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Das doces tradições da Páscoa no Brasil, presentear com ovo de chocolate talvez seja a mais popular. É uma prática comum entre filhos e pais, apaixonados e até mesmo amigos especiais. Mas, mesmo com tanta gente querendo o mimo, o mercado nacional sofre o impacto dos altos preços do cacau em 2025, agravado pela desvalorização do real frente ao dólar. Como resultado, a produção deve diminuir neste ano.
A previsão é de uma queda de 13 milhões de unidades na produção. O número supera, por exemplo, a quantidade de moradores de São Paulo, a maior cidade do país.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Bala, o Brasil fabricará 45 milhões de ovos de Páscoa em 2025. No ano anterior, foram 58 milhões de unidades — uma queda de 22%.
Nos meses que antecederam a Páscoa de 2024, a cotação de US$ 1 estava em cerca de R$ 4,90. Nos registros do Banco Central para esse período, o pior valor foi de R$ 5,03 em 19 de março, quando faltavam poucos dias para a comemoração — e quase toda a produção do ano já havia saído das fábricas. Em 2025, a história é outra.
O dólar começou 2025 valendo R$ 6,20 — nessa época, os fabricantes já calculavam os custos da produção. Ao longo dos meses seguintes, o valor da moeda até recuou, mas ainda segue maior do que em 2024. Nesta segunda-feira, 25, a cotação oficial é de R$ 5,74 por dólar.
Além disso, o mercado de cacau terminou 2024 nas alturas. Em dezembro, o preço atingiu uma nova marca recorde, chegando a quase US$ 12 mil por tonelada — três vezes mais que um ano antes. É verdade, porém, que a alta perdeu força ao longo de 2025. Contudo, o cacau ainda segue mais caro do que no passado recente.
Quase todas as cotações diárias da tonelada de cacau em 2025 ficaram acima dos US$ 10 mil até 10 de fevereiro. A partir daí, os preços se mantiveram abaixo desse patamar — e, atualmente, estão em cerca de US$ 8 mil.
Informações Revista Oeste