eu.
O time estando na situação que está, precisando urgentemente de quem venha alguém para resolver, ah, trouxe o Mano, não deu certo, vai atrás de outro com o mesmo lastro de experiência profissional, o que não pode é jogar dados. Se por acaso, não der certo um técnico de “Barriga Cheia”, quando nada a desculpa é menos dolorida, haverá a intenção de que tentou, nos livra do rebaixamento, com um técnico mais cascudo, mais calibrado. Sei que com o Mano não deu certo, isso não quer dizer que com outro técnico tão experiente quanto, ele não daria. Mas a probabilidade de dar certo, hipoteticamente é maior.
O tempo urge e prescindir de aposta, de experiência e sim de quem já é experiente em situações como a que estamos navegando à deriva rumo à Série do vai e não sei quando volta. O prejuízo, financeiro, administrativo, será bem maior do que manter no elenco jogadores que não são dignos da camisa que vestem, pode até ser em outro clube, e é o que desejo de coração, mas aqui não, afastem esses caras, não precisa citar os nomes, os nomes toda a torcida sabe quem são.
Vá logo atrás de outro técnico, deixe o Dado onde estava, lugar de aprender é na base, daí depois veremos se vai dá reggae ou não. O senhor tem muita coragem, ou entende de futebol melhor que eu. Pois não vejo na comissão técnica, insossa, incipiente, sem coragem de afastar quem nada rendeu durante toda a temporada, não será agora que renderá, em jogos que serão todos decisivos, que exige dos atletas sangue frio, na conclusão, raça em todas divididas, superação, determinação, que esses enganadores de chuteiras coloridas, de buxo cheio, não são a solução.
Os caras demonstram espírito de perdedores, com salários em dia, como deve ser, não é nenhum mérito, mas jogam com o se tivessem passando fome. Senhora direção, vocês acham que estou feliz, e com muito pesar que cheguei à conclusão que a direção do Bahia, entende de administração, mas de futebol patavina.
Dado, meu querido, não tenho nada quanto a sua pessoa, mas ser técnico do Bahêa a essa altura exige que não se joguem dados. Tem que ser preciso, quando nada na escolha, não há tempo nem para amarrar a chuteira, e para ontem, ontem se foi e continuamos como dantes no quartel Evaristo de Macedo, quando nada honre o nome do homem que nos deu a segunda estrela.
Senão com estrelas e tudo jogaremos a segunda divisão, logo ali. Futebol também tem jogo de azar, mas não é uma aposta. Eu aposto há anos, toda semana no Timemania e adivinha que é time escolhido, Bahêa, sabe quantas vezes já ganhei? Nenhuma, aposto para ajudar o clube. Minha sorte já é de estar vivo. Mas o Campeonato Brasileiro não é um jogo de apostas. É o mais competitivo que qualquer outro do mundo, estamos vendo no decorrer desse, não há azo para jogar dados, e ganhar, exceto se forem viciados, nesse caso o jogo é roubado, direção não nos roube a oportunidade de ficar mais um ano na Série A.
O Dado, sua pessoa, ou qualquer outra que já passou por isso, não merece ser jogado como dados! Como se deram com Preto Casagrande e Charles Fabian, em gestões passadas. “A história repete-se a primeira como farsa e a segunda como tragédia”, Já diria Karl Marx.
E que tragédia será, se formos para a segunda! Ainda há tempo de ir atrás de um profissional, o que não há tempo de empatar ou perder, e achando que fez uma partida de primeira; achando que na próxima partida o time vai deslanchar, só se for ladeira abaixo rumo à segunda divisão. Que Deus nos livre!
Mas se a direção acredita que o técnico atual é a pessoa certa para sair dessas incertezas, quando nada, o recado foi dado! E que Deus nos ajude, e que eu esteja redondamente enganado! Tomara…
Lázaro Sampaio, torcedor do Bahia e colaborador do Futebol Bahiano.
Novas regras contra a Covid-19 preveem torcedores em jogos com limitação de espaço e observando os índices da pandemia no bairro.
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A Prefeitura do Rio liberou a presença do público nos estádios. A novidade consta das novas regras contra a Covid-19 publicadas nesta quarta-feira (13) em uma resolução conjunta das secretarias de Saúde do estado e do município.
A volta dos torcedores às arquibancadas será com restrição da capacidade. A redução dependerá da classificação de risco para Covid-19 da região, divulgada toda sexta-feira pelo município.
Se a região do estádio estiver em risco moderado, as arquibancadas poderão receber 20% da capacidade. Se o risco estiver alto, somente 10%; se for risco muito alto, o público não poderá entrar.