Presidente da Câmara convoca vereador Lulinha para luta corporal durante sessão
Foto: Divulgação

Durante discurso na Câmara de Vereadores nesta quarta-feira (09) o vereador Fernando Torres teve uma discussão com o vereador da base governista Lulinha. Segundo Fernando, ele foi desacatado anteriormente e chamou o vereador para resolver a situação fora da Câmara.

“Vamos lá fora pra você ver o que eu faço com você, fique gritando aqui, vamos lá fora, você está falando aqui porque eu acato o regimento, o regimento aqui impede que eu dê um tapa na sua cara, agora vamos lá fora pra você ver o regimento da casa. Quem foi desacatado aqui fui eu anteriormente, eu estou agindo como homem, se ele não é homem eu estou agindo como homem e se ele quiser ver quem é o presidente da Casa lá fora, vamos lá fora.” Disse Fernando.

Durante a sessão o vereador Lulinha pediu que o vice-presidente da Casa, Silvio Dias, colocasse em ata as palavras de Fernando Torres. “Eu gostaria que o senhor mandasse constar na ata as ameaças que eu estou sofrendo pelo presidente.” Afirmou Lulinha.

*De Olho na Cidade


A Prefeitura de Feira de Santana declarou situação de emergência nas áreas afetadas pela estiagem. O decreto foi publicado em edição do Diário Oficial Eletrônico nesta quarta-feira, 9.

Segundo a coordenadora da Defesa Civil, Ana Karoline Rebouças, a maioria das regiões da zona rural não dispõe de rede hidráulica ou acúmulo de água em açudes para consumo humano, o que motivou o decreto.

“Isso garante o abastecimento através de carro pipa, mantido pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e Ministério da Defesa”, explica a coordenadora.

De acordo com o documento, fica autorizada a mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob a orientação da Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil nas ações de resposta ao desastre e reabilitação do cenário e reconstrução.

Também autoriza o início de processos de desapropriação, por utilidade pública, de propriedades particulares comprovadamente localizadas em áreas de risco intensificado de desastre.

Ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta ao desastre, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação dos cenários, desde que possam ser concluídas no prazo máximo de 180 dias consecutivos e ininterruptos – contados a partir da caracterização do desastre, vedados a prorrogação dos contratos.

*Secom


Devido ao abuso no volume do som e como medida para evitar a perturbação do sossego de moradores da avenida Francisco Fraga Maia e dos bairros Parque Ipê e conjunto Feira V, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) deu início a ação educativa com donos de bares localizados nessa região.

O intuito é que os estabelecimentos se adequem e respeitem a legislação ambiental de combate à poluição sonora. Somente neste mês, o órgão municipal já emitiu 20 notificações a bares na Fraga Maia, inclusive trailers, que promoviam shows com bandas.

Em reunião nesta terça-feira, 8, apenas quatro dos 18 responsáveis por esses estabelecimentos convocados compareceram ao encontro na Semmam.

“A intenção da Prefeitura é conscientizá-los para buscar o alinhamento de conduta. Inclusive há bares que são alvo de inquérito no Ministério Público”, afirma a secretária interina da pasta, Cleane Oliveira.

De acordo com a secretária, as operações Feira Quer Silêncio serão intensificadas na avenida Fraga Maia assim como em outros locais da cidade com grande concentração de bares e restaurantes. “Identificamos estabelecimentos em que o som estava na calçada. Estes espaços que se propõe a realizar shows terão que se adequar”, enfatiza.

Outra orientação é que evitem o uso de baterias, uma vez que o som se propaga com facilidade. “Nesse primeiro momento o trabalho será de conscientização. Caso não se adequem, serão passíveis de aplicação de multas”.

FISCALIZAÇÃO

A operação Feira Quer Silêncio prossegue entre esta quinta-feira, 10, a domingo 13, percorrendo as principais avenidas e bairros. A população pode denunciar o abuso sonoro através do aplicativo Fala Feira 156.

Somente no último final de semana, o Departamento de Fiscalização da Semmam apreendeu nove aparelhagens de som. Além disso, foram emitidas três notificações, sendo duas delas para estabelecimentos que tiveram eventos encerrados. Outra foi a um proprietário de veículo.

*Secom


O ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo de Carvalho (DEM) acredita que o mês de fevereiro será decisivo para as pretensões políticas dele em 2022. Com longa experiência na vida pública, acumulando ainda mandatos de vereador, deputado estadual e federal, o administrador de empresas de 70 anos trabalha para ter um espaço na chapa do pré-candidato do DEM ao governo da Bahia, ACM Neto. Como topa disputar o Senado ou a vice, Zé Ronaldo não enxerga no deputado federal Marcelo Nilo (PSB), que está de malas prontas para deixar a base do governador Rui Costa (PT) e virar oposicionista, um adversário, como diz nessa entrevista concedida à Rede Boa de Rádio e ao site Toda Bahia. No bate-papo, o ex-prefeito admite que ainda sonha em ver o ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), voltando às origens e analisa o peso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições estaduais. Confira!

Toda Bahia – O senhor está em franca campanha, digamos assim, para ser indicado à chapa de ACM Neto. Tem alguma referência pelo Senado ou a vice? 
José Ronaldo – Pretendo estar na chapa e estou trabalhando com esse objetivo. Há pouco mais de um ano estou viajando com ACM Neto pela Bahia, participando ativamente dessas agendas. Tenho comparecido no escritório do partido em Salvador toda segunda e terça, contribuindo também com esse projeto mudança para a Bahia. Pretendo participar como candidato a senador ou a vice. Pleiteio qualquer uma das duas funções, como é de conhecimento de todos.

TD – Quando o senhor acha que o martelo será batido? 
JR – Esse mês de fevereiro é altamente rico para o aprofundamento dessas conversas, que precisam ser concluídas até o final de março. Temos o prazo das filiações partidárias, em 2 de abril,  mas não podemos deixar essas coisas para a prorrogação do segundo tempo, caso seja necessária alguma alteração de partido. Espero que agora em fevereiro ou março possamos concluir essas conversas e assumir publicamente o objetivo. Neto está conduzindo esse processo com muita competência e coragem, trabalhando de domingo a domingo com o objetivo de multiplicar os apoios na chapa liderada por ele.

TD – O senhor falou aí em prazo para troca de partido. Está confirmada a sua saída do DEM, que é o mesmo partido de ACM Neto, para facilitar as negociações visando sua participação na chapa majoritária?
JR – É uma coisa que está se discutindo. Poderá ocorrer? Poderá. Mas não em cima de pau e pedra. Mas é uma possibilidade. Sobre partidos, essa questão prefiro não divulgar com quem estou conversando porque são conversas reservadas. Tenho que respeitar o meu próprio partido e os demais que fazem parte da base de ACM Neto, bem como seus dirigentes. Como nunca enganei ninguém na minha vida, e todos os compromissos que fiz eu cumpri, não quero alterar essa relação de respeito que tenho no meu partido e nos demais da aliança. Esse processo também tem a participação de Neto, que é de grande importância, e eu preciso respeitar isso para apoiar que possamos somar em busca da vitória.

“Para eu participar da chapa, tenho que trabalhar, buscar somar e conquistar apoios, a confiança dos partidos políticos aliados e isso eu estou fazendo de forma incansável.”

TD – Muita gente dá como certa a candidatura do deputado federal Marcelo Nilo, hoje no PSB, ao Senado na chapa de ACM Neto. O próprio Nilo, que historicamente sempre foi aliado do PT na Bahia e adversário do carlismo, admite a possibilidade. É mais um concorrente para o senhor? 
JR – Tenho boa relação com Marcelo Nilo, e só Neto pode dizer se ele está vindo participar da política ao lado do nosso grupo. Se vier, será bem recebido, tratado com respeito, educação e com tudo que se espera do mundo da política. Conheço Marcelo Nilo desde criança. Nascemos na mesma região, ele em Antas e eu em Paripiranga. Nos conhecemos há mais de 50 anos. Então, ele será bem-vindo. Essa questão de ser candidato ao Senado ou não é, como eu disse antes, um processo liderado por ACM Neto. Ele está fazendo isso com muita competência, conversando e ouvindo os partidos da base. Ele que está liderando esse processo.

TD – Em 2018, quando todos esperavam que ACM Neto fosse candidato a governador, ele preferiu concluir o segundo mandato na prefeitura da capital. Coube ao senhor a tarefa de ser o candidato do DEM e enfrentar Rui Costa (PT). Neto tem uma dívida de gratidão com Zé Ronaldo, que pode ser paga agora, com um lugar na chapa? 
JR – Por causa disso não. Nosso objetivo é fazer parte da chapa, mas não por causa disso. Tenho uma relação muito próxima com Neto. Somos hoje amigos com letras maiúsculas. A relação pessoal e política e muito boa. Há confiança mútua entre nós. Para eu participar da chapa, tenho que trabalhar, buscar somar e conquistar apoios, a confiança dos partidos políticos aliados e isso eu estou fazendo de forma incansável. Conversando de domingo a domingo, participando de reuniões, de viagens, buscando esses apoios.

“Evidentemente que se João não for candidato e retorne para sua casa de origem para ser candidato, ele ou a esposa, à Câmara Federal, com certeza ele será bem recebido.”

TD – O senhor acredita na possibilidade do ministro da Cidadania, João Roma, não ser candidato a governador, mesmo que fora do partido dele, o Republicanos, hoje aliado de ACM Neto? Acha que Roma e Neto podem fazer as pazes e, de repente, haver um lugar para o ministro na concorrida chapa do ex-prefeito?
JR – Olha, eu sempre tive uma boa relação com João. Ele ser candidato é um direito dele. Eu acho, porém, que uma candidatura de João, nesse momento, com todo respeito que tenho, merece uma reflexão melhor dele. Mas se ele deseja ser candidato e esse desejo dele é irreversível, ai só ele pode dizer. A gente às vezes vê palavras numa entrevista que deixa a gente até com esperança. Evidentemente que se João não for candidato e retorne para sua casa de origem para ser candidato, ele ou a esposa, à Câmara Federal, com certeza ele será bem recebido, e não tenho dúvidas disso. Quanto a ser candidato a governador, aí ele estará numa chapa de oposição a nós, lamentavelmente, e estaremos em lados opostos. Não é o que eu desejo, mas se for isso vamos levar adiante, mas sonhando ainda com a possibilidade de que ele possa retornar para a sua casa, ao convívio dos amigos tradicionais com quem ele militou e sempre esteve ao lado na Bahia.

TD – ACM Neto tem liderado as pesquisas e ponta a ponta. Mas o nome do senador Jaques Wagner (PT) cresce quando é associado ao do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em sua opinião, qual será o peso de Lula na eleição para governador? 
JR – Acho que o povo não tem esse negócio não. O voto de governador é um e o de presidente é outro. A escolha é independente. Eles estão sonhando com a história que aconteceu em 2006 (primeira eleição de Wagner para governador, derrotando Paulo Souto, do DEM), mas o raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Tenho certeza que o cidadão está colocando ACM Neto disparado na frente e vai escolher o seu candidato a presidente do coração. Uma coisa não está vinculada à outra. Como eleitor, quero votar num candidato que tenha projetos, ideias e propostas, que diga o que fez ao longo da vida. ACM Neto tem o discurso que transformou Salvador em oito anos numa das melhores capitais do Brasil. Foi oito anos o melhor prefeito do país. Para se eleger governador, tem que ter projeto, e não se atrelar a outra pessoa, com todo respeito. Isso é até triste.

Informações Toda Bahia


Foto: Acorda Cidade

Laiane Cruz

Um dos nomes cotados no meio empresarial para ser lançado como candidato à prefeitura de Feira de Santana, o empresário Jodilton Souza, que é presidente do Grupo Nobre, descartou à priori, nesta terça-feira (8), a possibilidade de assumir algum cargo político, nas próximas eleições municipais.

Apesar disso, não deixou de opinar sobre o atual cenário político que envolve a cidade e o clima de desavença entre a prefeitura e a Câmara de Vereadores, que na avaliação dele, em nada contribui para o crescimento econômico de Feira de Santana.

“Não posso deixar tudo para me dedicar à prefeitura, onde haveria grandes problemas e em Feira de Santana, teríamos o embate da prefeitura com a Câmara. E aproveito para pedir ao presidente Fernando Torres, da Câmara, para que ele possa se juntar com o prefeito para fazer uma grande administração em Feira de Santana, ao invés de xingar, gritar e ofender, pois isso não constrói e leva um mau exemplo para a sociedade, aos nossos jovens. O ser humano não foi criado para destruir e brigar, mas sim para unir, para juntar e construir o bem comum. Peço isso em nome das minhas empresas, a gente que gera impostos, gera salários. Precisamos viver em uma Feira politicamente mais harmoniosa. Nunca quis entrar na política por isso”, opiniou Souza.

Hoje comandando mais de 3 mil funcionários em diversas empresas, o empresário acredita que pode contribuir mais com o crescimento da cidade sem precisar ser candidato a prefeito, mas avalia que há outros nomes do meio empresarial que também têm se destacado e têm muito a oferecer para o desenvolvimento de Feira.

“Com muita certeza, eu produzo em Feira de Santana, sem ser prefeito, talvez tanto quanto um prefeito. Sou amigo de empregos e empresas que atendem à sociedade. É muito difícil administrar uma cidade. Tenho mais de 3 mil funcionários e minhas empresas ainda dependem muito de mim e da minha família. Tem muita gente boa em Feira, muito empresário, como Luizinho da Mersan, Guto da Gurjão, Dilson Barbosa, Renato Ribeiro, Dilton Coutinho, tanta gente boa, mas o problema é que é aquela velha história do cobertor curto: se você cobrir a cabeça para ser prefeito, descobre os pés dos seus negócios. A gente também pode ajudar de fora. O que deveria era a prefeitura e a Câmara criar um comitê de pessoas que pensam e podem criar um projeto macro para Feira”, declarou.

Feira de Santana, na visão do empresário Jodilton Souza, há muito deixou de ser uma cidade onde a maior preocupação deve girar somente em torno de consertos de ruas e limpeza de parques e jardins. Precisa avançar para projetos maiores.

“À cidade não só cabe mais conserto de ruas e limpeza de jardins. Feira tem que ter um projeto macro, é preciso pensar Feira para daqui a 20 ou 30 anos, tem que pensar Feira como uma cidade que venha a evoluir. Ontem vi uma pessoa agradecer à prefeitura por uma estrada que foi cascalhada, mas Feira não tem que ter mais cascalho em estrada, tem que pegar verba federal e asfaltar e iluminar da cidade até lá, para que as pessoas tenham qualidade de vida, cada lugar desse deveria ter um ginásio para as crianças praticarem esportes. Hoje a cidade tem tantos problemas, e a prefeitura fica tapando buracos, resolvendo pequenos problemas”, lamentou.

Informações Acorda Cidade


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Em entrevista ao Rotativo News, nesta terça-feira (8), o deputado estadual Carlos Geílson (PSDB), avaliou a atual crise política em Feira de Santana. O radialista considerou a situação como preocupante e revelou que se colocou à disposição do chefe do Legislativo e do Executivo para apaziguar a relação entre ambos os poderes.

“Situação preocupante. Eu, enquanto político, sou linha moderada. Tenho trânsito e trâmite com todos os segmentos da sociedade. Eu já me propus, já estive com o prefeito em uma rodada de conversas, também com o presidente Fernando Torres e eles estão desejosos por esse diálogo, mas parece que forças ocultas interceptaram essa conversa. Eu me coloco à disposição para resolver a crise entre o Legislativo e Executivo”, avaliou.

O deputado também comentou sobre o reajuste de 33% dado aos professores pelo Governo Federal.

“É um aumento muito interessante, porque a categoria tem que ser bem remunerada. Mas os representantes não brigam por esse reajuste, deixando o governador a vontade, nesse quesito que ele acha que deve pagar”.

Ouça a entrevista completa em nosso podcast


Com uma trajetória político-partidária que o levou a ser até presidente da Assembléia Legislativa da Bahia, morreu nesta terça-feira (08) o ex-secretário de Feira de Santana, ex-deputado estadual e conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Faustino Dias Lima.

O prefeito Colbert Martins está decretando três dias de luto. “Faustino Dias Lima foi um homem destacada na vida feirense, merece nosso respeito e o luto oficial. Nossa solidariedade à toda a família”.

Faustino Dias Lima era natural de Paripiranga, mas teve a vida pública iniciada em Feira de Santana. Foi secretário de Finanças no governo do prefeito João Durval Carneiro, no período de 1967 a 1971, Provedor da Santa Casa de Misericórdia, Conselheiro da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e Venerável da Loja Maçônica Harmonia, Luz e Sigilo.

Eleito deputado estadual pelo Partido Democrático Social (PDS), para o mandato de 1983 a 1987. Foi presidente da Assembléia Legislativa da Bahia em 1985 e 1986.

O ex-deputado estadual tinha 91 anos de idade e em Feira de Santana seu nome está eternizado no Grupo Escolar Municipal Conselheiro Faustino Dias Lima, na rua Faustino Dias Lima.

Tornou-se Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em 13 de novembro de 1986. Foi Vice-Presidente em 1988 e 1989 e assumiu a Presidência para o biênio 1990/1991. Também foi Corregedor do TCE em 1994/1995 e assumiu novamente a presidência para os biênios 1996/1997 e 1998/1999. Finalmente aposentou-se em 21 de julho de 2000.

*Secom


Foto: ACM

Feira de Santana é o primeiro município no Estado a aderir ao Programa Nacional de Apoio à Aquisição de Habitação para Profissionais da Segurança Pública, chamado Habite Seguro. A partir de agora, o tão sonhado primeiro imóvel passa ser realidade para os guardas municipais. Eles terão acesso facilitado a linhas de financiamento habitacional pela Caixa.

O convênio para o benefício já foi assinado pelo prefeito Colbert Filho. Guardas municipais com remuneração bruta entre R$ 1 mil e R$ 7 mil, que ainda não possuem imóvel, poderão pleitear ao agente financeiro o financiamento.

A declaração do candidato a beneficiário do programa poderá ser preenchida no Setor de Recursos Humanos da Prefeitura ou na sede da corporação. Entretanto, guardas ainda em estado probatório não têm direito ao benefício.

São exigidos documentos de identificação pessoal, os dois últimos contracheques, última declaração do Imposto de Renda, entre outros. Vale destacar que o Habite Seguro é destinado para aquisição de imóveis residenciais urbanos novos ou usados, bem como terrenos e construção de imóvel em prazo de até dois anos.

Para o guarda municipal Jucemir Araújo, o incentivo da Prefeitura de Feira é uma forma de ajudar aqueles [guardas municipais] saírem de áreas consideradas de risco ou inseguras terem sua casa própria.

“É uma facilidade para os colegas adquirirem seu primeiro imóvel em local mais seguro, importante para dar tranquilidade ao exercício da profissão”, observa.

*Secom


Foto: Thiago Paixão

Prefeitura deve fiscalizar a imunização de crianças através de ações conjuntas

O Ministério Público notificou o Governo Municipal para que fiscalize a obrigatoriedade da vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid 19, bem como de todos os imunizantes previstos no Plano Nacional de Vacinação. A promotora Idelzuith Freitas de Oliveira Nunes, autora do procedimento, determina inclusive que o Conselho Tutelar atue como “porta de entrada de denúncias, notificações e representações de violações de direitos de criança e adolescentes”.

Promotora da 7ª Promotoria da Infância e Juventude em Feira de Santana, Idelzuith Nunes invoca a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente para alertar que deve ser assegurado o direito à vida e à saúde, “com absoluta prioridade pela família, pela sociedade e pelo Estado (art. 227 da Constituição Federal)”.         

A promotora recomenda que a Prefeitura Municipal organize ações conjuntas das secretarias municipais de Saúde, de Desenvolvimento Social e Educação para a “fiscalização obrigatória, através da carteira de vacinação”, de todas as vacinas previstas no Programa Nacional de Vacinação, e não apenas contra a Covid 19.

Desde o dia 17 de janeiro que a Secretaria Municipal de Saúde iniciou a vacinação de crianças de 5 a 11 anos e já conseguiu imunizar 13.762. A meta é chegar a 56 mil crianças vacinadas.


Foto: ACM

Nova regra passa a valer a partir do dia 15 

Cartão de vacinação contra a Covid-19 será cobrado de pacientes, pais e acompanhantes de parturientes internadas no Hospital Inácia Pinto dos Santos (Hospital da Mulher). A exigência passa a valer no próximo dia 15.

A orientação é do Ministério da Saúde diante do aumento de casos da doença e também da gripe provocada pelo vírus H3N2. A unidade hospitalar passa a ter novas regras na rotina para acompanhantes a fim de reduzir riscos de transmissão. 

Uso de máscara, higienização frequente das mãos, distanciamento social durante circulação em corredores bem como uso de toucas, luva descartáveis, roupa hospitalar padronizada e pulseira de identificação fazem parte das novas regras no Hospital da Mulher.

O diretor do Complexo Materno Infantil da Fundação Hospitalar, o médico Francisco Mota, afirma que o cumprimento das regras é fundamental para garantir a saúde de pacientes, bebês e de profissionais da saúde. “Será solicitado de pais e acompanhantes, sem o ciclo vacinal completo, o resultado do exame [RT-PCR] realizado até 48 horas antes do acesso ao hospital”.

A presidente da Fundação Hospitalar, Gilbert Lucas, alerta ainda para “quem não tiver tomado a segunda ou a terceira doses, no prazo, não poderá ter acesso à unidade hospitalar”.