O ministro das Comunicações, Fábio Faria, publicou um vídeo em seu Instagram nesta terça-feira (4) criticando os institutos de pesquisa pelos resultados divergentes aos das urnas no primeiro turno.
O bolsonarista pediu ainda que eleitores do presidente Jair Bolsonaro (PL) não respondam a pesquisas eleitorais sobre o segundo turno do pleito presidencial.
“Eu quero dizer ao povo brasileiro: não respondam mais nenhuma pesquisa desses institutos de pesquisa, nem do Datafolha e nem do Ipec, nesse segundo turno. Se eles erraram por 14, 22 e 17%, deixem eles errarem por 50, 60%. Deixem dar Lula 60, 50, 100% a zero. Não tem problema. A gente sabe que o que vale é o voto de vocês”, pediu Faria.
Os eleitores que não compareceram no domingo (2) para votar no primeiro turno das eleições têm até 1º de dezembro para justificar a ausência sem pagar multa. Aqueles que estão fora do país, possuem título no Brasil e não votaram têm o mesmo prazo ou 30 dias contados da data de retorno para justificar. Ainda assim, quem não compareceu ao primeiro turno pode e deve votar no segundo, marcado para 30 de outubro. Quem não justificar a ausência pagará uma multa para cada turno a que não compareceu. O valor varia entre o mínimo de 3% e o máximo de 10% do valor utilizado como base de cálculo (R$ 35,13), que poderá ser multiplicado por dez e chegar a R$ 351, a depender da situação econômica do eleitor.
A justificativa pode ser feita pelo aplicativo e-Título ou enviada pelo Sistema Justifica. Também existe a opção do encaminhamento do Requerimento de Justificativa Eleitoral à zona eleitoral competente depois da eleição. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), será preciso entregar a documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. O tribunal ressalta que cada turno é contabilizado como uma eleição.
Aplicativo e-Título O aplicativo e-Título pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais de apps. No entanto, a funcionalidade está disponível somente para os títulos em situação regular ou suspensos. O app permite a obtenção da via digital do título de eleitor e acesso às informações cadastradas na Justiça Eleitoral. Os usuários podem ver dados como zona eleitoral, situação cadastral, certidão de quitação eleitoral e certidão de crimes eleitorais. O Sistema Justifica é uma ferramenta que possibilita a apresentação pela internet da justificativa de ausência após a eleição. Ao acessar, o eleitor deverá informar os dados pessoais, declarar o motivo da ausência às urnas e anexar documentação comprobatória digitalizada. Será gerado um código de protocolo para o acompanhamento, e o registro da justificativa será transmitido à zona eleitoral responsável pelo título para análise. O cidadão será informado da decisão e, caso seja aceito o pedido de justificativa, será realizado o registro no histórico do título. Ainda de acordo com o TSE, se surgir mensagem de erro na tela do sistema, a pessoa deve entrar em contato com a zona eleitoral para orientações.
Os eleitores que não justificarem a ausência dentro do prazo ficam impedidos de emitir documentos como RG e passaporte. Além disso, não podem receber salário de função em emprego público, prestar concurso público e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo, entre outras consequências.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) decidiu prorrogar, até o início de dezembro, o prazo de coleta de informações para o Censo 2022. A previsão inicial era encerrar os trabalhos até 31 de outubro deste ano.
O instituto manteve, no entanto, a previsão de divulgar os dados do censo até o fim de dezembro.
Segundo o diretor de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo, apenas cerca de metade da população estimada do Brasil foi recenseada de 1º de agosto até agora, por isso decidiu-se prorrogar o prazo dos trabalhos.
“A grande dificuldade que se encontrou foi de recrutamento de recenseadores, portanto o IBGE está tomando decisões importantes para aumentar a possibilidade de recrutamento e concluir, com isso, a operação do Censo Demográfico 2022”, disse Azeredo, em vídeo divulgado ontem (4) no site do IBGE.
No vídeo, o diretor de Pesquisas também pediu ajuda aos prefeitos do país para garantir o sucesso das operações do censo.
Os principais partidos que integram a coligação do governador Rodrigo Garcia (PSDB), derrotado na eleição deste domingo (2), devem apoiar o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos)contra o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) no 2º turno da disputa pelo governo de São Paulo.
Liderenças desses partidos temem que uma eventual vitória de Haddad fortaleça o campo da esquerda no estado e ameace a reeleição de Nunes daqui a dois anos. O PT já fez um acordo para apoiar Guilherme Boulos (PSol) para prefeito em 2024.
Governador Romeu Zema (Novo) ao lado do presidente Jair Bolsonaro (PL) Imagem: Reprodução/GloboNews
O governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), reeleito para mais quatro anos de mandato no estado, oficializou na manhã de hoje o apoio à candidatura do presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. O anúncio foi feito em entrevista coletiva conjunta dos dois após uma reunião realizada no Palácio da Alvorada.
“Eu não poderia deixar, nesse momento, de estarmos aqui, colocando as nossas divergências de lado. Eu sempre dialoguei com o presidente Bolsonaro. Sabemos que em muitas coisas convergimos e em outras não, mas é o momento em que o Brasil precisa caminhar para frente”, afirmou Zema.
Eu acredito muito mais na proposta do presidente Bolsonaro do que na proposta do adversário. Até porque o adversário dele, que foi o mesmo adversário que eu tive em Minas Gerais, fez uma gestão desastrosa que arruinou o estado de Minas. [….] Eu estou aqui para declarar o meu apoio à candidatura do presidente Bolsonaro porque eu, mais do que ninguém, herdei uma tragédia.noneRomeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais
Após a formalização do apoio, Bolsonaro disse que recebeu com “satisfação” o governador mineiro e comentou a relação de seu governo com a gestão de Zema em Minas Gerais. “Sempre tivemos um diálogo muito franco. Nada entre nós visava outra coisa. Para ele o interesse do estado, e da nossa parte aqui, do Brasil”, disse Bolsonaro.
Apoio é para evitar ‘desastre’, disse Zema
Em entrevista à CNN Brasil ontem, Zema afirmou que o alinhamento ao atual chefe do Executivo na segunda etapa da corrida ao Palácio do Planalto se dá “para evitar que o desastre do passado se repita”.
“Eu, que venho do setor privado, sei mais do que ninguém o desastre que o PT provocou em 2015 e 2016, com mais de 10 milhões de desempregados. Meu grande objetivo é combater o PT”, disse o governador mineiro.
Não que eu concorde totalmente com as pautas do governo federal, mas estarei —muito provavelmente devemos estar acertando isso em mais um ou dois dias —ao lado do presidente Bolsonaro evitando que o desastre do passado se repita.none Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais
Durante a entrevista, Zema foi questionado a respeito dos conflitos que Bolsonaro teve com governadores, que se concentraram principalmente durante a pandemia da covid-19. Nesse período, o presidente fez diversas críticas a gestores locais que adotaram medidas mais rígidas para conter a disseminação do novo coronavírus.
Na avaliação do governador de Minas Gerais, Bolsonaro “exagera na eloquência”, mas não tomou “nenhuma ação [antidemocrática] concreta”.
Segundo o resultado oficial da TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Zema foi reeleito com 6.094.136 votos (56,18% do total).
A recondução dele ao cargo no primeiro turno destas eleições marca uma nova derrota para petistas e tucanos. Seu principal adversário, Alexandre Kalil (PSD) — aliado em Minas do também candidato à Presidência, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — não conseguiu repetir o sucesso de sua campanha nas eleições de 2020, quando foi reeleito prefeito de Belo Horizonte já no primeiro turno.
Dessa vez, Kalil não teve desempenho suficiente para levar a disputa pelo governo mineiro para o segundo turno.
Luciana Chong, a diretora do Datafolha, esteve nesta segunda-feira (3) na GloboNews para tentar explicar o fiasco da pesquisa presidencial.
Tanto o instituto quanto o Ipec, ex-Ibope, cravavam na véspera do primeiro turno que a diferença de Lula (PT) para Jair Bolsonaro (PL) seria de 14 pontos percentuais; concluída a apuração das urnas neste domingo (2), ela foi de 5 pontos. É uma diferença muito superior à margem de erro dos levantamentos dos institutos, que é de 2 pontos para mais ou para menos.
Chong alegou que a diferença entre pesquisas e os resultados na urna foi causada por um “movimento de última hora para Bolsonaro de votos de Ciro [Gomes], Simone [Tebet], brancos e nulos”.
Observando os resultados eleitorais, verifica-se que 1% equivale a cerca de 1,18 milhão de votos. Para ser verdade, a redução de nove pontos na diferença para Lula (de 14 para 5) significa que Bolsonaro teria que ter recebido dos eleitores de Ciro, Tebet e brancos/nulos nada menos que 10,6 milhões de votos da noite para o dia — literalmente.
Em vídeo divulgado no seu canal do YouTube, o pastor Silas Malafaia faz uma análise e explica como a mídia expõe sua parcialidade ao falar do presidente Jair Bolsonaro durante as eleições.
Integrantes da campanha de Jair Bolsonaro (PL) se reuniram, na tarde desta segunda-feira (3/10), com o presidente, no Palácio da Alvorada, para definir os próximos passos da campanha à reeleição. Entre eles, estão o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, um dos principais articuladores políticos do governo, e o coordenador de comunicação da campanha, Fabio Wajngarten.
Bolsonaro não teve compromissos oficiais como presidente da República nesta segunda, mas recebeu aliados no Palácio do Planalto pela manhã. Entre eles, o ex-ministro da Infraestrutura e candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), além das duas candidatas mais bem votadas para a Câmara dos Deputados e para o Senado Federal, Bia Kicis (PL) e Damares Alves (Republicanos).
Em vídeo que circula nas redes sociais, uma mulher de nome ainda não identificado, discute com um vizinho sobre política. Segundo informações, a discussão aconteceu em um bairro luxuoso da cidade de Natal-RN.
As imagens mostram a mulher exaltada após o homem ter criticado o ex-presidente Lula, ela parte para cima e diz: “Respeite Lula, respeite Lula!”.
Descontrole: Vizinha "quebra o pau" com vizinho em condomínio luxuoso em Natal por não aceitar que Lula pode voltar para a prisão: "vá se lascar, Lula é um heroi"; VEJA VÍDEO pic.twitter.com/QdoY7ELH6p
O mais votado para o cargo no país foi o mineiro Nikolas Ferreira
Plenário da Câmara dos Deputados deputados Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O Brasil elegeu 513 deputados federais para a Câmara neste domingo (2). Alguns partidos predominam a lista dos candidatos eleitos, como União Brasil, Progressistas (PP) e o PL de Jair Bolsonaro. Outros, como PDT, PT e PSOL, aparecem em menor quantidade. O mais votado para esse cargo no país foi o mineiro Nikolas Ferreira (PL-MG), com 1.492.047 votos. Em segundo lugar vem Guilherme Boulos (PSOL-SP), com pouco mais de 1 milhão. Veja a lista completa:
ACRE Socorro Neri (PP): 25.842 votos
Meire Serafim (União Brasil): 21.285 votos
Coronel Ulysses (União Brasil): 21.075 votos
Zezinho Barbary (PP): 19.958 votos
Gerlen Diniz (PP): 19.560 votos
Dr. Eduardo Velloso (União Brasil): 16.786 votos
Antônia Lucia (Republicanos): 16.280 votos
Roberto Duarte (Republicanos): 14.522 votos
ALAGOAS Arthur Lira (PP): 219.452 votos
Alfredo Gaspar (União Brasil): 102.039 votos
Luciano Amaral (PV): 101.508 votos
Marx Beltrão (PP): 88.512 votos
Isnaldo Bulhões Jr (MDB): 83.965 votos
Paulão (PT): 65.814 votos
Daniel Barbosa (PP): 63.385 votos
Delegado Fabio Costa (PP): 60.767 votos
Rafael Brito (tio Rafa) (MDB): 58.134 votos
AMAPÁ Josenildo(PDT): 27.112 votos
Acácio Favacho (MDB): 24.064 votos
Vinicius Gurgel (PL): 13.253 votos
Dorinaldo Malafaia (PDT): 11.473 votos
Sonize Barbosa (PL): 9.200 votos
Professora Goreth (PDT): 8.409 votos
Dr. Pupio (MDB): 5.787 votos
Silvia Waiãpi (PL): 5.435 votos
AMAZONAS Amom Mandel (Cidadania) – 288.552 votos
Capitão Alberto Neto (PL) – 147.821 votos
Saullo Vianna (União) – 127.236 votos
Silas Câmara (Republicanos) – 125.009 votos
Atila Lins (PSD) – 102.359 votos
Sidney Leite (PSD) – 102.104 votos
Adail Filho (Republicanos) – 89.677 votos
Zé Ricardo (PT) – 88.985 votos
BAHIA Otto Filho (PSD): 200.909 votos
Elmar Nascimento (União Brasil): 175.439 votos
Diego Coronel (PSD): 171.684 votos
Antonio Brito (PSD): 165.386 votos
Neto Carletto (PP): 164.655 votos
Roberta Roma (PL): 160.731 votos
Claudio Cajado (PP): 154.098 votos
Mario Negromonte Jr (PP): 147.711 votos
Leo Prates (PDT): 143.763 votos
Deputado Dal (União Brasil) – 140.435 votos
Gabriel Nunes (PSD) – 138.448 votos
Paulo Azi (União Brasil) – 137.383 votos
Ricardo Maia (MDB): 136.834 votos
Jorge Solla (PT): 128.968 votos
Zé Neto (PT): 128.439 votos
Daniel (PCdoB): 125.374 votos
Alice Portugal (PCdoB): 124.358 votos
Adolfo Viana (PSDB): 123.199 votos
Marcio Marinho (Republicanos): 118.904 votos
Afonso Florence (PT): 118.021 votos
Sergio Brito (PSD): 116.960 votos
Waldenor Pereira (PT): 113.110 votos
Lídice da Mata (PSB): 112.385 votos
Bacelar (PV): 110.787 votos
Arthur Maia (União Brasil): 108.672 votos
Paulo Magalhães (PSD): 107.093 votos
Alex Santana (Republicanos): 106.940 votos
Ivoneide Caetano (PT): 105.885 votos
Joseildo Ramos (PT): 104.228 votos
João Leão (PP): 102.376 votos
Capitão Alden (PL): 95.151 votos
João Carlos Bacelar (PL): 90.229 votos
Valmir Assunção (PT): 90.148 votos
Rogeria Santos (Republicanos): 82.012 votos
Leur Lomanto Jr (União Brasil): 82.004 votos
José Rocha (União Brasil): 78.833 votos
Pastor Sargento Isidório (Avante): 77.164 votos
Felix Mendonça (PDT): 71.774 votos
Raimundo Costa (Podemos): 53.486 votos
CEARÁ André Fernandes (PL): 229.509 votos
Júnior Mano (PL): 216.531 votos
Célio Studart (PSD): 205.106 votos
Eunício (MDB): 188.289 votos
Idilvan (PDT): 187.433 votos
Guimarães do PT (PT): 186.136 votos
Luizianne Lins (PT): 182.232 votos
Domingos Neto (PSD): 175.074 votos
AJ Albuquerque (PP): 155.456 votos
Robério Monteiro (PDT): 151.030 votos
Matheus Noronha (PL): 150.823 votos
Mauro Filho (PDT): 135.038 votos
Fernanda Pessoa (União Brasil): 121.469 votos
Moses Rodrigues (União Brasil): 113.294 votos
André Figueiredo (PDT): 111.886 votos
Eduardo Bismark (PDT): 102.287 votos
Luiz Gastão (PSD): 96.537 votos
Yury do Paredão (PL): 90.425 votos
Danilo Forte (União Brasil): 88.470 votos
José Airton (PT): 82.274 votos
Dr. Jaziel (PL): 79.358 votos
Dayany do Capitão (União Brasil): 54.526 votos
DISTRITO FEDERAL Bia Kicis (PL): 214.733 votos
Fred Linhares (Republicanos): 165.358 votos
Erika Kokay (PT): 146.092 votos
Rafael Prudente (MDB): 121.307 votos
Julio Cesar (Republicanos): 76.274 votos
Professor Reginaldo Veras (PV): 54.557 votos
Fraga (PL): 28.825 votos
Gilvan Maximo (Republicanos): 20.923 votos
ESPÍRITO SANTO Helder Salomão (PT): 120.337 votos
Gilvan, o federal da Direita (PL): 87.994 votos
Evair de Melo (PP): 75.034 votos
Gilson Daniel (Podemos): 74.215 votos
Da Vitória (PP): 71.779 votos
Dr. Victor (Podemos): 53.483 votos
Amaro Neto (Republicanos): 52.375 votos
Jack Rocha (PT): 51.317 votos
Paulo Foletto (PSB): 48.776 votos
Messias Donato (Republicanos): 42.640 votos
GOIÁS Silvye Alves (União Brasil): 254.653 votos
Gustavo Gayer (PL): 200.586 votos
Flavia Morais (PDT): 142.155 votos
Glaustin da Fokus (PSC): 117.981 votos
José Nelto (PP): 104.504 votos
Delegada Adriana Accorsi (PT): 96.714 votos
Adriano do Baldy (PP): 95.518 votos
Célio Silveira (MDB): 92.469 votos
Professor Alcides (PL): 90.162 votos
Dr. Zacharias Kalil (União Brasil): 87.919 votos
Rubens Otoni (PT): 83.539 votos
Magda Mofatto (PL): 81.996 votos
Marussa Boldrin (MDB): 80.464 votos
Daniel Agrobom (PL): 70.529 votos
Jerson Rodrigues (Republicanos): 56.026 votos
Dr. Isamel Alexandrino (PSD): 54.791 votos
Leda Borges (PSDB): 51.346 votos
MARANHÃO Detinha (PL): 161.206 votos
Pedro Lucas Fernandes (União Brasil): 159.786 votos
Josimar de Maranhãozinho (PL): 158.360 votos
Juscelino Filho (União Brasil): 142.419 votos
André Fufuca (PP): 135.078 votos
Aluísio Mendes (PSC): 126.577 votos
Marreca Filho (Patriota): 116.246 votos
Duarte Júnior (PSB): 111.019 votos
Amanda Gentil (PP): 108.699 votos
Márcio Jerry (PCB): 106.143 votos
Roseana Sarney (MDB): 97.008 votos
Fábio Macedo (Podemos): 95.270 votos
Júnior Lourenço (PL): 93.123 votos
Rubens Júnior (PT): 91.872 votos
Josivaldo JP (PSD): 79.699 votos
Cléber Verde (Republicanos): 70.275 votos
Pastor Gil (PL): 69.530 votos
Márcio Honaiser (PDT): 54.547 votos
MATO GROSSO Fábio Garcia: 98.704 votos;
Abílio: 87.072 votos;
José Medeiros: 82.182 votos;
Juarez Costa: 77.528 votos;
Emanuelzinho: 74.720 votos;
Amália Barros: 70.294 votos;
Coronel Fernanda: 60.304 votos;
Coronel Assis: 47.479 votos
MATO GROSSO DO SUL Marcos Pollon (PL): 103.111 votos