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Caravanas de todas as regiões do país chegarão a Brasília neste final de semana

Manifestações do 7 de Setembro Foto: Isac Nóbrega/PR

Grupos de diversas partes do Brasil se organizam para o primeiro grande ato contra o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

As caravanas começam a chegar à capital federal nesta sexta-feira (6). Na próxima segunda-feira (9), os participantes devem estar reunidos na Praça dos Três Poderes para a manifestação.

Muitos dos que estavam na porta do quartel-general do Exército devem retornar para Brasília, juntamente com apoiadores que não participaram do movimento que durou 61 dias.

Nos grupos de WhatsApp e Telegram as mensagens buscam apoio do maior número de cidadãos possíveis que sejam contrários ao governo do petista.

Informações Pleno News


Ana Moser disse que sua missão é atentar aos mais necessitados

A então indicada ao Ministério do Esporte, Ana Moser, durante entrevista coletiva, sobre a morte de Pelé - 29/12/2022 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

A ministra do Esporte, Ana Moser, defendeu incluir atletas trans em disputas. Embora Ana não tenha citado a modalidade feminina, é nela que esse público deseja entrar. Há muita polêmica sobre a questão, visto que os trans acabam ganhando as medalhas de ouro em competições contra mulheres biológicas.

“Temos de tratar os trans com todo respeito e condições de inclusão”, disse Ana, em entrevista ao site Poder360, publicada nesta sexta-feira, 6. “Já avançamos muito nesses parâmetros com algumas experimentações, porque algumas federações têm mais liberdade em alguns lugares do mundo. Precisamos dar o tratamento mais cidadão e civilizatório a essas pessoas.”

Ana não nega haver uma discussão ideológica e “muito barulho“ em torno do tema, mas pondera ser preciso ter “todo cuidado” para respeitar os direitos estabelecidos e acompanhar os “avanços que a ciência faz em torno do tema”.

Segundo a ministra, “há parâmetros que estão sendo avaliados e testados na prática”, como tempo de transição e nível de hormônios. Ana revelou que a “missão” dada pelo presidente Lula é a de transformar o esporte num mecanismo que atenta aos “mais necessitados”.

Informações Revista Oeste


Extra: Ministério da Justiça de Lula aciona EUA e Interpol por extradição de Allan dos Santos

O Ministério da Justiça de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) procurou o governo dos Estados Unidos e a Interpol, em Lyon (França), com o objetivo de acelerar o processo de extradição do jornalista Allan dos Santos, que está no país desde 2020.

Até o momento, a pasta de Flávio Dino fez um primeiro contato de aproximação. Alvo de apurações que tramitam no Supremo Tribunal Federal, Allan é considerado foragido desde que foi ordenada sua prisão preventiva no inquérito das fake news, em 2021, a pedido da Polícia Federal.

Folha


Foto: Sora Shimazaki/Pexels

Um projeto de lei pode garantir três dias de “licença menstrual” para servidores municipais de Salvador e terceirizados do serviço público durante o período menstrual. A proposta é da vereadora Laina Crisóstomo (PSOL), integrante do mandato coletivo Pretas Por Salvador e líder da bancada de oposição na Câmara Municipal. Caso aprovada, a licença seria garantida à pessoa que pedisse o benefício no período menstrual, mediante apresentação de atestado médico. “É um processo de saúde, não é um processo capricho, de um feminismo alienado”, afirma a vereadora Laina Crisóstomo.

Na proposta, obtida pelo Metro1, a vereadora cita um estudo realizado pela empresa MedInsight que aponta que aproximadamente 65% das mulheres brasileiras sofrem com cólica menstrual. Além disso, cerca de 70% das brasileiras teriam queda da produtividade do trabalho durante a menstruação, causada pelas cólicas e sintomas associados, como cansaço maior que o habitual, inchaço nas pernas, enjoo, cefaleia, entre outros.

A proposta, apresentada em dezembro de 2022, tramita em fase inicial na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, depois será encaminhada para Orçamento e provavelmente também para a Comissão de Mulheres. Se aprovada em todas, vai para análise no Plenário.

“É um debate que ainda vai se amplificar na Câmara, mas acho que a ideia desse projeto é que a gente consiga dialogar sobre algo que a gente debate todos os dias: o processo da menstruação. A gente faz um debate de combate à pobreza menstrual e falta de dignidade na menstruação, mas acima de tudo a gente fala do quanto às mulheres são afetadas na produtividade no trabalho”, diz a vereadora que propôs o PL. 


Nova ministra de Lula teve apoio de outro miliciano em troca de cargos na prefeitura administrada pelo marido 

Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados

Parentes do ex-vereador Márcio Pagniez, o Marcinho Bombeiro, foram nomeados para cargos na Prefeitura de Belfort Roxo, comandada por Wagner dos Santos Carneiro, o Wagninho (União Brasil), marido da nova ministra do Turismo, Daniela Carneiro. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

Os cargos foram dados a irmã e ao pai do terceiro-sargento do corpo de bombeiros em dezembro de 2021 e 2022, respectivamente após a prisão do miliciano. Ambos tiveram grande participação na campanha da nova ministra no ano passado.

Marcinho Bombeiro era presidente da Câmara Municipal de Belfort Roxo até setembro de 2019 e foi preso no mês seguinte sob a acusação de tentar assassinar testemunhas de homicídios pelo qual foi acusado, além de liderar uma milícia em seu bairro.

Ministra recebeu apoio de outros milicianos

A ministra do Turismo do governo Lula, Daniela Carneiro, empossada nesta segunda-feira, já fez campanha, lado a lado, do ex-PM Juracy Alves Prudêncio, conhecido como Jura. Ele é um miliciano condenado a 22 anos por homicídio. O grupo político da ministra — filiada ao União Brasil — mantém vínculos com a família do ex-PM desde 2018.

Na época, Jura estava preso em regime semiaberto e conseguiu autorização da Justiça para trabalhar fora da cadeia. Ele ganhou o cargo de diretor do Departamento de Ordem Urbana na Prefeitura de Belford Roxo, comandada pelo marido de Daniela, Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho. Porém, a autorização foi suspensa em janeiro de 2020, depois de possíveis irregularidades na atuação do ex-PM na prefeitura.

A ministra também teve apoio da mulher de Jura, a ex-vereadora Giane Prudêncio, nas eleições de 2018 e do ano passado. Ela foi reeleita deputada federal como a mais votada no Rio de Janeiro.

Informações Revista Oeste


Amigo íntimo de Lula há 25 anos revela traição do petista a Marisa Letícia

Lula chora durante missa de um ano de falecimento de Marisa Letícia Foto: Reprodução / Youtube AFP

Amigo íntimo de Lula há 25 anos, o fazendeiro Valter Sâmara, afirmou que o relacionamento do presidente com Rosângela da Silva, mais conhecida como Janja, é muito antigo. Ele declarou que Marisa Letícia foi traída.

– O Lula tinha um caso com ela. Quando a gente viajava para diversos lugares, ela sempre ficava com o Lula – contou Sâmara.

Valter ainda revelou que no final do governo Lula um ex-assessor pessoal do petista lhe solicitou que emprestasse o nome como fiador de Janja, numa locação de apartamento em Curitiba. Ela não teria cumprido com o combinado, deixando um prejuízo.

– Aceitei porque o Lula pediu, mas não imaginava que ela não ia entregar a chave, que ia esculhambar o apartamento e deixar todos os compromissos para eu ir lá acertar – disse o fazendeiro.

Informações Pleno News


O gabinete do presidente Lula estuda colocar diplomatas no lugar de militares como ajudantes de ordens, segundo o jornal O Globo. Tradicionalmente, os ajudantes de ordens dos presidentes da República são militares, geralmente jovens oficiais tido como promissores na Marinha, Exército e Aeronáutica.

“Uma reformulação no gabinete presidencial está sendo empreendida e os militares devem ficar de fora. Uma das ideias é pedir ao Itamaraty para designar jovens diplomatas para a função”, informa o blog de Lauro Jardim.

O Globo


Secretário do Ministério da Saúde diz que não vai repetir a cooperação com Cuba 

Nésio Fernandes explica que, inicialmente, as vagas serão oferecidas aos médicos brasileiros

O novo secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Nésio Fernandes, afirmou que o governo Lula vai retomar o programa Mais Médicos imediatamente e que as vagas pelas quais brasileiros não se interessarem deverão ser oferecidas para profissionais estrangeiros.

Fernandes explica que, inicialmente, as vagas serão oferecidas aos médicos brasileiros. Depois, os postos não preenchidos poderão ser pleiteados por brasileiros formados no exterior e por estrangeiros.

“A agenda de retomar o Mais Médicos é imediata. Queremos colocar médicos em todos os municípios brasileiros em um curto período de tempo”, afirmou o secretário ao jornal Folha de S.Paulo.

Criado em 2013 pelo governo de Dilma Rousseff, o objetivo da petista era suprir a carência de mão de obra em municípios pobres e regiões periféricas das grandes cidades brasileiras. No entanto, a iniciativa do governo da época resultou numa forma de financiar a ditadura cubana com dinheiro brasileiro.

O acordo intermediado pelo governo petista dividiu a remuneração dos médicos da seguinte forma: Cuba tinha o direito de embolsar 70% do salário dos médicos, estimado em R$ 12 mil na época. Outros 25% ficavam com quem trabalhava de fato, enquanto 5% eram repassados para a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Além do confisco de salários, os médicos também eram perseguidos por cubanos ligados ao regime no Brasil. Houve proibições de contato com familiares e nem sequer tinham o direito de se mudar do local em que residiam.

Em contraponto ao programa petista, o governo de Jair Bolsonaro criou o programa Médicos Pelo Brasil, a fim de corrigir as distorções do Mais Médicos e solucionar a ausência de profissionais da saúde em áreas mais isoladas, além de estruturar a carreira médica federal para locais com dificuldade de provimento e alta vulnerabilidade.

Por meio de uma medida provisória, convertida depois em lei, os médicos cubanos foram incorporados ao Médicos pelo Brasil. Para se enquadrar às novas regras, os cubanos deverão fazer o exame Revalida. Uma vez aprovados, poderão solicitar o CRM para trabalhar em todo o território nacional.

O atual governo, entretanto, argumenta que o novo Mais Médicos não deve repetir a mesma forma de cooperação com Cuba.

Informações Revista Oeste


A queda nos preços teve início em meio ao corte de impostos feito pelo governo anterior

Jair Bolsonaro governou o país entre 2019 e 2022

Calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)o Índice de Preços ao Produtor (IPP) apresentou queda no mês de novembro. Por meio do indicador, o órgão mede a variação dos custos de produção na indústria.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 4, mostrando 0,5% de redução. O atual movimento começou com a diminuição de 3% em agosto de 2022. Ou seja: cerca de um mês depois que o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro conseguiu a aprovação da Lei Complementar que limitou a cobrança do ICMS sobre combustíveis, energia, comunicações e transporte.

Desse modo, Jair Bolsonaro terminou o mandato à frente da Presidência da República com dados mostrando o controle da inflação gerada em meio a pandemia de covid-19 e a invasão russa à Ucrânia. Em razão da doença, os governos ao redor do planeta tomaram medidas de para restringir à circulação de pessoas.

Os atos afetaram o fornecimento de insumos básicos para a produção, além de derrubarem o consumo. E a invasão à Ucrânia, por sua vez, elevou os preços dos setores de energia, de alimentos e de fertilizantes.

“Essa queda está ligada particularmente ao preço de setores de maior peso na indústria brasileira, em particular alimentos e refino de petróleo”, disse Alexandre Brandão, gerente de Análise e Metodologia do IBGE.

Para o acumulado do ano, os custos da indústria encerraram com alta de 4,5%. Bem abaixo, portanto, do pico registrado antes da queda ter início: os 11% de julho.

Informações Revista Oeste


Foto: Reprodução / Metrópoles

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), destacou, nesta quarta-feira (3/1), que o Planalto ainda não estuda qualquer proposta de atualização da reforma previdenciária, ao contrário do que afirmou Carlos Lupi (PDT) ao tomar posse do Ministério da Previdência nessa terça-feira (2/1).

“Não há nenhuma proposta sendo analisada ou pensada neste momento para revisão de reforma, seja previdenciária ou outra. Neste momento, não tem nada sendo elaborado”, declarou o ministro, após a posse de Geraldo Alckmin como ministro da Indústria, nesta quarta-feira (4/1).

“Sexta-feira, o presidente Lula já marcou a primeira reunião ministerial para, inclusive, organizar e reafirmar qualquer proposta, que só será encaminhada, evidentemente, com a aprovação do presidente da República”, completou.

Rui Costa enfatizou que, na discussão de qualquer projeto de alteração da Previdência, a Casa Civil será um dos primeiros a ficar sabendo.

“[O presidente] disse que eu poderia explicitar que qualquer proposta passará necessariamente pela Casa Civil antes da sua análise”, reforçou.

O que disse Carlos Lupi

Enquanto assumia o Ministério da Previdência, Carlos Lupi declarou que tinha planos de trabalhar contra a reforma trabalhista aprovada no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro PL, ao que ele chamou, durante discurso, de “antirreforma”.

“Vou criar uma comissão quatripartite (sindicatos patronais, dos aposentados, do governo, centrais sindicais). Nós precisamos discutir com profundidade o que foi essa antirreforma. Nós queremos que toda arrecadação destinada constitucionalmente para a Previdência esteja no balanço da Previdência porque não é favor nenhum (…) O encargo do BPC (Benefício de Prestação Continuada) é do Orçamento, é do Tesouro Nacional. Colocam esse encargo na Previdência para dizer que ela é deficitária. Não contam o PIS, a Cofins, as contrapartidas dos bancos; se esquecem para levar a população à mentira. A Previdência não é deficitária”, disse Lupi na cerimônia.

Metrópoles

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