50 Cent quebrou o silêncio sobre o caso envolvendo Sean Diddy Combs, preso por uma série de crimes, incluindo tráfico sexual e estupro
O rapper 50 Cent quebrou o silêncio sobre o caso envolvendo Sean Diddy Combs, preso por uma série de crimes, incluindo tráfico sexual e estupro. A voz de 21 Questions apontou que fala há “10 anos” sobre tudo que envolve Diddy Combs.
“Olha, parece que estou fazendo algumas coisas extremamente ultrajantes, mas não estou. Na verdade, sou eu apenas dizendo o que venho dizendo há 10 anos”, disse Cent à revista People, citando os comentários e brincadeiras que fazia com o caso do produtor.
“Agora isso está se tornando mais evidente nas notícias com as coisas do Puffy, mas, fora isso, eu fico tipo: ‘Cara, é só a minha perspectiva, porque fiquei longe dessas coisas o tempo todo, porque esse não é meu estilo’”, desabafou.
A briga de 50 Cent com Diddy começou em 2006, após o rapper lançar uma música onde acusa Combs de assassinar Notorious BIG. Desde então, os dois trocam acusações públicas.
Documentário
50 Cent está produzindo uma série documental para a Netflix sobre os crimes de Sean Diddy Comb. À Variety, o cantor afirmou que se trata de uma “narrativa complexa que abrange décadas”.
“Esta é uma história com um impacto humano significativo. É uma narrativa complexa que abrange décadas, não apenas as manchetes ou clipes vistos até agora”, disse 50 Cent e Alexandria Stapleton, responsável por dirigir a série documental, ao site.
Os dois ainda disseram: “Mantemos nosso compromisso de dar voz aos sem voz e apresentar perspectivas autênticas e nuances. Embora as alegações sejam perturbadoras, pedimos a todos que lembrem que a história de Sean Combs não é a história completa do hip-hop e sua cultura.”
“Nosso objetivo é garantir que ações individuais não ofusquem as contribuições mais amplas da cultura”, finaliza.
Ainda não há informações sobre data de estreia e título da série documental.
Raquel Brito, irmã do ex-participante do reality show “Big Brother Brasil” Davi, foi recentemente hospitalizada após ser diagnosticada com miocardite aguda. A inflamação do tecido muscular do coração é uma condição que pode ocorrer de forma aguda, crônica ou fulminante, e entender os detalhes dessa doença é crucial para a conscientização sobre seus riscos e tratamentos. Este artigo busca esclarecer as causas, sintomas, métodos de diagnóstico e tratamentos disponíveis para a miocardite.
O que é a miocardite?
A miocardite é uma inflamação do miocárdio, o músculo que compõe o coração. Responsável pela função de bombear sangue para todo o corpo por meio de contrações involuntárias, qualquer inflamação nesse músculo pode prejudicar os batimentos cardíacos e, consequentemente, a circulação sanguínea. Embora Raquel Brito tenha apresentado uma forma aguda da doença, é importante ressaltar que a miocardite pode se manifestar, também, de maneira crônica ou fulminante.
COVID-19 viruses affecting the heart, conceptual 3D illustration. Heart complications associated with COVID-19 coronavirus disease. The negative effect of SARS-CoV-2 virus on the human heart.
Causas possíveis da miocardite
Infecciosa: Este é o tipo mais comum de miocardite e é geralmente causado por infecções virais, como influenza A, caxumba e hepatite C. Bactérias, fungos, protozoários e parasitas também podem ser agentes causadores.
Imunomediada: Neste caso, a inflamação é causada por mecanismos autoimunes, onde o corpo ataca o próprio tecido do miocárdio.
Tóxica: Pode ser originada pelo uso de drogas, como anfetaminas e cocaína, ou exposição a metais pesados e toxinas, como picadas de animais ou radiação.
Sintomas da miocardite
Embora alguns pacientes possam ser assintomáticos e a doença regredir por conta própria, a miocardite geralmente exibe sintomas que incluem:
Dor no peito
Fadiga e falta de ar, seja em repouso ou durante atividades físicas
Inchaço nas extremidades, como pernas e pés
Arritmia cardíaca
Sensação de desmaio
Sintomas gripais, como febre e dores no corpo
Métodos de diagnóstico
O diagnóstico de miocardite envolve uma avaliação clínica inicial seguida por exames de sangue e de imagem, como o ecocardiograma. Esses procedimentos são essenciais para detectar anomalias no músculo cardíaco e estabelecer a presença da inflamação.
Tratamento da miocardite
De acordo com o Hospital Albert Einstein em São Paulo, a maioria dos casos de miocardite são tratados com reposo, medicação e suspensão de exercícios físicos de alta intensidade. Medicamentos como vasodilatadores e diuréticos são comumente utilizados no tratamento da insuficiência cardíaca associada. É crucial que os pacientes continuem sob acompanhamento médico mesmo após a resolução inicial dos sintomas, uma vez que a condição pode retornar ou conduzir a complicações crônicas.
Enquanto Raquel Brito ainda se recupera sob observação médica, sua equipe emitiu comunicados pedindo compreensão e apoio dos fãs. Entretanto, essa situação destaca a importância da conscientização sobre a miocardite, seus sinais e tratamentos, para garantir melhor prognóstico e qualidade de vida para os afetados.
Ela superou Rihanna, que até então ocupava o primeiro lugar com US$ 1,4 bilhão (R$ 7,65 bilhões), segundo o ranking da Forbes.
Foto: Divulgação
Taylor Swift fez história foi coroada a cantora mais rica do mundo nesta segunda-feira (7), com um patrimônio avaliado em US$ 1,6 bilhão (R$ 8,74 bilhões). Ela superou Rihanna, que até então ocupava o primeiro lugar com US$ 1,4 bilhão (R$ 7,65 bilhões), segundo o ranking da Forbes.
Na sequência, estão Madonna, com US$ 850 milhões (R$ 4,64 bilhões); Beyoncé, com US$ 760 milhões (R$ 4,15 bilhões); Céline Dion, com US$ 550 milhões (R$ 3,00 bilhões); Barbra Streisand, com US$ 460 milhões (R$ 2,51 bilhões); e Dolly Parton, com US$ 450 milhões (R$ 2,46 bilhões).
É importante destacar que, antes de alcançar esse título, Taylor se tornou bilionária em outubro de 2023, sendo a primeira artista a integrar a lista de bilionários da Forbes apenas com rendimentos de suas músicas e shows.
Em 2024, com 65 apresentações programadas pela Europa, Ásia e Oceania, a cantora arrecadou US$ 1,15 bilhão (R$ 6,29 bilhões) antes de impostos e taxas, com ganhos de US$ 400 milhões (R$ 2,1 bilhões) — US$ 100 milhões (R$ 546 milhões) a mais do que no ano anterior, de acordo com estimativas da Forbes.
Com mais de 200 páginas, documento reúne dezenas de casos de magnatas da música americana acusados de cometer crimes sexuais e de assumir posturas controversas.
Sean ‘Diddy’ Combs — Foto: Chris Pizzello/Invision/AP
O caso Diddy ainda parece distante de uma conclusão, mas, sem dúvidas, já é um marco na indústria da música. Há, inclusive, expectativas de que se torne o próximo MeToo, movimento que chacoalhou Hollywood em 2017 com uma onda de denúncias de crimes sexuais.
Preso em 16 de setembro, Diddy se diz inocente e aguarda julgamento. Mas ele não foi o único músico a entrar na mira da Justiça nessas últimas semanas. Quem também foi processado é o astro country Garth Brooks, acusado de estupro, o que é negado por ele.
Dominado por homens, o setor musical tem uma extensa lista de denúncias e condenações por assédio e abuso. Isso é tão frequente que há uma naturalização do problema, o que acaba levando à chamada cultura do estupro.
“Por décadas, a indústria da música tem tolerado, perpetuado e, muitas vezes, comercializado uma cultura de abuso sexual contra mulheres e meninas menores de idade. Milhares de artistas, executivos e acionistas lucraram bilhões de dólares, enquanto se envolviam e/ou encobriam comportamentos sexuais criminosos”, diz o texto introdutório do relatório “Sound Off: Make the Music Industry Safe” (ou “Som desligado: Torne a Indústria da Música segura”, em português), publicado em fevereiro deste ano.
A constante negligência de denúncias, investigações e até sentenças judiciais estimula crimes sexuais no mercado musical. É o que aponta o relatório, elaborado por uma coalizão entre os grupos feministas Lift Our Voices, Female Composer Safety League e Punk Rock Therapist.
Caso Diddy: entenda o que é fato sobre o caso
Sexo, drogas e rock n’ roll
“Para desenvolver uma marca estética de alguns artistas, a indústria usa essa cultura a seu favor”, diz Nomi Abadi, pianista e fundadora da Female Composer Safety League, rede de suporte a compositoras vítimas de abuso sexual e assédio. Ela conversou com o g1 por videochamada. “É por isso que tem tanto músico acusado impune.”
Ela cita o famoso lema “sexo, drogas e rock n’ roll”. Para a artista, a ideia é menos sobre um espírito roqueiro e mais sobre uma dinâmica de poder que está presente em todos os gêneros musicais. É uma forma de relativizar histórias de mulheres que alegam terem sido drogadas e violadas sexualmente em festas com músicos, executivos, produtores e outros profissionais do setor.
De fato, não é raro encontrar esse tipo de queixa no meio musical. O próprio Diddy é acusado de drogar e estuprar mulheres durante seus festões luxuosos, chamados de “white parties” e “freak-off”. Inclusive, há relatos de que ele teria coagido algumas convidadas a usar fluidos intravenosos para recuperação física após submetê-las a longas e violentas performances eróticas.
O músico nega todas as acusações que levaram à sua prisão. Quanto ao caráter libertino de suas festas, ele sempre gostou de fazer menções, se gabando dos eventos.
Sean ‘Diddy’ Combs em foto de 2017, em Nova York. — Foto: Lucas Jackson/Reuters
“Todos nós já sabíamos. Por muito tempo, ouvimos histórias sobre essas festas”, afirma Nomi. “Eu conheci uma vítima de P. Diddy. Minha amiga esteve em uma dessas festas… Ninguém a escutou. Ninguém se importou com ela.”
Os eventos, que rolavam desde os anos 2000, eram privados — a lista de convidados do rapper reunia atores, músicos, empresários e políticos. Jay-Z, Will Smith, Diana Ross, Leonardo DiCaprio, Owen Wilson, Vera Wang, Bruce Willis e Justin Bieber são algumas das celebridades que compareceram aos encontros.
“O que tinha nessas festas era coisa muito ruim. E mesmo envolvendo tantas pessoas, continuava acontecendo”, continua Nomi. É mais ou menos o que também afirmou a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, em 2023, quando ela abriu um processo contra ele, alegando ter sido estuprada e violentada por mais de uma década. Na ação, que já foi encerrada (sem os detalhes divulgados), a artista afirmou que os supostos crimes do rapper eram testemunhados por muita gente “tremendamente leal” que nunca fazia nada para impedi-lo.
Sean ‘Diddy’ Combs — Foto: Richard Shotwell/Invision/AP
Desde que fundou a Female Composer Safety League, Nomi tem tido contato com várias denúncias de agressão sexual no setor da música. “Uma coisa que me surpreendeu quando comecei a frequentar esse meio [de dar suporte a vítimas] é que cada sobrevivente tem sua própria versão da mesma história. As circunstâncias são diferentes. O que aconteceu com cada pessoa é único. Mas todas elas querem ser validadas, compreendidas e terem seus empregos mantidos”, afirma ela. “São os mesmos medos e os mesmos desejos.”
Anos atrás, a artista moveu processos contra Danny Elfman, compositor de trilhas de blockbusters como “Batman” e “Beetlejuice”. Nas ações, ela alegou ter sido vítima de crimes sexuais. Ele nega. Os dois entraram em um acordo com termos não divulgados.
Também em entrevista ao g1, a pesquisadora de rap Nerie Bento analisa que, na indústria, a cultura do estupro é atrelada à desigualdade de gênero do mercado, além da própria influência de quem está de fora.
“É uma cultura que permeia toda a sociedade, então, obviamente vai estar aqui também”, diz ela. “E a própria música em si… A gente tem muita música misógina que contribui com isso.”
Neire menciona, então, a erotização de corpos femininos em videoclipes de cantores famosos como o próprio Sean Diddy, o que, segundo ela, também endossa a cultura do estupro, ao objetificar a figura da mulher.
O relatório “Sound Off” também faz menções à erotização feminina no setor. Além disso, critica as três maiores empresas do mercado fonográfico (Warner Music, Universal Music e Sony Music), propondo que adotem as seguintes demandas:
O fim de NDAs (Non-disclosure agreements, na sigla em inglês), ou seja, acordos de confidencialidade — prática frequente para o encerramento desse tipo de processo no meio musical;
Uma lista pública dos músicos, executivos, gerentes, produtores e outros profissionais acusados de má conduta sexual;
Adoção de protocolos institucionalizados que estimulem a denúncia, não o silêncio;
Investigações conduzidas por partes externas
A defesa de leis que derrubem a prescrição em crimes sexuais
Demandas que surgem porque, segundo a coalizão do relatório, essas gravadoras “ignoraram acusações, silenciaram vítimas e até permitiram o abuso” por décadas.
O g1 entrou em contato com as assessorias da Warner, Universal e Sony, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.
O rapper 50 Cent irá produzir uma série documental sobre os crimes de Sean Diddy. A produção será lançada pela Netflix, mas ainda não tem título ou previsão de estreia.
A direção ficará a cargo de Alexandria Stapleton. Em entrevista à revista Variety, 50 Cent e Stapleton disseram que “essa é uma história com um impacto humano significativo”.
– É uma narrativa complexa que abrange décadas, não apenas as manchetes ou clipes vistos até agora – comentaram.
Eles destacaram ainda o compromisso de “dar voz aos sem voz e apresentar perspectivas autênticas e nuances”.
– Embora as alegações sejam perturbadoras, pedimos a todos que lembrem que a história de Sean Combs não é a história completa do hip-hop e sua cultura. Nosso objetivo é garantir que ações individuais não ofusquem as contribuições mais amplas da cultura – disseram.
Nas redes sociais, 50 Cent fez várias postagens sobre Sean e apontou que vinha expondo o caso, mas as pessoas não acreditavam.
– Aposto que vocês acreditam em mim agora – escreveu o rapper em uma publicação.
ENTENDA Não são poucos os detalhes bizarros contidos nas denúncias contra o rapper Sean Diddy, preso desde o último dia 16 de setembro. Revelada na última terça-feira (17), uma acusação federal de 14 páginas o acusa de participar de diversos crimes, que incluem tráfico sexual, trabalho forçado, sequestro, incêndio criminoso, suborno e obstrução da justiça.
No entanto, o ponto central da apuração envolve o fato de que Sean teria usado seu poder para “intimidar, ameaçar e atrair” mulheres, sob o pretexto de um relacionamento romântico, para depois forçá-las a se envolver nas denominadasfreak offs, que eram “performances sexuais elaboradas e produzidas que Combs organizava, dirigia e frequentemente gravava eletronicamente”.
De acordo com uma reportagem do jornal The New York Times, as freak offs “envolviam o uso abundante de drogas e sexo coagido, deixando os participantes tão exaustos e debilitados que precisavam de fluidos intravenosos para se recuperar”. A acusação diz que Combs usava os vídeos que gravava para impedir que qualquer participante o denunciasse.
Luan Santana cancelou show no RiR Imagem: Thais Ministro dos Santos/Divulgação
O cancelamento da participação de Luan Santana no show sertanejo do Rock in Rio gerou curiosidade sobre a agenda e o cachê do cantor. Ele tinha um show marcado no mesmo dia em São José (SC), e o atraso do festival não o permitiu esperar.
No palco, Chitãozinho e Xororó conversaram com duas convidadas, Simone Mendes e Ana Castela, para deixar claro: ambas também tinham shows na mesma noite.
A razão da pressa está nas cifras: os três cantores têm agendas disputadas e cachês que ficam entre R$ 650 mil e R$ 1 milhão atualmente.
21.set.2024 – Chitaozinho & Xororó e Simone Mendes se apresentam no palco Mundo na sexta noite de Rock in Rio Imagem: Wagner Meier/Getty Images
O cachê do Rock in Rio e dos shows de ontem não foi divulgado. Mas, através da divulgação pública de shows recentes de prefeituras, é possível saber a média do que eles ganham atualmente.
Os números abaixo foram levantados pelo UOL no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) e nos sistemas de divulgação de contratos de SP e PE. Todos os contratos com Luan Santana, Ana Castela e Simone Mendes abaixo são de 2024.
Só não é possível saber o cachê atual de Chitãozinho e Xororó. A dupla tem feito menos shows, e não tem nenhuma apresentação recente de prefeitura com contrato divulgado. Mas números de 2022 mostram que o patamar há dois anos já era de R$ 500 mil.
21.set.2024 – Ana Castela se apresenta no palco Mundo na sexta noite de Rock in Rio Imagem: Wagner Meier/Getty Images
Ana Castela – média de R$ 830 mil em 2024Continua após a publicidade
Afonso Cláudio (ES) – R$ 850 mil Nova Lima (MG) – R$ 850 mil Orlândia (SP) – R$ 790 mil
Simone Mendes – média R$ 830 mil em 2024
Barcarena (PA) – R$ 1 milhão Itabaianinha (SE) – R$ 720 mil Pirajuí (SP) – R$ 700 mil
Luan Santana – média R$ 711 mil em 2024
São Lourenço da Mata (PE) – R$ 780 mil Itumbiara (GO) – R$ 654 mil Maceió (AL) – R$ 700 mil
Chitãozinho e Xororó – média de R$ 500 mil em 2022Continua após a publicidade
Petrolina (PE) (em 2022) – 550 mil Pouso Redondo (SC) (em 2022) – 450
Na sexta-feira (13), a Globo anunciou que José Bonifácio de Oliveira, conhecido como Boninho, estava deixando a emissora “em comum acordo” após 40 anos de serviços prestados. A notícia pegou muitos de surpresa e, nas redes, o diretor do BBB disse que resolveu aceitar “novos desafios que surgiram”. Nos bastidores, porém, o papo é um pouco diferente.
Em nota, a Globo disse apenas que “iniciou conversas com Boninho para uma nova parceria como talento artístico, com quadros e participações em programas”, mas que ele não teria aceitado. De acordo com a colunista Carla Bittencourt, no entanto, a “briga” foi um pouco mais pesada do que o anunciado e o marido de Ana Furtado teria se sentido “humilhado” com a proposta da emissora.
O Que Levou Boninho a Deixar a Globo?
Segundo a jornalista Carla Bittencourt, Amauri Soares, atual chefão dos Estúdios Globo, teria feito uma proposta um tanto “indecente” a Boninho, resultando no seu desligamento. O ex-marido de Patrícia Poeta teria oferecido um quadro a Boninho dentro do BBB25, como apresentador, e um contrato por obra. Isso tudo, claro, deixando para trás o cargo de diretor de gênero de Reality.
Proposta Indigna?
Boninho, segundo corre nos bastidores, se sentiu humilhado e rebaixado com a proposta feita por Amauri Soares, e assim, preferiu deixar a Globo. Vale lembrar que, no final de 2023, o diretor do BBB teve seu contrato renovado com a emissora, no entanto, a “gota d’água” na relação já desgastada entre Boninho e a Globo teria sido o fracasso do “Estrela da Casa”, programa idealizado por ele.
Fracassos na Carreira Recente
Nos últimos anos, Boninho acumulou mais fracassos do que sucessos em sua carreira. Apesar de o BBB ser um sucesso, vinha sendo criticado pela mesmice nas últimas edições. Fora isso, o diretor criou programas que não agradaram o público, como o “Zig Zag Arena”, o “Mestres do Sabor”, o “Pipoca da Ivete”, o “Casa Kalimann”, o “Minha Mãe Cozinha Melhor Que a Sua”, entre outros.
Quais Serão os Próximos Passos de Boninho?
Com sua saída da Globo, Boninho afirmou que está pronto para aceitar “novos desafios que surgiram”. Quais serão esses desafios ainda é um mistério, mas certamente o legado de Boninho como um dos nomes mais influentes da televisão brasileira perdurará. Será interessante ver se ele continuará no mundo da TV ou se buscará novas aventuras fora deste meio.
A Repercussão nas Redes Sociais
A notícia da saída de Boninho causou um verdadeiro alvoroço nas redes sociais. Muitos fãs lamentaram a decisão, enquanto outros aplaudiram sua coragem de deixar uma posição confortável em busca de novos horizontes. Vários ex-participantes do BBB e figuras públicas manifestaram seu apoio e curiosidade sobre o futuro do diretor.
De qualquer forma, a televisão brasileira nunca mais será a mesma sem a presença marcante de Boninho nos bastidores e à frente dos principais projetos de entretenimento.
Equipe e elenco de ‘Hacks’ recebem Emmy 2024 de melhor comédia — Foto: Mario Anzuoni/Reuters
“Xógum: A gloriosa saga do Japão”, “Hacks” e “Bebê Rena” foram os grandes vencedores do Emmy 2024. O maior prêmio da televisão americana aconteceu em Los Angeles neste domingo (15).
A vitória de “Hacks” como a melhor série de comédia foi a grande surpresa de uma noite sem muitos imprevistos. Talvez até por isso a Academia da TV americana tenha guardado o anúncio como o último da festa. A produção levou três prêmios no total — um a menos que “The Bear”, a maior favorita.
Já “Xógum” e “Bebê Rena” venceram quatro cada para confirmarem seus amplos favoritismos em seus respectivos gêneros .
Esta foi, na verdade, a segunda premiação da Academia de Televisão realizada em 2024, já que a edição de 2023 foi adiada por causa das greves dos sindicatos dos roteiristas e dos atores e só aconteceu em janeiro.
A organização sabia que a vitória de “Hacks” surpreenderia. Tanto que deixou o anúncio para o final. O favoritismo de “The Bear”, vencedora em 2023, era muito maior.
Mas ninguém pode reclamar da escolha da Academia. A terceira temporada da série sobre a relação tóxica entre a comediante veterana e sua pupilo foi incrível e mereceu as estatuetas de melhor comédia, atriz (Jean Smart) e roteiro.
Não seria absurdo também premiar Hannah Einbinder, favorita como atriz coadjuvante, mas Liza Colón-Zayas (“The Bear”) acabou levando.
Com sua segunda temporada, “The Bear” ganhou ainda melhor ator (Jeremy Allen White), ator coadjuvante (Ebon Moss-Bachrach) e direção.
Com quatro no total, “The Bear” só não confirmou mesmo seu favoritismo na categoria principal — talvez por causa da discussão se a série deveria mesmo ser considerada uma comédia.
Equipe e elenco de ‘Xógum’ recebem o Emmy 2024 de melhor série de drama — Foto: Mario Anzuoni/Reuters
Drama, minisséries e favoritos
Por um tempo, pareceu que “Xógum” corria o risco de passar a noite em branco entre os dramas.
A adaptação do livro de James Clavell já era recordista como maior número de prêmios do Emmy para uma só temporada antes da cerimônia cancelar, com 14 categorias técnicas entregues nos dias 7 e 8. Com os quatro deste domingo, ampliou a marca para um total de 18.
Mas demorou para que a série ganhasse seu primeiro Emmy esta noite. Depois de ver a categoria de ator coadjuvante escapar de Asano Tadanobu e ir para Billy Crudup (“The Morning Show”), a produção teve de esperar até os últimos blocos.
No fim, além de melhor drama, ganhou como ator (Sanada Hiroyuki), atriz (Anna Sawai) e direção — uma boa aposta da Disney, que mudou a produção das categorias de minissérie para drama ao anunciar novas temporadas em maio.
Atriz coadjuvante em drama ficou para Elizabeth Debicki, uma espécie de prêmio de consolação para a temporada de despedida de “The Crown”.
Já nas minisséries “Bebê Rena” não deu chance aos adversários. Além da categoria principal, ganhou com Richard Gadd (ator e roteiro) e Jessica Gunning (atriz coadjuvante), quase tudo a que concorria.
Antony Starr, Kathy Bates e Giancarlo Esposito fazem homenagem a grandes vilões no Emmy 2024 — Foto: Mario Anzuoni/Reuters
Apresentada pelos atores Eugene Levy e Dan Levy (pai e filho em “Schitt’s Creek” e na vida real), a cerimônia começou com ritmo intenso de premiações relevantes.
Em menos de uma hora, graças a discursos curtos apressados pela música que avisava os premiados do tempo, a festa já tinha dado troféus de melhores ator e atriz em comédia, por exemplo.
Lá pela metade, a energia caiu com uma longa sequência de categorias menos populares, como as de direção, roteiro e programa de variedades roteirizado (com a bizarrice de apenas dois indicados).
A correria retornou na reta final. Para 2025, os organizadores precisam distribuir melhor as premiações a grandes estrelas pela noite inteira — o que também ajudaria a evitar o corte de discursos importantes como dos vencedores de drama e de comédia.
Grande acerto foi repetir as homenagens à história da televisão americana, iniciadas na edição de 2023, com tributos a arquétipos como médicos, vilões, policiais e advogados de séries clássicas.
Veja abaixo a lista completa dos vencedores do Emmy 2024:
Melhor série em comédia
‘Abbott Elementary’
‘The Bear’
‘Curb your enthusiasm’
‘Hacks’ (VENCEDORA)
‘Only murders in the building’
‘Palm Royale’
‘Reservation dogs’
‘What we do in the shadows’
‘The Crown’
‘Fallout’
‘The gilded age’
‘The Morning Show’
‘Mr. & Mrs. Smith’
‘Xógum’ (VENCEDORA)
‘Slow Horses’
‘O problema dos 3 corpos’
Melhor atriz em série de drama
Jennifer Aniston – ‘The Morning Show’
Carrie Coon – ‘The gilded age’
Maya Erskine – ‘Mr. & Mrs. Smith’
Anna Sawai – ‘Xógum’ (VENCEDORA)
Imelda Staunton – ‘The Crown’
Reese Witherspoon – ‘The Morning Show’
Melhor ator em série de drama
Idris Elba – ‘Hijack’
Donald Glover – ‘Mr. & Mrs. Smith’
Walton Goggins – ‘Fallout’
Gary Oldman – ‘Slow Horses’
Sanada Hiroyuki – ‘Xogum’ (VENCEDOR)
Dominic West – ‘The Crown’
Equipe e elenco de ‘Bebê Rena’ recebem Emmy 2024 de melhor minissérie — Foto: Mario Anzuoni/Reuters
Melhor minissérie, antologia ou filme para TV
‘Bebê rena’ (VENCEDORA)
‘Fargo’
‘Lessons in chemistry’
‘Ripley’
‘True Detective: Night Country’
Melhor atriz em minissérie, antologia ou filme para TV
Jodie Foster – ‘True Detective: Night Country’ (VENCEDORA)
Brie Larson – ‘Lessons in chemistry’
Juno Temple – ‘Fargo’
Sofía Vergara – ‘Griselda’
Naomi Watts – ‘Feud: Capote vs. The Swans’
Melhor ator em minissérie, antologia ou filme para TV
Matt Bommer – ‘Fellow travelers’
Richard Gadd – ‘Bebê rena’ (VENCEDOR)
Jon Hamm – ‘Fargo’
Tom Hollander – ‘Feud: Capote vs. The Swans’
Andrew Scott – ‘Ripley’
Melhor direção em série de drama
Stephen Daldry – ‘The Crown’
Mimi Leder – ‘The Morning Show’
Hiro Murai – ‘Mr. & mrs. Smith’
Frederick E. O. Toye – ‘Xógum’ (VENCEDOR)
Saul Metzstein – ‘Slow Horses’
Salli Richardson-Whitfield – ‘Winning Time’
Melhor direção em série de comédia
Randall Einhorn – ‘Abbott Elementary’
Christopher Storer – ‘The Bear’ (VENCEDOR)
Ramy Youssef – ‘The Bear’
Guy Richie – ‘The gentlemen’
Lucia Aniello – ‘Hacks’
Mary Lou Belli – ‘The Ms. Pat Show’
Richard Gadd recebe o Emmy 2024 como melhor roteiro em minissérie por ‘Bebê Rena’ — Foto: Mario Anzuoni/Reuters
Melhor roteiro em minissérie, antologia ou filme para TV
Richard Gadd – ‘Bebê rena’ (VENCEDOR)
Charlie Brooker – ‘Black mirror’
Noah Hawley – ‘Fargo’
Ron Nyswaner – ‘Fellow travelers’
Steven Zaillian – ‘Ripley’
Issa López – ‘True Detective: Night Country’
Melhor roteiro em série de drama
Peter Morgan, Meriel Scheibani-Clare – ‘The Crown’
Geneva Robertson-Dworet, Graham Wagner – ‘Fallout’
Francesca Sloane, Donald Glover – ‘Mr. & mrs. smith’
Rachel Kondo, Justin Marks – ‘Xogum’
Rachel Kondo, Cailin Puente – ‘Xogum’
Will Smith – ‘Slow Horses’ (VENCEDOR)
Melhor ator coadjuvante em minissérie, antologia ou filme para TV
Jonathan Bailey – ‘Fellows travelers’
Robert Downey Jr. – ‘The sympathizer’
Tom Goodman-Hill – ‘Bebê rena’
John Hawkes – ‘True Detective: night country’
Lamorne Morris – ‘Fargo’ (VENCEDOR)
Lewis Pullman – ‘Lessons in chemistry’
Treat Williams – ‘Feud: Capote vs. The Swans’
‘The Daily Show’ (VENCEDOR)
‘Jimmy Kimmel Live!’
‘Late Night with Seth Meyers’
‘The Late show with Stephen Colbert’
Melhor roteiro em série de comédia
Quinta Brunson – ‘Abbott Elementary’
Christopher Storer, Joanna Calo – ‘The Bear’
Meredith Scardino, Sam Means – ‘Girls5eva’
Lucia Aniello, Paul W. Downs, Jen Statsky – ‘Hacks’ (VENCEDORES)
Chris Kelly, Sarah Schneider – ‘The other two’
Jake Bender, Zach Dunn – ‘What we do in the shadows’
Melhor direção em minissérie, antologia ou filme para TV
Weronika Tofilska – ‘Bebê rena’
Noah Hawley – ‘Fargo’
Gus Van Sant – ‘Feud: Capote vs. The Swans’
Milicent Shelton – ‘Lessons in chemistry’
Steven Zaillian – ‘Ripley’ (VENCEDOR)
Issa López – ‘True Detective: Night Country’
Melhor roteiro em especial
Alex Edelman – ‘Alex Edelman: Just for Us’ (VENCEDOR)
Jacqueline Novak – ‘Jacqueline Novak: Get on Your Knees’
John Early – ‘John Early: Now More Than Ever’
Mike Birbiglia – ‘Mike Birbiglia: The Old Man and the Pool’
Jamie Abrahams, Rory Albanese, Amberia Allen, Tony Barbieri, Jonathan Bines, Joelle Boucai, Bryan Cook, Blaire Erskine, Devin Field, Gary Greenberg, Josh Halloway, Eric Immerman, Jesse Joyce, Jimmy Kimmel, Carol Leifer, Jon Macks, Mitch Marchand, Gregory Martin, Jesse McLaren, Molly McNearney, Keaton Patti, Danny Ricker, Louis Virtel e Troy Walker – Oscar 2024
Melhor programa de variedades roteirizado
‘Saturday Night Live’
‘Last week tonight with John Oliver’ (VENCEDOR)
Jessica Gunning recebe o Emmy 2024 como atriz coadjuvante em minissérie por ‘Bebê Rena’ — Foto: Mario Anzuoni/Reuters
Melhor atriz coadjuvante em minissérie, antologia ou filme para TV
Dakota Fanning – ‘Ripley’
Lily Gladstone – ‘Under the bridge’
Jessica Gunning – ‘Bebê rena’ (VENCEDORA)
Aja Naomi King – ‘Lessons in chemistry’
Diane Lane – ‘Feud: Capote vs. The Swans’
Nava Mau – ‘Bebê rena’
Kali Reis – ‘True Detective: night country’
Melhor programa de competição
‘The amazing race’
‘RuPaul’s Drag Race’
‘Top Chef’
‘The Traitors’ (VENCEDOR)
‘The Voice’
Melhor atriz em série de comédia
Quinta Brunson – ‘Abbott Elementary’
Ayo Edebiri – ‘The Bear’
Selena Gomez – ‘Only murders in the building’
Maya Rudolph – ‘Loot’
Jean Smart – ‘Hacks’ (VENCEDORA)
Kristen Wiig – ‘Palm Royale’
Elizabeth Debicki recebe o Emmy 2024 como atriz coadjuvante em drama por ‘The Crown’ — Foto: Mario Anzuoni/Reuters
As filhas de Silvio Santos (1930-2024) desistiram de vender a Jequiti Cosméticos. A decisão veio após uma avaliação que revelou que a empresa vale muito mais do que o valor inicialmente oferecido pelo mercado. As herdeiras decidiram que, por enquanto, não vão se desfazer da marca idealizada pelo pai.
Recentemente, a Cimed havia oferecido R$ 400 milhões para adquirir a Jequiti. Após negociações, a gigante dos cosméticos concordou em aumentar a oferta para R$ 450 milhões. No entanto, uma nova avaliação mostrou que a Jequiti tem um valor de mercado próximo aos R$ 654 milhões, muito abaixo do valor inicial.
Negociações Adormecidas por Alta Avaliação de Valor
De acordo com o portal F5, da Folha de S.Paulo, a não correspondência de valores levou as herdeiras do Grupo Silvio Santos a decidirem manter as negociações adormecidas. Elas buscavam vender a marca para focar no SBT, que enfrenta uma crise de audiência e programação. Entretanto, a Jequiti continua sendo um sucesso e possui mais de 260 mil consultoras em todo o país.
O Valor Real da Jequiti e a Oferta da Cimed: Vale a Pena?
Um dos principais pontos da desistência foi a diferença de valor percebida. A Jequiti, que tem um mercado avaliado em R$ 654 milhões, foi subestimada pela oferta inicial da Cimed. A marca de cosméticos, conhecida por lançar perfumes com o nome de celebridades como Carlinhos Maia, Eliana, Celso Portiolli e Larissa Manoela, mantém sua relevância e potencial de crescimento.
Quais Seriam os Próximos Passos da Jequiti?
Em comunicado à Folha, o Grupo Silvio Santos afirmou ter encerrado as tratativas para venda da Jequiti. Segundo o comunicado:
“Após um período de negociações e diálogo construtivo entre as partes, não foi possível alinhar todos os interesses envolvidos para concretizar o acordo. Reforçamos nosso respeito e reconhecimento à CIMED e desejamos muito sucesso em seus futuros negócios, mantendo-se como parceiros em futuras iniciativas que contribuam com resultados positivos para ambas as empresas.”
O comunicado também destaca que a Jequiti seguirá com projeto de transformação iniciado há dois anos, focado no crescimento sustentável e estratégias de rentabilidade.
Transformação e Futuro da Jequiti
No ano em que a Jequiti completa 18 anos, a empresa demonstra maturidade e um foco claro na rentabilidade de seus negócios. Os projetos e ações em andamento são vistos como pilares para um futuro mais próspero tanto para a companhia quanto para o Grupo Silvio Santos.
Em resumo, a decisão de não vender a Jequiti Cosméticos reflete a percepção de seu verdadeiro valor no mercado e o potencial contínuo de crescimento da marca. As herdeiras do grupo mostram, assim, que estão dispostas a manter a empresa familiar forte, enquanto se dedicam também a outros negócios do conglomerado.
Com uma base robusta e uma estratégia de negócios bem definida, a Jequiti parece estar preparada para enfrentar os desafios futuros e continuar a se destacar no competitivo mercado de cosméticos.
Desde 2017, a Rede Globo passou por uma série de mudanças estratégicas em sua política de trabalho, resultando na não renovação dos contratos de diversos atores, atrizes, jornalistas e apresentadores. As alterações visam reduzir custos e adaptar a emissora às novas realidades do mercado.
Entre os nomes que deixaram a Globo, alguns decidiram seguir novos caminhos, enquanto outros não concordaram com as propostas de renovação oferecidas pela emissora. Muitos desses profissionais retornaram para trabalhos pontuais, com contratos ligados a projetos específicos, sem vínculo fixo.
Cortes na Globo: Estratégia ou Necessidade?
O alto custo de alguns profissionais foi um dos principais motivos para a alteração na política de contratos da Globo. Há especulações de que jornalistas, atores e atrizes prestigiados recebiam entre 150 e 200 mil reais mensais quando estavam no ar. Mesmo fora das produções, esses valores ainda eram bastante elevados.
Outro fator que impulsionou essas mudanças foi a necessidade de diminuir os gastos com profissionais que ficavam muito tempo “na geladeira”, ou seja, que não eram escalados para projetos durante longos períodos.
Quem são os Profissionais que Deixaram a Globo?
A lista é extensa e inclui nomes de destaque no jornalismo e na dramaturgia brasileira. Entre os jornalistas e apresentadores que deixaram a emissora estão:
Carlos Tramontina
Renato Machado
Marcos Uchôa
Tino Marcos
Tiago Leifert
Zeca Camargo
Fatima Bernardes
Fausto Silva
Já no campo da dramaturgia, alguns dos atores e atrizes que deixaram a Globo incluem:
Renato Aragão
Lázaro Ramos
Grazi Massafera
Vera Fischer
Juliana Paes
Alice Wegmann
Camila Pitanga
Regina Casé
Consequências das Mudanças na Rede Globo
As mudanças trouxeram tanto benefícios quanto desafios para a Globo. A economia gerada é significativa, mas a ausência de nomes experientes criou algumas dificuldades em produções futuras. Esses ajustes também abriram espaço para novos talentos, que chegam com salários menores e energias renovadas.
No entanto, muitos dos profissionais dispensados não aceitaram retornos sob os novos termos, o que gerou uma escassez de atores e apresentadores conhecidos do grande público em algumas produções.
Quais São os Impactos para o Futuro da Emissora?
A estratégia de renovar seu elenco e adotar novos formatos de contrato pode trazer vantagens competitivas para a Globo. No entanto, a emissora ainda enfrenta o desafio de equilibrar custos e qualidade em suas produções. Internamente, já se fala sobre a possibilidade de recriar um elenco fixo, mas com menos nomes e contratos mais enxutos.
Os ajustes financeiros e de pessoal são respostas diretas às dinâmicas e pressões do mercado televisivo atual. Garantir relevância sem perder a tradição será um desafio constante para a emissora.
Embora muitos nomes de peso já tenham deixado a Rede Globo, a lista de demitidos pode continuar crescendo conforme novas decisões estratégicas sejam implementadas.
A lista deve crescer
De toda forma, muitos foram os nomes conhecidos que deixaram de ser funcionários da Rede Globo, por iniciativa própria ou não, lembrando que as informações foram compiladas a partir de notícias em sites e portais especializados e refletem a situação até o momento mais recente publicamente disponível.