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Os tremores mais fortes foram sentidos no Equador e Peru

Um dos países mais afetados foi o Equador. Pelo menos 14 pessoas morreram

Pelo menos cinco países da América Latina foram atingidos por terremotos no sábado 18. Os tremores foram registrados na Argentina, Chile, Equador, México e Peru.

O tremor mais forte foi no Peru. O Centro Sismológico Nacional peruano registrou um sismo de magnitude 7,0. O epicentro foi em Tumbes, norte do país. Não há notícias sobre vítimas. Um dia antes, o Peru já havia registrado dois tremores.

Mortes no Equador

No Equador, um terremoto de magnitude 6,8 atingiu a costa do país. Seu epicentro foi a cerca de 30 quilômetros do município de Balao, Província de Guayas. Também foram registrados outros dois abalos em cidades da região de Guayaquil.

As autoridades equatorianas confirmam a morte de 14 pessoas, e o número de feridos passa de 120. As vítimas se concentram nas províncias de El Oro e Azuzay.

O presidente do Equador, Guillermo Lasso, anunciou a instalação de um comitê de emergência. “Estamos realizando a avaliação dos prejuízos gerados pelo sismo”, escreveu em seu perfil no Twitter.

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Novos tremores

Nas últimas 24 horas, o Instituto Nacional de Prevenção Sísmica identificou dois tremores em Mendoza, de magnitude 5,0, e em Catamarca, de 3,0, ambos na Argentina.

No mesmo período, pelo menos seis ocorrências de tremores foram registradas no Chile. O mais forte deles foi observado em Arica (magnitude 4,0), no extremo norte do país.

Já no México, há o registro de pelo menos 18 tremores, informou o Serviço Sismológico Nacionalmexicano. O epicentro do mais forte deles (magnitude 4,3) foi identificado a cerca de 150 quilômetros de San Jose Del Cabo, na costa oeste do país.

Círculo de Fogo do Pacífico

Todos esses países integram o Círculo de Fogo do Pacífico, uma grande área de 40 mil quilômetros em forma de ferradura que circunda o oceano Pacífico. Ao longo dele, são pelo menos 450 vulcões ativos e alta incidência de terremotos — cerca de 90% de todos os tremores registrados no mundo ocorrem dentro dele.

https://twitter.com/danuzioneto/status/1637152714768502785?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1637152714768502785%7Ctwgr%5E771307f1caca9efb1e8f4c9345ceec5ac68bd126%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fmundo%2Fterremotos-atingem-paises-da-america-latina%2F

Informações Revista Oeste


Presidente russo visitou a cidade de Mariupol, segundo a mídia estatal russa informou neste domingo. Na sexta, um mandado de prisão foi emitido pelo Tribunal Penal Internacional contra ele.

O presidente russo, Vladimir Putin, participa de uma reunião em Moscou, Rússia, em 15 de março de 2023 — Foto: Pavel Bednyakov/Sputnik via Reuters

O presidente russo, Vladimir Putin, participa de uma reunião em Moscou, Rússia, em 15 de março de 2023 — Foto: Pavel Bednyakov/Sputnik via Reuters 

O presidente russo Vladimir Putin esteve na cidade de Mariupol, informou a mídia estatal russa neste domingo (19). Segundo informações da RFI, a ida de Putin à região representa a primeira visita do chefe do Kremlin ao território ocupado desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022.  

O porto de Mariupol, localizado no Mar de Azov, no sudeste da Ucrânia, está ocupado pelas forças russas desde maio passado. 

A guerra da Ucrânia já dura mais de um ano e já matou milhares de pessoas e reduziu cidades inteiras a escombros. 

Desde o início dos conflitos, Mariupol foi um dos principais alvos dos russos. 

No dia 10 de março deste ano, uma maternidade da cidade foi atingida por bombardeios russos, de acordo com a Câmara Municipal do município. O Ministério da Defesa da Rússia negou que ordenou o ataque aéreo e acusou a Ucrânia de forjar o bombardeio. 

9 de março - Equipes de emergência e voluntários ucranianos carregam uma grávida ferida de uma maternidade danificada por um ataque aéreo em Mariupol, na Ucrânia. A mulher foi levada para outro hospital, mas não sobreviveu. — Foto: Evgeniy Maloletka/AP

9 de março – Equipes de emergência e voluntários ucranianos carregam uma grávida ferida de uma maternidade danificada por um ataque aéreo em Mariupol, na Ucrânia. A mulher foi levada para outro hospital, mas não sobreviveu. — Foto: Evgeniy Maloletka/AP 

Visita surpresa à Crimeia

A viagem aconteceu um dia depois de Vladimir Putin fazer uma visita surpresa à Crimeia para marcar o nono aniversário da anexação da península pela Rússia. 

A Rússia tomou a Crimeia em 2014, oito anos antes de lançar sua invasão em grande escala da Ucrânia. 

A Ucrânia diz que lutará para expulsar a Rússia da Crimeia e de todos os outros territórios que o país ocupou na guerra. 

O presidente russo, Vladimir Putin, participa de uma reunião em Moscou, Rússia, em 17 de março de 2023 — Foto: Sputnik/Mikhail Metzel via Reuters

O presidente russo, Vladimir Putin, participa de uma reunião em Moscou, Rússia, em 17 de março de 2023 — Foto: Sputnik/Mikhail Metzel via Reuters 

Mandado de prisão contra Putin

Na sexta-feira, um mandado de prisão foi emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o presidente russo. Ele é acusado de ser responsável por crimes de guerra na Ucrânia. Moscou nega que suas tropas tenham cometido atrocidades durante o conflito no país vizinho. 

O tribunal também emitiu uma ordem de prisão contra Maria Alekseyevna Lvova-Belova, a comissária russa para os direitos da criança. 

Putin “é suspeito de ser responsável pelo crime de guerra de deportação ilegal de população [infantil] e transferência ilegal de população [infantil] das áreas ocupadas da Ucrânia para a Federação Russa”, afirmou o tribunal em um comunicado à imprensa.

Desde o início da guerra na Ucrânia, que completou um ano em 24 de fevereiro, a Rússia vem sendo acusada por organizações não-governamentais, por Kiev e até por uma investigação da Organização das Nações Unidas (ONU) de sequestrar crianças em regiões ucranianas tomadas pelo Exército do país e levá-las centros de “reeducação” em território russo. 

Segundo a Câmara de Pré-Julgamento II, esse tipo mandado de prisão costuma ser secreto, mas nesse caso foi divulgado para sensibilização do público aos crimes cometidos, principalmente porque é um crime que ainda está em andamento. 

Tribunal Penal Internacional emite mandado de prisão contra Putin

Tribunal Penal Internacional emite mandado de prisão contra Putin 

O próprio Kremlin já admitiu o envio dos jovens ucranianos à Rússia, mas alega tratar-se de órfãos. O governo russo chamou a decisão do TPI de “sem sentido”. 

“As decisões do Tribunal Penal Internacional não têm sentido para o nosso país, inclusive do ponto de vista jurídico”, declarou a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova.

O líder do Kremlin deve receber seu colega chinês, o presidente Xi Jinping, esta semana, em Moscou.

Informações G1


Ativistas trans querem que arqueólogos parem de classificar ossadas e restos mortais por gênero

Foto: Divulgação/Crânio de Luzia: fóssil mais antigo das Américas é de uma mulher.

Apesar de as informações sobre o sexo e a raça serem fundamentais em uma investigação criminal ou em pesquisas arqueológicas, uma associação norte-americana chamada Trans Doe Task Force está pedindo a peritos criminais, antropólogos forenses e arqueólogos que não identifiquem cadáveres e ossadas como homem ou mulher.

Em reportagem publicada em junho do ano passado, o site Daily Wire cita artigo apresentado em uma conferência sobre saúde no qual a associação sem fins lucrativos liderada por transgêneros afirma que o tempo para classificar os restos mortais por gênero e raça se foi, “já que não podemos saber como a pessoa falecida se identificava” e que “os padrões atuais de identificação humana prestam um desserviço a pessoas que não se encaixam claramente no sistema binário de classificação”.

A Trans Doe Task Force diz que mantém seu próprio banco de dados de pessoas transgêneros desaparecidas porque a maioria dos bancos de dados não permite comparar os desaparecidos com o gênero que a pessoa se identificava quando estava viva.

A tese dos pesquisadores woke
Teses de que existe mais de um gênero e de que isso não é uma criação recente têm sido comuns nos últimos anos, inclusive no meio acadêmico. No ano passado, um estudo defendeu a ideia de que os restos mortais de um indivíduo que viveu no período medieval revelavam que ele seria não binário, “já que o corpo era provavelmente masculino, mas a pessoa foi enterrada com roupas femininas”.

Entre os pesquisadores da cultura woke, o Daily Wire cita a professora de antropologia da Universidade do Kansas Jennifer Raff, que, no livro Origem: uma História Genética das Américas, defende a tese de que “não há divisões nítidas entre indivíduos fisicamente ou geneticamente ‘masculinos’ ou ‘femininos’”. Segundo ela, a ideia de um binário de gênero foi “imposta por colonizadores cristãos”.

Nessa linha, uma estudante do Canadá, Emma Palladino, considerou, em um post, uma “besteira” que a arqueologia leve em consideração o sexo biológico dos ossos encontrados. Ela tuitou: “Meus amigos trans+não-binários: você deve conhecer o argumento de que os arqueólogos que encontrarem seus ossos um dia irão atribuir a você o mesmo gênero que você tinha no nascimento, então, independentemente de você fazer a transição, você não pode escapar do seu sexo atribuído. Deixe-me dizer por que isso é besteira”. Segundo ela, os arqueólogos fazem suposições sobre o gênero e a identidade de uma pessoa, mas há “absolutamente mais trabalho a ser feito”.

É o caso, por exemplo, do fóssil de Luzia, o mais antigo crânio encontrado nas Américas, que, após exames de DNA, foi identificado como pertencente a uma mulher de aproximadamente 24 anos.

Alguns estudiosos de arqueologia criticaram a tentativa de desconsiderar o sexo biológico na classificação dos esqueletos humanos. A professora de arqueologia da Universidade de San Jose, Elizabeth Weiss, disse que o movimento produz “falsificações ideologicamente motivadas”. Segundo ela, “a sexagem de restos esqueléticos é uma habilidade fundamental em investigação forense e qualquer diminuição dessa habilidade afetará negativamente as investigações criminais, negando justiça às vítimas e a suas famílias”.

Créditos: Revista Oeste.


Suas redes sociais foram restabelecidas após anos de banimento

Ex-presidente dos EUA, Donald Trump Foto: EFE/David Maxwellresumen

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump publicou um post no Facebook nesta sexta-feira (17), pela primeira vez desde janeiro de 2021, quando foi banido. “I’m Back” (“Estou de volta”), escreveu Trump, ao lado de um vídeo de 12 segundos no qual ele aparece discursando após vencer a eleição de 2016.

Foram as primeiras mensagens em suas contas restabelecidas no Facebook e no YouTube, mais de dois anos depois de ter sido banido das plataformas devido à insurreição no Capitólio dos Estados Unidos, em 6 de janeiro de 2021.

Em 25 de janeiro, a Meta, dona das plataformas, anunciou que estava restabelecendo o acesso do ex-presidente aos serviços de mídia social.

Trump, que tinha a conta mais seguida no Facebook quando foi barrado, recuperou nas semanas seguintes ao anúncio o acesso às suas contas que coletivamente tinham centenas de milhões de seguidores. Em novembro, a conta de Trump também foi restabelecida no Twitter, que o barrava desde janeiro de 2021.

A Meta suspendeu Trump de suas plataformas em 7 de janeiro de 2021, dizendo que suas postagens corriam o risco de incitar mais violência. As contas de Trump em outros serviços de mídia social convencionais, incluindo YouTube e Twitter, também foram removidas naquela semana.

YOUTUBE
O YouTube havia anunciado mais cedo, nesta sexta, que retirou o veto que pesava sobre as contas de Trump e que o pré-candidato às primárias republicanas para as eleições presidenciais de 2024 já poderia “postar conteúdos novamente”.

– Avaliamos cuidadosamente o risco contínuo de violência no mundo, enquanto equilibramos a possibilidade de que os principais candidatos nacionais sejam ouvidos igualmente pelos eleitores nas vésperas de uma eleição – declarou o YouTube em sua conta no Twitter.

O canal de Trump tem 2,64 milhões de assinantes e mais de 4 mil vídeos postados.

– Este canal permanecerá sujeito às nossas políticas, assim como qualquer outro canal do YouTube – acrescentou a empresa do conglomerado Alphabet.

Em maio de 2021, a CEO Susan Wojcicki disse que o veto ao canal de Trump seria suspenso quando diminuísse o risco de mais incitações à violência. Apesar de ter recuperado o acesso a essas redes há algum tempo, Trump ainda não havia publicado nada em nenhuma plataforma que não fosse a Truth Social, uma rede social que ele criou em fevereiro de 2022.

Segundo a mídia especializada, Trump assinou um contrato de exclusividade com a Truth Social, mas essa cláusula pode acabar ainda este ano.

*AE


Nasa apresenta traje para os astronautas que vão explorar a Lua

O traje espacial será usado durante a missão espacial da Nasa, a Artemis III, que irá levar o homem novamente à Lua

A Nasa apresentou, nesta quarta-feira (15/3), o modelo do traje espacial que será utilizado pelos astronautas na viagem que levará o homem novamente à Lua. A nova roupa foi revelada durante um evento realizado no Space Center Houston, no Texas, Estados Unidos.

A nova missão espacial que irá levar o homem à Lua, a Artemis III, deverá acontecer entre 2025 e 2026.

Segundo a empresa que desenvolveu os novos trajes, a Axiom Space, o modelo fornece maior flexibilidade e mais proteção contra o ambiente hostil que os astronautas deverão encontrar na Lua.

A Artemis III será a primeira missão à Lua tripulada cujos tripulantes contarão com uma mulher e com um afrodescendente. A viagem deverá auxiliar no desenvolvimento de novas tecnologias para exploração da superfície lunar.

A Nasa é responsável pela fabricação e proprietária dos trajes espaciais utilizados nas missões. Entretanto, no caso da Artemis II, a agência norte-americana decidiu contratar um fornecedor para produção das roupas por um contrato avaliado em US$ 228,5 milhões.

“Os trajes espaciais da próxima geração da Axiom não apenas permitirão que a primeira mulher ande na Lua, mas também abrirão oportunidades para que mais pessoas explorem e conduzam ciência na Lua do que nunca”, declarou a Nasa por meio de nota.

O novo traje foi compartilhado nas redes sociais pela Nasa. “O traje espacial dará aos exploradores lunares mobilidade extra, proteção e tecnologia de ponta”, escreveu a empresa.

Informações TBN


Mobilização envolveu prefeito, sindicatos e partidos de esquerda

O Atacadão representa quase 70% do faturamento do grupo Carrefour no Brasil

Os habitantes da cidade francesa Sevran, na região metropolitana de Paris, conseguiram boicotar o supermercado brasileiro Atacadão, do Carrefour. Isso porque a matriz desistiu de abrir uma unidade da marca no local, depois de mobilização dos moradores, que incluiu até o prefeito Stéphane Blanchet.

Ao abraçar a causa, Blanchet disse que a chegada do centro de compras ameaçaria o “emprego”, o “comércio local” e o “tráfego rodoviário nas imediações”. O chefe do Executivo teve o apoio de sindicatos e dos partidos Socialista, Comunista Francês e França Insubmissa.

Até mesmo um abaixo-assinado foi organizado entre os 50 mil habitantes da cidade francesa para manifestar a insatisfação com a vinda do supermercado brasileiro. A chegada do Atacadão estava prevista para o primeiro semestre de 2023, informou o jornal Le Parisien, na quarta-feira 15.

No Twitter, a deputada Clémentine Autain considerou o ato uma “vitória de Sevran”. Ela afirmou que o mercado seria um “problema para a economia local” e que deveria ser barrado.

Em nota, o Carrefour afirmou que está estudando abrir a primeira loja Atacadão da França em outras cidades do país e que entendeu que não existem as condições necessárias para inaugurar uma unidade do mercado em Sevran.

O Atacadão representa quase 70% do faturamento do grupo Carrefour no Brasil.

Informações Revista Oeste


Foto: Reprodução/Flickr

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou que está fazendo um esforço em grande escala para aumentar a produção de armas, que serão usadas na invasão à Ucrânia. Putin falou com o Conselho do Gabinete do Procurador-Geral da Rússia, nesta quarta-feira, 15.

Segundo o presidente, o governo está alocando muitos recursos para a defesa do país, sem o prejuízo de outras áreas. “Os promotores devem supervisionar a modernização das empresas da indústria de defesa, incluindo a construção de capacidades para a produção de um volume adicional de armas”, disse Putin. “Muito esforço está sendo feito aqui. Precisamos urgentemente agora e será útil no futuro.”

No discurso, o presidente garantiu o fornecimento devido para o que chama de “operação militar especial” — um eufemismo para a invasão em larga escala na Ucrânia.

Putin disse ainda que a Rússia está no estágio de mudanças positivas, que vão fortalecer a soberania do país, sua independência e a criação de condições para seu desenvolvimento. “Estamos com vocês no estágio de mudanças positivas e de grande escala destinadas a fortalecer a soberania e a independência para o futuro da Rússia e criar condições para seu desenvolvimento confiante,” disse.

*REVISTA OESTE


País não registrava alta de três dígitos desde 1991, segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos do país.

Pela primeira vez em mais de três décadas, inflação anual na Argentina passou de 100% — Foto: Agustin Marcarian/Reuters

Pela primeira vez em mais de três décadas, inflação anual na Argentina passou de 100% — Foto: Agustin Marcarian/Reuters 

A inflação da Argentina chegou a 102,5% no acumulado em um ano, informou o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) do país nesta terça-feira (14). 

Essa é a primeira vez em mais de 30 anos que o índice de preços do país supera a barreira de três dígitos, atingindo o maior patamar desde setembro de 1991. 

A alta mensal foi de 6,6%, registrada em fevereiro. Nos dois primeiros meses de 2023, a inflação argentina acumulou um avanço de 13,1%. 

O país já vinha enfrentando um cenário de juros muito altos. Nos 12 meses encerrados em 2022, o índice de preços atingiu os 94,8%. 

“Os dados de inflação de fevereiro são, sem dúvida, muito ruins. Em especial, em fevereiro o impacto da carne foi muito forte, que subiu 19,5% devido à forte estiagem que estamos passando”, afirmou, em comunicado, o secretário de Política Econômica da Argentina, Gabriel Rubinstein. 

Esta reportagem está em atualização.

Informações G1


Alagoana Gleise Graciela Firmiano, 30, morava nos Estados Unidos há oito anos e foi morta pela polícia, segundo familiares - Reprodução de redes sociais
Alagoana Gleise Graciela Firmiano, 30, morava nos Estados Unidos há oito anos e foi morta pela polícia, segundo familiares Imagem: Reprodução de redes sociais

Uma modelo alagoana que morava nos Estados Unidos foi morta na Califórnia. Há mais de um mês, parentes tentam trazer o corpo dela para o Brasil.

O que aconteceu:

O custo para trazer o corpo da mulher de volta ao Brasil é de R$ 75 mil, dinheiro que a família, natural de Penedo, no interior de Alagoas, não tem.

Perguntei ao consulado de Los Angeles se tinha algum meio da gente trazer o corpo dela sem ter custo para a família. Eles falaram que sim e que eu tinha que entrar em contato com o governo brasileiro para trazer o corpo. Entrei em contato com o Itamaraty e eles falaram que não era com eles
Cleane Firmiano, irmã de Gleise

A irmã de Gleise afirmou que as versões que a polícia deu à família divergem. Primeiro, eles informaram que a modelo não tinha atirado contra eles, ficando apenas com a arma em mãos no momento da abordagem, mas, após a repercussão que a história tomou, teriam mudado a narrativa.

Agora eles estão alegando que ela atirou nele [policial] com arma de fogo e eles revidaram com um taser [arma de choque]. Só que não existe isso, de uma pessoa apontar ou chegar a disparar uma arma de fogo contra policiais americanos e eles revidarem com arma de choque. A gente está querendo muito que isso seja esclarecido.
Cleane Firmiano, irmã da vítima

Ao UOL, o Itamaraty afirmou que presta a “assistência cabível” à família da jovem e negou que tenha responsabilidade no traslado do corpo.

Não há previsão regulamentar e orçamentária para o pagamento do traslado com recursos públicos.
Itamaraty, em nota

Informações UOL


Em Rio Negro, Argentina, houve o abate de 200 mil galinhas em razão da gripe aviária. Por medida de segurança, o abate se estendeu até mesmo a aves sadias.

De acordo com o jornal Clarín, as aves estavam distribuídas em uma granja com 20 galpões. Em meio aos casos de gripe aviária em granjas comerciais, o governo local suspendeu as exportações de carne de frango.

Para se ter ideia do prejuízo, o país faturou quase US$ 400 milhões com vendas de carne de frango ao mercado externo, em 2022. No ano em curso, 11 das 23 províncias da Argentina já confirmaram contaminações por gripe aviária.

Devido à proximidade da fronteira com o Brasil, a dispersão da doença preocupa também os criadores brasileiros. Atualmente, eles são os maiores fornecedores de carne de frango para o mercado internacional. No ano passado, o país faturou US$ 9,5 bilhões com os embarques do setor. Em 2023, por volta de um a cada três quilos de carne de frango vendidas no comércio entre nações terão origem em granjas brasileiras.

A doença, contudo, não chegou no Brasil até o momento. Na hipótese de confirmação, os exportadores locais pretendem lidar com o problema sem interromper completamente o fluxo com o mercado externo, conforme mostra a reportagem.

Revista Oeste

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