Evento está marcado para começar no final de setembro de 2021
Foto: Instagram/ Arquivo Pessoal/ Rock in Rio
O Rock in Rio 2021 está marcado para começar no final de setembro. Só que, com as incertezas trazidas pela pandemia do coronavírus, ninguém é capaz de cravar com 100% de certeza se o festival vai mesmo acontecer nos dias marcados.
De acordo com a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, a organização do evento mantém até agora, o que foi anunciado. Mas abril é a data limite para bater o martelo sobre a situação.
Cantora foi denunciada por atos como discriminação e injúria dentro do reality show
Karol Conká tem forte rejeição nesta edição do BBB Foto: Reprodução
A rapper Karol Conká, elencada pelos telespectadores do Big Brother Brasil 21 como a candidata mais rejeitada da atual edição, já foi alvo de 25 denúncias no Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) por atitudes como discriminação e injúria dentro do reality show. As ações foram registradas por cidadãos através da ouvidoria do MP.
Nas justificativas, os denunciantes apontam atitudes discriminatórias e ofensivas da cantora contra outros participantes do reality show, como Juliette Freire e Lucas Penteado, ator que desistiu do BBB 21 na madrugada de domingo (7). As informações foram divulgadas pelo jornal Extra.
Na publicação, a promotora Denise Pieri Pitta, da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da área de Madureira e Jacarepaguá, informou que as denúncias, por serem embasadas em relatos genéricos, sem imputação de um crime específico, foram encaminhadas à Justiça com pedido de arquivamento.
Algumas das denúncias protocoladas no MP foram acompanhadas de vídeos, entre elas a que sugere discriminação à Juliette em detrimento de sua origem nordestina. Karol também é citada em denúncias por injúria e humilhações contra Lucas Penteado.
Segundo Denise, porém, por se tratarem de crimes de ação penal privada (delitos contra a honra), ou de crimes onde se faz necessária a representação da vítima para a instauração de processo, as denúncias seguiram com pedido de arquivamento por parte do órgão.
– Nada impede que qualquer participante que se sinta ofendido, ao sair da casa, represente ao MP para que o órgão de execução com atribuição possa adotar as medidas cabíveis na análise do caso concreto – completa a promotora.
Em live, pastora fez análise do comportamento da rapper no reality
“Karol Conká, a gente não vale pela cor; a gente vale pelo que a gente é”, afirmou Léa Mendonça
A pastora e cantora Léa Mendonça fez uma análise sobre o comportamento da BBB Karol Conká durante live nesta quarta-feira (10). Para Léa, a rapper diz ter autoestima elevada, mas na verdade é narcisista.
– Eu nunca vi uma pessoa tão tóxica. Ela acha que tem a autoestima elevada. Não. Ela é psicótica. Ela é narcisista. Elas se dizem militantes da raça negra. Ela vai dizendo que é uma influenciadora de autoestima elevada. Não. Ela é uma recalcada – declarou.
De acordo com Léa, apesar do discurso empoderado da rapper, ela na verdade não se aceita como é e se compara a outras pessoas.
– Ela não se aceita, porque, se ela tivesse orgulho de ser mulher preta, o comportamento seria outro. Quem tem autoestima elevada se aceita como é e não vive se comparando aos outros.
A pastora fez uma reflexão sobre os fatores que contribuem para mostrar o verdadeiro valor das pessoas.
– Karol Conká, a gente não vale pela cor; a gente vale pelo que a gente é. Não cabe a mulheres que se dizem influenciadoras positivas, mulheres que se dizem de autoestima elevada, esse tipo de comportamento.
Léa finalizou celebrando às suas amigas pretas que são felizes em qualquer situação.
– Viva as minhas amigas pretas, lindas, anônimas, sem dinheiro e bem resolvidas! – declarou.
“REJEIÇÃO DA KAROL” A participante do reality show vem acumulando críticas de todo o Brasil, acusada de abusar psicologicamente de outros participantes e de agir com preconceito, apesar de seu discurso ativista. A repercussão negativa chegou ao ponto de um perfil no Instagram, intitulado Rejeição da Karol,ultrapassar seu número de seguidores, com 1,5 milhões contra 1,2 milhões.
“Esse BBB se tornou um laboratório a céu aberto da fragmentação dessa esquerda identitária que não tem um modelo de sociedade, que é dividida em tribos e que não concilia o discurso da diferença com o da igualdade”, diz Wilson Gomes, professor titular de Teoria da Comunicação da UFBA
“Ele é sujinho. Se esfregar bem…”, “louco” e “abusador” e “quer usar a agenda LBGT” foram algumas das declarações que geraram polêmica na 21ª edição do Big Brother Brasil, reality show transmitido pela TV Globo.
Mas a forte repercussão nas redes sociais não se deu apenas pela natureza dos comentários, mas de quem veio — representantes do que muitos consideram ser militantes da diversidade e contra o preconceito.
Se ao público coube o julgamento moral, na opinião de Wilson Gomes, filósofo e professor titular de Teoria da Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA), são sinais reveladores da “fragmentação da esquerda identitária”, que não tem “um projeto de sociedade unificado”.
“A esquerda criou palco, ganhou um espelho e não gostou do que viu”, opina Gomes, pesquisador e autor de 11 livros, entre eles Crônica de uma Tragédia Anunciada: Como a Extrema-Direita Chegou ao Poder.
“Esse BBB se tornou um laboratório a céu aberto da fragmentação dessa esquerda identitária que não tem um modelo de sociedade, que é dividida em tribos e que não concilia o discurso da diferença com o da igualdade”, disse ele em entrevista à BBC News Brasil. “Não há, portanto, espaço para conciliação. É como se cada pedaço da sociedade tivesse que cuidar de si. Ou, como digo, ‘farinha pouca, meu pirão identitário primeiro’.”
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Algumas lideranças do movimento negro, no entanto, dizem que os participantes não falam pela causa, tese com a qual Gomes não concorda.
Ele, que também pesquisa comunicação e política nas redes sociais, diz acreditar que a edição deste ano do Big Brother Brasil quis se aproveitar “do rescaldo do movimento Black Lives Matter” dentro de um contexto em que há um esforço de valorização e cobrança por maior representatividade das minorias em espaços públicos. De fato, metade do elenco BBB21 é negra, maior porcentual da história do programa.
Mas, segundo ele, apesar disso, o que o público do lado de fora viu foi um “conflito sem limites das tribos identitárias colidindo uma com a outra”.
“As tramas amorosas e sexuais, recorrentes em outras edições do programa, foram substituídas por ‘tretas’. O público achou aquilo assustador enquanto a esquerda tradicional, que oferece complacência enorme em relação aos abusos desses grupos identitários, ficou desnorteada”.
“O que vemos ali é cada um buscando sua superioridade moral e se permitindo comportamentos autoritários e agressivos simplesmente por causa de seu pertencimento a um grupo estruturalmente desvantajado ou historicamente marginalizado”.
Na visão de Gomes, parte-se assim da visão de que o pertencimento “a essa minoria que sofreu, me dá um ‘Super Trunfo’. E, portanto, o que eu faço tem uma espécie de excludente de ilicitude”.
O filósofo faz alusão ao jargão jurídico — quando uma pessoa pratica um ato geralmente considerado ilícito ou impróprio sem ser punida por isso — para comentar polêmicas como a que aconteceu durante uma festa, quando o participante Gilberto Nogueira afirmou ser um homem negro, declaração que incomodou a rapper Karol Conká e o comediante Nego Di. Este disse: “Ele é sujinho. Se esfregar bem…”. Karol Conká e Nego Di se declaram negros.
Em outro desdobramento, Conká foi acusada de violência psicológica contra o ator Lucas Penteado (de “Malhação”), que também se declara negro, chamando-o de “louco e abusador”. Isso se agravou depois que Lucas tratou outra participante, Kerline, com uma “abordagem invasiva”, repleta de “nomes assustadores”, segundo relato dela própria. Kerline acabou tendo uma crise de choro, e o episódio fez com que alguns participantes do programa agissem duramente contra Lucas, deixando de falar com ele ou proibindo que ele se sentasse à mesa, por exemplo.
Já a psicóloga social Lumena acusou Lucas de autopromoção ao protagonizar com Gilberto o primeiro beijo entre homens em 20 anos do programa. Ela disse: “Lucas tá usando os pretos para se autopromover. Primeiro foi uma agenda racial e agora uma agenda LGBT. Eu não fico falando da minha mulher e que sou sapatão”. A fala deu origem a brincadeiras e críticas nas redes sociais, com usuários criando uma fictícia “carteira de bissexual” a ser submetida à autorização prévia de Lumena.
‘Racismo do bem’
Isolado e criticado pela grande maioria dos colegas, Lucas decidiu deixar o programa na manhã de domingo (7).
Gomes vê o que chama de “complacência” da esquerda com relação a comportamentos como estes em torno da desistência do participante Lucas.
“Há uma esquerda que passa pano para os abusos autoritários, linchadores e canceladores da esquerda identitária. Tem sido sempre assim. Eles vivem nessa complacência, embora estes sejam comportamentos que violem as crenças da própria esquerda”, diz.
Divulgação
Wilson Gomes destaca a ausência de espaços para a construção de diálogos
“Parece que estamos falando de dois tipos de racismo: um racismo que é condenável quando o vetor vai do branco para o negro e outro racismo para o qual ‘se passa pano’, que tem que ser chamado de outro nome, porque vai de um negro para outro negro, ou do negro para o branco”.
“A crítica não é então por princípio. Seria por conveniência? Os conservadores acusam os progressistas justamente disso quando falam sobre o suposto ‘racismo do bem’ ou ‘ódio do bem'”.
“Na minha visão, a crítica tem que ser por princípio: racismo é racismo, não importa de onde venha, abuso psicológico é abuso psicológico, não importa de onde venha. Autoritarismo que humilha outras pessoas é autoritarismo, não importa de onde venha”, argumenta.
Segundo Gomes, esse tipo de atitude acaba fortalecendo a direita, que ele também classifica como identitária, mas, em sua avaliação, muito mais “unificada”.
“O cientista político americano Mark Lilla fala sobre como esses movimentos hiper-identitários foram muito importantes para a ascensão do trumpismo e eu ousaria dizer para a ascensão do bolsonarismo também. Afinal, se alimentam desse híbrido identitário”, assinala.
“Pode ser que o defensor das armas e o antiabortista tomem caminhos separados no futuro, mas não há dúvida de que existe um projeto de sociedade unificada na direita, a partir de uma visão conservadora do mundo.”
Nesse contexto, Gomes lamenta a ausência de espaços para a construção de diálogos.
“As pessoas falam dentro das suas próprias tribos. Na luta antirracista da atualidade, não há espaço para um Nelson Mandela ou um Martin Luther King, pessoas com discurso universalista, conciliador”, diz.
“Não vejo a criação de pontes, a construção de diálogos. A esquerda de hoje é como um arquipélago. A feminista que não se junta com mulher negra, que, por sua vez, não se junta com o homem negro. Trata-se de várias ilhas que, quando se juntam, se chocam. É isso que estamos vendo no programa”, conclui.
Revista publicou artigo em que sugeria que o cantor Mick Jagger interviesse na educação de Lucas, filho dele com Luciana
Luciana Gimenez Foto: Reprodução
A apresentadora Luciana Gimenez, da Rede TV!, venceu um processo na Justiça de São Paulo contra a revista Carta Capital, e um de seus colaboradores, e terá direito a uma indenização de R$ 30 mil por conta de um artigo que associava a apresentadora ao fascismo.
O texto, intitulado “Calling Jagger to fight fascism (carta a Mick Jagger com tradução)”, foi assinado pelo jornalista e advogado Brenno Tardelli e publicado no veículo em maio de 2019. Na publicação, o jornalista sugeria que o cantor britânico Mick Jagger interviesse na educação de Lucas, filho dele com Luciana, pois ela estaria defendendo medidas do governo federal classificado pela revista como “fascista”.
Na ação movida por Luciana, a apresentadora considerou que a carta violava sua honra e pediu indenização de R$ 100 mil contra a publicação. Os réus, por sua vez, alegaram não terem ultrapassado os limites da liberdade de expressão e imprensa e explicaram que a intenção do texto era criticar Luciana por seu apoio à reforma da Previdência.
De início, uma liminar estabeleceu que o texto fosse retirado do ar. Posteriormente, o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão, mas excluiu o trecho que determinava a abstenção de publicações futuras. Na mais recente decisão, o juiz Fernando José Cúnico manteve a remoção do conteúdo e acrescentou o valor de indenização por dano moral.
– Os requeridos optaram por utilizar argumentos que atacam diretamente a autora, deixando de revelar-se enquanto conteúdo informativo ou mesmo vinculado ao direito de crítica – apontou o juiz.
Segundo o magistrado, não há interesse público no conteúdo do artigo, já que o próprio título faz referência ao modo como a autora educa seu filho. O juiz também diz que a associação de Luciana ao fascismo causou danos à honra, já que o “vocábulo inegavelmente traz consigo uma carga pejorativa que se traduz na negação dos valores próprios da democracia”.
As artistas apresentam o show ‘O Trio | Ivete, Claudia e você’ no sábado (13) a partir das 17h30 no YouTube e no Multishow
Foto: Zoom
A união das divas Ivete Sangalo e Claudia Leitte pode ir além da pandemia. Juntas para a realização da live de Carnaval ‘O Trio | Ivete, Claudia e você’, as artistas confessaram o desejo de transformar o projeto em algo além do virtual.
A informação foi confirmada pela dupla durante a coletiva de imprensa do show, na última segunda-feira (8).
“Estava tão envolvida no processo da live de Carnaval que não pensei nisso, mas Claudinha chegou a falar sobre e pode ser que saia, sim. Mas acho possível, sim, fazer uma turnê com número x de shows. Mas isso é assunto para depois da pandemia, quando nossos fãs puderem assistir presencialmente”, disse a intérprete de ‘Tá Solteira, mas não tá Sozinha’.
Para Claudinha, a transformação do show em algo presencial depende da vacinação da população. “Por enquanto ainda é um sonho. Só depois que sair a vacina e todo mundo tiver imunizado”, reforça a loira.
O show, que servirá para as musas matarem a saudade do público e da energia do Carnaval, que em 2021 acontece de forma virtual devido a pandemia do coronavírus, contará com um repertório recheado de sucessos das artistas.
“A gente está estruturando um repertório que faça valer o nosso Carnaval virtual, meu, de Claudia e os fãs da gente. Estamos guardando toda a memória afetiva de nossos fãs. Já ouvi tudo de Claudia e ela meu. Tem sido muito gostoso a gente estar juntas, conversar, chorar, rir. É um encontro que vai além do trabalho”, adianta Veveta.
A empolgação das artistas é tanta, que a dupla está “sofrendo” para conseguir agradar a ‘gregos e troianos’ com a setlist.
“Estou ouvindo algumas coisas de repertório sua (Ivete) que já me faz sentir o cheiro da avenida. E a gente está precisando mesmo dessa energia. Agora, a gente está vivendo aquele momento de cortar música, porque nós não temos limite”, brincou Claudia.
O show que acontece no sábado (13) a partir das 17h30, será transmitido ao vivo pelo canal Multishow, além da transmissão pelo canal das artistas no YouTube.
Apresentador passou por tratamento médico que o deixou 24 quilos mais magro
Fausto Silva surgiu 24 quilos mais magro no programa desta noite Foto: Reprodução
O apresentador Fausto Silva surpreendeu o público ao surgir 24 quilos mais magro no Domingão desta noite (7). O comunicador, que deixará a Rede Globo no fim deste ano, emagreceu durante o tratamento de um edema linfático em uma de suas pernas.
A mudança no visual foi percebida com facilidade pelo público. Isto porque os programas que tinham ido ao ar nas últimas semanas foram gravados antes do procedimento médico.
Em janeiro, quando passou uma temporada no hospital Albert Einstein, em São Paulo, e chegou a levantar suspeitas de que estava com Covid-19, Faustão passou por “sessões de desinchamento”. Ele conta que saiu de 114 quilos para 90 quilos.
– Estou com menos peso do que quando fiz a cirurgia bariátrica. Agora estou super-bem, zerado, fazendo ginástica – disse ao site Notícias da TV.
O edema linfático, ou linfedema, acontece quando alguma insuficiência no organismo provoca a retenção de líquidos, o que gera inchaço, podendo até desenvolver úlceras na área afetada. Um dos tratamentos utilizados é justamente a drenagem do líquido retido.
Canal Brasil será o responsável por exibir Amor Estranho Amor na madrugada da próxima sexta-feira
Xuxa Meneghel Foto: Divulgação
Depois de anos, Amor Estranho Amor, o polêmico filme estrelado pela apresentadora Xuxa Meneghel, será exibido na TV pela primeira vez. O Canal Brasil será o responsável por exibir a produção na madrugada da próxima sexta-feira (12).
Amor Estranho Amor será exibido às 00h30.
O filme foi lançado em 1982 e acabou tendo e exibição proibida dois anos depois após Xuxa entrar na Justiça. A apresentadora conseguiu liminares para evitar que a produção fosse exibida.
No entanto, há três, ela passou a liberar a exibição do filme.
Na produção, Xuxa tinha 18 anos e interpretou uma prostituta que se envolvia com um menino de 12 anos.
Xuxa em Amor Estranho Amor Foto: Reprodução
Em julho de 2020, a apresentadora chegou a falar sobre a produção e recomendou às pessoas que assistam. Ao portal Uol, ela disse que o filme é “muito legal”.
– Quem não viu, veja o filme. É um filme muito legal. Aquilo lá é uma ficção, não é a minha biografia. E no mundo que a gente está vivendo, as pessoas querem me atingir falando sobre o filme, e não me atinge, porque aquilo lá é uma ficção (…) Não gosta de mim, não tem problema. Querem me chamar de garota de programa, querem me chamar de pedófila por um filme que eu fiz quando tinha 18 anos, chamem. Aliás, gostaria que todo mundo visse o filme, é muito bom – explicou.
Jornalista deve integrar o time que irá cobrir a Fórmula 1
Foto: reprodução/TV Globo
A jornalista Mariana Becker fechou um acordo com a TV Band para integrar o time que irá cobrir a Fórmula 1. De acordo com o portal Na Telinha, o acerto aconteceu neste sábado (06), um dia após a Rede Globo confirmar que o contrato da repórter havia sido finalizado em dezembro e não seria renovado. Becker trabalhou no esporte da emissora carioca por 27 anos.
Apesar do acerto, o portal não confirmou nenhuma assinatura de contrato até o momento.
A decisão da Globo em demitir Mariana foi tomada como reflexo da desistência da emissora em tentar a renovação da transmissão da Fórmula 1 para este ano. Geralmente, Becker cobria a F1 e realizava outras reportagens quando era requisitada.
A jornalista tem 49 anos e foi contratada pela emissora em 1994 para atuar no jornalismo esportivo. Natural de Porto Alegre (RS), ela foi transferida para o Rio de Janeiro no ano seguinte e em 2008 passou a ser titular na cobertura da F1, entrando no lugar de João Pedro Paes Leme.
Gravações de novela já haviam voltado desde agosto
Rede Globo voltou com gravações de novela ainda em 2020 Foto: Reprodução
Nesta sexta-feira (5), a Rede Globo anunciou que a novela ‘Amor de Mãe’ voltará a se exibida no dia 1º de março. A trama de Manuela Dias foi interrompida em 2020 por conta da pandemia.
No entanto, mesmo com a constante atualização diária por parte da emissora no número de mortos da Covid-19 e a campanha do #fiqueemcasa, as gravações da novela voltaram desde agosto de 2020.
De acordo com a assessoria de imprensa da emissora, “as recomendações vão de cuidados na pré-produção à atuação nos sets de gravação, incluindo logísticas de transporte, alimentação e regras para fornecedores”.
Antes da fase final inédita, a partir de 15 de março, Amor de Mãe vai dividir o horário das 21h com a reexibição de A Força do Querer.