O pequeno Lord, de quatro meses, foi arrancado com berço e tudo do trailer da família pelo tornado
O pequeno Lord, de quatro meses, foi arrancado com berço e tudo do trailer da família pelo tornado Imagem: Reprodução/TV WSMV4

A mãe de Lord, Sydney Moore, contou que o berço foi a primeira coisa a ser arremessada para o alto no momento da passagem do fenômeno, após o teto do trailer ser arrancado. O pai da criança se agarrou ao berço para proteger o filho, mas ambos foram levados pela força do vento.

Para proteger o outro filho, Princeton, de um ano, Sydney se jogou sobe ele, no momento em que as paredes da casa móvel desabaram. “Tudo caiu sobre mim. Eu mal conseguia respirar”, afirmou à TV local WSMV4.

Depois que o tornado se desfez, Sydney e o namorado, que fraturou o ombro ao cair no chão, começaram a revirar os destroços ao redor do trailer, em busca do bebê.

Lord foi encontrado com vida, em um “berço de galhos entrelaçados”, na copa de uma árvore caída, na descrição de Sydney. Ele tinha apenas um corte na orelha, que foi fechado com cola cirúrgica, e alguns arranhões no rosto.

“Disseram-nos que ele parecia ter sido colocado suavemente na árvore. Como se um anjo o guiasse com segurança até aquele local.”, escreveu a tia da criança, Caitlin, em um post no GoFundMe, onde criou uma vaquinha online para auxiliar a família, que perdeu tudo devido ao tornado.

Informações UOL


Maduro quer fornecer documentos de identificação para moradores de Essequibo

Nicolás Maduro mostra novo mapa da Venezuela Foto: YouTube Nicolás Maduro

O governo da Venezuela começou a emitir documentos de identidade na cidade de Tumeremo, perto do território de Essequibo, que o país disputa com a Guiana, informou nesta segunda-feira (11) o Serviço de Identificação, Migração e Estrangeiros venezuelano (Saime).

A instituição compartilhou no Instagram várias fotos e vídeos que mostram a entrega de carteiras de identidade nessa cidade onde, provisoriamente, serão instalados os órgãos de poder criados unilateralmente pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em sua tentativa de anexar Essequibo.

Embora Maduro tenha garantido que o Saime abriria um escritório em Tumeremo no sábado (9), as autoridades confirmaram a implementação de “jornadas especiais” – geralmente itinerantes – para a entrega de documentos, sem esclarecer se a sede do órgão já abriu suas portas.

A reitora do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Rosalba Gil, responsável pelo registro da instituição, informou na mesma rede social sobre uma “visita institucional de reconhecimento” a Tumeremo, onde pretende abrir “novas unidades” para a coleta de dados dos cidadãos.

– Convocamos todos os essequibanos [habitantes da área em disputa], que estamos à disposição no registro civil para atender qualquer situação, providenciar seus documentos, e depois entregar sua identificação, como a carteira de identidade – disse ela.

O fornecimento de documentos de identidade para as pessoas que vivem na área disputada, em sua maioria comunidades indígenas, é uma das ações propostas pela Venezuela, depois que a maioria de seus eleitores aprovou em um referendo unilateral a anexação do território, rico em petróleo e que é controlado pela Guiana há mais de 120 anos.

Até o momento, as autoridades de Caracas não informaram quantos essequibanos solicitaram a cidadania venezuelana.

*EFE


Veículo foi lançado pela primeira em abril de 2010 e já acumulou mais de 3 mil dias no espaço. É a primeira vez que ele decola com um SpaceX Falcon Heavy, de Elon Musk.

Avião espacial X-37B — Foto: Adam Shanks/Força Espacial dos EUA

Avião espacial X-37B — Foto: Adam Shanks/Força Espacial dos EUA 

A Força Espacial dos Estados Unidos (USSF) se prepara para lançar neste domingo (10) a sétima missão do veículo orbital secreto X-37B, que decola, pela primeira vez, abordo de um foguete Falcon Heavy, da SpaceX, empresa de exploração espacial do bilionário Elon Musk. 

O local da decolagem não é mencionado no comunicado da USSF. Mas segundo o portal Space, o X-37B deve partir do Centro Espacial Kennedy da Nasa, na Flórida (EUA), às 20h14 (horário local) ou 22h14, pelo horário de Brasília. 

O avião espacial está portando vários objetivos de teste e experimentação. “Esses testes incluem operar em novos regimes orbitais, experimentar tecnologias de conscientização do domínio espacial e investigar os efeitos da radiação nos materiais da Nasa”, disse a Força Espacial dos Estados Unidos. 

Os Estados Unidos não compartilham muitos detalhes do X-37B, por isso ele é conhecido como um “ultrassecreto”. 

O veículo foi lançado pela primeira em abril de 2010 e já acumulou um total de 3.774 dias no espaço, o que dá mais de 10 anos. 

“As missões anteriores experimentaram com sucesso a tecnologia do Laboratório de Pesquisa Naval projetada para aproveitar a energia solar e transmitir energia para o solo, e testou os efeitos da exposição espacial de longa duração a materiais orgânicos para a Nasa”, disse a USSF.

Informações G1


Caso seja condenado, Robert Hunter Biden pode pegar pena de até 17 anos

Foto: reprodução/ Twitter Joe Biden

O filho de Joe Biden, Robert Hunter Biden, foi acusado de envolvimento em um esquema para evitar o pagamento de US$ 1,4 milhão em impostos entre 2016 e 2019. O herdeiro do presidente dos Estados Unidos, caso seja condenado, pode pegar pena de até 17 anos. 

O advogado foi indiciado por nove acusações criminais, sendo três fiscais e seis fiscais de contravenção. As acusações contra Hunter Biden foram apresentadas por um júri no Distrito Central da Califórnia. O caso será analisado pelo juiz Mark Scarsi, nomeado pelo ex-presidente Donald Trump. 

“De acordo com a acusação, Hunter Biden se envolveu em um esquema de quatro anos, no qual optou por não pagar pelo menos US$ 1,4 milhão em impostos federais autoavaliados que devia para os anos fiscais de 2016 a 2019”, disse conselheiro especial David Weiss à imprensa. 

É a primeira vez em que um filho de um mandatário dos EUA em exercício responde a um processo criminal. Joe Biden não é citado no processo.

Ainda em 2023, Hunter Biden chegou a ser indiciado por porte de arma. De acordo com as investigações, o jurista mentiu ao afirmar, ao preencher um formulário, não usar drogas ilegais quando comprou uma arma. 

Informações Bahia.ba


Foto: AFP
A equipe de um zoológico no Paquistão descobriu que um homem havia sido morto por um dos tigres do local após flagrarem o animal com um sapato na boca.

O que aconteceu

Uma parte do corpo foi encontrado dentro da jaula quando a equipe foi limpar a área, segundo o jornal inglês Daily Mail. “Quando limparam o zoológico e as tocas, encontraram o animal segurando um sapato na boca. A equipe suspeitou e encontrou um corpo dentro da toca”, contou à imprensa Zaheer Anwar, funcionário do governo da cidade de Bahawalpur.

Anwar classificou a vítima do tigre como “lunática”. “Nossa avaliação até agora é que isso parece ser um lunático, porque uma pessoa sensata não pularia na toca. Você pode ver que a toca está segura. Há escadas atrás da sala, talvez ele tenha pulado de lá”.

As pernas do homem estavam “fortemente machucadas”. “Ainda não se sabe quem ele é e como chegou lá. Está sendo investigado. O corpo parecia estar no local há várias horas”, disse outro funcionário.

Informações UOL


Afirmação foi feita por uma representante do Ministério da Saúde de Israel em audiência no Parlamento hoje

Reféns soltos na semana passada ficaram cerca de 50 dias em cativeiro

O grupo terrorista Hamas deu tranquilizantes a alguns dos reféns antes de libertá-los da Faixa de Gaza na semana passada, para fazê-los parecerem mais relaxados e felizes, disse nesta terça-feira (5) uma representante do Ministério da Saúde de Israel.

A denúncia foi feita por Hagar Mizrahi, chefe da divisão médica da pasta de Saúde israelense, durante uma audiência do Comitê de Saúde do Knesset (Parlamento de Israel).

A médica afirmou que membros da organização terrorista administraram clonazepam — um benzodiazepínico conhecido no Brasil pelo nome Rivotril — a alguns reféns antes de entregá-los aos representantes da Cruz Vermelha, que os retiraram da Faixa de Gaza.

Essa droga, acrescentou, teria sido administrada a eles para que parecessem calmos, felizes e otimistas durante sua libertação, depois de terem passado mais de um mês e meio em cativeiro.

Hagar não informou, porém, se o uso de tranquilizantes foi confirmado por exames de sangue realizados nos reféns ou por depoimentos dos libertados.

Essas declarações são dadas poucos dias depois de ter terminado uma trégua de uma semana entre Israel e o Hamas, durante a qual foram libertados 110 reféns levados pelos terroristas palestinos e 240 presos das prisões israelenses.

Ainda há 137 reféns dentro da Faixa de Gaza, embora 15 deles tenham sido confirmados mortos.

Israel declarou guerra ao Hamas em 7 de outubro, na sequência de um ataque do grupo terrorista que incluiu o lançamento de mais de 4.000 foguetes e a infiltração de cerca de 3.000 milicianos, que mataram cerca de 1.200 pessoas e raptaram mais de 240 em comunidades israelenses próximas à Faixa de Gaza.

Informações R7


1º.Dez.2023 - Sul de Israel perto da fronteira com a Faixa de Gaza após ataques israelenses
1º.Dez.2023 – Sul de Israel perto da fronteira com a Faixa de Gaza após ataques israelenses  Imagem: John MACDOUGALL/AFP

No dia em que a guerra chega ao 56º dia, Israel volta as operações de combate contra o Hamas em Gaza depois de acusar o grupo palestino extremista de disparar foguetes, de não seguir o acordo para libertar todas as mulheres mantidas como reféns e violar a trégua temporária.

o que aconteceu

Uma hora antes do fim do cessar-fogo, às 07h00, no horário local, Israel disse ter interceptado um foguete disparado de Gaza.Não houve comentários do Hamas ou reivindicação de responsabilidade pelo lançamento.

O porta-voz do Ministério da Saúde de Gaza disse que até o momento 32 palestinos foram mortos em ataques israelenses.

“Com o reinício dos combates, enfatizamos: o governo israelense está empenhado em alcançar os objetivos da guerra – libertar os nossos reféns, eliminar o Hamas e garantir que Gaza nunca representará uma ameaça para os residentes de Israel”, disse o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em um comunicado.

As Forças de Defesa de Israel afirmam que o Domo de Ferro não foi usado para interceptar os projéteis, pois eles se dirigiam para áreas desabitadas próxima da comunidade de Holit, no sul israelense, de acordo com o The Times Of Israel.

A pausa de sete dias, que começou na sexta-feira 24 de novembro, e foi prorrogada duas vezes, permitiu a troca de dezenas de reféns detidos em Gaza por centenas de prisioneiros palestinos e facilitou a entrada de ajuda humanitária na faixa costeira devastada.

“O que Israel não conseguiu durante os cinquenta dias antes da trégua, não conseguirá continuando a sua agressão após a trégua”, disse Ezzat El Rashq, membro do gabinete político do Hamas, no site do grupo.

A mídia palestina e o Ministério do Interior de Gaza relataram ataques aéreos e de artilharia israelenses em todo o enclave após o término da trégua, inclusive em Rafah, perto da fronteira com o Egito.

Em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, uma pessoa disse à Reuters que podia ouvir fortes bombardeios e ver fumaça subindo no leste da cidade. As pessoas estavam fugindo da área para campos no oeste de Khan Younis em busca de cobertura, acrescentou.

A rede de TV Al-Jazeera informou que várias pessoas foram mortas e feridas em ataques e bombardeios israelenses na Faixa de Gaza. Os militares de Israel confirmaram que os seus aviões militares atingiram alvos do Hamas em Gaza.

Os ataques aéreos israelenses atingiram o sul de Gaza, incluindo a comunidade de Abassan, a leste da cidade de Khan Younis, dizem autoridades do Hamas. Outro ataque atingiu uma casa a noroeste da Cidade de Gaza.

Imagens nas redes sociais mostraram grandes nuvens de fumaça escura subindo sobre o campo de refugiados de Jabalia, em Gaza.

Israel jurou aniquilar o Hamas, que governa Gaza, em resposta ao ataque cometidos pelo grupo militante em 7 de Outubro, quando Israel afirma que homens armados mataram 1.200 pessoas e fizeram 240 reféns.

Israel retaliou com bombardeios intensos e uma invasão terrestre. As autoridades de saúde palestinas consideradas confiáveis pelas Nações Unidas dizem que mais de 15.000 habitantes de Gaza foram mortos.

O Qatar e o Egito junto dos EUA têm feito esforços intensos para prolongar a trégua.Israel já tinha estabelecido a libertação de 10 reféns por dia como o mínimo que aceitaria para interromper o seu ataque terrestre e bombardeios.

Ontem, o Hamas libertou oito reféns israelenses sob um acordo de trégua, e Israel soltou 30 prisioneiros palestinos. Durante o cessar-fogo foram libertados 105 reféns que estavam em poder do grupo extremista e 240 presos palestinos.

UOL com Reuters


UEFA não permitiu minuto de silêncio em respeito aos mortos pelo Hamas, mas Israel e Polónia protestaram após o apito inicial; VEJA VÍDEO

A UEFA (União das Associações Europeias de Futebol) negou pedidos para manter um minuto de silêncio antes do início da partida entre Israel e Polônia em homenagem às vítimas do atentado feito pelo Hamas em 7 de outubro. Em resposta, os jogadores sub-21 de ambas as seleções ficaram parados no primeiro minuto da partida em respeito às vítimas. 

De acordo com o Times of Israel, o fato ocorreu na cidade polonesa Lódz, neste sábado (18). A UEFA não se manifestou sobre o assunto até o momento e também não apresentou uma explicação por recusar as homenagens, como fez nas categorias profissionais. 

Créditos: Boletim da Liberdade.


URGENTE: Hamas liberta segundo grupo de Reféns

Após sete horas de atraso, 13 israelenses, sendo oito crianças e cinco mulheres, e sete estrangeiros, cujas nacionalidades não foram divulgadas, foram libertadas pelo Hamas neste sábado, como parte do cessar-fogo entre Israel e grupo terrorista palestino. A libertação do segundo grupo de reféns ocorreu após mediação do Catar, depois que o Hamas acusou Israel de “não cumprir os termos do acordo de trégua”, em vigor desde sexta-feira. 

O Hamas também divulgou a lista de 39 prisioneiros que serão libertados em troca: serão seis mulheres e 33 menores de idade. 

O entrave se deu após as Brigadas al-Qassam, braço armado do Hamas, acusarem Israel de não permitir “a entrada de caminhões de ajuda humanitária no norte da Faixa de Gaza”, indicou o grupo em um comunicado no Telegram, questionando também os critérios de seleção para a libertação dos presos palestinos. Segundo o Hamas, dos 340 caminhões de ajuda que entraram em Gaza desde sexta-feira, apenas 65 teriam chegado ao norte do enclave palestino, menos da metade do acordado. 

Israel, por sua vez, chegou a ameaçar “retomar as operações de guerra” se o Hamas não cumprisse o acordo e soltasse os reféns até a meia-noite deste sábado (19h no horário de Brasília), disse o jornal israelense Ynet. Ainda segundo a publicação, Israel alegou que a demora na entrada de ajuda no enclave palestino teria ocorrido devido ao tamanho reduzido do cruzamento de Kerem Shalom, na fronteira entre Israel, Gaza e o Egito. 

Após horas de espera, o Catar e o Egito — que estão envolvidos diretamente no acordo entre Israel e o Hamas, juntamente com os Estados Unidos — mediaram as negociações e os reféns puderam, enfim, ser entregues ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV). 

— Após um atraso na implementação da libertação de prisioneiros de ambos os lados, os obstáculos foram superados por meio de comunicações entre o Catar e o Egito com ambas as partes, e esta noite 39 civis palestinos serão libertados em troca da libertação de 13 detentos israelenses de Gaza, além de 7 estrangeiros fora do contexto do acordo — afirmou o porta-voz do Catar, Majed al-Ansari, horas antes da libertação. 

Originalmente, o grupo teria 14 israelenses, em troca de 42 prisioneiros, mas a imprensa local já havia alertado mais cedo que os números poderiam ser reduzidos após entraves nas negociações com o Hamas. Ainda não há informações oficiais sobre o motivo das mudanças. 

Mais cedo, pouco antes do comunicado do Hamas, fontes das Forças Armadas de Israel teriam afirmado a veículos de imprensa, como o jornal israelense Hareetz, a CNN americana e a agência AFP, que os reféns já haviam sido enviados para a Cruz Vermelha (CICV), iniciando o processo de transferência. Porém, poucos minutos depois, autoridades israelenses confirmaram à AFP que isso não havia ocorrido. 

Por outro lado, uma fonte próxima ao Hamas afirmou à agência que o atraso se deu depois que o segundo grupo de reféns foi entregue ao CICV, mas que teria sido “parado em Khan Younis”, no Sul da Faixa de Gaza, “e não conseguiu partir para Rafah”, a passagem fronteiriça com o Egito. 

Na sexta-feira, o Hamas entregou um primeiro grupo de 13 reféns israelenses — além de 10 tailandeses e um filipino que não faziam parte do acordo inicial — ao CICV para serem levados a Israel através do Egito. Por seu lado, Israel libertou 39 prisioneiros palestinos, um grupo composto por mulheres e menores de 18 anos. 

A trégua de quatro dias, conquistada na quarta-feira, prevê a libertação de um total de 50 reféns israelenses, dos mais de 200 cativos em Gaza, e de 150 palestinos presos em Israel. Esta pausa nos combates inclui também a entrada humanitária e de combustível em Gaza. 

Fonte: O Globo.


Tensão: China diz que navio de guerra dos EUA entrou em suas águas sem permissão

Os militares da China afirmaram neste sábado, 25, que o navio destróier norte-americano USS Hopper, uma embarcação de guerra, adentrou em águas territoriais chinesas sem autorização do governo. 

Conforme uma publicação na conta oficial do WeChat do Comando do Teatro Sul do Exército de Libertação do Povo Chinês, as forças militares estão mobilizando recursos navais e aéreos para monitorar e alertar o navio. 

Tensões entre o Mar da China

Essa informação surge depois de o gigante asiático acusar as Filipinas de recrutarem “forças estrangeiras” para patrulhar o Mar da China Meridional. Tratar-se de uma referência às operações conjuntas que filipinos e norte-americanos realizaram na terça-feira. 

Em comunicado, os militares chineses ainda afirmaram que o incidente “comprova que os Estados Unidos representam um verdadeiro ‘criador de riscos de segurança’ no Mar da China Meridional”. 

No início do mês, Estados Unidos e China mantiveram diálogos sobre questões marítimas. 

O principal avanço da reunião foi a retomada do contato entre os setores militares de ambos os países, proporcionando a reabertura para que os líderes possam voltar a dialogar diretamente. 

O fechamento unilateral por parte da China desses canais, em meio ao aumento das interceptações de navios e aviões americanos em zonas internacionais próximas de Pequim, representava uma das principais preocupações de Washington. 

Fonte: Revista Oeste.