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Acusado de ter fugido do Brasil, Deltan chegou de viagem dos Estados Unidos

Deltan Dallagnol Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Acusado de ter “fugido” do Brasil, após postar uma foto em suas redes sociais embarcando para os Estados Unidos, no último domingo (18), o deputado federal cassado, Deltan Dallagnol (Podemos-PR), está de volta ao seu país e já chegou “causando”.

Ele publicou em seu Twitter, neste domingo (25), uma mensagem com uma foto em frente à aeronave.

– Para tristeza da esquerda histérica, eu voltei – disse o ex-procurador da Lava Jato.

Na imagem, ele também escreveu que na volta ao Brasil se surpreendeu por não ter ninguém da “esquerda democrática” para lhe prender no aeroporto em razão de seu grande crime: “prender seus corruptos de estimação”.

Informações Pleno News


Foto: Adriano Machado/Crusoé.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (foto), divulgou uma nota neste domingo (25), por meio de sua assessoria, na qual afirma que os pagamentos de suas despesas têm origem “nos seus ganhos como agropecuarista e da remuneração como deputado federal”.

O comunicado foi divulgado após publicação de reportagem da revista piauí que mostra Lira no centro de investigações da PF sobre um suposto esquema de corrupção envolvendo seu ex-assessor Luciano Cavalcante.

Segundo a reportagem, agentes da PF encontraram em busca e apreensão no endereço do motorista de Cavalcante, Wanderson Ribeiro, anotações sobre saldos, repasses, destinatários e datas. 

Os manuscritos referem-se aos meses de abril e maio deste ano. De acordo com a matéria, o nome “Arthur” aparece onze vezes e vem acompanhado dos maiores valores, que totalizam pouco mais de R$ 265 mil. Os investigadores acreditam que o nome se refere ao presidente da Câmara.

Créditos: O Antagonista.


Lista inclui relógio da Arábia Saudita e vasos da China

Lula e Janja
Lula e Janja em Londres | Foto: Reprodução/Twitter

Desde o começo do mandato, o presidente Lula e a primeira-dama Janja receberam mais de 200 presentes, informou o jornal O Estado de S. Paulo, neste domingo, 26. A lista inclui objetos recebidos até 12 de junho.

Entre os 231 itens, há relógios, esculturas, quadros, camisetas e bonés. Parte deles (63) foi dado por autoridades estrangeiras. Da China, vieram vasos ornamentais; dos Emirados Árabes, um relógio de mesa; e, da Espanha, um jogo de xadrez.publicidade

O restante, Lula e Janja ganharam de associações ou empresas nacionais. Desses, a maior parte foi dada por populares e tem valor simbólico. Ao todo, a lista inclui 30 camisetas (sendo seis de times de futebol), 13 canetas, 12 esculturas e 12 pinturas. Também há na lista objetos como azulejo, bracelete, xale, adorno de cabeça, lenço, copo, moeda, imagens devocionais e leque.

Lula e Janja
Lula e Janja na viagem à China | Foto: Reprodução/Twitter

Presentes dado a Lula e Janja são catalogados

Os bens recebidos por qualquer presidente da República devem ser cadastrados. Inicialmente, ficam sob responsabilidade da Diretoria de Documentação Histórica, que faz parte do gabinete da Presidência.

O órgão analisa o que vai para o acervo pessoal do presidente e o que deve ser incorporado ao patrimônio da União. Apenas os itens desse último grupo têm seu valor avaliado.

O recebimento de presentes se tornou polêmico depois da apreensão de joias dadas pela Arábia Saudita a Michelle Bolsonaro, avaliadas em mais de R$ 5 milhões.

Informações Revista Oeste


Foto: Reprodução.

Jair Bolsonaro comparou o processo que é movido contra ele pelo PDT no Tribunal Superior Eleitoral com a ação da chapa Dilma-Temer.

Em entrevista à CNN Brasil, o ex-presidente afirmou na noite de sábado (25) que são acrescentadas outras acusações no julgamento que pode torná-lo inelegível para “poder dar alguma credibilidade e materialidade à ação”.

“Lá [ação contra chapa Dilma-Temer], tentaram enxertar outras acusações. O TSE tirou fora. Agora, tentam fazer a mesma coisa comigo”, disse.

“Não tem materialidade nenhuma”, afirmou. “Espero pelo TSE me julgue de acordo com o que aconteceu em 2017, e não podemos ter outro resultado a não ser o arquivamento desta ação”.

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O ex-presidente disse que a reunião com embaixadores estrangeiros, em julho de 2022, não constitui ataques ao sistema eleitoral, mas uma resposta ao ministro Edson Fachin, que também havia se reunido com 65 diplomatas para tratar das eleições.

O TSE julga ação ajuizada pelo PDT por causa da reunião em que o então presidente promoveu com embaixadores no Palácio da Alvorada.

O partido o acusa de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação do governo —o encontro com os embaixadores foi transmitido pela TV Brasil. O julgamento da ação pela corte eleitoral pode deixar o ex-presidente inelegível.

Créditos: O Antagonista.


Visita de Janja a Paris custou quase 1 milhão até agora; Lula também estava

Foto: O ex-presidente Lula (PT) beija a noiva, Janja Silva, em evento junto à prefeita de Paris, Anne Hidalgo, na França, em novembro. Imagem: Reprodução/Twitter.

O presidente Lula (PT), cujos seguidores chamam de “pai dos pobres”, adora um luxo: gastou impressionantes R$728 mil dos recursos públicos só na hospedagem de quinta (22) e sexta (23) no Hotel Intercontinental Paris Le Grand, de acordo com dados que, por força de lei federal, estão expostos no Portal da Transparência.

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Divulgação.

A conta da estadia de Lula e Janja inclui, além da suntuosa suíte presidencial, outras 17 acomodações, sala de reunião, mordomias e até a exigência de wi-fi e telefones exclusivos.

Custou R$31 mil o wi-fi usado pela comitiva presidencial, a pedido do escalão avançado, grupo que vai à frente para preparar a visita.

A majestosa suíte de Lula do Intercontinental Le Grand tem 140 metros quadrados, dois quartos, salas e até hall de espera para convidados.

Custou 50 mil euros (R$261,5 mil) só a suíte presidencial de Lula e Janja para o pernoite parisiense, mais 6 quartos para seguranças e aspones.

O apego de Lula e Janja por hotéis de alto luxo já foi visto nas visitas à China, Portugal, Japão etc. Em Londres, a conta chegou a R$1,3 milhão.

Créditos: Diário do Poder.


BOMBA: Secretário de Saúde de cidade do Rio admite que foi ele que manipulou dados de Bolsonaro no cartão de vacina e não o Coronel CID

Foto: Reprodução 

O secretário de Governo de Duque de Caxias (RJ), João Carlos de Sousa Brecha, admitiu ter usado a senha de uma enfermeira para excluir do sistema do Ministério da Saúde dados falsos de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de sua filha. A informação consta no pedido de revogação de sua prisão preventiva feito ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a Polícia Federal, Brecha foi o responsável por inserir o registro falso sobre a imunização contra a Covid-19.

No pedido, o secretário argumenta que Caxias registrava a menor cobertura vacinal durante a pandemia e passou a receber, inclusive, questionamentos da Defensoria Pública. Brecha afirma que, diante da necessidade de que os dados fossem inseridos o quanto antes no sistema, foi realizado um mutirão em que houve o compartilhamento de logins e senhas de acesso. Dessa maneira, o secretário alega que, embora as inserções indevidas tenham sido registradas em seu nome, “isso não significa que ele efetivamente inseriu as informações no sistema”.
O secretário municipal assume, no entanto, ter atuado na exclusão de dados de vacinação do ex-presidente e da sua filha, ocorridos em 27 de dezembro do ano passado. No pedido feito ao STF, Brecha afirma que a medida foi tomada por ele após uma análise interna nos dados do sistema constatar que ambos figuravam na lista, “sendo fato público e notório de que não se vacinavam naquele município”.

Procurado, o advogado de Brecha, Marcos Crissiuma, não retornou os contatos. Em depoimento à PF, Bolsonaro voltou a dizer que não se vacinou e negou participação em qualquer iniciativa para adulterar o próprio cartão de vacinação e o da filha.
“E a inclusão pode ter sido realmente um equívoco, pois é preciso apenas digitar o CPF para tanto. Deve-se esclarecer, ainda, que a exclusão foi feita pelo próprio requerente, por meio da senha da senhora Claudia Helena Acosta Rodrigues da Silva, uma vez que sua senha não lhe permitia efetuar exclusões de dados ou não funcionou naquele momento”, explica a defesa do secretário no documento protocolado no STF.
O advogado pondera ainda que Bolsonaro viajou para os Estados Unidos em 30 de dezembro, após a exclusão dos dados. Desta forma, diz o defensor, a inclusão indevida das informações não gerou prejuízos.
“Nesse passo, sopesando que a validação da carteira de vacinação se dá por QR Code e que na data da viagem os dados já haviam sido excluídos, a inserção indevida dos dados não se revestiu de potencial lesivo. Além disso, conforme amplamente noticiado pela imprensa, o ex-presidente ingressou naquele país com passaporte diplomático e a filha com documento informando que ela não poderia tomar a vacina, o que afasta, de igual modo, a relevância da conduta atribuída (equivocadamente, frise-se) ao requerente”, diz o documento.

O Globo


BOMBA: Lula acusa União Europeia de ameaçar América do Sul; VEJA VÍDEO

Foto: Reprodução.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou nesta sexta-feira (23) como uma “ameaça” as exigências da União Europeia para a finalização do acordo do bloco com o Mercosul.

O petista deu as declarações durante a Cúpula sobre Novo Pacto de Financiamento Global, em Paris, na França. Ele discursou sentado ao lado do presidente francês, Emmanuel Macron. O país europeu tem imposto entraves à conclusão do acordo entre os blocos.

Veja abaixo a fala:

https://twitter.com/UOLNoticias/status/1672191877582290945?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1672191877582290945%7Ctwgr%5E2814d82459b0e4d3dcc690939b53deaab9d06065%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2023%2F06%2Fbomba-lula-acusa-uniao-europeia-de-ameacar-america-do-sul-veja-video%2F

Com informações: G1.


Bolsonaro entra com duas ações contra Lula nesta quinta

Foto: Reprodução 

Ambas envolvem declaração do agora presidente acusando seu antecessor de ser dono de um imóvel na Califórnia avaliado em R$ 8,5 milhões

A equipe legal de Jair Bolsonaro (PL) entrou com duas ações contra Lula nesta quinta-feira (22).

Ambas envolvem declaração do petista acusando seu antecessor de ser dono de um imóvel na Califórnia avaliado em R$ 8,5 milhões, em referência à mansão identificada pela imprensa como pertencente à família do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid.

“Certamente uma casa de 8 milhões de dólares não é para o ajudante de ordem, certamente é para o paladino da discórdia, da ignorância, do negacionismo”, afirmou Lula durante cerimônia oficial em Salvador em maio.

Bolsonaro pede à Justiça do DF indenização de R$ 10 mil por danos morais na primeira ação. Na outra, ele pede ao STF que obrigue Lula a dar explicações sobre a fala

Ambas ações são assinadas pelo advogado Paulo Cunha Bueno.

Informações TBN


Bolsonaro bota Lula ‘contra a parede’ e cobra explicações do petista ao STF por ataques

Foto: Sérgio Lima

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entrará, nesta quinta (22), com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que o presidente Lula (PT) explique as afirmações que fez atribuindo a ele a propriedade de uma mansão milionária nos Estados Unidos.

Bolsonaro protocolará a ação no mesmo dia em que oTribunal Superior Eleitoral (TSE) abre o julgamento que pode torná-lo inelegível.

Em maio, durante evento em Salvador, o petista sugeriu que um imóvel milionário pertencente à família do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid, na verdade poderia ser de Bolsonaro.

“Acabaram de descobrir uma casa de US$ 8 milhões do… Como é que chama ele? Do ajudante de ordens do Bolsonaro. Certamente, uma casa de US$ 8 milhões não é para o ajudante de ordens. Certamente, é para o paladino da discórdia, o paladino da ignorância, o paladino do negacionismo”, disse Lula, na ocasião.

Na ação, Bolsonaro pede que Lula esclareça o que pretendeu ao dizer a frase acima, a quais pessoas físicas ele se referiu, e quais são as provas e fundamentos para o petista afirmar que o imóvel teria alguma relação com o ex-presidente.

O documento é assinado pelos advogados Paulo Cunha, Fábio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação,
Saulo Lopes Segall, Thais de Vasconcelos Guimarães, Daniel Bettamio Tesser, Clayton Edson Soares e Bianca Capalbo Gonçalves de Lima.

Os representantes de Bolsonaro argumentam no processo que o dono da mansão é Daniel Cid, irmão de Mauro Cid. Eles dizem também que a residência foi adquirida por US$ 1,7 milhão (R$ 8,1 milhões), e não US$ 8 milhões.

Informações TBN


TSE inicia hoje julgamento que pode tornar Bolsonaro inelegível

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciará nesta quinta-feira, o julgamento que tornar inelegível o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A sessão está marcada para às 9h. O TSE vai analisar uma ação movida pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT).

O relator é o corregedor-geral eleitoral, ministro Benedito Gonçalves. Ele iniciará o julgamento com a leitura de 43 páginas do relatório. Na sequência, ocorre a sustentação oral pelo PDT e da defesa dos acusados, e da manifestação do Ministério Público Eleitoral (MPE) pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Em seguida, o relator deverá apresentar seu voto, seguido dos votos dos demais ministros. Se algum dos ministros da Corte pedir vista, também existe a possibilidade de que o julgamento se estenda pelo segundo semestre.

Com informações de Jovem Pan News

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