A regulação, como é denominado o processo coordenado pelo Governo do Estado para o encaminhamento de pacientes que aguardam vaga em hospitais, para atendimento médico de média e alta complexidade, será alvo de um projeto de lei na Câmara Municipal.
O vereador Edvaldo Lima (MDB) anunciou esta semana que vai apresentar uma proposta com o objetivo de “melhor disciplinar” este sistema, visto como “perverso” e que, segundo ele, é responsável “por perda de vidas” em Feira de Santana. “Precisamos regulamentar essa regulação”, afirmou, em pronunciamento na Casa da Cidadania, acreditando no apoio dos seus colegas de plenário.
“Quero ver se meus companheiros nesta Casa não vão ter coragem de votar neste projeto para ajudar a resolver esse grave problema do povo, que está sofrendo, morrendo à míngua”.
Ele não apresentou detalhes técnicos sobre a futura proposição, mas assegurou que está sendo cuidadosamente analisada e vai encaminhá-la tão logo encerrada a eleição, depois do dia 15 de novembro para “atacar essa ‘regulação da morte’ administrada pelo Governo do Estado”.
Edvaldo diz que tem recebido reclamações de muitas pessoas “na espera de uma solução, que não conseguem”.
Casos confirmados no dia: 29 Pacientes recuperados no dia: 60 Resultados negativos no dia: 27 Alta hospitalar no dia: 0 Óbitos comunicados no dia: 3 Datas dos óbitos: 25/07, 30/09 e 22/10A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.NÚMEROS TOTAISTotal de pacientes ativos: 743 Total de casos confirmados no município: 11.501 (Período de 06 de março a 22 de outubro de 2020) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 709 Total de pacientes hospitalizados no município: 34 Total de recuperados no município: 10.518 Total de exames negativos: 12.880 (Período de 06 de março a 22 de outubro de 2020) Aguardando resultado do exame: 468 Total de óbitos: 240
O uso do plasma humano em Feira de Santana, terapia alternativa que vem sendo testada no tratamento da Covid-19, por não ter comprovação científica de eficácia, depende da aprovação do Conselho de Ética.
A infectoligista Melissa Falcão, que coordena o Comitê Gestor Municipal de Controle ao Coronavírus, afirmou em entrevista coletiva virtual, na manhã desta terça-feira (20), que a aplicação do plasma, em pacientes com Covid-19, vem sendo estudada em Feira de Santana desde o início da pandemia.
O serviço de saúde local tem como fazer a coleta e a aplicação da nova terapia, destinada para pacientes internados na UTI e em estado grave, com indicação para receber o plasma por outras situações de saúde.
Ela explica que a nova terapia ainda é experimental, como a hidroxicloroquina – que teve a aplicação liberada, mas que apenas deverá ser usada depois da liberação do Comitê de Ética e que ainda são necessários a observação de detalhes clínicos.
A necessidade da aprovação, diz, impede que não se faça o uso do plasma em grande escala. “Devido a demanda de serviços, não tivemos como dar continuidade. Agora vamos tentar dar continuidade para que este protocolo seja aplicado em Feira de Santana”.
Os anticorpos das pessoas que se recuperam da Covid-19 se concentram no componente líquido do sangue, chamado de plasma. São coletados e injetados no sangue para ajudar a combater a doença.
A demora para regulação hospitalar de pacientes diagnosticados com outras doenças na UTI do Hospital de Campanha, mantido pelo município para tratamento das infecções causadas pela Covid-19, mantém elevada a ocupação da unidade.
Na terça-feira, 20, de acordo com a direção da unidade, das pessoas internadas, apenas três testaram positivo para a infecção. As outras, com doenças diversas, aguardavam a autorização para serem transferidas para hospitais gerais.
“São pacientes que precisam ser transferidos porque existe a possibilidade de que peguem Covid”, disse a infectologista Melissa Falcão, que coordena o Comitê Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus.
Uma idosa com 90 anos, que deveria ser prioridade devido a idade, está há uma semana aguardando que sua transferência para um hospital geral seja autorizada.
A médica explica que nas unidades gerais, estas pessoas receberão atendimentos especializados. Os leitos ocupados por pacientes não contaminados, para efeito estatísticos mantém artificialmente elevado os índices de ocupação destes espaços.
Melissa Falcão afirmou que a recomendação é que todas as pessoas que apresentam sintomas da doença sejam atendidas e submetidas aos exames que diagnosticam a doença. Muitas são levadas à UTI e depois descobre-se que não estão com Covid-19.
A demora para que a regulação seja efetivada, que é responsabilidade da Secretaria de Saúde do Estado, pode resultar em problemas, caso o paciente com a infecção precise de um leito na UTI.
Nesta quinta-feira (22), Feira de Santana conhece o vencedor da Liquida Feira 2020. Este ano, a campanha, que é promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Feira de Santana, Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana (Acefs), Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista (Sicomfs) e SPC Brasil, aconteceu entre os dias 25 de setembro e 11 de outubro.
Os prêmios desta edição são 01 Chevrolet Onix e 02 Motos Honda Pop. Além disso, a campanha vai destinar valores em doação para instituições beneficentes da cidade. O sorteio acontece às 16h, no Shopping Boulevard.
Casos confirmados no dia: 114 Pacientes recuperados no dia: 144 Resultados negativos no dia: 33 Alta hospitalar no dia: 2 Óbitos comunicados no dia: 3 Datas dos óbitos: 04/09, 20/10 e 21/10A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.NÚMEROS TOTAISTotal de pacientes ativos: 777 Total de casos confirmados no município: 11.472 (Período de 06 de março a 21 de outubro de 2020) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 743 Total de pacientes hospitalizados no município: 34 Total de recuperados no município: 10.458 Total de exames negativos: 12.853 (Período de 06 de março a 21 de outubro de 2020) Aguardando resultado do exame: 317 Total de óbitos: 237
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), órgão do Ministério da Infraestrutura, precisa reavaliar o projeto para duplicação da BR 116 Norte (Feira-Serrinha), no trecho que dá acesso a sede de Maria Quitéria e ao Povoado de Pé de Serra, naquele distrito, defendeu, nesta terça (20) na Câmara o presidente do Legislativo, vereador José Carneiro (MDB). Segundo ele, com a obra, o retorno na rodovia ficou muito distante da principal entrada para esses locais.
“Reconheço a importância do investimento, mas o projeto deveria ter sido elaborado respeitando o direito de ir e vir dos moradores. Quero, mais uma vez, apelar aos diretores do DNIT que avaliem a situação e mudem o acesso, facilitando a vida das pessoas que residem naquela região”. Ele disse que presenciou um acidente grave, no último sábado, na entrada para o distrito Maria Quitéria.
EDVALDO LIMA ALERTOU EM 2019 Não apenas Maria Quitéria, mas também Tiquaruçu e Matinha estão sob ameaça de “isolamento”, com a duplicação da rodovia, alerta o vereador Edvaldo Lima (MDB). Ele disse que desde outubro do ano passado chamou a atenção do DNIT para o problema de retornos distantes e a necessidade de que sejam construídos viadutos em locais mais próximos aos acessos a esses distritos. Segundo Edvaldo, as chamadas vias de passagem estavam previstas no projeto. No entanto, ainda não foram construídas e, por esta razão, conclama os demais vereadores a cobrar do órgão responsável enquanto as obras não são concluídas.
“Me preocupo porque uma parte (da obra) já foi feita. Onde é que os motoristas que residem nesses distritos vão fazer o retorno?”
Dos 40.988 testes da Covid-19 realizados em Feira de Santana, 26.396 foram negativos. Nas últimas 24h, o município atingiu a marca de 10.314 curados da doença, o índice representa 91% dos casos confirmados. Enquanto isso, 79 pessoas testaram negativo para o vírus e 124 casos foram positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 36 pacientes internados no município e 810 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também registra mais quatro óbitos, ocorridos nos dias 08, 16, 17 e 20 de outubro. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta terça-feira (20).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana:
NÚMEROS DESTA TERÇA-FEIRA 20 de outubro de 2020
Casos confirmados no dia: 124 Pacientes recuperados no dia: 111 Resultados negativos no dia: 79 Alta hospitalar no dia: 0 Óbitos comunicados no dia: 4 Datas dos óbitos: 08/10, 16/10, 17/10 e 20/10
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 810 Total de casos confirmados no município: 11.358 (Período de 06 de março a 20 de outubro de 2020) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 774 Total de pacientes hospitalizados no município: 36 Total de recuperados no município: 10.314 Total de exames negativos: 12.820 (Período de 06 de março a 20 de outubro de 2020) Aguardando resultado do exame: 233 Total de óbitos: 234
O atendimento pós-covid está sendo estudado para ser oferecido aos pacientes acometidos pela Covid-19 em Feira de Santana, que, mesmo curados, continuam sofrendo com os sintomas da doença.
A infectologista Melissa Falcão, que coordena o comitê local de enfrentamento ao coronavírus, diz que pacientes continuam sentindo os sintomas após a fase aguda da doença.
“Estamos nos preparando para montar este atendimento para oferecer uma assistência integral, na parte psicológica, na fisioterapia e assistência médica”, afirma.
Entre os sintomas, alteração da parte psicológica, situação percebida com maior frequência e que leva à insônia, ao transtorno do humor e à depressão. A meta é que o atendimento seja oferecido em curto prazo.
Alguns desses sintomas permanece por um período mais prolongado, como a tosse, sensação de cansaço e dor de cabeça.
“É uma série de sintomas que podem restringir a qualidade de vida de uma pessoa que passou por esta infecção”, explica a infectologista. Outro problema é a reabilitação pulmonar.
Ela explica que um pulmão que enfrentou uma infecção grave pode demorar até três meses para retornar ao estado habitual. O serviço será focado na recuperação da qualidade de vida dos pacientes. Secom