Campeão por onde passou, meia promete alta intensidade na decisão

Fonte: Letícia Martins / EC Bahia

Após uma derrota de virada, por 3 a 2, no jogo de ida da final, o Bahia tem a missão de reverter a desvantagem para ficar com o título de campeão baiano em 2024.

Multicampeão por diversos clubes, o meia Everton Ribeiro é uma das esperanças da nação tricolor para vencer na Arena Fonte Nova e sair com o 51º troféu estadual.

Último entrevistado do Bahia antes da decisão, o experiente meio-campista garantiu que o time vai a campo com uma mentalidade vencedora.

“Eu acho que a semana vem sendo muito boa de trabalho, desde o primeiro treinamento botamos na cabeça que podemos reverter. Sabemos que jogando em casa somos ainda mais forte, então ter essa mentalidade vencedora”.

Além do lado mental, Everton Ribeiro cobra alta intensidade para o Bahia.

“Impor nosso ritmo, sem desorganização, mas com muita intensidade e controle de jogo para fazer uma grande partida”.

O camisa 10 tricolor reforça ter confiança no trabalho feito pelo técnico Rogério Ceni.

“O Ceni é nosso comandante, tudo que ele tem para falar ele fala para a gente, nos explica o que tem que fazer, corrige, mostra o que acertamos e o que erramos e isso nos fortalece e nos deixa mais confiante e preparados para essa final”.

Com a segunda partida em casa, diante da nação tricolor, Everton também pede o apoio da torcida para ajudar a equipe a sair com o título.

“A campanha que a gente fez nos deu essa vantagem. A gente sabe como é bom jogar na Fonte Nova, diante da nação tricolor e energia que eles passam”.

Com Everton Ribeiro como titular, o Bahia receberá o Vitória às 16h de domingo (7), na Fonte Nova.

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Informações EC Bahia


Foto: Nacho Doce/Reuters

O ex-jogador de futebol brasileiro Daniel Alves, que está atualmente em liberdade provisória após ser condenado por estupro na Espanha, afirmou estar “tranquilo”. Segundo uma matéria do jornal “El Periódico”, ele precisa se apresentar à Justiça todas as sextas-feiras para comprovar que permanece em Barcelona.

Conforme a mesma matéria, Alves declarou que o “jogo” que precisa jogar agora é no tribunal. Ele não sabe quanto tempo essa “partida” pode durar, já que existem muitos recursos sendo apresentados por todas as partes envolvidas (o Ministério Público, a acusação e a defesa).

Em continuação à entrevista, Alves mencionou que sua única responsabilidade atual é comparecer ao tribunal semanalmente.

“É isso o que me cabe. Eu também não tenho muito mais para fazer”, disse Daniel Alves.

Daniel Alves, ex-jogador de futebol, compartilhou suas experiências durante o período em que esteve encarcerado. De acordo com a matéria, ele parece mais desgastado e perdeu peso em comparação ao período anterior à prisão, mas Alves insiste que consegue se adaptar a qualquer situação.

Ele afirmou: “Onde quer que eu vá, sobrevivo. Eu me adapto a tudo, porque para mim não é o lugar que faz a pessoa, e sim a pessoa que faz o lugar”.

A entrevista foi concedida em um restaurante de Barcelona, onde Alves estava almoçando com um amigo, conforme relatado pelo jornal.

Alves foi sentenciado a quatro anos e meio de prisão por estupro em Barcelona. Ele foi liberado do Centro Penitenciário Brians 2 em 25 de março, após o pagamento de uma fiança de 1 milhão de euros (R$ 5,4 milhões). Ele passou 14 meses em prisão preventiva.

Informações TBN


Os últimos ingressos para o jogo da final do Campeonato Baiano começaram a ser vendidos às 7h desta sexta-feira (5), na na Bilheteria Sul da Fonte Nova, mas, antes das 10h, as entradas já tinham esgotado deixando torcedores indignados na fila. A venda foi marcada por confusão e aglomeração. Antes de esgotar, os ingressos chegaram a ser suspensos e houve até acionamento da Polícia Militar.

A partida acontece no domingo (7), em Salvador, na Arena Fonte Nova, com mando de campo do Esporte Clube Bahia. Além do anúncio de encerramento das vendas, que duraram pouco mais de três horas de acordo com a assessoria do Esporte Clube Bahia.

Diversos integrantes da torcida Tricolor chegaram a dormir desde quinta-feira (4) na fila, enfrentando inclusive a chuva, com acampamentos improvisados. É o caso de uma torcedora escutada pela Metropole. “Estou na fila desde ontem, dormi aqui, está muito complicado, não tem organização, as pessoas pulando. Vamos ficar aqui o tempo todo sendo pisoteado? Difícil”, disse.

De acordo com organizadores do Esporte Clube Bahia ouvidos pela reportagem, cerca de 4 mil ingressos foram reservados para as vendas ao público geral. A comercialização das entradas começou na quarta-feira (3), exclusivamente para os sócios. Já na quinta-feira (4), teve início a venda para os sócios da modalidade Esquadrão da Sorte, sendo esta sexta o primeiro e único dia de venda para a torcida geral.

Outra queixa feita pelos tricolores foi a falta de respeito pela fila preferencial. O deficiente físico Rafael disse que as pessoas invadiram o alinhamento. “Cheguei cinco horas da manhã, sou deficiente físico, uma falta de respeito. Agora que a administração da Arena está querendo organizar a fila juntamente com a Polícia Militar, é uma falta de respeito com o torcedor”, contou.

Como citado por Rafael, a Polícia Militar foi acionada para conter a confusão e organizar os torcedores após invasões nas filas. Uma torcedora que foi em busca do ingresso para o filho de 14 anos, se queixou da abordagem feita pelos agentes. “O Bahia tem que tomar alguma providência, é um absurdo o que está acontecendo aqui. O policial empurrou, xingou todo mundo, esses policiais não estão preparados para atender o público. Cheguei cinco horas da manhã. To revoltada, sendo maltratada por uma força que era para cuidar da gente”, declarou.

A comercialização dos ingressos também gerou revolta nos torcedores na quinta-feira. Um tumulto foi gerado na Loja do Esquadrão, localizada no Shopping da Bahia.

Filas duplas foram formadas no local, que tinha até comercialização por parte de cambistas. Assim como na Fonte Nova, a PM foi acionada para conter a confusão e organizar o local.

*Metro1
Foto: Filipe Luiz/Metropress


Serão utilizadas 22 duplas de policial/cavalo para prevenir tumultos e confusões dentro e no entorno da Arena Fonte Nova

Foto: Matheus Landim/GOVBA

O esquema de segurança para o BaVi de domingo (7) já está definido. Nesta quinta-feira (4), um exercício envolvendo o Batalhão Especializado de Policiamento de Eventos (Bepe) e o Esquadrão de Polícia Montada serviu para demonstrar como vai ser a atuação conjunta com policial e cavalo. O jogo está marcado para acontecer na Arena Fonte Nova, em Salvador, e vai definir o campeão baiano de 2024. A intenção da atividade é prevenir tumultos e confusões dentro e no entorno do estádio. Serão utilizadas 22 duplas de policial/cavalo nesta ação. Eles estarão de prontidão para impedir brigas que, por ventura, possam ocorrer.

Também vão atuar integrantes do Batalhão de Choque, da Academia de Polícia, Rondas Especiais (Rondesp), Grupamento Aéreo (Graer) e outras companhias especializadas. O major PM Moreno, comandante do Esquadrão de Polícia Montada, destaca a importância de atividades como essa, integrando as diversas unidades da corporação: “as tropas irão trabalhar em conjunto e simular algumas ocasiões que podem ocorrer nesses grandes eventos, como esse do BaVi”.

Ainda segundo o comandante do Esquadrão de Polícia Montada, além da preparação do efetivo, atividades como essa também buscam dar mais tranquilidade aos animais, diminuindo a reação deles a possíveis gritarias e bombas que possam ocorrer: “cada cavalo aqui tem a sua carga. Cada policial é responsável por cada cavalo e existe uma intimidade entre eles, a relação é uma relação de carinho, de amor. A intenção é colocar cada dupla em condição de realizar o policiamento montado. Justamente a prática da instrução, o treinamento. E a gente costuma dizer que o treino é difícil, o jogo é fácil”.

Durante o treinamento, os policiais assistiram a uma palestra em que foi abordado o papel de cada integrante da tropa na ação. Discutiram, ainda, a importância de alinhar a atuação das diversas unidades antes, durante e após o jogo, com orientações e troca de experiências.
O capitão da Polícia Militar da Bahia (PMBA) Thiago Bezerra, comandante da 1ª Companhia do Bepe, explica que a intenção desse exercício é garantir a segurança da comunidade baiana: “a gente está treinando justamente para lidar com o BaVi, que é um evento de grande magnitude. A tropa tem recebido com bastante entusiasmo, visto que há um clamor por maior especialização. Então, quando há oportunidade da gente alinhar procedimentos e nos especializar dentro daquilo que a gente já conhece, a gente consegue ter um retorno muito bom no que se refere ao entusiasmo para essa atividade”.

A expectativa é de que a torcida do Bahia lote o estádio. Por recomendação do Ministério Público, o clássico será de torcida única. O capitão Thiago deixou uma mensagem de paz para quem for assistir ao jogo: “os policiais militares estarão presentes. Que eles possam contar com o Bepe, com a Polícia Militar da Bahia de modo geral, para garantir a segurança deles quando necessário for”.

Informações Bahia.ba


foto: Instagram 

Neymar marcou presença na primeira partida da decisão do Campeonato Paulista, realizada na Vila Belmiro, no último domingo. Sua aparição foi notável não apenas pelo seu histórico como ex-jogador do Santos, mas também pelo relógio de valor extraordinário que adornava seu pulso.

O relógio em questão é uma edição limitada da Richard Mille, o RM-68-01, decorado individualmente pelo artista Cyril Kongo. Cada peça é única, devido ao meticuloso processo de pintura manual. Este modelo de relógio é avaliado em cerca de US$ 2,5 milhões, ou aproximadamente R$ 12,5 milhões, um valor que excede o prêmio total do Campeonato Paulista, que é de R$ 5 milhões para o campeão.

Além disso, é interessante notar que Neymar recentemente assinou um contrato com o clube Al Hilal da Arábia Saudita, com um valor reportado de € 320 milhões, o que equivale a cerca de R$ 1,7 bilhão. Este acordo destaca o status de Neymar como um dos jogadores de futebol mais valorizados do mundo.

Informações TBN


A Quem foi apontada por Marisa Martín Blázquez, do programa Fiesta, da Telecinco, como responsável por colocar o ex-jogador em liberdade

Daniel Alves posa, sério, de blazer branco - Metrópoles

O fim de semana foi agitado nas redes sociais após a jornalista Marisa Martín Blázquez, do programa Fiesta, da emissora espanhola Telecinco, afirmar, no domingo (31/3), que a revista Quem, do grupo O Globo, pagou a fiança de 1 milhão de euros, o equivalente a R$ 5,4 milhões, de Daniel Alves, que foi condenado a 4 anos e meio de prisão por estupro.

“Parece ser que a revista, muito conhecida no Brasil, a revista Quem, pertencente ao Grupo Globo, em troca de uma reportagem que está sendo realizada na casa de Daniel Alves, teria adiantado este um milhão de fiança”, declarou a profissional de comunicação, garantindo que a quantia seria um pagamento para que o ex-atleta desse uma entrevista exclusiva para a publicação.

Através de nota, publicada pelo jornal O Globo, a publicação negou a ajuda para o ex-jogador: “Sobre a fake news que está sendo compartilhada de que a Quem teria arcado com a fiança do jogador Daniel Alves, gostaríamos de esclarecer que ela não corresponde a verdade e não pagamos por qualquer reportagem produzida, dado seu caráter jornalístico”, disse o comunicado, antes de completar:

“Também nunca fomos procurados por Marisa Martín Blázquez, do programa Fiesta, da TV espanhola, para confirmação da veracidade das informações. Seguimos acreditando que o bom jornalismo jamais terá espaço para reportagens pagas”, encerrou o texto.

Outros nomes aparecem como financiadores

Daniel Alves deixou a prisão na Espanha, a última segunda-feira (25/3), após pagar fiança no valor de 1 milhão de euros, o equivalente a R$ 5,4 milhões. Depois de muitas especulações sobre quem teria ajudado o ex-jogador com o pagamento, a imprensa internacional revelou o nome da suposta pessoa.

Segundo o jornalista catari Mabkhout Al Marri, o meia holandês Memphis Depay desembolsou parte do valor. Os dois atletas jogaram juntos no Barcelona em 2021 e, desde então, estreitaram os laços de amizade.

Memphis Depay também já ajudou outros amigos com problemas na Justiça, como o lateral francês Benjamim Mendy, que foi preso por estupro, mas inocentado; e o atacante holandês Quincy Promes, preso por envolvimento com tráfico de drogas.

Na última semana, em entrevista ao jornal Record, de Portugal, Depay comentou os casos e afirmou que os jogadores não deixaram de ser seus amigos, mesmo após problemas judiciais.

Daniel Alves é solto em meio a protestos

Daniel Alves foi posto em liberdade, na última segunda-feira (25/3), após pagar a fiança de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,5 milhões). O ex-jogador, que estava preso há mais de um ano por estupro e foi condenado a 4 anos e meio, saiu da penitenciária sob protestos de funcionários prisionais.

O ato na porta do presídio foi motivado por outra situação: o assassinato de uma cozinheira na cadeia de Tarragona, que desencadeou uma série de manifestações de pessoas que trabalham em presídios da Espanha nas últimas semanas. A polícia catalã precisou controlar os presentes na porta do Brians 2 para permitir a saída de Daniel Alves, mas algumas pessoas se dirigiram ao ex-atleta enquanto ele se encaminhava para o carro, ao lado de seus advogados.

A liberdade provisória foi concedida pela Justiça da Espanha, na semana passada, mediante a quitação do valor e a imposição de outras medidas cautelares, como a entrega dos passaportes brasileiro e espanhol; afastamento de 1km e incomunicabilidade com a vítima; e ida ao tribunal semanalmente. Daniel Alves também não pode sair da Espanha.

Daniel Alves ficará em uma luxuosa mansão que adquiriu quando era jogador do Barcelona, nos arredores da cidade espanhola. Os passaportes, espanhol e brasileiro, de Daniel já foram entregues às autoridades.


No primeiro jogo da final do Campeonato Baiano, o Vitória saiu na frente do Bahia. O Leão começou perdendo a partida por 2 a 0 com gols de Thaciano e Cauly, entretanto, o Vitória lançou a carta Mateus Gonçalves no jogo e o volante empatou a partida. Nos acréscimos, Iury Castilho recebeu lançamento na direita e fuzilou para os fundos da rede de Marcos Felipe. Vitória 3 a 2 Bahia e vantagem do Rubro-Negro na final!

No próximo domingo, as equipes irão se enfrentar na segunda e decisiva partida que irá decidir o Campeão Baiano de 2024.

*Bahia Notícias
Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias


Robinho foi preso após ter sido condenado na Itália por estupro  |   Bnews - Divulgação Montagem/BNews

A primeira-dama, Janja, tem se mostrando atuante na base do governo Lula (PT), inclusive opinando sobre os ministros e indicações do Executivo. No entanto, segundo o colunista Lauro Jardim, Janja também teria influenciado na prisão do ex-jogador Robinho. 

Às vésperas do julgamento, a socióloga teria ligado para o relator do caso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão, para pressioná-lo a botar pela prisão para que o ex-jogador cumprisse no Brasil a pena de nove anos a que foi condenado na Itália por estupro.

Além disso, de acordo com o colunista, Janja também tem trabalhado nas cortes superiores para algumas indicações de juízes na Justiça Federal.

Informações BNews


JAILTON JR/JC IMAGEM

Segundo informações do JC NE10, o primeiro jogo da final do Campeonato Pernambucano, realizado no sábado (30), entre Náutico e Sport, foi marcado por tumultos nas arquibancadas. Quando o Náutico já estava perdendo por 2 a 0, ocorreram confrontos entre torcedores e a polícia militar em um dos acessos ao Estádio dos Aflitos.

O tumulto se espalhou para outras entradas do estádio, com um torcedor chegando a invadir o campo duas vezes antes de ser rapidamente removido pelos policiais. Vários espectadores que não estavam envolvidos no tumulto tiveram que ser atendidos por equipes médicas após serem atingidos pelo spray de pimenta usado pela polícia.

Vale ressaltar que a final do Campeonato Pernambucano é caracterizada por ter apenas a torcida do time da casa, portanto, não houve confrontos entre torcidas rivais.

O Náutico terá a chance de revanche contra o Sport no próximo sábado (6 de abril), no jogo de volta da final do Campeonato Pernambucano. Desta vez, o confronto será na Arena de Pernambuco, com a presença da torcida do Sport.

Vejas o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/C5J7ONtxo8R/?utm_source=ig_embed&ig_rid=f92cb18d-6671-4518-bb9e-904cd0d4a75b&ig_mid=7E415BC7-F569-4160-BE6A-3A0F2CC2507C

Com a vitória do Sport por dois gols no jogo deste sábado (30), a equipe tem a vantagem e pode até perder por um gol de diferença no próximo jogo para se sagrar campeã.

Para o Náutico, a tarefa é mais difícil. A equipe precisa vencer por uma diferença de dois gols para levar a decisão para os pênaltis, e por três ou mais gols para conquistar o título diretamente.

Informações TBN


Imagem: Eduardo Knapp/Folhapress


O COB (Comitê Olímpico Brasileiro) não irá proibir os atletas que estarão em Paris para os Jogos Olímpicos, em julho, de prestar continência no momento de receber medalhas.

Paulo Wanderley, presidente da entidade, deixou claro que caberá a cada atleta decidir o que fazer. “Problema deles. Se eles gostam, não tem nenhum problema”, afirmou o dirigente olímpico que, nesta semana, está em Paris.

“Não é uma competição militar. O mais apropriado seria nesses eventos”, disse. Mas insistiu que não iria vetar caso alguém opte por fazer o gesto militar.

A saudação militar causou polêmica a partir de 2016, quando diversos atletas que ganharam medalhadas adotaram a postura diante do hino nacional.

Todos os atletas, porém, terão de assinar dois documentos para embarcar para Paris. Um do COI e outro do COB, ambos alertando e vetando que o evento seja transformado em um palco político.

“Cumprimos rigorosamente as regras do COI, que dizem que o esporte não se envolve na política. Quando isso ocorre, o COI interfere”, disse o brasileiro.

No Brasil, parte da equipe que segue para Paris é composta por atletas que fazem parte das forças militares. Cada um deles ganha uma bolsa de cerca de R$ 7 mil por mês e pode acumular inclusive com a renda obtida em outros programas do governo.

Mas não há qualquer obrigação de retribuir o pagamento, salvo concorrer em alguns dos eventos oficiais das diferentes forças.

A politização do pódio vai estar no centro das atenções em Paris. Com guerras na Ucrânia, Gaza, tensão geopolítica, o COI já avisou que estará atento a tudo o que ocorrer. Um dos debates é sobre eventuais bandeiras palestinas ou lenços tradicionais – o Keffiyeh – que possam surgir como forma de mandar uma mensagem.

Há também o temor de que delegações sejam pressionadas por seus governos a não competir contra atletas israelenses.

Informações UOL