O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho (União Brasil), informou na última quarta-feira (26), que encaminhou ao Ministério Público documentos relacionados às mortes de pacientes que, segundo ele, aguardavam atendimento na fila de regulação do Estado.

A medida ocorre após o prefeito afirmar que cerca de 700 pessoas morreram em Feira de Santana, em 2025, enquanto esperavam por um leito na rede estadual. A declaração foi questionada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) e por integrantes da gestão estadual, que cobraram a apresentação de provas.

José Ronaldo afirmou que decidiu levar o caso ao Ministério Público para que as informações sejam analisadas e a discussão deixe de ficar restrita ao campo político.

O prefeito também voltou a criticar o modelo de regulação adotado pelo governo estadual e disse que os municípios não têm acesso ao sistema. Segundo ele, a documentação entregue reúne as informações que fundamentam a denúncia.

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