Barreiras físicas de proteção minimizam contato no interior do veículo
A frota de ônibus urbanos que circula em Feira de Santana está ganhando barreiras físicas de proteção – cortinas plásticas – como medida para reduzir a possibilidade de contágio da Covid entre passageiros, motoristas e cobradores.
A iniciativa faz parte de um conjunto de ações adotadas desde o início da pandemia pela Prefeitura de Feira, por meio da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), seguindo protocolos sanitários e recomendações do Ministério Público.
A proteção interna é transparente e não impede o contato visual de trabalhadores do sistema com a população que depende do ônibus do Sistema Integrado de Transporte (SIT) e do Bus Rapid Transit (BRT) para se locomover.
Outra vantagem é o bloqueio à possíveis gotículas ou outros contatos que possam expor ao Sars-Cov-2, causador da Covid-19. Vale lembrar que a frota é desinfectada diariamente nas garagens e durante a operação. Os terminais de transbordo (Central, Norte e Sul) são higienizados e estão com assentos e plataformas sinalizados, indicando distanciamento social. Além disso, é aferida a temperatura dos trabalhadores, e a SMTT fiscaliza o uso obrigatório da máscara.
Segundo o secretário Saulo Figueiredo (SMTT), a iniciativa “é resultado de recomendação do próprio poder público municipal, desde o ano passado, que foi acatado por diretores regionais das concessionárias que operam o sistema de transporte na cidade”.
A passageira, Maria Graça Silva, afirma que se sente melhor com a proteção extra ao pegar o ônibus do BRT para chegar ao trabalho na Getúlio Vargas. “É uma boa ideia e me sinto mais segura diante dos riscos de contaminação”.
Para a cobradora Michele Souza Bastos, as cortinas preservam a saúde dos profissionais que atuam em um serviço essencial. “Essas medidas preventivas protegem a saúde de todos”.
As barreiras plásticas serão instaladas de forma gradativa, mas os ônibus da operação deste domingo,18, já circulam com a proteção. Até segunda, 19, a previsão é que toda a frota esteja com as cortinas.
Feira de Santana é uma das três cidades da Bahia que participa de pesquisa sobre o mosquito Aedes aegypti, que utiliza armadilhas com levedura de cerveja. A iniciativa é do Ministério da Saúde por meio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
As ovitrampas são equipamentos que simulam o ambiente perfeito para a procriação do Aedes – mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya.
Trata-se de um vaso plástico na cor preta, preenchido com levedura de cerveja e com uma paleta de eucatex para aderência dos ovos, que serão analisados com lupa apropriada no laboratório de entimologia do município, sendo após encaminhado à Fiocruz.
O equipamento é retirado a cada sete dias e substituído por outro. Durante o período não pode haver interferência, nem derrubar. Por isso são colocados longe de crianças e animais.
Esses locais são determinados pelos agentes do Centro Municipal de Referência em Endemias da Prefeitura de Feira, que fazem todo o processo. São 98 bairros contemplados com a pesquisa.
“A pesquisa não traz riscos para proliferação do mosquito, já que é retirado antes mesmo de se tornar larva. É um trabalho muito importante para identificar a eficácia dos larvicidas e inseticidas, para descobrir se o mosquito criou resistência aos venenos e, se tiver, fazer as adaptações”, afirma Edilson Matos, coordenador do Centro de Endemias.
A frota de ônibus urbanos que circula em Feira de Santana está ganhando barreiras físicas de proteção – cortinas plásticas – como medida para reduzir a possibilidade de contágio da Covid entre passageiros, motoristas e cobradores.
A iniciativa faz parte de um conjunto de ações adotadas desde o início da pandemia pela Prefeitura de Feira, por meio da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), seguindo protocolos sanitários e recomendações do Ministério Público.
A proteção interna é transparente e não impede o contato visual de trabalhadores do sistema com a população que depende do ônibus do Sistema Integrado de Transporte (SIT) e do Bus Rapid Transit (BRT) para se locomover.
Outra vantagem é o bloqueio à possíveis gotículas ou outros contatos que possam expor ao Sars-Cov-2, causador da Covid-19. Vale lembrar que a frota é higienizada e desinfectada diariamente nas garagens e durante a operação. Outra iniciativa é a aferição diária da temperatura dos trabalhadores.
Terminais de transbordo (Central, Norte e Sul) estão com assentos e plataformas sinalizadas, indicando o distanciamento social no momento de embarque e desembarque. O entreposto também passa por higienização e desinfecção, além de obrigatório o uso de máscaras por motoristas, cobradores e passageiros.
Segundo o secretário Saulo Figueiredo (SMTT), a iniciativa “é resultado de recomendação do próprio poder público municipal, desde o ano passado, que foi acatado por diretores regionais das concessionárias que operam o sistema de transporte na cidade”.
A passageira, Maria Graça Silva, afirma que se sente melhor com a proteção extra ao pegar o ônibus do BRT para chegar ao trabalho na Getúlio Vargas. “É uma boa ideia e me sinto mais segura diante dos riscos de contaminação”.
Para a cobradora Michele Souza Bastos, as cortinas preservam a saúde dos profissionais que atuam em um serviço essencial. “Essas medidas preventivas protegem a saúde de todos”.
As barreiras plásticas serão instaladas de forma gradativa, mas os ônibus da operação deste domingo,18, já circulam com a proteção. Até segunda, 19, a previsão é que toda a frota esteja com as cortinas.
Mesmo com os desafios diante do momento pandêmico, o Governo Municipal já concluiu cinquenta e seis obras e mais sessenta encontram-se em andamento. O total de investimentos atingem mais de R$ 7mi em pavimentação, construção de quadras esportivas, reformas e ampliações tanto na sede quanto nos distritos.
Ainda, mais de R$ 2mi [R$ 2.100.137,19] aguardam apenas a liberação da Caixa para o início de oito novas obras. No cronograma, a exemplo, pavimentação de ruas e travessas no Sítio Novo, Santa Mônica e no distrito da Matinha.
As ruas Nossa Senhora das Dores, Texas, Ipiúna, Corcovado, Volta Redonda, Escrava Isaura, Locomotiva, Avenida Brasil, Salve Jorge, Laços de Família, André Bispo e Liomar Ferreira, no bairro Gabriela, fazem parte do canteiro de obras da Prefeitura que vem sendo transformado em benefícios para a comunidade.
“Apesar do impacto no setor da construção civil por conta da Covid, paulatinamente, o setor vem retomando as suas atividades”, afirma o secretário de Desenvolvimento Urbano, Sérgio Carneiro.
Segundo o gestor da pasta, está previsto a construção de vestiários e campos de futebol no conjunto Fraternidade, Tomba, na Conceição II e no povoado de Alecrim Miúdo.
Além de haver uma incoerência no volume de vacinas para a primeira dose contra a Covid-19 encaminhadas para Feira de Santana, em relação ao que a Bahia recebe do Governo Federal, o volume de imunizantes destinado ao Município tem sido reduzido, conforme constatação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
Dados apurados no período de 3 de março a 8 de abril revelam que Feira de Santana já chegou a receber até 3,63% das vacinas destinadas à Bahia, mas esse percentual caiu para 1,32% na última remessa. Numa delas, o Município só recebeu 0,97%, no dia 1º deste mês.
A percentagem da quantidade de vacinas recebidas por Feira em relação ao volume recebido pela Bahia tem variado, no período pesquisado, de 0,97% a 3,63%.
“Realmente estamos com dificuldade para entender a lógica matemática do volume de vacinas destinado ao nosso Município, impactando um melhor planejamento de vacinação”, destaca o secretário de Saúde, Marcelo Brito.
“Os dados são concretos e validados por nota fiscal do estado, de 26 de março para cá, os números variaram para menos: naquela data, recebemos 3,63% das destinadas à Bahia; em 1º deste mês, 0,97% e no dia 8, a última remessa, recebemos 1,32%”, revela o secretário.
Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 38 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 28.627 curados da doença, índice que representa 86,5% dos casos confirmados. Enquanto isso, 227 exames foram negativos e 138 positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 129 pacientes internados no município e 3.847 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais três mortes – os óbitos mencionados não são referentes a data de hoje e sim de dias anteriores. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quinta-feira (15).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA QUINTA-FEIRA 15 de abril de 2021
Casos confirmados no dia: 138 Pacientes recuperados no dia: 38 Resultados negativos no dia: 227 Total de pacientes hospitalizados no município: 129 Óbitos comunicados no dia: 3 Datas dos óbitos: 17/12/2020, 13/04/2021 e 14/04/2021
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 3.847 Total de casos confirmados no município: 33.069 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de abril de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 3.718 Total de recuperados no município: 28.627 Total de exames negativos: 45.380 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de abril de 2021) Aguardando resultado do exame: 694 Total de óbitos: 595
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 24.670 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de abril de 2021) Resultado positivo: 4.695 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de abril de 2021) Em isolamento domiciliar: 18 Resultado negativo: 19.975 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de abril de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Além de haver uma incoerência no volume de vacinas para a primeira dose contra a Covid 19 encaminhadas para Feira de Santana, em relação ao que a Bahia recebe do Governo Federal, o volume de imunizantes destinado ao Município tem sido reduzido, conforme constatação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
Dados apurados no período de 3 de março a 8 de abril revelam que Feira de Santana já chegou a receber até 3,63% das vacinas destinadas à Bahia, mas esse percentual caiu para 1,32% na última remessa. Numa delas, o Município só recebeu 0,97%, no dia 1º deste mês.
A percentagem da quantidade de vacinas recebidas por Feira em relação ao volume recebido pela Bahia tem variado, no período pesquisado, de 0,97% a 3,63%. “Realmente estamos com dificuldade para entender a lógica matemática do volume de vacinas destinado ao nosso Município, impactando um melhor planejamento de vacinação”, destaca o secretário de Saúde, Marcelo Brito.
“Os dados são concretos e validados por nota fiscal do estado, de 26 de março para cá, os números variaram para menos: naquela data, recebemos 3,63% das destinadas à Bahia; em 1º deste mês, 0,97% e no dia 8, a última remessa, recebemos 1,32%”, revela o secretário.
Em Feira de Santana, cerca de três mil idosos não compareceram às unidades de saúde, dentro do prazo recomendado, para tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19.
Isso tem atrasado a vacinação de outros interessados, que poderiam ser contemplados com o imunizante, além de gerar aglomerações nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) chama a atenção dessas pessoas para que obedeçam o prazo estabelecido. A vacina pode reduzir as chances de agravamento da doença, por isso é tão importante receber as duas doses, para assegurar a sua eficácia.
ONDE TOMAR
Vale salientar que as doses contra a Covid-19 estão distribuídas em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), uma vez que as Unidades de Saúde da Família (USF) estarão vacinando apenas contra a gripe Influenza.
Sendo assim, aqueles que foram agendados para tomar a segunda dose nas Unidades de Saúde da Família (USFs) devem fazer um novo agendamento na UBS mais próxima. Caso tenha vacina disponível no local, ela poderá ser aplicada.
Uma grande quantidade de tilápias foi encontrada morta na Lagoa Grande, no bairro Caseb. As fortes chuvas que caíram nos últimos dias podem ter sido a causa do problema, devido às mudanças nos parâmetros da água. É o que afirma o chefe de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), João Dias.
“Com as chuvas, novos sedimentos caíram na lagoa e alterou os parâmetros, como a turbidez e o Oxigênio Dissolvido (OD). Somado à temperatura, esses fatores fizeram com que uma grande quantidade de tilápias fossem mortas”, explicou lembrando que “a lagoa está totalmente poluída”.
João Dias afirma que a falta de captação e tratamento de esgoto é um grande problema que atinge Feira e outros municípios. “O Governo do Estado tem investido pouquíssimo na questão de captação e tratamento de esgoto aqui em Feira”, pontua.
O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins divulgou um vídeo na manhã desta quinta-feira (15), em que afirma que a prefeitura pedirá explicações da empresa gestora do Hospital de Campanha, acerca de inconsistências em algumas notas fiscais apresentadas na prestação de contas.
O hospital é gerido por uma empresa privada escolhida mediante licitação. Porém cabe a Prefeitura fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e não hesitará em usar de todos os meios legais, se necessário for, para coibir qualquer irregularidade ou fazer apurações.