Há quem diga que durante a Copa do Mundo, inimigos deixam as diferenças de lado, as pessoas ficam mais felizes e os povos ficam mais unidos. Nesta edição, que acontece no Catar, não pode ser diferente. Realizada extraordinariamente em novembro, devido às condições climáticas do país sede, a Copa está cada vez mais perto e ainda dá tempo de viver o maior e mais importante torneio de seleções do planeta.

Com a promessa de ser o evento esportivo mais ‘tecnológico’ já visto pela humanidade, o público que comparecer aos estádios e viver de perto o clima da Copa do Mundo pode esperar um show de conforto e comodidade para assistir aos jogos, que acontecem na capital do Catar, Doha, e nas cidades de Al Wakrah, Al Khor, Al Rayyan e Lusail. Desde os hotéis luxuosos até estádios fechados e com ar-condicionado, o público vai poder assistir jogadores como Neymar, Messi, Cristiano Ronaldo e Mbappe em condições de dar inveja para quem vai se contentar com a televisão da sala de estar.

O conforto, no entanto, vem com um preço, e quem deseja participar da Copa do Mundo do Qatar em 2022 precisa estar preparado para desembolsar uma quantia significativa de dinheiro. É difícil estimar o valor preciso de quanto seria necessário para participar da Copa do Mundo do Catar. Os custos podem incluir passagem aérea, acomodação, ingressos para jogos e outros acessórios. O Catar é um país rico e os preços de bens e serviços geralmente são altos. Os visitantes devem estar preparados para gastar uma quantia considerável de dinheiro se quiserem participar da Copa do Mundo.

INGRESSOS DOS JOGOS

Se você pretende ir para a Copa do Mundo 2022, o primeiro passo a se pensar é como ir para os jogos. O custo dos ingressos para as partidas de futebol começa em cerca de R$ 3,2 mil e podem ultrapassar o patamar de R$ 9 mil para os assentos mais caros. Na grande final da copa do mundo, alguns setores do estádio já são vendidos por valores que se aproximam de R$ 30 mil.

Esses valores são referentes a uma cotação feita pouco antes do mundial. Quem se antecipou e adquiriu os ingressos com antecedência conseguiu valores bem mais acessíveis. Em Agosto deste ano, o ingresso da Grande Final to torneio podia ser comprado por cerca de R$ 9 mil.

SEGURO VIAGEM

Brasileiros que querem passar o período da Copa do Mundo no Catar podem permanecer no país por até 30 dias sem a necessidade de visto. Algo essencial e que é exigido na imigração em vários países, no entanto, é o Seguro Viagem.

Ao planejar a viagem para assistir à Copa do Mundo no Catar, é necessário se certificar de adquirir um seguro viagem para se proteger em caso de qualquer imprevisto.

O seguro cobre você caso precise cancelar sua viagem por motivo de doença, por exemplo, e também fornecerá proteção financeira em caso de perda de bagagem ou outros problemas que possam ocorrer enquanto você estiver fora de casa.

TRANSPORTE

O governo do Catar anunciou, em setembro deste ano, que o transporte público oferecido para os torcedores que forem assistir aos jogos da Copa do Mundo será gratuito no país, de 20 de novembro a 21 de dezembro de 2022.

Para garantir que terão acesso ao benefício, os torcedores precisam comprovar que compraram os ingressos e solicitar o “Hayya Card” que fornece uma série de benefícios, incluindo o transporte público gratuito nos dias das partidas.

Para quem deseja uma experiência turística mais completa e fazer programações em pontos turísticos do país do Oriente Médio, há também a opção da locação de carros no Catar. Apesar de ser tratado por muitos como um “gasto extra”, o aluguel de carros pode permitir economias indiretas como, por exemplo, hospedagem em pontos mais afastados da cidade, que barateiam os preços.

Os valores para alugar carros no Catar variam entre pouco mais de R$ 150 até 600, por diária a depender do tipo de carro escolhido.

BRASIL, NO TOP TEN DOS PAÍSES DO MUNDO QUE MAIS ADQUIRIU INGRESSOS PARA COPA DO MUNDO

Devido à grande quantidade de pessoas contratadas para trabalhar nos preparativos do evento,dados indicam que a população do Catar cresceu cerca de 13,2% no ano de 2021, que antecedeu o ano da Copa do Mundo.

Apesar do custo de participar do evento esportivo do ano, as autoridades do Catar esperam cerca de 850 mil estrangeiros acomodados no país durante o período do torneio. Os brasileiros estão entre os estrangeiros que mais vão se fazer presentes no Catar.

Segundo dados informados pelo Comitê Organizador da Copa do Mundo do Catar, até o início de outubro, o Brasil ocupava a nona posição no ranking de países que mais compraram ingressos para assistir aos jogos. Ao todo, foram mais de 39 mil ingressos. As três primeiras posições são ocupadas pelo próprio Catar (947.046), Estados Unidos (146.616) e Arábia Saudita (123.228).
Ránking completo:

1º Catar: 947.046

2° EUA: 146.616

3º Arábia Saudita: 123.228

4º Inglaterra: 91.632

5º México: 91.173

6º Emirados Árabes: 66.127

7º Argentina: 61.083

8º França: 42.287

9º Brasil: 39.546

10º Alemanha: 38.117

QUANTO VALE UM SONHO?

O custo mínimo é maior para quem não agendou a viagem com antecedência: O torcedor que decidisse fazer uma viagem ao Catar na última hora, hoje gastaria pelo menos, R$ 50.000. Então, sim, assistir à Copa do Mundo não vai ser barato. Mas se você ama futebol e sempre sonhou em participar do maior evento esportivo do mundo, com certeza valerá a pena!

*Bahia.ba
Foto: Divulgação/Catar 2022


troféu copa, pentacampeões, seleção brasileira

© Lucas Figueiredo/CBF/Direitos Reservados

Todo brasileiro se orgulha de ser cinco vezes campeão do mundo, fazendo jus ao título de país do futebol. Numa breve retrospectiva das Copas passadas, os primeiros episódios são das edições nas quais a taça ficou com a seleção canarinho.

Suécia (1958)

“A taça do mundo é nossa, com o brasileiro não há quem possa”, a marchinha cantada pelo grupo “Titulares do Ritmo” celebra a primeira vez em que a seleção foi campeã. Na época, os brasileiros escutavam pelo rádio as partidas que ocorriam lá na Europa. Aliás, a seleção de Pelé, Garrincha, Didi, Gylmar, Zagalo e companhia só enfrentou adversários europeus do início ao fim. Venceu cinco jogos, empatou um e desbancou a anfitriã Suécia na final por impressionantes 5 a 2. Um título mais do que merecido.

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Chile (1962)

Quatro anos mais tarde, com a mesma base da Copa anterior, o Brasil se tornou bicampeão. Houve, é verdade, mudança de técnico: saiu Vicente Feola entrou Aymoré Moreira. Coincidentemente, a conquista veio também com cinco vitórias e um empate. Pelé se contundiu na segunda partida e foi substituído por Amarildo a partir de então. E o treinador utilizou apenas doze jogadores em seis partidas. Na final, o Brasil bateu a Tchecoslováquia por 3 a 1 e fez a festa em Santiago.

México (1970)

“90 milhões em ação, pra frente, Brasil, salve a seleção”. A canção enaltação de Miguel Gustavo se tornou o eterno hino do futebol e é associado tanto ao tricampeonato mundial quanto à época em que a ditadura militar estava no auge. O treinador, agora, era Zagalo e o Brasil podia ser dar o luxo de ter um ataque com Tostão, Rivelino, Pelé e Jairzinho. Em seis partidas, seis vitórias e lances geniais deram ao Brasil a posse definitiva da Taça Jules Rimet. Na decisão, uma goleada impiedosa na Itália: 4 a 1.

Estados Unidos (1994)

Após um longo jejum de 24 anos sem título, o Brasil tornou-se tetracampeão mundial com uma geração que começou a despontar nas Olimpíadas de Seul (1988). Romário, Bebeto, Taffarel, Jorginho, Branco e companhia, sob o comando de Carlos Alberto Parreira, fizeram uma campanha sólida, com cinco vitórias e dois empates até o título. Na decisão, uma partida nervosíssima contra a Itália. Empate em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação e vitória somente nos pênaltis por 3 a 2.

Japão e Coreia do Sul (2002)

Em um Mundial realizado entre dois países orientais, o Brasil chegou com vários craques, mas amargando uma campanha fraca nas Eliminatórias. A seleção, com Ronaldo, Ronaldinho, Rivaldo, Marcos e Cafu foi passando por todos os adversários, com sete vitórias em sete jogos sob o comando de Luiz Felipe Scolari. Na decisão, no Japão, o Brasil bateu a Alemanha por 2 a 0, com dois gols de Ronaldo e levou o pentacampeonato. Depois disso não conseguiu mais chegar a uma decisão.

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Além dos cinco títulos, o Brasil foi vice-campeão mundial duas vezes:

Brasil (1950)

O país se preparou para ser campeão em 1950, organizou a Copa, construiu o maior estádio do mundo à época, com capacidade para 200 mil pessoas, montou um esquadrão com craques do quilate de um Ademir, Zizinho, Jair, Chico e Friaça, mas esqueceu de combinar com o Uruguai. O pequeno país vizinho derrubou o Brasil, em pleno Maracanã, de virada, com um fatídico gol de Ghiggia aos 35 minutos do 2º tempo. O país inteiro chorou a derrota e muita gente jurou nunca mais ver futebol por causa daquela derrota.

França (1998)

Sob o comando do técnico Zagalo, o Brasil teve ótima oportunidade de ser campeão na última Copa do século XX. O time de Bebeto, Ronaldo, Rivaldo, Cafu e Roberto Carlos chegou até a decisão contra a anfitriã França com ares de favorito, depois de eliminar a Holanda nas semifinais, nos pênaltis. No estádio de Saint-Denis tudo deu errado. Ronaldo passou mal antes do jogo. Zidane fez dois gols de cabeça ainda no 1º tempo e a França passeou em cima da seleção, ganhando por 3 a 0 e adiantou o penta por quatro anos.

O Brasil, único país que participou de todas as Copas desde a primeira edição no Uruguai (1930), alcançou as seguintes posições ao longo dos anos:

infografico brasil nas copas

Informações Agência Brasil


A bola foi utilizada em 22 de junho de 1986 durante a partida histórica das quartas de final entre Argentina e Inglaterra, vencida pelo conjunto “Albiceleste” por 2 a 1

Bola da ‘mão de Deus’ de Maradona é leiloada por R$ 12,8 milhões em Londres
Foto: ISABEL INFANTES / AFP

A bola com a qual Diego Maradona marcou o lendário gol da Copa do Mundo de 1986 com ajuda da “mano de Dios” (“mão de Deus”) foi vendida em um leilão por 2 milhões de libras (R$ 12,8 milhões ) nesta quarta-feira (16), em Londres.

A casa de leilões Graham Budd Auctions anunciou em outubro que esperava um preço de venda de entre 2,5 e 3 milhões de libras, muito superior a seu recorde anterior, 420 mil libras (R$ 2,69 milhões) pela tocha olímpica dos Jogos Olímpicos de Inverno de Helsinque, de 1952.

A bola foi utilizada em 22 de junho de 1986 durante a partida histórica das quartas de final entre Argentina e Inglaterra, vencida pelo conjunto “Albiceleste” por 2 a 1, na Copa do Mundo do México, disputada quatro anos depois da Guerra das Malvinas entre os dois países.

Os dois gols míticos anotados por Maradona colocaram a partida na história do futebol. No primeiro, marcado logo no início do segundo tempo, o capitão argentino usou o punho esquerdo para desviar a bola para a meta inglesa, mas o tento acabou sendo validado pelo árbitro. Mais tarde, o craque argentino reconheceu que tinha marcado “um pouco com a cabeça e um pouco com a mão de Deus”.

Para anotar o segundo, quatro minutos depois, Maradona arrancou do campo de defesa, se livrou de quatro marcadores e do goleiro, e chutou rente à trave, um tento que foi apelidado como “barrilete cósmico” e eleito o “gol do século” em uma enquete feita pela Fifa em 2002.

A Argentina ganharia aquele torneio graças ao desempenho de seu maior astro, que, após aquela atuação memorável contra a Inglaterra, se tornaria uma das maiores lendas da história do esporte bretão.

“Essa bola faz parte da história do futebol internacional. É, sem dúvida, um bom momento para compartilhá-la com o mundo”, afirmou o proprietário da bola, que era nada mais nada menos que o árbitro da famosa partida, o tunisiano Ali Bennaceur, citado pela casa de leilões em outubro.

“Não vi a mão, mas fiquei em dúvida”, confessou Bennaceur à AFP alguns dias depois da morte de Maradona, em novembro de 2020, aos 60 anos.

Em maio deste ano, a camisa usada por Maradona durante essa mesma partida foi vendida em leilão por 9,3 milhões de dólares, mais que o dobro do preço previsto pela Sotheby’s. (Estadão Conteúdo)

Informações TBN


Richarlison é o 9 da seleção na Copa - Lucas Figueiredo/CBF
Richarlison é o 9 da seleção na Copa Imagem: Lucas Figueiredo/CBF

Os dois primeiros dias de treino da seleção brasileira na preparação para a Copa do Mundo deram muita atenção aos atacantes. Nesta terça-feira (15), os três centroavantes que disputam vaga de titular na equipe mostraram apetite em atividades de pivô, tabelas e finalização sob os olhares de Tite no CT da Juventus, em Turim.

Richarlison foi o titular nos últimos amistosos e deve começar jogando na Copa, mas Pedro e Gabriel Jesus estão de olho nesta vaga.

Nesta terça, o camisa 9 da seleção deu pelo menos uma demonstração de afobação na tomada de decisões. Em determinados momentos da atividade em espaço reduzido de nove contra nove jogadores em que o objetivo era acertar um gol também reduzido, formado por duas pequenas estacas, Richarlison deu dois chutes de longa distância para fora em vez de seguir trabalhando a bola nas tabelas com os companheiros.

As finalizações antes da hora fizeram com que Richarlison ganhasse uma bronca: “Calma, caralho. Segura, Pombo”.

É um lance normal de treino, que gerou uma bronca igualmente normal, mas que mostra a competitividade do trabalho e a vontade do camisa 9 de mostrar serviço durante os treinos preparatórios para a Copa. Por enquanto, ele é o preferido de Tite para a função. O técnico já disse que gosta do espírito de Richarlison de decidir as jogadas em pouco tempo e com pouco espaço. “Ele tem o fascínio do gol, cheira a gol”, disse o técnico há dois meses.

https://twitter.com/gabe_carneiro/status/1592642176600506368?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1592642176600506368%7Ctwgr%5E158f11bc9d19114e198f2cbbf30c1ab39c125235%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.uol.com.br%2Fesporte%2Ffutebol%2Fultimas-noticias%2F2022%2F11%2F15%2Fselecao-richarlison-pedro-e-jesus.htm

Mas a concorrência é forte. Apesar de não fazer gols há 11 jogos no Arsenal, Gabriel Jesus sonha em recuperar a vaga que um dia já foi dele como centroavante titular da seleção. Ele compensa essa falta do “cheiro de gol” com marcação, movimentação e apoio aos pontas e aos meias, mas balançar as redes é fundamental.

No treino desta terça-feira, Jesus e Richarlison tiveram a mesma função: de costas para a marcação representada por duas estacas do tamanho de um defensor presas no gramado, eles deveriam receber a bola, girar e marcar contra os goleiros do Brasil. Eles repetiram o exercício por pelo menos 20 minutos sob os olhares de Tite. Veja alguns lances:

Pedro não participou deste treinamento de pivô e finalização porque ontem (14) já tinha realizado atividades específicas para sua função — Richarlison e Gabriel Jesus não tinham atuado neste trabalho por desgaste muscular. O flamenguista teve bom rendimento e fez até gol de letra.

Nesta terça, Pedro atuou somente no treino técnico em espaço reduzido de nove contra nove jogadores. Ele começou ao lado de Gabriel Jesus e depois foi para o time de Richarlison, numa demonstração de que Tite também pensa em alternativas com dois jogadores com essas características para alguns momentos do jogo.

Jesus - Lucas Figueiredo/CBF - Lucas Figueiredo/CBF
Imagem: Lucas Figueiredo/CBF
Pedro - Lucas Figueiredo/CBF - Lucas Figueiredo/CBF
Imagem: Lucas Figueiredo/CBF

Com disputa acirrada pela titularidade na Copa do Mundo, a seleção volta a treinar nesta quarta-feira (16), às 11h (de Brasília).

Informações UOL


Vai começar a disputa pela taça da Copa do Mundo do Qatar! - FIFA/FIFA via Getty Images
Vai começar a disputa pela taça da Copa do Mundo do Qatar! Imagem: FIFA/FIFA via Getty Images

Será que o hexa vem? Ou o Brasil completará 20 anos sem um título mundial? A Copa do Mundo do Qatar está cada vez mais perto e, junto com a chegada dela, não podemos deixar de dar aqueles clássicos palpites sobre quem vai levar a taça para casa, não é?

O UOL Esporte convocou seus colunistas, e 18 deles fizeram as suas apostas para as seguintes categorias: campeão, vice-campeão e zebra, sendo que a resposta para este último é livre, valendo tanto para alguma seleção que surpreenda como para alguma que decepcione.

E, no que depender dos nossos colunistas, o hexa vem! Foram oito votos para a seleção brasileira, com a Argentina aparecendo em seguida, com cinco. Outros dois times também foram citados: França, com quatro votos, e Inglaterra, com um.

O pontapé inicial da Copa do Mundo acontece no próximo dia 20, domingo, com o duelo entre Qatar x Equador, às 13h (de Brasília). Já a estreia da seleção de Tite está marcada para o dia 24, contra a Sérvia, às 16h.

Veja o resultado do ‘bolão’ e os palpites dos colunistas:

CAMPEÃO

Brasil (8 votos)
Argentina (5 votos)
França (4 votos)
Inglaterra (1 voto)

VICE

Argentina (6 votos)
França (4 votos)
Inglaterra (3 votos)
Espanha (2 votos)
Brasil (1 voto)
Portugal (1 voto)
Bélgica (1 voto)

Jogadores da seleção brasileira abraçados antes de amistoso contra a Tunísia - Lucas Figueiredo/CBF - Lucas Figueiredo/CBF
Imagem: Lucas Figueiredo/CBF

ALICIA KLEIN
Campeão: Brasil
Vice: Argentina
Zebra: Sérvia

AMARA MOIRA
Campeão: Argentina
Vice: Portugal
Zebra: Brasil fora nas oitavas (perdendo pra Gana nos pênaltis)

ANDRÉ ROCHA
Campeão: Argentina
Vice: Espanha
Zebra: Brasil fora na primeira fase

ANDREI KAMPFF
Campeão: Brasil
Vice: Argentina
Zebra: Dinamarca

BRUNO ANDRADE
Campeão: Brasil
Vice: França
Zebra: Equador

DANILO LAVIERI
Campeão: Brasil
Vice: Bélgica
Zebra: Dinamarca

JULIO GOMES
Campeão: Brasil
Vice: Espanha
Zebra: França não chega nem nas quartas

MARCEL RIZZO
Campeão: Inglaterra
Vice: Argentina
Zebra: Qatar

MENON
Campeão: Argentina
Vice: França
Zebra: Uruguai

MILLY LACOMBE
Campeão: Argentina
Vice: Inglaterra
Zebra: Sérvia

MILTON NEVES
Campeão: França
Vice: Argentina
Zebra: Dinamarca

PERRONE
Campeão: França
Vice: Brasil
Zebra: Dinamarca

RAFAEL REIS
Campeão: Argentina
Vice: Inglaterra
Zebra: Dinamarca

RENATO MAURÍCIO PRADO
Campeão: França
Vice: Argentina
Zebra: Polônia

RODOLFO RODRIGUES
Campeão: Brasil
Vice: Inglaterra
Zebra: Sérvia

RODRIGO COUTINHO
Campeão: Brasil
Vice: França
Zebra: Sérvia

RODRIGO MATTOS
Campeão: Brasil
Vice: França
Zebra: Sérvia

VITOR GUEDES
Campeão: França
Vice: Argentina
Zebra: Dinamarca

Informações UOL


Campeonato brasileiro acabou: saiba quanto ganhou cada time

O campeão Palmeiras vai levar uma premiação de cerca de R$ 45 milhões, a mais alta já paga na história da competição — o Atlético-MG recebeu R$ 40 milhões em 2021. O segundo colocado, o Internacional, receberá em torno de R$ 42,7 milhões.

O dinheiro vai sendo reduzido gradativamente conforme a posição na tabela de classificação ao final da última rodada da Série A. No G-4, por exemplo, o terceiro colocaria deve faturar R$ 40,5 milhões, enquanto o quarto pode colocar no caixa aproximadamente R$ 38,2 milhões.

Na parte de baixo da tabela, só há premiação até o 16º lugar, que receberá algo em torno de R$ 15 milhões. Os quatro rebaixados para a Série B não recebem nada.

Veja uma estimativa de quanto cada clube deve receber:

  1. Palmeiras: R$ 45,0 milhões
  2. Internacional: R$ 42,7 milhões
  3. Fluminense: R$ 40,5 milhões
  4. Corinthians: R$ 38,2 milhões
  5. Flamengo: R$ 36,0 milhões
  6. Athletico Paranaense: R$ 33,7 milhões
  7. Atlético-MG: R$ 31,5 milhões
  8. Fortaleza: R$ 29,2 milhões
  9. São Paulo: R$ 27,0 milhões
  10. América-MG: R$ 24,7 milhões
  11. Botafogo: R$ 19,3 milhões
  12. Santos: R$ 18,0 milhões
  13. Goiás: R$ 16,6 milhões
  14. RB Bragantino: R$ 16,2 milhões
  15. Coritiba: R$ 15,7 milhões
  16. Cuiabá: R$ 15,2 milhões

Com informações do GE.


Ele largou na ‘pole position’ depois de vencer a corrida sprint de sábado (12)

Foto: Reprodução/ Youtube
Foto: Reprodução/ Youtube

O piloto britânico George Russell, da Mercedes, venceu neste o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 neste domingo (13) à frente de seu companheiro de equipe e compatriota, Lewis Hamilton, e do espanhol Carlos Sainz, da Ferrari.

Russell largou na ‘pole position’ depois de vencer a corrida sprint de sábado (12), manteve a liderança de ponta a ponta para conseguir a primeira vitória de sua carreira na F1.

A corrida deste domingo foi marcada por uma acidente na primeira volta envolvendo o australiano Daniel Ricciardo (McLaren) e o dinamarquês Kevin Magnussen (Haas), que obrigou a entrada do ‘safety car’ na pista.

Informações Bahia.ba


Paquetá faz trabalho físico na seleção brasileira - Lucas Figueiredo/CBF
Paquetá faz trabalho físico na seleção brasileira Imagem: Lucas Figueiredo/CBF

A realização da Copa do Mundo no meio da temporada traz uma rotina diferente para a semana de preparação da seleção brasileira, na comparação com Mundiais anteriores.

O torcedor mais atento deve ter se acostumado com as cenas de jogadores na esteira, cheio de eletrodos, conectados a aparelhos modernos, que fornecem índices minuciosos sobre os corpos de quem pratica esporte de alto rendimento. Neste ano, a ciência segue como aliada. A comissão técnica quer os jogadores “fresh” — termo em inglês que remete ao frescor —, mas o tempo e a condição física dos convocados demandam uma abordagem diferente.

São 10 dias entre a apresentação de amanhã (14) para os treinos em Turim, na Itália, e a estreia no Qatar, diante da Sérvia. Antes de chegar a Doha, o Brasil usará o CT da Juventus como base.

Além disso, a realização da Copa do Mundo entre novembro e dezembro faz com que o Mundial seja uma extensão do ritmo de competição dos clubes. Quem atua na Europa, está no meio da temporada. Os brasileiros, por sua vez, precisam lidar com o ônus de um ano inteiro de trabalho. Na seleção brasileira, a maioria (23 dos 26) se encaixa no primeiro cenário.

De todo modo, os primeiros dias em Turim servirão como “detox”, numa tentativa dos preparadores físicos e fisiologistas da seleção de deixar os jogadores à disposição de Tite em condições similares, independentemente de onde tenham vindo.

Nos primeiros dias, a estratégia é reduzir a carga de trabalho para que na quarta-feira Tite consiga dar um treino mais robusto no campo.

“Não existe grupo homogêneo, as pessoas são diferentes. Mas quero deixá-los fresh, limpos, a partir de quarta-feira. Com certeza quarta-feira todos no campo”, disse o preparador físico Fábio Mahseredjian.

Há dois jogadores que reservam um cuidado maior da comissão técnica, porque vieram de lesões recentes e ainda não têm tantos minutos em campo desde então: o meia Lucas Paquetá e o atacante Richarlison.

O primeiro voltou a atuar no domingo passado, após período afastado por lesão no ombro. O segundo participou de cerca de meia hora da derrota do Tottenham para o Nottingham Forest, na quarta-feira.

“Talvez o Richarlison chegue e faça mais um exame só para controle, para a gente ajustar treino com a comissão técnica. Não vale a pena refazer os exames todos porque eles já estão no meio da temporada. Geralmente, a gente faz isso antes da Copa porque é um reinício de 15 dias de treinamento. Agora, vamos mais para orientar a preparação física com alguns testes de força. A prioridade, acredito, é técnico/tático”, explica Guilherme Passos, fisiologista da seleção, ao UOL Esporte.

A seleção programou um treino por dia no CT da Juventus até sexta-feira. No sábado, a delegação viaja para o Qatar e deve chegar no hotel por volta de 23h30 do horário local (17h30, de Brasília). A estreia contra a Sérvia, dia 24, será às 16h (de Brasília), no estádio Lusail.

Mas o trabalho de quem supervisiona a parte física da seleção não se restringe ao período que antecede a Copa. Como a duração do Mundial no Qatar será dois dias menor, o intervalo entre jogos também será reduzido. O segundo jogo do Brasil, contra a Suíça, já acontece no dia 28. Haverá um foco significativo na recuperação dos atletas, momento em que os fisioterapeutas e massagistas entrarão em ação para manter todo mundo “fresh” pelo maior tempo possível.

Informações UOL


Narrador deve ficar no hospital por pelo menos três dias

Galvão Bueno Foto: Reprodução / TV Globo

O narrador Galvão Bueno, da TV Globo, deve passar ao menos três dias internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após testar positivo para Covid-19. Em um vídeo publicado neste sábado (12) nas redes sociais, Galvão destacou que a ida para o hospital foi uma forma de precaução.

– Para quem torce por mim, uma ótima notícia! O doutor Davi Lewi achou que seria bom ficar aqui no Einstein por três dias para ser monitorado e fazer muita fisioterapia – declarou.

O narrador disse que não está tomando qualquer remédio contra a doença, mas ressaltou que faz exercícios duas vezes por dia para que consiga se recuperar a tempo de narrar a Copa do Mundo, que começa no próximo dia 20 de novembro no Catar.

Esta é pelo menos a segunda vez que Galvão testa positivo para a Covid-19. O narrador já havia testado positivo para a doença em janeiro deste ano, mas não teve grandes complicações. Na época, ele disse que estava bem por estar “devidamente vacinado, com todas as doses”.

Informações Pleno News


George Russell, da Mercedes, durante a qualificação de sprint no Autódromo de Interlagos - EVARISTO SA / AFP
George Russell, da Mercedes, durante a qualificação de sprint no Autódromo de Interlagos Imagem: EVARISTO SA / AFP

O britânico George Russell, da Mercedes, venceu a corrida sprint e largará na primeira posição do GP de São Paulo, amanhã, em Interlagos. Lewis Hamilton completará a primeira fila e a dobradinha da Mercedes na ponta do grid de largada, que acontecerá às 15h (de Brasília).

Russell venceu a agitada corrida sprint, que é um teste classificatório e mais curto para a corrida do domingo, e o ferrarista Carlo Sainz chegou em segundo. Mas o espanhol foi punido por trocar de motor, perdeu cinco posições e terá que largar em sétimo. Vantagem também para o atual campeão Max Verstappen, que acabou em quarto na corrida curta, mas subiu para a terceira posição do grid.

Veja como largam os pilotos no GP de São Paulo:

1 George Russell (Mercedes)
2 Lewis Hamilton (Mercedes)
3 Max Verstappen (Red Bull Racing)
4 Sergio Pérez (Red Bull Racing)
5 Charles Leclerc (Ferrari)
6 Lando Norris (Mclaren)
7 Carlos Sainz (Ferrari) / Chegou em 2º, mas foi punido por troca de motor
8 Kevin Magnussen (Haas)
9 Sebastian Vettel (Aston Martin)
10 Pierre Gasly (Alphatauri)
11 Daniel Ricciardo (Mclaren)
12 Mick Schumacher (Haas)
13 Guanyu Zhou (Alfa Romeo)
14 Valtteri Bottas (Alfa Romeo)
15 Fernando Alonso (Alpine)
16 Yuki Tsunoda (Alphatauri)
17 Lance Stroll (Aston Martin)
18 Esteban Ocon (Alpine)
19 Nicholas Latifi (Williams)
20 Alexander Albon (Williams)

Sprint quase toda de pneus macios

Max Verstappen (Red Bull) e Nicholas Latifi (Williams) foram os únicos que escolheram largar com pneus médios. Todos os outros pilotos começaram a sprint, uma corrida curta sem pit stops, de pneus macios.

Verstappen mostrou logo nas primeiras voltas, mais uma vez, por que é o campeão antecipado da temporada. Mesmo com pneus médios, mais lentos, segurou firmemente a tentativa de ultrapassagem de George Russell, que tentou por fora e por dentro. Mas o holandês não conseguiu segurar por muito tempo a velocidade dos pneus macios que o perseguiam.

Na 12ª volta, Russell chegou perto de Verstappen de novo. A insistência foi tanta que na 15ª volta, na saída da curva do sol, o britânico enquadrou, botou de lado e fez o holandês comer poeira. Neste momento, o delírio em Interlagos foi completo — provando que a torcida da Mercedes segue fortíssima no país.

Sainz vai bem, mas é punido

Ao fim da prova, o campeão da temporada foi ultrapassado por Sainz e por Hamilton. A punição ao espanhol já era esperada: o ferrarista trocou o motor de combustão interna de seu carro e, agora, iniciará o GP ao lado de Magnussen. O dinamarquês, que largou na pole da sprint após surpreender no treino de ontem, terminou a corrida em sétimo.

O “brasileiro” Hamilton

O britânico recebeu nesta semana o título de cidadão honorário brasileiro, e pareceu pilotando em casa. Largou em oitavo e na sexta volta já estava na quarta posição. Quando Hamilton ultrapassou Verstappen, além de empolgar grande parte das arquibancadas de Interlagos, provocou êxtase na Mercedes. Assim que o hexacampeão superou o atual bi, foi possível ouvir gritos e aplausos dentro dos boxes da equipe alemã.

Clima tenso na Alpine

As F1 de Fernando Alonso e Esteban Ocon se tocaram na largada. O espanhol não gostou da atitude do colega e, pelo rádio, reagiu com ironia: “Perdi a asa dianteira graças ao nosso amigo”.

Pouco depois, o espanhol afirmou de novo que Ocon o prejudicou: “Bom trabalho dele”. O toque provocado por Ocon e a resposta de Alonso escancaram o clima pouco amistoso entre os pilotos da Alpine.

Stroll em exagero

A ultrapassagem de Lance Stroll sobre Sebastian Vettel foi considerada perigosa. O canadense da Aston Martin jogou o companheiro de time para fora da pista. A experiência de Vettel evitou um acidente grave. Logo depois, o alemão recuperou sua 11ª posição.

Stroll foi punido com dez segundos. Irritado com a decisão da FIA, o canadense caminhou rapidamente pelo paddock conversando apenas com um funcionário da Aston Martin.

É Magnussen! Ou era?

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Magnussen foi, de longe, o piloto que mais gerou empolgação nos torcedores antes da sprint. “É, Magnussen!”, bradavam os espectadores nas arquibancadas de Interlagos assim que as luzes vermelhas se apagaram.

Os gritos, no entanto, duraram pouco: Verstappen, ainda no começo da prova, ultrapassou o piloto da Haas e pôs fim à sensação do fim de semana.

Foi uma surpresa a pole de Kevin Magnussen para a sprint. Na sexta, o dinamarquês registrou a melhor volta (1m11s674) do primeiro treino livre, o que lhe garantiu o privilégio de largar em primeiro hoje. O bom resultado conquistado na chuva não se sustentou na pista seca. Magnussen acabou perdendo seis posições.

Informações UOL